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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Boa noite!

«Quando Morre o Amor», música de Renato Júnior e letra de Marina Ferraz.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025

Boa noite!

Sofia Ramos - «Não sei quantas almas tenho»: poema de Fernando Pessoa, música de Sofia Ramos.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025

Marcadores de livros - 3315



Stuart Carvalhais - Capa da partitura Suite de fados.

O tema do mês é: pessoas tocando instrumentos de corda. Um tema muito mau em termos de marcadores. Estes dois que já tinham sido postados no blogue, aqui
Ver outro marcador aqui.

José Malhoa - Fado, 1910
Lisboa, Museu da Cidade

Como temos muitos bons (ótimos!) guitarristas, vou-vos dar música:

Conjunto de guitarras de Raul Nery, com o próprio e Fontes Rocha (na guitarra portuguesa), Júlio Gomes (viola de fado) e Joel Pina (viola baixo).

«Verdes anos» de Carlos Paredes (que teria feito 100 anos no passado dia 16), com Fernando Alvim na viola.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2024

Marcadores de livros - 3256

O tema escolhido para dezembro foi penas: de aves ou de escrever, recortadas ou não. Aqui fica o que consegui encontrar:




Verso e reverso.



Verso e reverso.

Em metal dourado.

Ver mais marcadores aquiaquiaquiaqui, aquiaqui, aqui, aqui, aquiaqui e aqui.


quarta-feira, 24 de janeiro de 2024

Agradecimento

 À MR, ao Prosimetron e a todos os amigos que aqui vêm, 

muito obrigada! :))


Deixo a voz da Carminho que infelizmente não está na corrida aos Óscares, embora merecesse.


Este quarto é um mundo sentido.

segunda-feira, 27 de novembro de 2023

«O Fado», de Malhoa

José Malhoa - O Fado, 1910
Lisboa, Museu do Fado

«"[Malhoa] contou-me que perdeu muito tempo a encontrar o tipo de fadista [...] ao lado da mulher da vida esbandalhada e descomposta." Encontrou-os na rua do Capelão . Amâncio Augusto Esteves, rufia que fadistava, e Adelaide, conhecida por 'Adelaide da Facada', daí a inclinação exagerada da pose "esbandalhada". Era para ela tapar a face esquerda com uma naifada.~«A pintura, diz-se, atrasou um pouco porque por vezes Amâncio voltava de uma breve passagem pela esquadra e embirrava com a alça da blusa de adelaide, que na pintura descera mais do que os ciúmes dele permitiam. E lá tinha Malhoa de retocar um pouco menos de seio atrevido. Em 1910 o quadro estava pronto. está lá tudo, a chinela no pé, o Senhor dos Passos, a lamparina de querosene, o pote de manjerico, um cigarro nos dedos dela, a garrafa de vinho e os olhos avinhados dele, amis a banza...» 
José Ferreira Fernandes - Martim Moniz: Como o desentalar e admirar. Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2023, p. 73-74

Letra de José Galhardo; música de Frederico Valério.