Fotos Maria.
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quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
sexta-feira, 2 de agosto de 2024
Leituras no Metro - 2935
S.l.: Tradisom, 2024
Este livro é uma análise da obra e da vida de José Afonso, entre 1962 e 1970, através da correspondência trocada com o jornalista Rocha Pato, pai do viola Rui Pato que acompanhou José Afonso nalguns discos e concertos.
Rui Pato ofereceu as cartas que José Afonso escreveu ao pai à Biblioteca Municipal de Coimbra. Seria bom ter também acesso às cartas que Rocha Pato (que durante uns anos serviu como manager de J.A.) enviou ao cantautor.
45 r.p.m. , gravado em 1963. Foto da capa de Rocha Pato.
«Este disco só fez soar os alarmes passados dois anos. [...]
«Em 17 de abril de 1965, o diretor da PIDE comunicou ao chefe de gabinete do Ministro do Interior a existência de um disco com as canções subversivas "Os vampiros" e "Menino do bairro negro". Tinha contactado os Serviços de Censura no sentido de saber se a sua venda estava autorizada, ao que aqueles serviços responderam que não era possível tomar qualquer atitude porque não existia legislação que permitisse a apreensão do disco. As espantosas lacunas do regime fascista! E que pruridos legalistas!
«O processo continuou o seu caminho burocrático e em 16 de agosto de 1965, sem referir qual a disposição legal que permitia a ação, o Secretariado Nacional de Informação ordenou aos Serviços de Censura que apreendessem o disco. que se lixe a legalidade! [...]
«Finalmente, em 12 de janeiro de 1966, foi lavrado o auto de apreensão do disco pela PIDE, levada a cabo na Fábrica de Discos da Rádio Triunfo, na cidade do Porto.» (p. 44-45)
Entretanto estou a acabar de ler esta Visão. Biografia dedicada a José Afonso:
- «Foi também ele [José Afonso] que deu consistência à canção como uma arma?
- «Havia no início do século XX uma tradição de fado operário, que foi esmagado pela censura a partir de 1926-1927. Depois, o Lopes Graça, na altura da campanha eleitoral de 45, MUD Juvenil, gaz as Canções Heroicas, e isso ainda estava na memória. mas não havia muito mais antecedentes desse tipo . O facto de ele ter feito um disco, ainda antes dos LP, que tem o Menino do Bairro Negro e Os Vampiros é a chave para quase tudo o que faz a seguir. Em todos os álbuns do Zeca, temos uma componente lírica e uma componente experimental poética.»
Rui Vieira Nery entrevistado por Manuel Halpern, p. 96
Aconselho tanto o livro como a revista.
Etiquetas:
Censura,
Coimbra,
epistolografia,
Fernando Lopes Graça (1906-1994),
José Afonso (1929-1987),
Manuel Halpern,
PIDE,
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Zeca Afonso (1929-1987)
sábado, 20 de abril de 2024
Com atraso os meus parabéns ao PROSIMETRON!
Parabéns, PROSIMETRON!
Com atraso, deixo felicitações ao blogue pela sua qualidade e longevidade.:))
Flores da Quinta das Lágrimas, Coimbra
Christine de Pisan: A Cidade das Mulheres. Livro do Duque dos Amores Fiéis
(https://revistajardins.pt/um-jardim-medieval-na-quinta-das-lagrimas/)
Flores da Quinta das Lágrimas do Jardim Medieval.
Fonte das Lágrimas pintado por Cristino da Silva em 1858,
https://revistajardins.pt/um-jardim-medieval-na-quinta-das-lagrimas/
Que lágrimas são a água e o nome amores.”
Camões
https://revistajardins.pt/um-jardim-medieval-na-quinta-das-lagrimas/
quarta-feira, 31 de janeiro de 2024
Marcadores de livros - 2926
Esta mostra pode ser vista no átrio da Biblioteca da Universidade de Coimbra até 29 de fevereiro. Tinha pensado em ir até Coimbra um dia destes, mas parece que a exposição consta apenas de cinco ou seis vitrinas.
Deixei as fotos nesta posição porque me pareceu que se viam melhor os marcadores.
Com um agradecimento ao Jad que serviu de Mercúrio no reencaminhar destas fotos.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2021
Feliz Natal!
Deixo aqui para todos
os votos
de
um
Feliz Natal!
Coimbra, Santa Cruz
Um presépio que recebi e já não me recordava...
sábado, 1 de agosto de 2020
O Mestre de Santa Clara no MNMC
A nossa vinheta propõe, como sugestão, uma visita ao Museu Nacional Machado de Castro, à obra do Mestre de Santa Clara, A Virgem com o Menino e dois Anjos (1400-1500)
[A obra pertence ao Museu de Arte Antiga]
O Museu Nacional de Machado de Castro (MNMC) apresenta na rubrica “Museu Visto à Lupa” e “Tesouros Partilhados”( 7ª edição), a obra do Mestre de Santa Clara, através do confronto de duas das suas mais importantes obras até hoje identificadas.
«A obra “Virgem com o Menino e Dois Anjos”, na posse da família Espírito Santo durante décadas, esteve dada como desaparecida pelos especialistas em arte antiga, tendo aparecido à venda no leilão Palácio do Correio Velho, em Março de 2015. Adquirida pelo Estado, através da Direcção Geral do Património Cultural, foi então incorporada no Museu Nacional de Arte Antiga.
Trata-se de uma pintura a óleo e têmpera sobre madeira, designada por Nossa Senhora da Graça, uma das mais populares devoções nas igrejas portuguesas no final da Idade Média. Apesar disso, e como aconteceu com quase toda a pintura do século XV, poucos exemplares chegaram até nós. O quadro sofreu alterações, não sendo claro tratar-se de um tríptico ou de três fragmentos de uma única pintura.
Mesmo na construção material, o painel é algo invulgar, utilizando madeiras diferentes. Pode, contudo, associar-se ao pintor conhecido como Mestre de Santa Clara e ao Tríptico (com o mesmo nome) feito para este convento de Coimbra, datado de cerca de 1486, que se conserva e expõe no Museu Nacional de Machado de Castro e que documenta uma oficina talvez sediada nesta cidade.
O estudo das obras de MNMC, cuja intervenção de conservação e restauro envolveu o recurso a modernos métodos de exame e análise que incluem a radiografia e a reflectografia de infravermelho digitais, resultou num conhecimento aprofundado sobre esse conjunto retabular e outras obras relacionáveis com o seu autor, nomeadamente (a partir de 2015) a “Virgem com o Menino e Dois Anjos”, que se insere na rubrica “Tesouros Partilhados”, agora patente no núcleo da pintura do século XV.
O Museu vai disponibilizar na sua programação, durante o mês de Agosto, todas as quintas-feiras, às 18h00, visitas orientadas aos núcleos abordados, com lotação condicionada e mediante inscrição, que pode ser feita através do e-mail servicoseducativos@mnmc.dgpc.pt.»
Boa noite!
quinta-feira, 30 de janeiro de 2020
Centro de Arte Contemporânea em Coimbra
O Estado adquiriu por cinco milhões de euros a coleção de arte do BPN, que irá ficar
patente ao público em Coimbra, primeiramente na Rua Ferreira Borges, num edifício contíguo ao Arco de Almedina, para depois ser instalada no antigo edifício da Manutenção Militar, que irá sofrer profundas obras de remodelação.
Esta coleção de 196 obras que inclui obras de cerca de 80 artistas, com destaque para Amadeo, Vieira da Silva, Paula Rego, Júlio Pomar, Mário Cesariny, António Dacosta, Eduardo Batarda e Rui Chafes.
Pedro Calapez, Carlos Calvet, Joaquim Rodrigo, Ana Vidigal, Eduardo Nery, Fernando Calhau, João Vieira, Nadir Afonso, António Sena, José Pedro Croft, Nikias Skapinakis, Pedro Casqueiro e Jorge Martins também estão representados neste acervo.
Finalmente parece que o Estado vai 'ganhar' alguma coisa com a gestão danosa do BPN, abatendo estes cinco milhões de euros aos milhões que o Estado já gastou com esse banco.
Esperemos que o mesmo venha a acontecer em relação à coleção de fotografia do BES e outras coleções de arte de outros bancos.
quarta-feira, 8 de maio de 2019
A Crise Académica de Coimbra 1969
Lisboa: Caminho, 2019
A Crise Académica de Coimbra 1969: Uma reportagem fotográfica
de José Veloso é apresentado amanhã na Livraria Buchholz às 18h30.
«A Crise Académica de Coimbra de 1969 (foi com esta designação que ficou conhecida a grande vaga de luta estudantil que teve lugar nessa Universidade na primavera e no verão de 1969, há 50 anos) constitui um dos momentos mais altos da luta contra o regime fascista.
«Tudo começou com um ato simples: a recusa de satisfazer o pedido da Direção Geral da Associação Académica de Coimbra (AAC), por parte das autoridades políticas e académicas, para usarem da palavra em nome dos estudantes na inauguração de um novo edifício da Universidade, conhecido como o Edifício das Matemáticas.
«Esse episódio teve lugar a 17 de abril de 1969 e desenvolveu-se até ao final de julho, com uma greve a exames de dimensão maciça. Felizmente para nós, os estudantes que nessa altura colaboravam com a Secção Fotográfica da AAC, apercebendo-se da importância do que estava para acontecer, organizaram-se para fazer uma cobertura completa.
«Reuniram-se nas instalações da Secção, determinaram os locais onde cada um devia realizar o seu trabalho, distribuíram entre si rolos fotográficos e, ao longo de meses, participando na luta, escapando da repressão e dando gosto ao seu interesse pela fotografia, realizaram uma grande e completa reportagem que nos permite hoje apreciar a dimensão que aquela luta alcançou.
«Na sequência da crise académica de 1962, cuja repressão violenta os estudantes pagaram com a prisão, a expulsão e a recusa de adiamentos de incorporação nas Forças Armadas e correspondente envio para a guerra colonial, a Associação Académica de Coimbra era regida, desde 1965, por uma Comissão Administrativa nomeada pelo governo de Salazar e da qual faziam parte Ponce de Leão, José Miguel Júdice, Lucas Pires, Carlos Ganho, Cunha Melo, Sílvio Crespo, Cavaleiro Brandão e outros estudantes oriundos do Movimento Jovem Portugal. Mas a movimentação estudantil de caráter democrático não parara. E a coroar essa movimentação estaria a luta por uma reivindicação à qual foi aderindo a grande massa dos estudantes. Exemplo disso é o comunicado «À Academia», subscrito por representantes das secções da AAC, reclamando a realização de eleições para os corpos gerentes da Associação.
«A culminar este movimento, a 12 de fevereiro de 1969 realizam-se eleições das quais sai vencedora por larga margem (6 para 1) a lista democrática reunida em torno do programa «Para uma Universidade nova». Foi esta direção democraticamente eleita que, dois meses depois, ao reclamar o uso da palavra para falar em nome dos estudantes, desencadeou o processo a que chamamos Crise Académica de Coimbra de 1969.» (Sinopse)
quinta-feira, 3 de agosto de 2017
domingo, 24 de julho de 2016
8º Festival das Artes: Pioneiros - Diogo Infante
Está a decorrer o 8º Festival das Artes, Quinta das Lágrimas, Coimbra, este ano com o tema "Pioneiros".
José Miguel Júdice
Presidente da Direção do Festival das Artes
Na sexta- feira passada, dia 22 de Julho, assisti à interpretação de Diogo Infante, na Quinta das Lágrimas, de vários discursos que mudaram o mundo intitulado:
"Palavras que Mudaram a Humanidade"
O recital continha excertos de alguns discursos de personalidades que marcaram o rumo actual da Humanidade levando a uma reflexão sobre os acontecimentos como: racismo, liberdade, igualdade, fraternidade, segurança, tolerância religiosa, terrorismo. Em suma, o diálogo entre as conquistas do passado e o confronto com o presente, regressão? Conquista?
Um serão que considero interessante, uma presença pungente, a do Diogo Infante, e um dos discursos, o de Bin Laden, chocante, na minha perspectiva, pois exalta uma verdade, ou um dos lados da verdade, levando a equacionar a queda das duas torres gémeas, em Nova Iorque.
Passo a citar a brochura do festival: "... os discursos são também os seus oradores. A sua capacidade de elocução está usualmente fundada na acção, convocando-nos novas e amplas emoções, criando novos entendimentos e estruturas de pensamento. Por isso os discursos são indissociáveis de quem os proferiu. Este recital contém excertos de alguns dos discursos de personalidades que marcaram de forma indelével o rumo actual da Humanidade e que incorporam caminhos de reflexão sobre o poder transformador da linguagem e do pensamento".
Encomenda da Fundação Inês de Castro
[Cronologia: excertos desde o após 2ª Guerra Mundial, Declaração Universal dos Direitos do Homem, 1947, até 2015, ataques terroristas em Paris]
domingo, 3 de julho de 2016
500 anos da beatificação da Rainha Santa. Festas da Cidade de Coimbra
No dia 4 de Julho, recorda-se o falecimento da Rainha Santa, D. Isabel de Aragão,
este, tornou-se o dia da padroeira da cidade de Coimbra e das festas da cidade.
A cidade presta homenagem à Rainha
Edifício Chiado, Museu da Cidade
Para os monárquicos visitantes e residentes fica a informação que
no dia 4 de Julho pelas 16:30 h, há uma Missa da Real Ordem de Santa Isabel, na Igreja do Mosteiro de Santa Clara-a Nova, com a presença dos duques de Bragança.
sábado, 2 de abril de 2016
quinta-feira, 10 de março de 2016
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
Adoração dos Magos
Boa noite de Reis!
Adoração dos Magos, 1º quartel século XVI - MNMC
(dos seis painéis conservados do políptico quinhentista do Convento de Santa Maria de Celas)
sábado, 28 de novembro de 2015
Camélias
As primeiras camélias.
Ainda a árvore está mais verde que florida mas já abriram as primeiras camélias no parque da cidade.
Bom dia a todos!
Em especial para João Mattos e Silva
quarta-feira, 22 de julho de 2015
Vieira da Silva e Arpad Szenes
As duas exposições: Vieira da Silva na Capela do Tesoureiro e
escrita íntima - Arpad Szenes- Vieira da Silva - inserem-se no 7º Festival das Artes, organizado pela Fundação Inês de Castro, em Coimbra.
A primeira exposição está patente até 27 de Julho de 2015 e a segunda até 17 de Setembro de 2015, no Museu Machado de Castro.
Vieira da Silva na Capela do Tesoureiro. A exposição estará patente até 27 de Julho.
Vieira da Silva, Composition, 1936
Vieira da Silva, Cycle de Saisons, 1960
Visão das duas obras na capela do Tesoureiro
Vieira da Silva, Londres, 1959
Vieira da Silva, Instrument de musique, 1971
Visão do andar de cima - Sala da pintura
«Escrita Íntima: Cartas e Desenhos, mostra correspondência trocada entre Arpad Szenes e Vieira da Silva, na sua maioria desenhos e cartas íntimas deste casal de pintores, escritas num francês cheio de códigos e léxicos muito próprios. Estará patente até 17 de setembro.
Vieira da Silva era portuguesa e Arpad Szenes húngaro. As cartas que acompanham a exposição, escritas num francês, estrangeirado, revelam uma linguagem peculiar, com códigos e léxicos próprios. São documentos com um valor biográfico significativo que favorecem o conhecimento da personalidade de ambos e que ajudam à compreensão da produção artística, aqui apresentada.
As duas exposições são uma parceria do Museu Nacional de Machado de Castro, Fundação Inês de Castro , Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva, e Santander Totta.
Curadoria : Marina Bairrão Ruivo, directora do Museu Arpad Szenes - Vieira da Silva.»
Site do MNMC
Site do MNMC
quinta-feira, 16 de julho de 2015
Festival das Artes 2015
Começou hoje o 7º Festival das Artes que decorre de 16 a 28 de Julho 2015
Quinta das Lágrimas, Coimbra
Fotografia de Pedro Medeiros | Design de João Tinoco e João Gomes
Consulte o Programa completo em www.festivaldasartes.com
sábado, 4 de julho de 2015
D. Isabel de Aragão, Rainha de Portugal
Coimbra em Festa. Bom Sábado!
Barahona Possolo, A Rainha Santa, óleo sobre tela, 1996, 110 x 110 cm.
Maria Guiomar Machaz, Imaginário Figurativo na Pintura de Barahona Possolo entre o Simbolismo e o Fantástico (Mestrado em Arte, Património e Teoria do Restauro UL), 2014, p. 60
quinta-feira, 30 de abril de 2015
"Encontrar a cidade"
No seguimento do registo do Luís. Boa noite.
Não foi este espectáculo que vi mas foi o que encontrei no youtube
quarta-feira, 8 de abril de 2015
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