Prosimetron
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terça-feira, 7 de abril de 2015
A arte do retrato
Um retrato contemporãneo, para variar. E que comprova a grande afinidade do Papa Ratzinger com os gatos, sendo sabido que nenhum dos que foi aparecendo no Vaticano alguma vez passou fome :)
sexta-feira, 11 de julho de 2014
terça-feira, 5 de março de 2013
sexta-feira, 1 de março de 2013
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Na despedida
A lucidez é um bem raro. Uma vénia (ainda) a sua Santidade o Papa Bento XVI.
Basílica de São Pedro, Vaticano, Roma
«O Papa usou o seu último discurso para agradecer “sobretudo a Deus” e aos presentes: “Estou realmente comovido”. Agradeceu a todos os que o acompanharam ao longo dos últimos oito anos e quis pedir-lhes que rezem com ele pela Igreja. Agradeceu ainda “aos cardeais”: “A vossa sabedoria, os vossos conselhos, a vossa amizade”. E ao corpo diplomático, “que permite a existência da grande família das nações junto da Santa Sé”.»
“Continuarei a dedicar-me à Igreja.”
Bento XVI, 27 Fevereiro, 2013, Público on-line.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Novidade teológica com deslocalização...
sábado, 20 de novembro de 2010
Aggiornamento...
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Números - 25
23.000.000
É a quantia em euros que está apreendida a pedido do Banco de Itália, e que se preparava para sair do IOR, mais conhecido como Banco do Vaticano, rumo à JP Morgan de Frankfurt e à Banca del Fucino. Apreensão devida a suspeita de branqueamento de capitais, já que estes 23 milhões resultam de dois depósitos de proveniência desconhecida, não tendo o IOR cumprido a obrigação legal de comunicar ao regulador italiano os nomes dos depositantes.
Mais uma vez o IOR nas bocas do mundo, apesar do Vaticano já ter vindo dizer que mantém a confiança na actual administração que foi escolhida por Bento XVI.
Depois dos conhecidos escândalos, seria de esperar que esta instituição financeira tivesse a costumada prudência dos outros organismos da Santa Sé...
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Bendito dinheiro
O facto de o Jad ter escrito bendito dinheiro no post acerca da exposição de Caravaggio em Roma lembrou-me algo que tinha pensado postar mas depois se me varreu com a ida a Londres. "Sai agora", e é absolutamente verídico como outro prosimetronista poderá confirmar.
Preparando a visita do Papa Bento XVI, fizeram-se nesta cidade muitas reuniões de leigos em casas particulares onde se rezaram as habituais orações que todos conhecemos. Um amigo não deixou de ficar surpreendido quando ouviu a seguinte intenção pronunciada numa dessas orações: e que Deus nos aumente a liquidez e conserve o património. Foi a autora de tal intenção uma grande herdeira do nosso país.
Quem ouviu isto em primeira mão ficou estupefacto e partilhou essa admiração com outras pessoas. Admito que talvez não seja uma intenção teologicamente deslocada, já que o Cristianismo ( e o Catolicismo ) não proíbe a riqueza ou a prosperidade, mas ainda assim não deixa de ser curioso, especialmente vindo de quem já tem tanto...
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Nem ao diabo lembrava este escrito, mas...
Publicado no sábado, 15 Maio 2010, no Diário de Notícias de Lisboa (sim, porque existe o do Funchal).
A Missa "maçónica" de Bento XVI
por EURICO DE BARROS
Não sou muito dado a teorias da conspiração, mas um amigo que também não é, e cuja cultura muito prezo, chamou-me a atenção para um facto bastante curioso, relacionado com a missa celebrada pelo Papa Bento XVI em Lisboa, no Terreiro do Paço. E que passou despercebido aos media, mais preocupados com o que o Santo Padre tinha degustado ao almoço, quem lhe havia ou não feito vénia ou com a exegese fina dos seus pronunciamentos públicos.
Segundo o meu amigo, o Terreiro do Paço, apesar da sua localização e beleza, era um dos lugares menos indicados em Lisboa para Bento XVI celebrar missa, já que foi reconstruído, após o Terramoto de 1755, sob uma concepção arquitectónica maçónica, figurando no seu traçado, na sua geometria e na estatuária, um templo da dita sociedade discreta.
Sempre de acordo com a minha sapiente fonte, até mesmo o Cais das Colunas completa o conjunto, pois as duas ditas representam as colunas Jachim e Boaz, que teriam sido erguidas no Templo de Salomão pelo arquitecto Hiram. Sendo ainda que a estátua de D. José (cujo cavalo pisa alegoricamente os Jesuítas, representados sob a forma de serpentes), no centro da praça, está no lugar preciso onde se situa o altar numa loja maçónica.
Não é preciso ser leitor de Dan Brown (cruz, credo!) para depreender destes interessantes dados que em Lisboa o Papa foi posto a dar missa num templo maçónico ao ar livre.
É curioso que ninguém tenha confrontado nem a Câmara Municipal de Lisboa, nem o Patriarcado, com este facto. Não que eu seja muito dado a teorias da conspiração, claro...
Segundo o meu amigo, o Terreiro do Paço, apesar da sua localização e beleza, era um dos lugares menos indicados em Lisboa para Bento XVI celebrar missa, já que foi reconstruído, após o Terramoto de 1755, sob uma concepção arquitectónica maçónica, figurando no seu traçado, na sua geometria e na estatuária, um templo da dita sociedade discreta.
Sempre de acordo com a minha sapiente fonte, até mesmo o Cais das Colunas completa o conjunto, pois as duas ditas representam as colunas Jachim e Boaz, que teriam sido erguidas no Templo de Salomão pelo arquitecto Hiram. Sendo ainda que a estátua de D. José (cujo cavalo pisa alegoricamente os Jesuítas, representados sob a forma de serpentes), no centro da praça, está no lugar preciso onde se situa o altar numa loja maçónica.
Não é preciso ser leitor de Dan Brown (cruz, credo!) para depreender destes interessantes dados que em Lisboa o Papa foi posto a dar missa num templo maçónico ao ar livre.
É curioso que ninguém tenha confrontado nem a Câmara Municipal de Lisboa, nem o Patriarcado, com este facto. Não que eu seja muito dado a teorias da conspiração, claro...
quinta-feira, 25 de março de 2010
Citações - 72 : Ratzinger e a pedofilia
Ninguém, na Igreja, teve tanta informação em cima da mesa como Ratzinger que presidiu durante mais de 20 anos à Congregação para a Doutrina da Fé que tratou e trata de todos os casos graves de abusos sexuais cometidos por padres.
- Hans Kung
Apesar de algum desconto que deve ser dado ao que diz Kung, em razão da sua longa polémica com Ratzinger que o proibiu de ensinar Teologia, não deixa de ser verdade o que diz o grande teólogo suiço- há décadas que o actual Papa é um dos membros mais influentes da Cúria Romana, conhecedor de todos os escândalos.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
segunda-feira, 23 de março de 2009
Citações - 17 : Ainda o Papa e o preservativo
- declarações de D.Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas, à Agência Lusa.
Felizmente a Igreja Católica não fala a uma só vez, e ainda bem para os próprios católicos.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Ainda sobre as declarações de Sua Santidade
É raro eu concordar com o Daniel Oliveira, mas desta vez parece-me que tem alguma razão :
" (...) A verdade é que é na sua sexualidade que cada indivíduo se prova único e irrepetível na sua identidade. É onde a liberdade se afirma de forma mais incontrolável. Pondo em causa todos os papeis e, pecado dos pecados, a própria ideia de género. Nada disto é de hoje. Agora é que falamos do assunto fora de casa. E ao falarmos disso e exigirmos ser respeitados pelo que somos transformamos a liberdade privada em liberdade pública e pomos em causa a ordem das coisas.
A Igreja Católica, como todas as igrejas, teme a liberdade e a desordem. Sem qualquer juízo de valor, elas são contrárias à sua natureza. O Papa pode usar os pandas e a Amazónia como metáforas e a natureza como argumento- apesar de nada haver de menos natural do que a abstinência sexual exigida aos sacerdotes católicos-, mas não é a sobrevivência da espécie que o move. É o poder. Se cada um decidir o seu lugar na sua própria existência qual será o lugar do clero? Se cada um escolher o seu caminho, sem seguir o rebanho, para que servirá o pastor?
Relevante é a prioridade absoluta dada por Bento XVI ( ainda mais do que o seu antecessor ) a estes temas. Quando o mundo- e com ele os católicos- vive o medo da pobreza, é das teorias do género que lhe fala o Papa. É verdade que a Igreja se preocupa com a miséria e ajuda muita gente. Mas não se assusta com ela porque ela não põe em causa o seu poder. É o conforto, que traz com ele a autonomia e a escolha, que o Papa teme. Por isso escolheu a Europa como seu campo de batalha. Não é hipocrisia. Faz todo o sentido. "
- Daniel Oliveira, O poder do pastor, in EXPRESSO, de 27 de Dezembro.
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Em vez de andarmos para a frente, andamos para trás...
Homossexuais destroem "obra de Deus", diz Papa
HUGO COELHO
Vaticano. Igreja Católica continua guerra contra 'gays'
Bento XVI quer "ecologia do homem" que garanta distinção entre sexos
O Papa disse ontem que a homossexualidade e a transexualidade são uma "destruição da obra de Deus". Bento XVI apelou a uma "ecologia do homem", que garanta o respeito da distinção entre homens e mulheres tal como aquela é interpretada pela Igreja a partir da linguagem da criação.
"É necessária uma certa ecologia do homem," alertou o sumo pontífice num discurso de balanço à Cúria, a administração central do Vaticano, na sumptuosa Sala Clementina no Palácio apostólico do Vaticano . "As florestas tropicais merecem a nossa protecção. Mas os homens não merecem menos do que isso," acrescentou.
Segundo Bento XVI, se a Igreja Católica assume a defesa da obra da criação de Deus, "não deve apenas defender a terra, a água e o ar, mas também tem de salvar o homem da sua própria destruição". "O homem quer ser o seu próprio criador, ser o único a dispor daquilo que lhe diz respeito, mas ao agir dessa forma, ele vive contra a verdade, vive contra o seu criador," acrescentou o líder dos católicos.
Bento XVI criticou abertamente as teorias do género que se impuseram nas ciências sociais na Europa e nos EUA e estabelecem uma diferença entre a pertença a um determinado sexo - a identidade biológica - e o papel que a sociedade atribui aos indivíduos - a forma como cada um vive. Segundo Bento XVI são essas teorias que justificam a homossexualidade e a transexualidade e, assim, afastam os homens da "obra do criador".
A Igreja Católica considera que a homossexualidade não é pecado, mas o actos homossexuais são-no. O Vaticano opõe-se ao casamento entre indivíduos do mesmo sexo - uma prática legalizada em Espanha, Holanda e Bélgica, no que toca a países europeus. Em Outubro um alto responsável da Igreja Católica classificou a homossexualidade como "um desvio, uma irregularidade, uma ferida".
(Diário de Notícias, Lisboa, 23 Dez. 2008)
HUGO COELHO
Vaticano. Igreja Católica continua guerra contra 'gays'
Bento XVI quer "ecologia do homem" que garanta distinção entre sexos
O Papa disse ontem que a homossexualidade e a transexualidade são uma "destruição da obra de Deus". Bento XVI apelou a uma "ecologia do homem", que garanta o respeito da distinção entre homens e mulheres tal como aquela é interpretada pela Igreja a partir da linguagem da criação.
"É necessária uma certa ecologia do homem," alertou o sumo pontífice num discurso de balanço à Cúria, a administração central do Vaticano, na sumptuosa Sala Clementina no Palácio apostólico do Vaticano . "As florestas tropicais merecem a nossa protecção. Mas os homens não merecem menos do que isso," acrescentou.
Segundo Bento XVI, se a Igreja Católica assume a defesa da obra da criação de Deus, "não deve apenas defender a terra, a água e o ar, mas também tem de salvar o homem da sua própria destruição". "O homem quer ser o seu próprio criador, ser o único a dispor daquilo que lhe diz respeito, mas ao agir dessa forma, ele vive contra a verdade, vive contra o seu criador," acrescentou o líder dos católicos.
Bento XVI criticou abertamente as teorias do género que se impuseram nas ciências sociais na Europa e nos EUA e estabelecem uma diferença entre a pertença a um determinado sexo - a identidade biológica - e o papel que a sociedade atribui aos indivíduos - a forma como cada um vive. Segundo Bento XVI são essas teorias que justificam a homossexualidade e a transexualidade e, assim, afastam os homens da "obra do criador".
A Igreja Católica considera que a homossexualidade não é pecado, mas o actos homossexuais são-no. O Vaticano opõe-se ao casamento entre indivíduos do mesmo sexo - uma prática legalizada em Espanha, Holanda e Bélgica, no que toca a países europeus. Em Outubro um alto responsável da Igreja Católica classificou a homossexualidade como "um desvio, uma irregularidade, uma ferida".
(Diário de Notícias, Lisboa, 23 Dez. 2008)
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Bento XVI e a França
Há mesmo quem interprete algumas das decisões mais controversas de Bento XVI- a possibilidade de voltar a celebrar a missa segundo o missal tradicional, e a insistência em que se comungue ajoelhado- como sinais dessa tentativa de reconciliação com o integrismo.
Acrescente-se a isto a decisão tomada pelo Vaticano em Junho passado de renunciar à exigência de que os integristas e demais tradicionalistas reconheçam os documentos do Concílio Vaticano II, designadamente os que se referem à liberdade religiosa e ao diálogo ecuménico e inter-religioso...
Assim, embora ainda se mantenham em vigor as excomunhões decretadas por João Paulo II em 1988 contra os integristas, a verdade é que nunca o clima lhes foi tão favorável, para desagrado dos bispos franceses que já o exprimiram pela voz do seu secretário-geral.
Espero que o Vaticano neste afã de recuperar os integristas, não afaste muitos outros católicos, franceses e não só...
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