Prosimetron
sexta-feira, 24 de maio de 2024
segunda-feira, 26 de dezembro de 2022
segunda-feira, 10 de janeiro de 2022
Leituras no Metro - 1095
«A cultura e o ato cultural representam uma escolha, uma escolha com sacrifício de uma data de outras coisas. Quando se escolhe ler cinco mil livros na vida, são milhares e milhares de horas que não estão ocupadas a ir a shopping center, à discoteca dançar todas as noites até ás quatro da manhã, por aí fora... Portanto essa opção existe, existirá sempre.» (António Mega Ferreira)
«Desde o Romantismo, sempre houve literatura de reflexão, abrindo novos horizontes ao pensamento, e literatura de distração, literatura de fruição sem outra ambição do que ocupar o tempo do leitor. No Romantismo, Mendes Leal era mais 'famoso' do que Alexandre Herculano e Almeida Garrett. No Realismo, Faustino da Fonseca e Pinheiro Chagas mais 'famosos' do que Eça de Queirós, cujos últimos anos de vida foram atormentados pelo 'fracasso' editorial d'Os Maias, que não atingiu a segunda edição. Porém, a História da Literatura (o Tempo), com os seus critérios de rigor, separou o trigo do joio. Assim, no futuro, o Tempo separará os escritores que abrem novos horizontes à Língua e à Literatura daqueles que são meros papagaios da mentalidade dominante.» (Miguel Real)
In Inês Fonseca Santos - Vale a pena?: Conversas com escritores. Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2017, p. 25
quarta-feira, 5 de janeiro de 2022
Leituras no Metro - 1094
domingo, 22 de março de 2020
Leituras na quarentena - 3
sábado, 5 de agosto de 2017
Leituras no Metro - 283
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
sábado, 17 de outubro de 2015
"usura do tempo"
Centre Pompidou - Musée d'Art Moderne Nacional
- Centro de Design Industrial
Cada caixeiro-viajante de almas tem a seu cargo aquilo a que, na burocracia da organização, se chama uma província. O sucesso é medido qualitativamente; à organização pouco importa que A ou B desapareçam da face do mundo em prazo determinado; nem sequer está estabelecido constitucionalmente que os humanos devam desaparecer fisicamente por efeito da nossa acção. A organização confia na usura do tempo e sabe que nada do que é humano é eterno, pelo que lhe basta criar uma dose de sofrimento, combinado com o sal da expectativa e a ilusão do sucesso, para que considere atingidos os objectivos da missão.
António Mega Ferreira, A Blusa Romena. Lisboa: Sextante, 2008, p. 17.
domingo, 7 de junho de 2015
"Há uma política das plantas"
terça-feira, 2 de junho de 2015
Hotel Locarno
Passeei muito na Piazza del Popolo, não me importaria de estar neste hotel, embora fique mais longe do Panteão, meu local de eleição em Roma, entre outros.
Hotel Locarno
Retirado do site, acima assinalado, onde fui buscar a imagem.
segunda-feira, 1 de junho de 2015
«O esplendor de Roma no tempo de Bernini»
sábado, 30 de maio de 2015
Para acompanhar o café
terça-feira, 18 de março de 2014
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Scarlatti - Sonata in B Minor L.33
domingo, 23 de junho de 2013
Lisboa Song
terça-feira, 28 de maio de 2013
Aquisições recentes - 20
Comprados ontem : o número 122 da pequena grande colecção O essencial sobre, em que Proust é explicado por Mega Ferreira, e o número 183 da Colóquio Letras, com enfoque nas Diásporas.
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Leituras no Metro - 111
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Entretanto, no CCB...
... sai Mega Ferreira, que lá esteve 5 anos, e entra Vasco Graça Moura. Apesar do meu apreço por Mega, não me parece que o CCB fique a perder.