Um blogue de música para mim e quem o quiser apanhar, a girar desde 1 de Dezembro de 2012.
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segunda-feira, 24 de julho de 2017
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
sexta-feira, 31 de julho de 2015
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sexta-feira, 26 de junho de 2015
domingo, 25 de maio de 2014
#80 - ADEUS Ó SERRA DA LAPA, José Afonso / Tim, Vitorino & Celeste Rodrigues
Canção de partida, nesse ano de 1973 -- o mesmo em que Assis Esperança publicou o romance Fronteiras -- ano ainda de emigração, do êxodo da miséria. O tema é lindíssimo, com um soberbo arranjo de metais. Do álbum Venham Mais Cinco.
Em baixo, uma versão esplêndida de Tim, com Vitorino e Celeste Rodrigues (esqueçam a captação rudimentar com tecnologia de ponta).
segunda-feira, 12 de maio de 2014
#79 - O CABRAL FUGIU PARA ESPANHA, José Afonso / Vitorino & Luis Pastor
Da peça de "A Barraca", Zé do Telhado. Grande álbum de José Afonso (Fura Fura, 1979), cuja primeira parte é composta por temas destinados àquele espectáculo de Hélder Costa. A fala inicial de Margarida Carpinteiro situa a acção no período da Maria da Fonte e da Patuleia, da guerra civil entre constitucionalistas moderados e radicais, aludindo ao exílio forçado do polémico ministro de D. Maria II, o controverso António Bernardo Costa Cabral. A música é de José Afonso e a letra popular. Artur Costa, João Gil e Luís Represas, dos Trovante, juntam-se a Júlio Pereira, Né Ladeiras e Carlos Salomé. Os arranjos são também dos Trovante. Carlos Salomé que vemos acompanhando, nas trancanholas, o seu irmão Vitorino e Luis Pastor, na TVG (Galiza).
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sexta-feira, 25 de abril de 2014
#74 - BOMBONS DE TODOS OS DIAS, João Afonso
Um inédito primoroso de José Afonso. Não encontrei no YouTube, mas, em contrapartida, posto a primeira versão de um disco anterior, Outra Vida (2006). "Estão livres de perigo os homens fáceis"...
terça-feira, 1 de abril de 2014
#72 - LÁ NO XEPANGARA, João Afonso & João Lucas, José Afonso
A tragédia do colonialismo, segundo José Afonso. Tragédia em ritmo de trópico, como o sublinha o exuberante piano de João Lucas e as vocalizações de Afonso sobrinho.
Em baixo, o original afonsino de O Coro dos Tribunais (1975).
domingo, 16 de março de 2014
#67 CANTIGA DO MONTE
Um belíssimo poema de José Afonso, também autor da música (em Traz Outro Amigo Também, 1970), magnificados por João Afonso e João Lucas. A voz do sobrinho é mais grave que a do tio; o piano aquece-nos e afoga-nos. É sublime.
domingo, 9 de março de 2014
#64 JÁ O TEMPO SE HABITUA - João Afonso & João Lucas, José Afonso
A interpretação de João Afonso, altíssima, ao nível da lírica de José Afonso, seu tio, uma angústia de inevitabilidade e solidão. João Lucas, a quem pertence o arranjo, exímio (o solo é maravilhoso), dá ossatura a este tema superlativo.
Em baixo, o original, de Cantos Velhos, Rumo Novo (1969).
domingo, 19 de janeiro de 2014
#48 QUANTO É DOCE, José Afonso, Canto D'Aqui
Abre Fura Fura (1979), um dos meus discos preferidos. Todo o lado A é preenchido com a música que José Afonso compôs para a peça «Zé do Telhado», levada à cena pelo grupo A Barraca. A voz de Zeca é particularmente calorosa (a letra é do nosso cancioneiro popular), dando o coro, a cargo dos Trovante, o contraponto vigoroso que o solista não se permite.
Em baixo, versão dos Canto D'Aqui, na Festa do Avante! 2012.
Em baixo, versão dos Canto D'Aqui, na Festa do Avante! 2012.
sábado, 21 de dezembro de 2013
#40 SENHOR ARCANJO -- José Afonso, Júlio Pereira
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
#39 RIO LARGO DE PROFUNDIS -- José Afonso
De Venham Mais Cinco (1973). Ao génio de José Afonso junta-se o extremo savoir-faire e a ironia de José Mário Branco, na direcção musical deste disco gravado em Paris, confirmada logo nesta faixa inicial, uma espécie de «Grândola Vila Morena» ao contrário. E uma referência devida a Yório Gonçalves, na guitarra.
sábado, 9 de fevereiro de 2013
#18 RONDA DAS MAFARRICAS
Gravado no Strawberry Studio, em Paris (creio que pertença do Elton John), grande músicos franceses, além de Francisco Fanhais (aqui na guimbarda, espécie de berimbau), José Mário Branco, a quem se deve a direcção musical e os arranjos (além das teclas) e Carlos Correia (Bóris) nas guitarras.
Em baixo, versão de Cristina Branco e
Janita Salomé, ao vivo
Em tempo: a letra é de António Quadros (pintor).
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