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terça-feira, 17 de junho de 2025
Astilbe chinensis Franchet & Savatier (Saxifragaceae, Saxifragales, Magnoliopsida, Magnoliophyta)
Astilbe chinensis Franchet & Savatier (Saxifragaceae, Saxifragales, Magnoliopsida, Magnoliophyta) - in Coimbra (BL), planta culta in horto, alt. c. 50 m s. m., 16.VI.2025.
terça-feira, 28 de maio de 2024
Bergenia crassifolia (L.) Fritsch (Saxifragaceae, Saxifragales)
Bergenia crassifolia (L.) Fritsch = Saxifraga crassifolia L. (basión.) (Saxifragaceae, Saxifragales), uma beldade de origem siberiana, em floração em Coimbra (BL), alt. 95 m, em 28.V.2024.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Arabis stenocarpa Boiss. & Reut. (Brassicaceae)
O belo endemismo ibérico Arabis stenocarpa Boiss. & Reut., Diagn. Pl. Nov. Hisp. 4. 1842 [Mar 1842] (http://www.ipni.org/ipni/simplePlantNameSearch.do?find_wholeName=arabis+stenocarpa&output_format=normal&query_type=by_query&back_page=query_ipni.html)
fotografado nos arredores da Guarda, pr. Serra da Estrela, alt. ca. 800 m, 27.IV.2009, em talude junto a bosques de Holco mollis-Quercetum pyrenaicae (classe Querco-Fagetea).
Esta planta poderá encontrar-se em orlas florestais da classe Trifolio-Geranietea.
Também é visível Saxifraga granulata L. (Saxifragaceae), com as suas pequenas flores brancas.
A última foto parece de uma planta-fantasma, mas como hoje é 1 de Novembro...
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Vegetação de orla de bosque
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Várias plantas, quase na Primavera
Neste dia tão extraordinário (29 de Fevereiro - trata-se de um ano bissexto!) aqui ficam algumas beldades subespontâneas que quase assinalam a chegada da nossa prima favorita, a Primavera!
São elas:
Phytolacca americana L., Sp. Pl. 1: 441. 1753 [1 May 1753] (Phytolaccaceae);
Oxalis pes-caprae L., Sp. Pl. 1: 434. 1753 [1 May 1753] (Oxalidaceae) (2 fotos);
Bergenia crassifolia (L.) Fritsch, Verh. Zool.-Bot. Ges. Wien xxxix. (1889) 587.
basionym: Saxifraga crassifolia L. Sp. Pl. 1: 401. 1753 [1 May 1753] (Saxifragaceae);
Ehrharta erecta Lam., Encycl. [J. Lamarck & al.] 2(1): 347. 1786 [16 Oct 1786] (Poaceae);
Verbascum levanticum I.K.Ferguson, Bot. J. Linn. Soc. 64 (2): 230 (1971) (Scrophulariaceae)
Original Data: Notes: Turkey, Israel, Lebanon, Cyprus, naturalised in Portugal;
Nephrolepis cordifolia (L.) C. Presl, Tentamen Pteridographiae 1836 (Lomariopsidaceae).
Estes dados são provenientes de The International Plant Names Index (IPNI), http://www.ipni.org
domingo, 11 de setembro de 2011
Campanula herminii (Campanulaceae) e mais algumas beldades
Como o nome do post indica, trazemos hoje aqui a bela Campanula herminii Hoffmanns. & Link, Fl. Portug. 2: 9. 1820 (Campanulaceae), uma planta serrana e um raro endemismo exclusivamente ibérico (http://euromed.luomus.fi/euromed_map.php?taxon=311911&size=medium), fotografada a mais de 1700 m, numa excursão estrelense, já há algum tempo.
A saxífraga, do mesmo local, deverá ser a Saxifraga spathularis Brot., Fl. Lusit. 2: 172. 1805 (Saxifragaceae),
uma bela "Estrela da Serra", conforme a muito apropriada sugestão que encontrámos neste óptimo blog Dias com árvores: Estrela da serra,
e um precioso endemismo ibero-irlandês (http://ww2.bgbm.org/EuroPlusMed/PTaxonDetail.asp?NameCache=Saxifraga spathularis&PTRefFk=7200000)
Ainda do mesmo local, sobre granito, fica um interessante líquen foliáceo, cuja identidade desconhecemos...
A venusta borboleta camuflada é das terras baixas e fica para identificação por algum dos ilustres lepidopterólogos que têm a amabilidade de nos visitar!
Como sugestão musical deixamos hoje esta pérola do excelente Roy Orbison: You Got it
Roy Orbison You Got it - YouTube
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segunda-feira, 7 de junho de 2010
Saxifraga dichotoma Willdenow subsp. albarracinensis (Pau) D.A. Webb (Saxifragaceae)
Deixo aqui uma saxífraga algo semelhante à Saxifraga granulata L., mas que parece ser antes a Saxifraga dichotoma Willdenow subsp. albarracinensis (Pau) D.A. Webb = Saxifraga albarracinensis Pau (basion.) - Muito obrigado ao ilustre botânico Carlos Aguiar pela excelente sugestão identificativa, que nos parece ser absolutamente correcta!
Saxifraga dichotoma subsp. albarracinensis (Pau) D. A. Webb, é um endemismo exclusivo da Península Ibérica (Marhold, K. (2011): Saxifragaceae. – In: Euro+Med Plantbase - the information resource for Euro-Mediterranean plant diversity: http://ww2.bgbm.org/EuroPlusMed/PTaxonDetail.asp?NameId=31419&PTRefFk=7200000).
A foto de cima foi obtida em 7 de Abril de 2004 nas rochas básicas ou ultrabásicas do castelo de Rebordãos, pr. Bragança, na Serra de Rebordãos ou de Nogueira.
A foto de baixo foi obtida no monte da Senhora do Monte ou do Vencimento, no conc. de S. João da Pesqueira, no Sul da província de TM, a sul do rio Douro, 29TPF3057, alt. ca. 780 m, 28.III.2004.
Este local representa um alargamento muito significativo da área de distribuição desta espécie rara em Portugal, quase 100 km para SW em relação aos outros locais conhecidos!
sábado, 15 de maio de 2010
Flora do lameiro do Poulão VI: Saxifraga granulata (Saxifragaceae) e Trifolium stictum (Fabaceae)
No passado fim-de-semana era assim:
Na parte mais seca do lameiro, próximo da entrada, floriam com com abundância numerosas espécies de plantas, entre as quais se destacavam a Saxifraga granulata ...
e um curioso trevo:
O lameiro do Poulão é rico em trevos porque é pastoreado no início da Primavera e os seus solos são moderamente ricos em fósforo.
Lameiro do Poulão. A Primavera foi fria e chuvosa, por essa razão os freixos (Fraxinus angustifolia, Oleaceae) que marginam o lameiro abrolharam muito tarde, na primeira semana de Maio.
Saxifraga granulata (Saxifragaceae), uma espécie acidófila frequente em prados, taludes e margens de caminhos. Na segunda foto observam-se bolbilhos na base da planta; cada bolbilho pode dar origem a uma nova planta.
Trifolium strictum (Fabaceae).
N.b. na segunda foto pequena glândulas na margem da folha, abastecidas por uma pequena nervura (constituída por feixes vasculares).
O lameiro do Poulão é rico em trevos porque é pastoreado no início da Primavera e os seus solos são moderamente ricos em fósforo.
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quinta-feira, 14 de maio de 2009
Alguma flora da montanha madeirense I
A montanha madeirense alberga uma avassaladora riqueza de endemismos acima dos 1500 e até aos 1862 metros de altitude atingidos no Pico Ruivo: o terceiro mais alto do país. São sobretudo plantas casmofíticas (das fendas das rochas) ou comofíticas (da superfície das rochas). Estes três taxónes são apenas exemplos. Um facto curioso e importante é que esta flora tem recuperado devido à recente exclusão do pastoreio por cabras. Em patamares terrosos naturais que se acham no meio das escarpas, antes pastoreados e designados 'mangas' têm-se assistido a um recuperar da flora endémica por esta mesma razão.
Fotos: Sandra Mesquita, 2003
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