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quarta-feira, 3 de setembro de 2025

Orobanche litorea Gussone (Orobanchaceae, Lamiales, Asteranae, Magnoliopsida)

Orobanche litorea Gussone (Orobanchaceae, Lamiales, Asteranae, Magnoliopsida) - Algarve (conc. de Vila do Bispo), pr. Sagres, 16.IV.2001 - Planta id. por italopithecus & martinhoreis in iNaturalist (2025).

sábado, 3 de maio de 2025

Orobanche hederae Duby (Orobanchaceae, Lamiales) - Coimbra, in muris, supra hederam, 30.IV.2025

Orobanche hederae Duby (Orobanchaceae, Lamiales) - Coimbra, in muris, supra hederam, 30.IV.2025.

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Echinospartum ibericum Rivas Martínez, Sánchez Mata & Sancho (Leguminosae = Fabaceae)










Em homenagem ao insigne botânico ibérico Prof. Salvador Rivas-Martínez (1935-2020), que rebaptizou eloquentemente este nanofanerófito –com o nome da nossa Península-, aqui ficam algumas fotos do belíssimo endemismo ibérico Echinospartum ibericum Rivas-Martínez, Sánchez-Mata & Sancho in Lazaroa 7: 111 (1987) (Syn.: Echinospartum barnadesii (Graells) Rothmaler subsp. dorsiserinum G. López, Echinospartum barnadesii lusitanicum sensu Rothmaler, Genista lusitanica auct., non Linnaeus), a “caldoneira”, que forma matos denominados “caldoneirais”, obtidas na Serra de Nogueira ou Rebordãos, Bragança, 29TPG7821, alt. ca. 1200 m, sobre solo de rochas ultrabásicas, 19.VI.2020. Também é visível uma Orobanche, que pensamos ser possível ser a Orobanche rapum-genistae Thuillier (Orobanchaceae), uma planta parasita bastante comum em leguminosas arbustivas.

terça-feira, 5 de maio de 2020

Orobanche hederae Duby (Orobanchaceae)



Orobanche hederae Duby (Orobanchaceae) em Coimbra, 4.V.2020, sobre Hedera Helix Linnaeus s.l. (Araliaceae) - a que podemos chamar vernacularmente a "erva toura das heras".
É uma planta geofítica parasita de vasta distribuição eurasiática, mediterrânica e macaronésica (http://euromed.luomus.fi/euromed_map.php?taxon=353717&size=medium), tal como a sua planta hospedeira, um fanerófito escandente igualmente de vasta distribuição eurasiática e mediterrânica (http://euromed.luomus.fi/euromed_map.php?taxon=519534&size=medium).

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Nothobartsia asperrima (Link) Benedí & Herrero (Orobanchaceae)


Para assinalar o início do estival mês de Agosto, trazemos aqui uma planta igualmente estival, de floração tardia ou serótina: Nothobartsia asperrima (Link) Benedí & Herrero = Euphrasia asperrima Link; Euphrasia aspera Brot., nom. illeg., non Willd., etc. (Benedí in Flora iberica XIII: 506-507, 2009) (Orobanchaceae), um nanofanerófito e endemismo exclusivamente ibero-marroquino, pouco comum entre nós e próprio de sítios calcários mais ou menos secos como os da aliança Origanion virentis, de acordo com os nossos mestres fitossociólogos.

Esta foto foi obtida nas proximidades do castelo medieval de Germanelo, na BL: CW. calc., concelho de Penela, freguesia do Rabaçal, 29TNE4830, alt. ca. 300 m, CW. calc., 13.VII.2016.

Agradecemos aos amigos A.B. Pereira, M.G. Pereira, M.J. Pereira & J.P. Andrade pela excelente companhia nesta excursão.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Orobanche gracilis Smith (Orobanchaceae)

No primeiro post deste Verão quente de 2016, trazemos aqui a belíssima Orobanche gracilis Smith (Orobanchaceae), que ainda não tinha sido postada neste blog. Esta foto foi obtida na orla de um pequeno bosque (antigo carvalhal de Arisaro-Quercetum fagineae) no Vale de Poios (BL: concelho de Soure), no CW. calc., 29TNE4027, alt. ca. 290 m.
Agradecemos ao ilustre botânico francês James Molina a identificação desta bela planta.

terça-feira, 21 de abril de 2015

Orobanche hederae Duby (Orobanchaceae)

 

Fotografámos recentemente esta curiosa planta parasita das heras (Hedera sp., Araliaceae): Orobanche hederae Duby, Bot. Gall.: 350. 1828 (Orobanchaceae), brotando por entre as pedras da calçada e aproveitando as recentes chuvas da Primavera, junto a um muro.
Parece ser um endemismo eurasiático, mediterrânico e macaronésico (Domina, G. & Raab-Straube, E. von (2010): Orobanchaceae. – In: Euro+Med Plantbase - the information resource for Euro-Mediterranean plant diversity.: http://ww2.bgbm.org/EuroPlusMed/PTaxonDetail.asp?NameCache=Orobanche%20hederae&PTRefFk=7500000). 
As fotos são de Coimbra, 29TNE4950, alt. ca. 110 m, 19.IV.2015. 
É verdade que já aqui tinha sido postada, mas não nestas condições tipicamente ruderais e conseguindo romper por entre as duras pedras do passeio.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Odontites vernus Dumort. (Orobanchaceae)




Numa recente visita a Bragança e arredores (23.VII.2013), tivemos a felicidade de encontrar esta bela orobancácea (antigamente uma escrofulariácea), tão interessante e tão rara: Odontites vernus Dumort., Fl. Belg. (Dumortier) 32; Reichb. Fl. Germ. Excurs. 359 (http://www.ipni.org/ipni/idPlantNameSearch.do?id=806460-1), em plena Serra de Rebordãos, junto a uma seara de trigo (Triticum sp.) , na companhia de outras plantas como Vulpia sp. (Gramineae) e Papaver Rhoeas L. (Papaveraceae), pouco depois do castelo de Rebordãos, subindo a serra do mesmo nome, 29TPG7824 (altitude já acima dos 1000 m).

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Euphrasia azorica (Orobanchaceae)

Então, na sequência do post do Jorge Capelo e do comentário do Paulo Araújo, aqui vai uma foto da E. azorica, proveniente da Ilha das Flores.


Estão apresentadas as duas Euphrasia endémicas do Arquipélago Açoreano.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Euphrasia grandiflora Hochst. ex Seub., um endemismo dos Açores


A Euphrasia grandiflora Hochst. ex Seub. é um endemismo açoreano muito raro, que ocorre em populações muito pequenas no grupo central e ocidental. É um planta hemi-parasítica da família das Orobanchaceae, que aqui fotografei em 17.08.11 na base do Pico da Esperança, em S. Jorge, num passeio com a família. Devido à pequena dimensão das populações e pressão sobre o habitat, é expectável que sofra de depressão endogâmica, ou seja - em termos informais - de 'consanguinidade' genética. Como tal, classificar-se-ia como 'ameaçada' de acordo com os estatutos da IUCN.

domingo, 24 de abril de 2011

Orobanche latisquama (Orobanchaceae)




















Animados pelo recente comentário, postamos aqui hoje mais uma belíssima "erva toura" actualmente talvez ainda em floração, neste caso a "erva toura escamada", que se pode observar nestas fotos já antigas, provenientes do excelente Centro Oeste calcário (CW. calc.).
Trata-se da Orobanche latisquama Reut. ex Boiss., Fl. Orient. [Boissier] 4(2): 516. 1879 [Apr-May 1879]
IPNI Plant Name Details,
que pode parasitar por exemplo labiadas como o "rosmarino", "romarin" ou "romero":
Rosmarinus officinalis L., Sp. Pl. 1: 23. 1753 [1 May 1753]
IPNI Plant Name Details
ou o tomilho: Thymus zygis subsp. sylvestris (Hoffmanns. & Link) Cout.
Thymus zygis subsp. sylvestris (Hoffmanns. & Link) Cout. — The Plant List

Como acompanhamento musical vamos sugerir hoje esta bela, breve e rápida, peça musical, do imortal compositor veneziano Antonio Vivaldi:
"Gloria in D, Quoniam Tu solus Sanctus"
YouTube - Antonio Vivaldi, Gloria in D, Quoniam Tu solus Sanctus, FNOK Choir

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Orobanche hederae (Orobanchaceae)

















Esta pequena maravilha do reino vegetal, actualmente em flor, ainda não tinha aqui aparecido:
Orobanche hederae Duby, Bot. Gall. 350.
IPNI Plant Name Details
Trata-se de uma planta que aprecia as heras (Hedera sp. pl., da família Araliaceae), sobre as quais vive, parasitando-as.

Como acompanhamento musical, sugerimos hoje a excelente abertura de Cosi Fan Tutte, do grande W.A. Mozart:
YouTube - Cosi Fan Tutte (1) Overture + E la fede delle femmine

sábado, 22 de maio de 2010

Knautia nevadensis (Dipsacaceae) e Rhinanthus minor (Orobanchaceae)















Desta vez trago aqui duas belíssimas plantas lusitanas: Knautia nevadensis (M. Winkl. ex Szabó) Szabó (Dipsacaceae), um endemismo ibérico, e Rhinanthus minor L. (Orobanchaceae). A razão de serem duas espécies neste post (tão distintas) é o facto de na foto da Knautia nevadensis aparecerem também flores do hemiparasítico Rhinanthus minor.
Ambas já constam da excelente Flora iberica:
Knautia: http://www.floraiberica.es/floraiberica/texto/pdfs/15_158_03_Knautia.pdf
Rhinanthus: http://www.floraiberica.es/floraiberica/texto/pdfs/13_144_32_Rhinanthus.pdf

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Odontitella virgata (Orobanchaceae)















Continuando com a tribo Rhinantheae da família Orobanchaceae, aqui ficam duas imagens da belíssima planta hemiparasita Odontitella virgata (Link) Rothm. = Euphrasia tenuifolia Link (basiónimo), também conhecida como Odontites tenuifolius (Pers.) G. Don = Euphrasia tenuifolia Pers., como se pode ver aqui:
http://www.floraiberica.es/floraiberica/texto/pdfs/13_144_26_Odontitella.pdf.
Trata-se de uma prima relativamente próxima da Euphrasia hirtella Jord. ex Reut., que aqui apareceu anteriormente, e também é possível encontrá-la no concelho de Bragança, assim como em muitos outros locais (por ex. nas Beiras, na Região Duriense e ainda em pinhais junto ao litoral, como é o caso de uma das fotos aqui apresentadas).
É um endemismo ibérico que ocorre em todas ou em quase todas as províncias portuguesas.

sábado, 8 de maio de 2010

Euphrasia hirtella (Orobanchaceae)














Continuando com as plantas da tribo Rhinantheae, actualmente pertencentes à família Orobanchaceae, apresentamos hoje uma imagem da belíssima e discreta Euphrasia hirtella Jord. ex Reut.
Esta erva anual hemiparasítica é muito rara em Portugal e a possibilidade de a termos encontrado deveu-se às preciosas indicações do amigo CA. Fotografámo-la há alguns anos no concelho de Bragança, num lameiro de montanha.
As suas preferências habitacionais vão para a vegetação das classes de lameiros e cervunais MOLINIO-ARRHENATHERETEA e NARDETEA STRICTAE.
Consta que existe ainda outra espécie de Euphrasia L. em Lu: E. minima Jacq. ex DC. (Syn.: E. Mendonçae Samp.), como se pode verificar consultando a Flora iberica XIII (Vitek, 2009), já disponível na Net (ver aqui), mas a Euphrasia minima deve ser ainda mais difícil de encontrar em Portugal que a sua congénere E. hirtella.
A palavra grega "euphrasía" significa alegria, regozijo, que os botânicos habitualmente sentem ao encontrar tão formosas plantas (cf. Flora iberica XIII: 454).

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Melampyrum pratense subsp. pratense (Orobanchaceae)



















Voltando às antigas Escrofulariáceas, fica aqui o Melampyrum pratense L., Sp. Pl. 2: 605. 1753 [1 May 1753], como se pode ver aqui:
Biodiversity Heritage Library: Caroli Linnaei ... Species plantarum,
hoje incluído na família das Orobancáceas, por razões de ordem filogenética.
Esta bela planta, ao que consta hemiparasítica, é pouco comum em Lu, podendo encontrar-se sobretudo nas províncias mais a Norte: Mi e TM, sendo rara no DL e na BA. Vive em locais frescos e sombrios como carvalhais (de Quercus pyrenaica Willd. e Quercus robur L.) e suas orlas (ordem Quercetalia roboris Tüxen 1931, da classe de vegetação florestal QUERCO-FAGETEA, predominantemente, assim nos dizem os mestres fitossociólogos ibéricos).

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Alguma flora da montanha madeirense I

Odontites holliana (Lowe)Benth.


Saxifraga maderensis D. Don. var. pickeringii (C. Simón) D.A. Webb & Press


Anthyllis lemmaniana Lowe

A montanha madeirense alberga uma avassaladora riqueza de endemismos acima dos 1500 e até aos 1862 metros de altitude atingidos no Pico Ruivo: o terceiro mais alto do país. São sobretudo plantas casmofíticas (das fendas das rochas) ou comofíticas (da superfície das rochas). Estes três taxónes são apenas exemplos. Um facto curioso e importante é que esta flora tem recuperado devido à recente exclusão do pastoreio por cabras. Em patamares terrosos naturais que se acham no meio das escarpas, antes pastoreados e designados 'mangas' têm-se assistido a um recuperar da flora endémica por esta mesma razão.

Fotos: Sandra Mesquita, 2003