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domingo, 8 de setembro de 2024

Leucojum autumnale L. (Amaryllidaceae, Asparagales), cum Epilobio parvifloro (Onagraceae, Myrtales)

Leucojum autumnale L. (Amaryllidaceae, Asparagales), cum Epilobio parvifloro (Onagraceae, Myrtales), in Coimbra (BL), alt. 100 m, 8.IX.2024.

terça-feira, 22 de agosto de 2023

Epilobium parviflorum Schreber (Onagraceae, Myrtales)

Epilobium parviflorum Schreber (Onagraceae, Myrtales), uma planta perene de vasta distribuição eurasiática, norte-africana e macaronésica (http://ww2.bgbm.org/EuroPlusMed/PTaxonDetail.asp?NameCache=Epilobium%20parviflorum&PTRefFk=7100000), que se reproduz e se propaga muito bem, própria de "Margens de cursos de água, fontes, regatos e outros locais encharcados. Em locais húmidos e algo ruderalizados." (https://flora-on.pt/#/1Epilobium+parviflorum), fotografada em Coimbra (BL), 29TNE4950, alt. ca. 100 m, em plena frutificação, em 22.VIII.2023.

segunda-feira, 7 de agosto de 2023

Epilobium parviflorum (Onagraceae), Kalanchoe Fedtschenkoi (Crassulaceae) & Podarcis virescens (Lacertidae)

Epilobium parviflorum (Onagraceae), Kalanchoe Fedtschenkoi (Crassulaceae) & Podarcis virescens Geniez, Sá-Sousa, Guillaume, Cluchier & Crochet, 2014 (Lacertidae), em Coimbra (BL), 21.V.2023. Agradecemos a identificação da lagartixa a Duarte Frade.

domingo, 21 de maio de 2023

Podarcis hispanicus Steindachner, 1870 (Lacertidae), entre várias plantas

Podarcis hispanicus Steindachner, 1870 (Lacertidae), fotografada em Coimbra (BL), alt. 100 m, NE4950, em 21.V.2023, no meio de várias plantas, pertencentes a diversas famílias (Cactaceae, Crassulaceae, Cyperaceae, Euphorbiaceae, Gentianaceae, Gramineae, Onagraceae, Plantaginaceae, etc.).

terça-feira, 3 de agosto de 2021

Epilobium parviflorum Schreber (Onagraceae, Myrtales)

Fotografámos Epilobium parviflorum Schreber (Onagraceae, Myrtales), em Coimbra, em 17.VII.2021. É uma planta espontânea, que gosta de sítios húmidos e floresce no Verão, de vasta distribuição eurasiática, norte-africana e macaronésica (http://euromed.luomus.fi/euromed_map.php?taxon=440866&size=medium).

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Oenothera stricta Link (Onagraceae)


Oenothera stricta Link fotografada em Coimbra, 20.IV.2019, ao sol, e foto nocturna de 1.V.2019, 23h45 (Onagraceae), uma bela planta exótica, originária do Chile (https://es.wikipedia.org/wiki/Oenothera_stricta), actualmente naturalizada em Portugal, sobretudo em locais arenosos, assim como em diversos outros países europeus e norte-africanos (http://euromed.luomus.fi/euromed_map.php?taxon=440815&size=medium).

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Veronica Anagallis-aquatica L. (Plantaginaceae) e Oenothera rosea L'Hér. (Onagraceae)

Fotografámos hoje em Coimbra estas duas beldades num local húmido (alt. ca. 110 m, 29TNE4950):
Veronica Anagallis-aquatica L. (Plantaginaceae) em plena floração, e Oenothera rosea L'Hér. (Onagraceae), podendo ver-se uma cápsula claviforme ainda verde.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Nerine sarniensis (L.) Herb. (Amaryllidaceae), Epilobium brachycarpum C. Presl (Onagraceae) e uma planta não identificada

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Postamos hoje aqui 3 plantas não identificadas, todas de ambientes exteriores.
A nº 1 é uma monocotiledónea cultivada como ornamental (família ignota);
A nº 2 parece ser um Epilobium sp. (Onagraceae), provavelmente espontâneo em Portugal;
A nº 3 será talvez uma Bignoniácea ornamental.

A n.º 1 é a bela Nerine sarniensis (L.) Herb. = Amaryllis sarniensis L. (Amaryllidaceae);
A n.º 2 é a exótica já naturalizada em Lu Epilobium brachycarpum C. Presl (Onagraceae).

Agradecemos as sugestões identificativas já recebidas! Quaisquer outras serão naturalmente bem-vindas!
Fotos em Coimbra, alt. c. 100-140 m, 16/17.X.2013.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Verbena bonariensis (Verbenaceae) e Oenothera stricta (Onagraceae)


















Numa recente excursão açórica, encontrámos algumas belas plantas plantas exóticas, das quais vamos aqui postar duas espécies predominantemente ruderais, pertencentes a duas famílias diferentes:
Verbena bonariensis L., Sp. Pl. 1: 20. 1753 [1 May 1753] (Verbenaceae), que é originária das regiões quentes da América do Sul:
IPNI Plant Name Query Results
Verbena bonariensis - Wikipedia, the free encyclopedia

e Oenothera stricta Link, Enumeratio plantarum horti regii berolinensis altera 1 1821 (Onagraceae)
IPNI Plant Name Query Results
Oenothera - Wikipedia, the free encyclopedia

Como acompanhamento musical, vamos hoje sugerir a belíssima "Echo Beach", de Martha and the Muffins:
YouTube - Martha & The Muffins - Echo Beach

domingo, 26 de setembro de 2010

Epilobium angustifolium e E. hirsutum (Onagraceae)

Nos passados 21 a 24 de Setembro decorreu em Bragança uma Conferência Internacional de Ecologia da Paisagem-IUFRO, subordinada ao tema "Forest Landscapes and Global Change" (vd.aqui e aqui).
A palestra de abertura foi entregue à Drª Monica Turner, uma conhecida ecóloga norte-americana que há décadas estuda o efeito do fogo e das explosões de escolitídeos na estrutura e função dos ecossistemas de Yellowstone (ver aqui). A palestra versou, essencialmente, o impacto dos fogos que devassaram o mais antigo Parque Nacional do planeta em 1988, e os brutais ataques de escolitídeos que se lhe seguiram  Os resultados obtidos pela equipa da Drª Turner são claros: nem os fogos de copa massivos, nem os "outbreaks" de escolitídeos são desastres ecológicos em Yellowstone; estes dois tipos de perturbação são parte integrante da história, e do funcionamento dos ecossistemas e das paisagens deste imenso território. Tudo voltará a ser como dantes, desde que o clima e os padrões de perturbação se mantenham estáveis.
A passagem da conferência que mais me impressionou foi o relato da descoberta do facto de os ecossistemas de Yellowstone conservarem eficazmente o azoto (N) após fogo. Não fazia ideia. Nas fotos que ilustraram a palestra identificavam-se muito bem, por entre os guiços ardidos de gimnospérmicas arbóreas, mares de flores rosadas de uma famosa, e formosa, planta: o Epilobium angustifolium. Trata-se de uma planta nitrófila de distribuição holártica, raríssima em Portugal (apenas está citada para Serras do Gerês e Montesinho). De acordo com a Drª Turner, esta e outras plantas subnitrófilas de orla e clareira de bosque são os agentes da conservação do N após fogo. Entretanto, a regeneração das árvores - em Yellowstone de Pinus contorta, P. albicaulis, Picia engelmannii e Abies lasiocarpa -  reduz rapidamente o habitat destas plantas preferencialmente heliófilas (de ambientes ensolarados), e os nutrientes inicialmente por elas retidos acabam por ser capturados pelas árvores. Então, a presença de plantas subnitrófilas facilita a regeneração das árvores porque o N geralmente é o nutriente mais escasso, e que mais controla a produtividade dos ecossistemas naturais. Que mecanismo maravilhoso! No nosso rectângulo, desempenham uma função semelhante, entre muitas outras plantas, várias espécies dos géneros Asphodelus (Xanthorrhoeaceae), Urtica (Urticaceae) «urtigas», Senecio (Asteraceae) e Cirsium (Asteraceae).

Como não encontro as minhas fotos de E. angustifolium, aqui vai um primo, o Epilobium hirsutum, comum de Norte a Sul nos depósitos vasosos que marginam as nossas linhas de água.

A conservação do N nas paisagens de matriz florestal não resultou de um desenho cuidado de mosaicos de ecossistemas pela mão da evolução, ou de um ente superior. A selecção natural, não esqueçamos, só actua à escala do gene, do indivíduo ou, quando muito, de pequenos grupos de indivíduos [não mais de 25, dizem-nos Levin & Kilmer (1974)]. A cíclica, e brusca, disponibilização de N por eventos de perturbação nas florestas criou oportunidades de especiação que por sua vez redundaram em benefício das essências florestais. Faz todo o sentido, mas não estava a priori previsto, creio.