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segunda-feira, 9 de junho de 2025

Acanthus mollis L., Sp. Pl.: "939" [639] (1753) (Acanthaceae, Lamiales, Magnoliopsida, Magnoliophyta)

Acanthus mollis L., Sp. Pl.: "939" [639] (1753) (Acanthaceae, Lamiales, Magnoliopsida, Magnoliophyta) in Coimbra (BL), alt. c. 100 m s. m., 9.VI.2025.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2023

Cymbalaria muralis Gaertner & al. (Antirrhineae, Plantaginaceae, Lamiales)

Cymbalaria muralis Gaertner & al. (Antirrhineae, Plantaginaceae, Lamiales), num muro granítico em São Martinho de Mouros (conc. Resende, DL), 11.VII.2001.

quinta-feira, 16 de novembro de 2023

Oxalis corniculata Linnaeus (Oxalidaceae, Oxalidales)

Oxalis corniculata Linnaeus (Oxalidaceae, Oxalidales), em Pedras Salgadas (conc. de Vila Pouca de Aguiar, TM), alt. ca. 580 m, 28.VII.2001.

quinta-feira, 26 de outubro de 2023

Crassula muscosa Linnaeus (Crassulaceae, Saxifragales)

Crassula muscosa Linnaeus (Syn.: Crassula lycopodioides Lamarck) (Crassulaceae, Saxifragales), uma pequena planta lenhosa subarbustiva suculenta sul-africana, muito ornamental, em floração em Coimbra (BL), alt. 100 m, em 26.X.2023.

quarta-feira, 1 de junho de 2022

Oxalis articulata Savigny (Oxalidaceae)

Oxalis articulata Savigny (Oxalidaceae), fotografada em Coimbra (BL), em 28.V.2022.

sexta-feira, 8 de maio de 2020

Linaria maroccana Hooker fil. (?) (Plantaginaceae),





Hoje fotografámos uma planta cuja identificação não podemos garantir: poderá eventualmente tratar-se da Linaria maroccana Hooker fil. (Plantaginaceae), que já se tem encontrado como "alien" na Espanha e noutros países europeus (http://ww2.bgbm.org/EuroPlusMed/PTaxonDetail.asp?NameCache=Linaria%20maroccana&PTRefFk=7200000) - em Coimbra, 8.V.2020, entre as fendas da calçada, na companhia de Medicago lupulina L. (Leguminosae = Fabaceae).

sábado, 27 de janeiro de 2018

Watsonia Meriana (L.) Miller (Iridaceae)




Watsonia Meriana (L.) Miller = Antholyza Meriana L. (basiónimo), uma bonita Iridácea de origem sul-africana, que se encontra raramente naturalizada na Europa

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Os jovens velhos

As avoadinhas são das plantas mais comuns em Portugal, mas também são das mais ignoradas. O seu nome popular deriva da capacidade das sementes tem de se dispersar pelo vento, já que o vento a faz voar distâncias consideráveis. O nome do género em latim deriva do nome grego (Konyza) de outra planta da mesma família, Inula conyza, sendo o nome dado pela semelhança dos capítulos entre as duas. Anteriormente, as avoadinhas eram classificadas no género Erigeron, que deriva do grego (eri = cedo; geron = velho) e que significa mais ou menos rapidamente velho. Também as compostas do género Senecio tem uma referência geriátrica, já que senex em latim significa igualmente velho. Quando estas plantas estão cobertas de aquénios plumosos é fácil compreender a razão pela qual os botânicos clássicos utilizaram estas referências alegóricas relativas à velhice. Na foto encontram-se duas espécies que apesar de muito semelhantes à primeira vista, se podem diferenciar muito facilmente. A do lado esquerdo (Conyza sumatrensis) possui pêlos por toda a superfície da folhas e dos invólucros dos capítulos enquanto a da direita (Conyza bilbaoana), possui invólucros dos capítulos glabros e cílios apenas na margem e nervura inferior das folhas. Apesar de ser tido uma naturalização recente, a expansão rápida da C. bilbaoana pelo norte de Portugal e Espanha e restante Europa ocidental, faz-nos suspeitar que esta será uma das espécies com maior potencial invasor no território.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Flora da Estufa Quente de Lisboa: Monocotiledóneas

Um livro indispensável na estante de todos os praticantes de botânica, da autoria da Prof. Mª Lisete Caixinhas (clicar na imagem p.f.).


sábado, 8 de novembro de 2014

Securigera varia (L.) Lassen (Leguminosae)

 
 


Em 8.VII.2008 tivemos o privilégio de observar, na companhia de dois queridos amigos, a bela Securigera varia (L.) Lassen in Svensk Bot. Tidskr. 83: 86. 1989  = Coronilla varia L.  [basion.], junto e por baixo da Ponte da Rainha Santa em Coimbra, 29TNE4949, alt. c. 20 m, uma planta possivelmente exótica e cuja naturalização ainda não tinha sido citada para Portugal continental (Lu), de acordo com a informação que consta na Euro+Med PlantBase
esta espécie é nativa em quase toda a Eurásia ocidental (mas não em Portugal) e naturalizada em alguns países do Norte da Europa.

Aqui ficam algumas fotos dessa curiosa planta tão rara entre nós, obtidas em Julho de 2009, em Coimbra.


sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Cestrum parqui L'Hér. (Solanaceae)


 


Cestrum parqui L'Hér., é um belo arbusto de flores amarelas tubulosas (http://en.wikipedia.org/wiki/Cestrum_parqui), da família das Solanáceas, por vezes cultivado como ornamental, que se pode encontrar escapado de cultura na Alameda Central do Jardim Botânico de Coimbra, nalguns pontos da sebe ou revestimento de Ficus sp., junto ao muro calcário que suporta o terraço das Escolas de Sistemática, alt. ca. 70 m, 29TNE4950.
Já foi referido por B. Valdés em 1987 como planta naturalizada nas regiões andaluzas do Litoral gaditano e de Algeciras, na Flora Vascular da Andalucía Occidental (vol. 2: 358).
Pelas suas excelentes qualidades de planta ornamental, foi-lhe atribuído the Royal Horticultural Society's Award of Garden Merit.
As fotos são de 22.IV.2003 (as 2 de cima) e 28.V.2010 (as 2 de baixo).