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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Coitada da Sara!

(Talvez esta história seja já muito conhecida, mas só para admirar a Sara, vale a pena!)

Sara, a jovem esposa desesperada vai ao psicanalista.

- Ah, doutor, eu não aguento mais... Apesar de todos os meus esforços, o meu marido não me dá atenção nenhuma. Desde que nos casamos, ele só fala na mãe, na mãe, e na mãe.
É como se eu não existisse.

- Olhe lá, já experimentou preparar um jantar especial?

- Já. E não adiantou, disse que a comida da mãe dele era melhor que a minha!

- Ouça, tenho uma ideia. Se há um domínio onde a sua sogra não pode rivalizar, é na cama. Esta noite, vista um babydoll preto e calcinha preta. A cor preta é muito sexy e muito excitante. Incluindo uma cinta-liga negra também... Ele não vai resistir!

Sara seguiu à risca o plano, sem se esquecer de nenhum detalhe. De facto, nunca estivera tão sexy...



 Ao fim do dia o marido chega a casa, arregala os olhos e diz .... 

- Sarahhhhh, estás toda de preto... Aconteceu alguma coisa com a minha mãe???

sábado, 26 de setembro de 2015

Boa noite!


Votos de muito boa noite!

sábado, 12 de setembro de 2015

Para os meus amigos homens...

Não é bem a Joana Amaral (tem) Dias, mas... serve para animar o vosso Domingo...

Que tal uma voltinha na velhinha carrinha Volkswagen? 



Bom Domingo!!

domingo, 26 de julho de 2015

Liz Taylor

Uma das mulheres mais bonitas - para mim, será mesmo a mais bonita - da história do cinema!



O que vos parece?

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Dos pares mais bonitos de Hollywood

No tempo em que o cinema era rei e em que os cinemas eram edifícios respeitáveis e elegantes com salas amplas e brilhantes de luzes e o flagelo das pipocas não tinha ainda sido instituído, o nosso sábado à noite era muitas vezes gasto em idas ao cinema. 

Porque hoje é sábado, convido-vos a rever um dos pares mais bonito de Hollywood.






Um dos filmes mais marcantes dos anos 50 e um dos filmes da minha vida. Todos se lembram do título, não é verdade?

Bom fim de semana e, já agora, bons filmes.

sábado, 25 de outubro de 2014

Audrey Hepburn

Aconteceu aparecer-me há pouco . pela frente uma fotografia de uma das minhas artistas preferidas de sempre. Vi muitos filmes protagonizados por ela e sempre a achei linda e finíssima. 


Podia deixar aqui uma das muitas músicas belíssimas do seu filme mais emblemático (e que nós cá em casa vimos e revimos vezes sem conta) - My Fair Lady.

Prefiro, porém, desejar-vos um bom fim de semana com o suavíssimo Moon River, do amoroso filme Breakfast at Tiffany's, em português Boneca de Luxo.




sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Mau tempo na capital

Diz quem sabe que hoje, em Lisboa, quem andou na rua aconteceu-lhe assim...




E preparem-se porque amanhã vai ser a mesma coisa...

Bom fim de semana!

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Farta de política II

Hoje é para os meus amigos homens. Mulheres (muito) bonitas com gatos - ou sem eles...
 











Oops! Aqui a BB não trouxe o gato...



E não é que aqui se deitou em cima do gato?!...



Esta aqui ia deixando cair o gato...


Mas quanto a esta, não há dúvida, está à procura do gato....



(imagens retiradas da net)

terça-feira, 5 de março de 2013

A geração da perna de galinha: uma réplica



Isto uma pessoa começa a dar saída ao que as filhas dizem e depois não há como travar o processo!

Então não querem saber que, por causa dos “homens bons” que pus aqui no meu texto sobre a “geração da perna de galinha” para, de algum modo, fazer a vontade à minha filha mais velha, não vem agora a mais nova expor-me em pleno Facebook, «que aquilo não eram nus, que eram seminus» e que torna e que deixa e não espeta lá com este exemplar?



E eu, que nem sou mulher de me deixar ficar atrás, vou replicar com este exemplar.




Que acham?!

Mas o problema não é só este. É que estou para aqui a pôr retratos de homens bons e de homens nus e nada de dar uma alegriazinha aos meus seguidores «másculos e dinâmicos» …

 Por isso, deixo-vos com este exemplar e vamos ver como reagem.



Bons sonhos...
 

domingo, 2 de dezembro de 2012

Je t'aime, ah oui, je t'aime...

Quem não se lembra da canção “Je t’aime moi non plus” dos 60s, proibidíssima no Portugal da época e mal recebida mesmo em Paris onde nasceu. Nunca foi das minhas preferidas, apesar de amar a música francesa daquele tempo, mas confesso que fiquei algo espantada, para não dizer de queixo caído e olhos arregalados, quando a ouvi, ainda em finais de 60, solteirinha ainda (nem sei como a minha mãe me deixou ir…) numa boîte – agora diz-se discoteca – em Cascais, linda, aconchegada e aconchegante, toda em tons de azul, quase às escuras, apenas uma ambiência azul que nos envolvia. Muito linda! 


 Pois já faz 45 anos que foi escrita. Numa noite de amor entre a lindíssima Brigitte Bardot e o compositor Serge Gainsbourg – um dos compositores mais brilhantes da época a nível mundial – aquela pediu-lhe que escrevesse “a mais bela canção de amor que um homem alguma vez criou para uma mulher”. Foi assim que, numa noite, nasceu a referida canção que se destinava a ser cantada por ambos. Depois dos escândalos que provocou pela sua inclinação erótica bem como pela oposição de que foi alvo por parte do ainda marido de BB, o alemão Gunter Sachs, a canção acabaria por ser lançada um ano mais tarde, meses depois do fraturante Maio de 68, interpretada pela jovem Jane Birkin acompanhada pelo compositor que mais tarde se tornaria seu marido.

Em França o disco só podia ser vendido a maiores de 21 anos – se bem que a Jane Birkin contasse apenas 20 aquando da gravação… e, em Portugal, passou nas rádios apenas depois da Revolução de Abril.
Deixo-a hoje aqui com votos de boa semana.




domingo, 5 de agosto de 2012

Marilyn


Já faz (hoje) 50 anos que morreu a sex-symbol americana Marilyn Monroe. Não que fosse uma atriz ou uma cantora por aí além, mas foi e é um ícone de sensualidade e de beleza nos padrões dos meados do século XX que continua a atrair pela sua beleza e pela candura que guardava no olhar.

Foi uma criança infeliz, uma jovem infeliz, uma mulher incompreendida que acabou por ter um final tragicamente infeliz.

Uma estátua gigante de Marilyn (Forever Marilyn) exposta em Chicago, a cidade dos ventos, no ano passado, que era bastante visitada e apreciada pelos turistas mas que acabou por ser retirada depois de ter causado polémica por os turistas se apinharem por baixo da sua saia enfunada pelo vento espreitando-lhe os interiores - que puritanos são os americanos!... - encontrando-se atualmente em Palm Springs, na Califórnia.






Relembro o poema de Ruy Belo "Na Morte de Marilyn" que já aqui transcrevi.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Reconhecimento



Há uns anos, catorze ou quinze, levei uma turma de alunos do 9º ano a Londres. Foram meus alunos de Inglês desde o 7º ao 9º ano, bons alunos, educados, amorosos, daquelas turmas (e eu tive algumas!) que nos ficam na memória. Aí no 8º ano começaram a meter-me na cabeça que os havia de levar a Londres. “Vocês são malucos! A Londres! É muito caro. E os vossos pais vão mesmo deixar-vos ir...” Havia alunos com possibilidades económicas mas outros nem tanto e irem uns e ficarem outros não entrava na minha cabeça, nem nas deles.

Começámos a trabalhar a ideia e a juntar dinheiro. No início do 9º ano reunimos com os encarregados de educação, fizemos rifas, pedimos patrocínios, vendemos bolos e gelados, fizemos quermesses e os pais a trabalharem alegremente ao nosso lado!

Acabámos por ir a Londres, em Maio, antes das Provas Globais, com 24 alunos – só ficaram dois em terra porque os pais não autorizaram a sua ida – e com uma “comitiva” de adultos professores que se a suas custas, naturalmente, se juntaram ao passeio.

Correu tudo muito bem. Nem queiram saber a trabalheira que foi andar cinco dias naquele metro louco de Londres a “empurrar” aquela gente toda para dentro e para fora. Mas foi muito bom. E eles adoraram.

Vem isto ao caso, porque, um dia destes, recebi uma mensagem pelo Facebook (estas modernices são um espanto!) a dizer que a Tatiana me convidava para fazer parte da “Mítica turma do 9º A”. Lembrei-me logo deles. E fui ver.

Aquela ex-aluna, que por acaso está a fazer um doutoramento, lembrou-se de “reunir” os colegas daquele 9º A sem deixar de fora a (velha) professora de Inglês e o Director de Turma (o meu querido amigo e colega “Wolf”...)

Fiquei encantada, comovida. Isto sim, é uma homenagem sentida ao nosso trabalho com os alunos, sermos reconhecidos por eles.

Da mesma forma que aconteceu, em Junho último, na minha última ida a Londres, quando, em plena Madame Tussaud, enquanto olhava a estátua de cera da minha querida Audrey Hepburn, oiço uma jovem senhora dizer no português mais correcto para o marido: “Olha, esta senhora foi a minha professora de Inglês!” Olhei e, naturalmente não a reconheci, mas ela, muito contente, continuava “Foi a minha melhor professora de Inglês! Foi ela que me levou a seguir tradução, etc. etc...”

Muito mais genuíno, mais sincero e de certo mais encantador do que aquelas cinco linhas que o Conselho Geral da (minha) escola me enviou, uns meses depois de me aposentar, ao fim de 36 anos de dedicação exclusiva e intensa àquela escola, a agradecer a colaboração...