As saladas apetecem no verão.
Mais simples ou incrementadas são práticas de se fazer pois todos os ingredientes podem ser preparados com antecedência, guardados no frio, esperando apenas pela finalização.
Como entrada ou prato principal, ao almoço ou ao jantar, no regresso da praia ou com amigos, resultam sempre bem.
O molho poderá ser ajustado ao gosto de cada um, usando um clássico como o da Salada de verão com molho cocktail ou o da Salada de fusili com atum. Certo é que o iogurte torna o molho ainda mais fresco. Usei apenas algumas gotas de sumo de limão, não o deixando sobressair como no molho usado nos Nuggets de peixe em que seria necessário junto da fritura.
A combinação de texturas é importante, algumas folhas (aqui a alface), legumes carnudos e suculentos (como o tomate e o pepino), alguma proteína (neste caso o camarão), algo aromático (ervas frescas como os coentros), doçura (da fruta como a laranja, melão, melancia, tâmaras ou goji) e um molho. Escolhendo os ingredientes que mais gosta personaliza esta salada ao seu encontro.
Fiz assim...
SALADA DE CAMARÃO COM MOLHO DE IOGURTE
INGREDIENTES
alface lisa, romana ou iceberg
tomate chucha maduro mas firme
pepino
folhas de coentros
camarão cozido
cerejas
Para o molho:
2 colheres (sopa) de iogurte natural (grego, skyr, viili, amasi...)
1 colher (sopa) de maionese
algumas gotas de sumo de limão
pimenta moída q. b.
sal fino q. b.
PREPARAÇÃO
Lavar as folhas de alface, escorrer bem e secar.
Cortar em juliana média.
Cortar o tomate a meio longitudinalmente, rejeitar as sementes e cortar a polpa em meias luas.
Descascar o pepino e cortar a meio longitudinalmente. Com uma colher de sobremesa retirar as sementes das duas partes.
Cortar o pepino em meias luas.
Descascar os camarões.
Para o molho colocar a maionese numa taça e mexer bem para que fique cremosa, juntar o iogurte e mexer até ficar homogéneo.
Acrescentar algumas gotas de sumo de limão e temperar com sal fino e pimenta moída.
Dispor individualmente em pratos ou numa travessa a alface no fundo, por cima o tomate e o pepino.
Distribuir os camarões e as folhas de coentros.
Decorar com as cerejas.
Verter o molho e moer alguma pimenta por cima.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Noutra salada os camarões podem ser substituídos por uma sobre de frango assado, desfiando-o ou cortando-o em cubos, como no caso de sobra de alguma febra ou bife de peru;
- A alface iceberg mantém-se mais crocante, é mais suculenta, mas desta vez usei de folha lisa;
- Se não quiser ou tiver maionese coloque apenas o iogurte. Quanto mais espesso for o iogurte melhor será, algumas gotas de sumo de limão e o batê-lo na taça tornam-no mais fluido. Se usar iogurte viili ou amasi, mexer bem com a colher na taça para que percam alguma da sua viscosidade.
pão, bolos e bolinhos, biscoitos e bolachas, muffins e scones, waffles e donuts, bôlas e empadas, tartes e tortas, quiches e salgadinhos, crepes e panquecas, assados e cozidos, fritos e grelhados...
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terça-feira, 7 de agosto de 2018
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
NUGGETS DE PEIXE
Peixe e crianças são duas peças do jogo que normalmente não encaixam.
Há sempre exceções, boas exceções, neste caso. E até tenho uma aqui por casa, mas... apenas uma, é pena :)
As conversas são as do costume: não é peixe, é apenas carne do mar; não é peixe, são filetes ou medalhões; bacalhau não é bem peixe, é bacalhau. Por enquanto, peixe, sem torcer o nariz, como é no caso do arroz ou massada de peixe, peixe grelhado, assado ou cozido, apenas é tolerado em: filetes panados, bacalhau com natas, bacalhau à brás, salmão grelhado ou mistura de peixe e béchamel e/ou natas.
Estes nuggets são uma dessas exceções que se comem até de olhos fechados.
Talvez por serem fritos ou por serem crocantes, talvez pelo molho fresco e levemente acídulo, talvez por terem ajuda de quem os come ou por serem feitos com todo o carinho e dedicação.
Usei pescada, a mesma da Pescada com espinafres e natas, por ser um peixe branco, ter sabor neutro e ser firme ao corte, Pode marinar o peixe antes de o preparar. mas servido com o molho sugerido, dispensa esse preparo.
Um best of que, sempre que possível, se repete. Garanto que nunca mais irão trazer nuggets de peixe do supermercado!
Fiz assim...
NUGGETS DE PEIXE
INGREDIENTES
Para 3 pessoas:
5 lombos de pescada congelados
farinha de trigo q.b.
2 ovos pequenos
sal
pão ralado q.b.
pimenta preta moída q.b.
Para o molho:
2 colheres (sopa) de iogurte grego natural
2 colheres (sopa) de maionese
1/2 limão (sumo e raspa)
sal fino q.b.
pimenta moída q.b.
PREPARAÇÃO
Deixar descongelar naturalmente os lombos de pescada, no frigorífico, de um dia para o outro.
Com papel de cozinha absorver o excesso de humidade do peixe.
Na tábua cortar os lombos ao meio e depois em cubos.
Reservar o peixe num prato com papel de cozinha.
Preparar três pratos fundos ou tigelas com: farinha de trigo, ovo batido e pão ralado.
Passar os cubos de peixe por farinha de trigo. Reservar.
Passar os cubos de peixe enfarinhados pelo ovo e depois pelo pão ralado. Reservar.
Aquecer bem azeite ou óleo abundante numa fritadeira ou pequeno tacho.
Fritar os nuggets, retirar com uma escumadeira e retirar o excesso de gordura em papel de cozinha.
Servir quente acompanhado de puré de batata-doce e salada verde ou arroz de tomate ou de bróculos.
Para o molho colocar a maionese numa taça e mexer bem para que fique cremosa, juntar o iogurte e mexer até ficar homogéneo.
Acrescentar o sumo de limão, sal fino, pimenta e raspa do limão.
Reservar no frigorífico até servir.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Se queiser e tiver tempo extra pode marinar antecipadamente o peixe com sumo de limão, pimenta e sal;
- Passar o peixe primeiro pela farinha garante que o panado fique mais crocante pois esta absorve o excesso de humidade do peixe;
- Quando se fazem panados cá em casa, 4 mãos tornam o processo mais limpo, 2 delas passam no ovo enquanto as outras duas se dedicam ao pão ralado. Na impossibilidade de recrutar um ajudante, adjudique uma mão para o ovo e outra para o pão ralado. Está assim, a contribuir também, para uma boa coordenação motora ;)
- Para o molho por vezes acrescento um dente de alho desfeito no almofariz ou no esmagador de alhos. Outras vezes acrescento ervas picadas como salsa, cebolinho ou coentros.
Há sempre exceções, boas exceções, neste caso. E até tenho uma aqui por casa, mas... apenas uma, é pena :)
As conversas são as do costume: não é peixe, é apenas carne do mar; não é peixe, são filetes ou medalhões; bacalhau não é bem peixe, é bacalhau. Por enquanto, peixe, sem torcer o nariz, como é no caso do arroz ou massada de peixe, peixe grelhado, assado ou cozido, apenas é tolerado em: filetes panados, bacalhau com natas, bacalhau à brás, salmão grelhado ou mistura de peixe e béchamel e/ou natas.
Estes nuggets são uma dessas exceções que se comem até de olhos fechados.
Talvez por serem fritos ou por serem crocantes, talvez pelo molho fresco e levemente acídulo, talvez por terem ajuda de quem os come ou por serem feitos com todo o carinho e dedicação.
Usei pescada, a mesma da Pescada com espinafres e natas, por ser um peixe branco, ter sabor neutro e ser firme ao corte, Pode marinar o peixe antes de o preparar. mas servido com o molho sugerido, dispensa esse preparo.
Um best of que, sempre que possível, se repete. Garanto que nunca mais irão trazer nuggets de peixe do supermercado!
Fiz assim...
NUGGETS DE PEIXE
INGREDIENTES
Para 3 pessoas:
5 lombos de pescada congelados
farinha de trigo q.b.
2 ovos pequenos
sal
pão ralado q.b.
pimenta preta moída q.b.
Para o molho:
2 colheres (sopa) de iogurte grego natural
2 colheres (sopa) de maionese
1/2 limão (sumo e raspa)
sal fino q.b.
pimenta moída q.b.
PREPARAÇÃO
Deixar descongelar naturalmente os lombos de pescada, no frigorífico, de um dia para o outro.
Com papel de cozinha absorver o excesso de humidade do peixe.
Na tábua cortar os lombos ao meio e depois em cubos.
Reservar o peixe num prato com papel de cozinha.
Preparar três pratos fundos ou tigelas com: farinha de trigo, ovo batido e pão ralado.
Passar os cubos de peixe por farinha de trigo. Reservar.
Passar os cubos de peixe enfarinhados pelo ovo e depois pelo pão ralado. Reservar.
Aquecer bem azeite ou óleo abundante numa fritadeira ou pequeno tacho.
Fritar os nuggets, retirar com uma escumadeira e retirar o excesso de gordura em papel de cozinha.
Servir quente acompanhado de puré de batata-doce e salada verde ou arroz de tomate ou de bróculos.
Para o molho colocar a maionese numa taça e mexer bem para que fique cremosa, juntar o iogurte e mexer até ficar homogéneo.
Acrescentar o sumo de limão, sal fino, pimenta e raspa do limão.
Reservar no frigorífico até servir.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Se queiser e tiver tempo extra pode marinar antecipadamente o peixe com sumo de limão, pimenta e sal;
- Passar o peixe primeiro pela farinha garante que o panado fique mais crocante pois esta absorve o excesso de humidade do peixe;
- Quando se fazem panados cá em casa, 4 mãos tornam o processo mais limpo, 2 delas passam no ovo enquanto as outras duas se dedicam ao pão ralado. Na impossibilidade de recrutar um ajudante, adjudique uma mão para o ovo e outra para o pão ralado. Está assim, a contribuir também, para uma boa coordenação motora ;)
- Para o molho por vezes acrescento um dente de alho desfeito no almofariz ou no esmagador de alhos. Outras vezes acrescento ervas picadas como salsa, cebolinho ou coentros.
segunda-feira, 6 de julho de 2015
SALADA DE VERÃO COM MOLHO COCKTAIL
Sem querer referir ingredientes em particular no título desta salada, verão é a tónica.
Quando o tempo aquece as saladas entram no prato de uma forma natural.
Não apetecem grandes cozinhados, apetecem ingredientes e combinações frescas.
Aqui em casa, geralmente servida ao jantar, nunca surgem duas Saladas de Verão iguais. Os ingredientes disponíveis no frigorífico ou na despensa e os apetites momentâneos ditam o tipo de salada.
Podem ser aproveitadas sobras de frango, que se desfia, ou de carne assada que se corta em cubos ou se fatia muito finamente.
Há uma base que geralmente não muda, folhas verdes e massa.
A proporção é decidida por cada um à mesa.
Se por vezes a mistura dos ingredientes é feita numa saladeira (ou prato grande para se verem bem os ingredientes), doutras vezes cada um prepara o prato à sua maneira, tornado-a do seu agrado [ora aqui está algo que se quer à mesa, agradar a todos ;)].
Cada um junta a quantidade de massa e molho (gosto do molho rosa tipo cocktail) que quiser, tal como se tivesse num restaurante de centro comercial.
Algumas sementes ou frutos secos contribuem com uma textura agradável na salada. Aliás, esta salada acaba por ter texturas muito diversas desde as folhas, cenoura e milho, massa, queijo, carnes frias...
O sumo de limão no molho e a raspa por cima da salada aumenta a frescura da salada.
Este tipo de saladas é muito prático, cada ingrediente pode ser preparado com antecedência, cortado ou lavado e bem escorrido (centrifugado) e mantido no frigorífico e à refeição é só combinar. Que ótima sugestão para os dias em que se vem da praia.
Fiz assim...
SALADA DE VERÃO COM MOLHO COCKTAIL
INGREDIENTES
Para 4 pessoas:
150g massa curta à escolha (na foto farfalle)
200g de mistura de folhas verdes (ver notas)
1 cenoura
2 fatias grossas de fiambre ou 4 fatias grossas de paio york (na foto metade de cada)
3 queijos frescos ou 3 fatias grossas de queijo flamengo ou 150g de mini mozzarela
4 colheres (sopa) milho doce cozido
10 tomates cherry, mini-cacho ou mini-chuchas
azeitonas
sementes (na foto sementes de girassol)
raspa de limão
Para o molho rosa ou cocktail:
3-4 colheres (sopa) de maionese, iogurte grego ou natural
1 colher (sopa) de ketchup
1 colher (chá) de mostarda
1 colher (chá) de orégãos secos
sumo de limão q.b.
sal fino q.b.
pimenta moída q.b.
PREPARAÇÃO
Cozer al dente a massa. Escorrer, passar por água fria e reservar.
Cortar a alface em juliana ou em pedaços pequenos à mão.
Descascar a cenoura e com o descascador continuar a cortar para obter tiras finas.
Cortar o fiambre e o queijo em cubos.
Cortar os tomates ao meio.
Se optar por juntar tudo num prato grande ou saladeira, colocar as folhas em baixo e dispor os restantes ingredientes em cima.
Colocar algumas colheres de molho e salpicar com as sementes e raspa de limão.
Servir acompanhado com taças individuais para a massa e molho. É preferível cada um juntar a massa que quiser, um pouco mais de molho e envolver tudo no prato.
Para o molho cocktail basta bater um pouco o iogurte ou maionese numa taça até que fique completamente lisa e juntar os restantes ingredientes.
A quantidade de sumo de limão depende da espessura de molho desejada. Não deve ficar nem muito espesso nem líquido.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Para a base da salada pode ser usada mistura de: alface lisa, frisada, roxa, iceberg ou americana..., rúcula, chicória, agrião, espinafres, canónigos, radicchio... ou recorrer a misturas de saladas embaladas já lavadas;
- Para a base de massa podem ser usadas variedades curtas como: farfalle (laços), fusilli (espirais), penne rigate (tubular riscada de pontas enviesadas), macaroni (cotovelos), rigatonni (tubular de pontas direitas), conchiglie (conchas), orecchiette (orelhas)... de preferência com sulcos ou textura para que o molho ou tempero possa aderir;
- As sementes podem ser as mais variadas possíveis ou mesmo mistura delas, gosto nesta salada das de girassol e das de abóbora, são grandes e têm algo para trincar dando textura. Adoro usar frutos secos também como as nozes, amêndoas, avelãs... e algo mais doce como as passas, tâmaras ou alperces picados;
- Opções de outros ingredientes: ovo cozido, atum, delícias do mar, camarão, abacate e ananás (nesta salada gosto do enlatado porque contribui com agridoce) em pedaços, bagos de uva, maçã com casca em cubos...;
- Para o molho para além da maionese ou iogurte também pode ser usado o queijo fresco batido (tipo iogurte grego) e ervas finamente picadas, como o cebolinho, coentros, salsa ou outra. Em vez de sumo de limão pode ser usado o de laranja ou um pouco de whisky ou conhaque, típico no molho cocktail e algumas gotas de picante se o desejar.
Quando o tempo aquece as saladas entram no prato de uma forma natural.
Não apetecem grandes cozinhados, apetecem ingredientes e combinações frescas.
Aqui em casa, geralmente servida ao jantar, nunca surgem duas Saladas de Verão iguais. Os ingredientes disponíveis no frigorífico ou na despensa e os apetites momentâneos ditam o tipo de salada.
Podem ser aproveitadas sobras de frango, que se desfia, ou de carne assada que se corta em cubos ou se fatia muito finamente.
Há uma base que geralmente não muda, folhas verdes e massa.
A proporção é decidida por cada um à mesa.
Se por vezes a mistura dos ingredientes é feita numa saladeira (ou prato grande para se verem bem os ingredientes), doutras vezes cada um prepara o prato à sua maneira, tornado-a do seu agrado [ora aqui está algo que se quer à mesa, agradar a todos ;)].
Cada um junta a quantidade de massa e molho (gosto do molho rosa tipo cocktail) que quiser, tal como se tivesse num restaurante de centro comercial.
Algumas sementes ou frutos secos contribuem com uma textura agradável na salada. Aliás, esta salada acaba por ter texturas muito diversas desde as folhas, cenoura e milho, massa, queijo, carnes frias...
O sumo de limão no molho e a raspa por cima da salada aumenta a frescura da salada.
Este tipo de saladas é muito prático, cada ingrediente pode ser preparado com antecedência, cortado ou lavado e bem escorrido (centrifugado) e mantido no frigorífico e à refeição é só combinar. Que ótima sugestão para os dias em que se vem da praia.
Fiz assim...
SALADA DE VERÃO COM MOLHO COCKTAIL
INGREDIENTES
Para 4 pessoas:
150g massa curta à escolha (na foto farfalle)
200g de mistura de folhas verdes (ver notas)
1 cenoura
2 fatias grossas de fiambre ou 4 fatias grossas de paio york (na foto metade de cada)
3 queijos frescos ou 3 fatias grossas de queijo flamengo ou 150g de mini mozzarela
4 colheres (sopa) milho doce cozido
10 tomates cherry, mini-cacho ou mini-chuchas
azeitonas
sementes (na foto sementes de girassol)
raspa de limão
Para o molho rosa ou cocktail:
3-4 colheres (sopa) de maionese, iogurte grego ou natural
1 colher (sopa) de ketchup
1 colher (chá) de mostarda
1 colher (chá) de orégãos secos
sumo de limão q.b.
sal fino q.b.
pimenta moída q.b.
PREPARAÇÃO
Cozer al dente a massa. Escorrer, passar por água fria e reservar.
Cortar a alface em juliana ou em pedaços pequenos à mão.
Descascar a cenoura e com o descascador continuar a cortar para obter tiras finas.
Cortar o fiambre e o queijo em cubos.
Cortar os tomates ao meio.
Se optar por juntar tudo num prato grande ou saladeira, colocar as folhas em baixo e dispor os restantes ingredientes em cima.
Colocar algumas colheres de molho e salpicar com as sementes e raspa de limão.
Servir acompanhado com taças individuais para a massa e molho. É preferível cada um juntar a massa que quiser, um pouco mais de molho e envolver tudo no prato.
Para o molho cocktail basta bater um pouco o iogurte ou maionese numa taça até que fique completamente lisa e juntar os restantes ingredientes.
A quantidade de sumo de limão depende da espessura de molho desejada. Não deve ficar nem muito espesso nem líquido.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Para a base da salada pode ser usada mistura de: alface lisa, frisada, roxa, iceberg ou americana..., rúcula, chicória, agrião, espinafres, canónigos, radicchio... ou recorrer a misturas de saladas embaladas já lavadas;
- Para a base de massa podem ser usadas variedades curtas como: farfalle (laços), fusilli (espirais), penne rigate (tubular riscada de pontas enviesadas), macaroni (cotovelos), rigatonni (tubular de pontas direitas), conchiglie (conchas), orecchiette (orelhas)... de preferência com sulcos ou textura para que o molho ou tempero possa aderir;
- As sementes podem ser as mais variadas possíveis ou mesmo mistura delas, gosto nesta salada das de girassol e das de abóbora, são grandes e têm algo para trincar dando textura. Adoro usar frutos secos também como as nozes, amêndoas, avelãs... e algo mais doce como as passas, tâmaras ou alperces picados;
- Opções de outros ingredientes: ovo cozido, atum, delícias do mar, camarão, abacate e ananás (nesta salada gosto do enlatado porque contribui com agridoce) em pedaços, bagos de uva, maçã com casca em cubos...;
- Para o molho para além da maionese ou iogurte também pode ser usado o queijo fresco batido (tipo iogurte grego) e ervas finamente picadas, como o cebolinho, coentros, salsa ou outra. Em vez de sumo de limão pode ser usado o de laranja ou um pouco de whisky ou conhaque, típico no molho cocktail e algumas gotas de picante se o desejar.
Referências:
Azeitona,
Carnes frias - Carnes fumadas,
Cenoura,
Iogurte,
Ketchup,
Limão,
Maionese,
Massas - Pastas,
Milho,
Mostarda,
Saladas,
Sementes de girassol
quarta-feira, 20 de junho de 2012
PATANISCAS DE CASCAS DE BATATA COM MAIONESE DE ALHO
Não é porque a vida se torna difícil que se deve começar a aproveitar alimentos. Mas é talvez devido a estes momentos que se dá valor ao desperdício, que não existia nas gerações anteriores.
Esta geração é a da embalagem, cada vez mais individual, do usa e deita fora, da insustentabilidade, do irracional e do desperdício ecológico e ambiental.
Da redução, reutilização e reciclagem, só mesmo a reciclagem pode um conceito novo, pois os dois primeiros faziam parte do dia-a-dia dos mais antigos, não porque se pensasse no ambiente mas porque se era racional, apenas isso.
O aproveitamento das cascas de batata nada tem de especial, até porque por vezes comemos batatas cozidas ou mesmo fritas com pele e batatas assadas a murro, também com pele obviamente.
Desde que bem lavadas, não há problema na sua utilização, se forem de origem biológica ainda melhor.
É uma forma de evitar o desperdício de alimentos.
A ideia surgiu num projeto social brasileiro - Mesa Brasil SESC, com a edição das brochuras "Livro de receitas: Boas formas para evitar o desperdício" em 2002 e "Receitas de aproveitamento integral dos alimentos" em 2003. A receita aparece também no livro "Cascas, Talos, Folhas e Outros Tesouros Nutricionais" de Alexandre Fernandes.
A consistência e sabor que as cascas de batata dão a estas pataniscas é semelhante ao uso da própria batata, com a vantagem de se poder numa refeição comer as batatas e noutra refeição as cascas das mesmas :D
A maionese de alho que acompanha as pataniscas pode ser usada para outro prato qualquer, é sugestão do chefe Henrique Sá Pessoa no seu ingrediente secreto e acompanhava a pita de peru.
Fiz assim...
PATANISCAS DE CASCAS DE BATATA COM MAIONESE DE ALHO
INGREDIENTES
Para as pataniscas:
2 punhados de cascas de batatas
2 ovos
280g de farinha de trigo
2 colheres (sopa) de salsa ou coentros picados
1 colher (chá) de fermento em pó
sal
pimenta
óleo para fritar
Para a maionese de alho:
sumo de 1 limão
1 colher (chá) de mostarda de dijon
2 dentes de alho
folhas de salsa
óleo q.b.
sal
pimenta
PREPARAÇÃO
Cozer as cascas de batata até ficarem macias em água e sal.
Quando cozidas, escorrer e triturar até ficar homogéneo.
Acrescentar os ovos e misturar.
Juntar a farinha, a salsa, o fermento, sal e pimenta e bater um pouco.
Aquecer o óleo e fritar às colheradas.
Virar a meio da fritura, retirar e escorrer sobre papel absorvente.
Para a maionese colocar no copo da varinha mágica os alhos, o sumo de limão, a mostarda, o ovo e a salsa.
Triturar tudo com a varinha mágica. Na velocidade mais baixa adicionar o óleo gradualmente. até levantar.
Juntar o sal e a pimenta e bater um pouco mais.
Acompanhar as pataniscas com uma salada verde, com ou sem arroz branco e com a maionese de alho.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Embora nos ingredientes se indique fermento, poderá omiti-lo, a massa ficará mais densa, mas poderá apreciá-la assim;
- Poderá preparar a massa das pataniscas na bimby, cozendo as cascas de batata, escorrendo, triturando com os ovos e a salsa e misturando os restantes ingredientes;
- Na maionese, para o alho perder a potência poderá cozê-lo previamente em leite;
- As pataniscas poderão ser acompanhadas com arroz de feijão caldoso.
Esta geração é a da embalagem, cada vez mais individual, do usa e deita fora, da insustentabilidade, do irracional e do desperdício ecológico e ambiental.
Da redução, reutilização e reciclagem, só mesmo a reciclagem pode um conceito novo, pois os dois primeiros faziam parte do dia-a-dia dos mais antigos, não porque se pensasse no ambiente mas porque se era racional, apenas isso.
O aproveitamento das cascas de batata nada tem de especial, até porque por vezes comemos batatas cozidas ou mesmo fritas com pele e batatas assadas a murro, também com pele obviamente.
Desde que bem lavadas, não há problema na sua utilização, se forem de origem biológica ainda melhor.
É uma forma de evitar o desperdício de alimentos.
A ideia surgiu num projeto social brasileiro - Mesa Brasil SESC, com a edição das brochuras "Livro de receitas: Boas formas para evitar o desperdício" em 2002 e "Receitas de aproveitamento integral dos alimentos" em 2003. A receita aparece também no livro "Cascas, Talos, Folhas e Outros Tesouros Nutricionais" de Alexandre Fernandes.
A consistência e sabor que as cascas de batata dão a estas pataniscas é semelhante ao uso da própria batata, com a vantagem de se poder numa refeição comer as batatas e noutra refeição as cascas das mesmas :D
A maionese de alho que acompanha as pataniscas pode ser usada para outro prato qualquer, é sugestão do chefe Henrique Sá Pessoa no seu ingrediente secreto e acompanhava a pita de peru.
Fiz assim...
PATANISCAS DE CASCAS DE BATATA COM MAIONESE DE ALHO
INGREDIENTES
Para as pataniscas:
2 punhados de cascas de batatas
2 ovos
280g de farinha de trigo
2 colheres (sopa) de salsa ou coentros picados
1 colher (chá) de fermento em pó
sal
pimenta
óleo para fritar
Para a maionese de alho:
sumo de 1 limão
1 colher (chá) de mostarda de dijon
2 dentes de alho
folhas de salsa
óleo q.b.
sal
pimenta
PREPARAÇÃO
Cozer as cascas de batata até ficarem macias em água e sal.
Quando cozidas, escorrer e triturar até ficar homogéneo.
Acrescentar os ovos e misturar.
Juntar a farinha, a salsa, o fermento, sal e pimenta e bater um pouco.
Aquecer o óleo e fritar às colheradas.
Virar a meio da fritura, retirar e escorrer sobre papel absorvente.
Para a maionese colocar no copo da varinha mágica os alhos, o sumo de limão, a mostarda, o ovo e a salsa.
Triturar tudo com a varinha mágica. Na velocidade mais baixa adicionar o óleo gradualmente. até levantar.
Juntar o sal e a pimenta e bater um pouco mais.
Acompanhar as pataniscas com uma salada verde, com ou sem arroz branco e com a maionese de alho.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Embora nos ingredientes se indique fermento, poderá omiti-lo, a massa ficará mais densa, mas poderá apreciá-la assim;
- Poderá preparar a massa das pataniscas na bimby, cozendo as cascas de batata, escorrendo, triturando com os ovos e a salsa e misturando os restantes ingredientes;
- Na maionese, para o alho perder a potência poderá cozê-lo previamente em leite;
- As pataniscas poderão ser acompanhadas com arroz de feijão caldoso.
Referências:
Alho,
Aproveitamentos,
Cascas de batata,
Fritos,
Maionese,
Thermomix - Bimby
sábado, 2 de janeiro de 2010
SAPATEIRA RECHEADA / PATÊ DE SAPATEIRA
Para uma entrada onde também há camarões cozidos ou al ajillo, um patê de sapateira combina muito bem, com mini-tostas a acompanhar e as pinças e patas partidas com o martelo.
Esta é a forma que gosto de rechear a sapateira, muitas outras formas há, com algumas variações de ingredientes e o facto de se levar ao forno a gratinar ou não. Como faço com algumas horas de antecedência, porque nestes dias especiais não há tempo a perder, mantenho o patê num recipiente fechado no frigorífico. Na altura de servir é só rechear a carapaça e levar à mesa, por isso não costumo gratinar.
Para escolher a sapateira, uso congelada já cozida e de tamanho médio, 600-800g ou grande, +800g.
Fiz assim...
SAPATEIRA RECHEADA / PATÊ DE SAPATEIRA

INGREDIENTES
1 sapateira (+/- 800g)
1 ovo cozido
2 colheres (sopa) de pickles (cenoura, couve-flor, pimento)
1 colher (chá) de mostarda de dijon
1 colher (chá) de ketchup
1 gota de picante (opcional)
1 colher (chá) de whisky
1dl de cerveja
1 colher (sopa) de pão ralado
4 colheres (sopa) de maionese
pimenta moída
PREPARAÇÃO
Descongelar a sapateira, da noite para o dia, dentro da própria embalagem.
Começar por retirar as patas e as pinças da sapateira, uma a uma, torcendo-as ligeiramente na base.
Abrir a região central da sapateira puxando de trás para a frente.
Da região central puxada, escolher as ovas cor de laranja. Reservar.
Do interior da carapaça escolher apenas as ovas e a parte carnuda branca. Reservar e eliminar tudo o resto.
Lavar a carapaça em água corrente, passando os dedos no interior para a limpar por completo de qualquer resíduo. Colocar a carapaça a escorrer.
Na taça do processador, liquidificador ou na picadora colocar as ovas, a carne branca, o ovo e os pickles. Picar. Ainda no processador ou já à mão, misturar a mostarda, o ketchup, o whisky e a cerveja. Envolver bem.
Juntar o pão ralado e a maionese. Misturar bem e manter no frigorífico.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Dependendo da quantidade desejada, podem-se fazer várias sapateiras ao mesmo tempo, multiplicando as quantidades dos ingredientes;
- Para fazer render um pouco mais o patê junta-se um pouco mais de cerveja e para não ficar muito líquido acrescenta-se mais 1 colher de pão ralado;
- Embora tenha colocado como opção o picante, não costumo usar;
- Se durante o período de rechear as sapateira ligar o forno por qualquer motivo, as carapaças podem secar um pouco mais no calor do forno desligado;
- Para gratinar, no fim de rechear a sapateira polvilhar com queijo ralado e levar ao grill quente do forno, apenas até dourar.
Esta é a forma que gosto de rechear a sapateira, muitas outras formas há, com algumas variações de ingredientes e o facto de se levar ao forno a gratinar ou não. Como faço com algumas horas de antecedência, porque nestes dias especiais não há tempo a perder, mantenho o patê num recipiente fechado no frigorífico. Na altura de servir é só rechear a carapaça e levar à mesa, por isso não costumo gratinar.
Para escolher a sapateira, uso congelada já cozida e de tamanho médio, 600-800g ou grande, +800g.
Fiz assim...
SAPATEIRA RECHEADA / PATÊ DE SAPATEIRA
INGREDIENTES
1 sapateira (+/- 800g)
1 ovo cozido
2 colheres (sopa) de pickles (cenoura, couve-flor, pimento)
1 colher (chá) de mostarda de dijon
1 colher (chá) de ketchup
1 gota de picante (opcional)
1 colher (chá) de whisky
1dl de cerveja
1 colher (sopa) de pão ralado
4 colheres (sopa) de maionese
pimenta moída
PREPARAÇÃO
Descongelar a sapateira, da noite para o dia, dentro da própria embalagem.
Começar por retirar as patas e as pinças da sapateira, uma a uma, torcendo-as ligeiramente na base.
Abrir a região central da sapateira puxando de trás para a frente.
Da região central puxada, escolher as ovas cor de laranja. Reservar.
Do interior da carapaça escolher apenas as ovas e a parte carnuda branca. Reservar e eliminar tudo o resto.
Lavar a carapaça em água corrente, passando os dedos no interior para a limpar por completo de qualquer resíduo. Colocar a carapaça a escorrer.
Na taça do processador, liquidificador ou na picadora colocar as ovas, a carne branca, o ovo e os pickles. Picar. Ainda no processador ou já à mão, misturar a mostarda, o ketchup, o whisky e a cerveja. Envolver bem.
Juntar o pão ralado e a maionese. Misturar bem e manter no frigorífico.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Dependendo da quantidade desejada, podem-se fazer várias sapateiras ao mesmo tempo, multiplicando as quantidades dos ingredientes;
- Para fazer render um pouco mais o patê junta-se um pouco mais de cerveja e para não ficar muito líquido acrescenta-se mais 1 colher de pão ralado;
- Embora tenha colocado como opção o picante, não costumo usar;
- Se durante o período de rechear as sapateira ligar o forno por qualquer motivo, as carapaças podem secar um pouco mais no calor do forno desligado;
- Para gratinar, no fim de rechear a sapateira polvilhar com queijo ralado e levar ao grill quente do forno, apenas até dourar.
Referências:
Cerveja,
Crustáceos,
Entradas - Antipasto,
Maionese,
Ovo,
Pão ralado,
Patê,
Picles,
Sapateira
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