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sábado, 17 de novembro de 2018

Os ajudantes do H (dica de Livro)




Aprender sobre inclusão

O respeito ao outro
compreender a diversidade
Para aprender com o outro
para se autoconhecer
no singular,
sendo todos nós, pluralidade.
Ser amigo, 
viver em união.
Na diferença se completar
se fazer irmão.
Conhecer as leis
Evitar o preconceito e o Bullying
Promover a cidadania
Onde todos somos iguais 
e diferentes nesse mundo.
E quando em nossas dificuldades
Todos temos uma limitação
Mas ao lado do outro
nos completamos 
E da nossa limitação
Nem lembramos mais.
.
Paula Belmino


Hoje lemos o livro do H de Adriana Maria Zabetta com ilustrações de Alice Tonobohn pela Editora Inverso


O livro chegou aqui bem na hora certa, afinal sempre temos falado e tratado o tema inclusão, cidadania, e respeito na escola.
O livro conta a história do H que se sentia triste e excluído de muitas atividades na escola. É narrado pela bruxinha Cueca, e por uma criança com deficiência física.
Os dois falam de direitos,das leis que garantem a inclusão desde a Declaração de Salamanca e trata de modo lúdico a maneira de enxergar e conviver com as diferenças.

As crianças ouviram a história, expliquei sobre as leis, algo que estamos sempre falando, mas que acima de tudo é o amor e a empatia quem nos faz melhores e aprender a respeitar o próximo.




Depois da leitura as crianças fizeram um texto dando suas opiniões sobre o tema e gravaram um vídeo recontando a história, expressando sentimentos e ideias de inclusão.

Veja e se inscrevam em  nosso canal no YouTube


sexta-feira, 23 de março de 2018

Quero Ler Meu Livro




Quero ler um livro
Quero ler e brincar

Desvendar os mistérios

alfabetizar.

Quero ler um livro
Sonhar e neles me aventurar
Escrever e expressar
Quero ler um livro
e outros leitores incentivar.
Criar laços
Incluir e as diferenças respeitar
Quero ler um livro
E outras formas de ler 

e o mundo recriar.

Paula Belmino

Poema inspirado no Livro : Quero ler meu livro de Koen Van Biesen pela Editora Pulo do Gato

O livro conta a história de um vizinho que tenta ler seu livro em paz, mas é atrapalhado sucessivas vezes por uma garotinha que faz barulho, ora joga bola,ora faz malabarismo



 ora toca, ora dança ballet



luta boxe, canta etc... 


O vizinho pede silêncio, insiste para que a menina se comporte e deixe que ele leia em paz, tudo em vão, afinal é quase impossível uma criança ficar por horas quietinha, até que ele toma uma decisão... O que será que acontece?


As crianças leram em duplas, trios, eles puderam observar a relação de imagens com o texto a se complementar como em duas casas separadas divididas por uma parede, no caso a costura do livro, que de um lado é o apartamento do vizinho e do outro da menina que emite sons por horas a fio. As crianças puderam brincar com esses sons , as onomatopéias, no recriar as cenas na imaginação. 
O livro traz algumas palavras repetidas o que foi bom para a formação do pequeno leitor ainda na hipótese silábica, assim liam de memória até poderem se apropriar e ler de forma convencional.
Falamos sobre a importância da leitura para a aprendizagem, pesquisa,estudo ou lazer.
Depois todos reescreveram de forma autônoma  a história com suas palavras e ilustraram. 


Com os lápis de cor CiS que ajudam na coordenação motora fina e para o aluno Luis é de suma importância esse recurso para poder realizar suas tarefas com respeito às suas particularidades. Ele é uma criança que adora ler e ouvir histórias. E chega em nossa sala para nos ensinar muito, os livros tem esse poder de incluir e abraçar, respeitando a todos em suas diferenças.

Vejam o livro sendo indicado pela Alice  e a prima Hadassa


Para saber mais do livro e comprar clica na imagem


Quero ler meu livro
texto: Koen Van Biesen
ilustrações: Koen Van Biesen
tradução: Cristiano Zwiesele do Amaral
44 páginas
22,5x24 cm
preço de capa: R$ 43,00
isbn 978-85-64974-88-3


quinta-feira, 8 de março de 2018

Dia Internacional da Mulher




Para toda mulher as flores, as cores, o amor.
Para toda mulher a formosura, a ternura, o valor.
Para toda mulher carinho, afeto e doçura.
Olhar cheio de encanto, alegria e sentimento.
Para toda mulher o reconhecimento.
Para toda mulher beleza, conforto, certeza
De que a vida é feita para ser feliz 
e de colorido se vestem os dias
Para anunciar que nas mulheres se encontram pureza,
força e delicadeza que irradia paz
Delas nascem na luta a história
A mão que embala e consola
E acalanta,transforma.
A mulher é berço e jardim
É coração que pulsa, é mola, é sonho e luta.
Mulher que ama e labuta,
Sente todas as dores para dar a luz
E se anuncia em forma da mais plena poesia
Nunca frágil,
Mulher sim, a mais forte das alegrias.


Paula Belmino


E participando da Blogagem coletiva Poetizando e  Filosofando do blog Filosofando na Vida  que acontece uma vez por semana , dessa vez uma homenagem às mulheres de luta, de garra, que resistem, e insistem pelos direitos iguais, respeito, valorização, deixo minha homenagem a todas mulheres
E já agradeço o troféu selinho e  carinho que a Lourdes sempre nos traz



Participe você também!

*Foto minha e da Alice por Alberanir Gomes


sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Frederica a Galinha do Pé Azul




Frederica nasceu com um pé azul e outro amarelo
diferente das outras galinhas de sua espécie
ela até gosta de seu pé azul
o que dói é sempre olharem pra ele atravessado
o que incomoda é como estão sempre apontando por chão
seu pé azul que causa distração.


Ela tem mais dois irmãos
Joia uma galinha vaidosa
e Heráclito um galo brigão
Eles também são diferentes
por que não?
Cada um tem suas particularidades
é importante a aceitação.
Joia e Heráclito logo arrumam um jeito de ajudar Frederica
pintar os pés dela de amarelo ouro
a pobrezinha de pé pro ar, se cansa
que confusão!
Não deu certo não!


A avó faz chás de girassol
coloca Frederica de molho no chá
o pé enruga 
mas todo azul vai continuar.


Levam então Frederica a uma especialista
recomendações, conselho
simpatia ecológica:
suas penas numa bananeira  enfiar
cortam as penas da pobrezinha e 
esperam o cacho de banana amadurecer
de amarelo só as bananas
o pé de Frederica sempre ali a azular.


 Até que um dia na escola chega uma professora
alguém que logo reconhece em Frederica sua condição especial
seu jeito singular
e com arte apresenta as cores primárias
que bom é ter cor por todo lugar!
E muda-se toda situação:
Frederica aprende a não mais se importar
os amigos a enxergam além de sua diferença
e Frederica aprendem a respeitar,
pois todos somos diferentes
é bom viver a diversidade
o modo de se expressar.
Não faz diferença o nosso modo de ser,
diferença existe pra nos completar.


Paula Belmino

Poema inspirado no livor de Maria Cininha: Frederica a galinha do pé azul pela editora Cosmos.
As crianças leram, releram, criaram seus fantoches com recorte e colagem, recriaram a história usando um teatro de fantoches e trabalhamos sobre aceitação, diversidade, respeito e muito mais.

Vejam mais:


Reescrita:



                                                                  Confecção dos fantoches




Assistam a apresentação





Saiba mais sobre a artista Maria Cininha essa amiga linda que pudemos abraçar



Maria Cininha é arte educadora e bacharel em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Mestre pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, onde desenvolveu pesquisa sobre criatividade e envelhecimento. Nasceu e vive na cidade de São Paulo. desenvolve trabalhos em recorte e colagem. Como a criação de personagens, entre eles, As Marias, figuras femininas, lúdicas que, com suas formas inusitadas, falam do cotidiano e do meio ambiente. Foi através das Marias que a escrita chegou à sua vida. Entrelaça delicadamente a imagem e o texto, de maneira que a união entre eles provoque no leitor a possibilidade de construir outras histórias.

Visitem o site

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Polícia Mirim









Polícia Mirim

Cidadania
Respeito à Pátria 
aos valores éticos
na promoção da infância.
Com objetivo de preparar para a autodisciplina
para as boas escolhas
Valorizando o desenvolvimento da criança.
Com ordem e decência
Saber ser amigo 
da natureza, da vida, do outro.
Companheirismo, solidariedade
e espírito de empoderamento
para ser exemplo.
Buscar a paz na sociedade
livrando os jovens do caminho do mal.
Polícia mirim:
Um projeto educativo social
que visa a promoção da vida, e do bem estar
oportunidade de aprendizagem
onde todos são tratados de forma igual.
Liberdade de escolhas
esporte, lazer,
estudo voltados para a boa educação
música, arte, meio ambiente e do saber viver.
A poesia do bom relacionamento
com todos para direitos e deveres obedecer.

Paula Belmino

E o grupo de Polícia Mirim fez bonito aqui na nossa cidade e nas cidades vizinhas seguindo a tradição do desfile cívico da independência.
As mais de 60 crianças participantes, entre elas minha Alice demonstraram garra e dedicação ao que foi aprendido durante os meses de preparo com os instrutores Vagner, Geonardo e Thiago.

Hino Nacional- Desfile cívico Lagoa Nova



Desfile na cidade de Currais Novos


E ainda na data de hoje se apresentaram na cidade de Equador/RN








Conheça  o Projeto:








Em princípio, a execução do Projeto Policiais Mirins  visa atender 60 crianças (homens e mulheres), na faixa etária de 10 á 15 anos, tendo o seu aumento gradativo a cada ano, nas mais diversas áreas do conhecimento humano, com uma carga horária de 950 horas/aula, correspondente a 03 (três) anos de duração para cada criança ou adolescente
Participante, com titulação conferida no final de cada ano cumprido, observando-se questões como disciplina, relações humanas, ética, cidadania e exemplo de vida.

Enfim, esse projeto busca proporcionar as crianças envolvidas nessa proposta, momentos de reflexão e aprendizagem, uma vez que se pretende também preparar, juntamente com a família, escola e sociedade, crianças e adolescentes na esfera social, permitindo que os mesmos possam ser integrados no meio ao qual estão inseridos, sem discriminações, limitações e exclusões relativas ao nível social em que se encontram, bem como prepará-los como agentes multiplicadores através do bom exemplo, na busca por uma qualidade de vida capaz de dar a todos os mesmos direitos e deveres.

Durante os três anos do programa, as crianças receberão instrução nas áreas sócio-educativas e culturais, como direitos humanos, cidadania e higiene pessoal, além de ações preventivas, técnicas para iniciação musical e artes cênicas. O esporte também faz parte do currículo do projeto, assim como ações de geração de renda como reciclagem de papel e confecção de instrumentos musicais. O acompanhamento do rendimento escolar do aluno será o ponto primordial, tendo em vista a realização de o referido projeto acontecer no contraturno, e o aluno estar sendo monitorado pela equipe escolar.

Fonte: 


quarta-feira, 28 de junho de 2017

Cadê a escola que estava aqui?






Um livro que inspira a curiosidade, esse é o: Cadê a escola que estava aqui? De Cesar Cardoso com ilustrações de Lúcia Brandão pela Editora Biruta nossa parceira aqui no blog.

Uma história contada em versos que falam de uma escola que sumiu de um dia para o outro. 
Os personagens? Uma menina e um menino, esse último vai pra escola quando de repente ela não está mais lá, e começa a aventura, procura em meio ao nevoeiro, passa por tempestades, e já só o menino andando sente fome, come o lanche quando encontra uma menina, também perdida a procurar pela escola. Os dois seguem caminho, subindo morro, atravessando riacho, quase de cabeça pra baixo, buscando por todo lugar. 
Aquela bela escola onde estará?


Iniciamos a sequencia didática sobre diversidade, e nada melhor que a escola para tratarmos sobre diferenças, respeito, combate ao bullying, que acontece principalmente nos corredores da escola.
Recebemos o livro da Editora Biruta no momento certo e nos serviu de muita alegria, as crianças adoraram viajar com o menino pela imaginação em busca da escola, e depois de ouvir e aprender a história as crianças produziram suas releituras, primeiro usando a escrita em versos, ou não.





E depois de escrever e lermos para a turma alguns dos textos reescritos por eles, as crianças puderam fazer a animação da história em 3 D usando cartolina e papel, desenhando eles mesmos, o cenário e os personagens para em casa recontar a história para os familiares.




E aliado sempre ao livro didático fizemos roda de conversa sobre inclusão, respeito ás diferenças, e durante essa semana fomos lendo sempre e interpretando, trabalhando a ortografia dentro do texto, com correções individuais, ou coletivas e um colega sempre ajudando o outro, como deve ser saber ser parceiro e solidário, usando ditados, cruzadinhas , e listas sobre como deve ser a escola de nosso sonho.


Os textos das crianças sobre a nossa escola me surpreenderam pois todas falam que amam ler, e que adoram a aula porque leio muito, e eles escrevem. Então nessa escola estou indo bem não é?








Assistam só a interação das crianças e se inscrevam no nosso canal


Para saber mais e comprar  o livro:



http://www.blogbirutagaivota.com.br/sem-categoria/cade-a-escola-que-estava-aqui/