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sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Você faz, eu faço também. (Dica de Livro)







Somos para o outro exemplo.
O outro, nosso espelho.
A quem amamos apreciamos,
no outro nos vemos.
e vemos nele, o que temos de bom em nós 
e o que não somos, no outro podemos nos completar.

Você faz, eu faço também?
Será?
É preciso saber ver no outro as qualidades, os defeitos, mas não se deixar levar pela primeira impressão, dar razão ao bom de cada pessoa, e saber respeitar as diferenças.
A quem admiramos devemos sempre imitar. Será?

Mas e se ele faz tudo podemos fazer?
É sobre encontrar-se e autoconhecer e saber apreciar as características de cada um que trata o livro de hoje que lemos na escola: Você faz, eu faço também de Marcelo Jucá com ilustrações de Vanessa Prezoto pela Editora e Livraria Bambolê
Na história um personagem divertido se apaixonado por uma raposa resolve imitar seu comportamento, tem nela o maior apreço, até que começa a fazer algo que ele mesmo percebe não ser certo, não ser bem o que quer ser ou fazer.
Repleta de animais a fábula nos traz uma lição nas entrelinhas, devemos sim imitar o que é bom, fazer o que é certo e ser referência sem deixar jamais de ser como somos, autênticos e de atitudes próprias.
Após lermos o livro e conversarmos sobre nossas atitudes e como as pessoas nos enxergam, o que aprendemos com o outro e o que podemos copiar, ou seguir de exemplo as crianças compreenderam bem saber respeitar as diferenças, fazer aquilo que você acha certo e não o que o outro faz, ou quer que você faça.
Depois foi a vez de cada um criar seus "Funzines" usando recorte e colagem, desenhos e escrevendo sobre o que é bom imitar no comportamento das pessoas como por ex: Ler , escrever poesia, brincar, ajudar o outro, respeitar, cuidar do meio ambiente.










O livro Você faz, eu faço também acaba de receber o prêmio Selo Cátedra Cátedra Unesco de Leitura da PUC do Rio de Janeiro 2018


para comprar o livro:


sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Frederica a Galinha do Pé Azul




Frederica nasceu com um pé azul e outro amarelo
diferente das outras galinhas de sua espécie
ela até gosta de seu pé azul
o que dói é sempre olharem pra ele atravessado
o que incomoda é como estão sempre apontando por chão
seu pé azul que causa distração.


Ela tem mais dois irmãos
Joia uma galinha vaidosa
e Heráclito um galo brigão
Eles também são diferentes
por que não?
Cada um tem suas particularidades
é importante a aceitação.
Joia e Heráclito logo arrumam um jeito de ajudar Frederica
pintar os pés dela de amarelo ouro
a pobrezinha de pé pro ar, se cansa
que confusão!
Não deu certo não!


A avó faz chás de girassol
coloca Frederica de molho no chá
o pé enruga 
mas todo azul vai continuar.


Levam então Frederica a uma especialista
recomendações, conselho
simpatia ecológica:
suas penas numa bananeira  enfiar
cortam as penas da pobrezinha e 
esperam o cacho de banana amadurecer
de amarelo só as bananas
o pé de Frederica sempre ali a azular.


 Até que um dia na escola chega uma professora
alguém que logo reconhece em Frederica sua condição especial
seu jeito singular
e com arte apresenta as cores primárias
que bom é ter cor por todo lugar!
E muda-se toda situação:
Frederica aprende a não mais se importar
os amigos a enxergam além de sua diferença
e Frederica aprendem a respeitar,
pois todos somos diferentes
é bom viver a diversidade
o modo de se expressar.
Não faz diferença o nosso modo de ser,
diferença existe pra nos completar.


Paula Belmino

Poema inspirado no livor de Maria Cininha: Frederica a galinha do pé azul pela editora Cosmos.
As crianças leram, releram, criaram seus fantoches com recorte e colagem, recriaram a história usando um teatro de fantoches e trabalhamos sobre aceitação, diversidade, respeito e muito mais.

Vejam mais:


Reescrita:



                                                                  Confecção dos fantoches




Assistam a apresentação





Saiba mais sobre a artista Maria Cininha essa amiga linda que pudemos abraçar



Maria Cininha é arte educadora e bacharel em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Mestre pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, onde desenvolveu pesquisa sobre criatividade e envelhecimento. Nasceu e vive na cidade de São Paulo. desenvolve trabalhos em recorte e colagem. Como a criação de personagens, entre eles, As Marias, figuras femininas, lúdicas que, com suas formas inusitadas, falam do cotidiano e do meio ambiente. Foi através das Marias que a escrita chegou à sua vida. Entrelaça delicadamente a imagem e o texto, de maneira que a união entre eles provoque no leitor a possibilidade de construir outras histórias.

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