Escrever, escrever
registrar num diário
sonhos, desejos , anseios
contar uma história
o mundo todo escrito e inventado.
Um amigo pra desabafar
e de repente sonhar se tornar escritora
com uma história legal
aclamada pelos leitores
lápis e papel na mão
melhor um caderno e caneta
Até um computador novinho
entrar em cena.
O livro que ninguém vai ler de Sylvia Orthof pela Editora Rovelle conta a história de uma adolescente que sonha ser escritora, ela ganha um computador e vai começar a escrever os relatos diários, uma espécie de diário, só ai numa dessas horas em que escreve deixa derramar refrigerante no teclado e esse começa a dar ares de vida própria assumindo por vezes a escrita.Parecia mesmo enfeitiçado!
O livro trata sobre o incentivo à escrita, as novas tecnologias, com palavras bem do meio virtual levando a gente a refletir sobre como as novas mudanças do mundo das redes sociais tem atrapalhado a escrita formal, e até a comunicação , o que deveria ser uma melhora, uma vez que agora temos mais motivos para escrever, registrar como os blogs que são diários também.
Na escrita do livro dessa adolescente Laura a história se passa em torno de Betina e Gilda, duas adolescentes que são apaixonadas por Flávio, um garoto de 15 anos que mora em Petrópolis. Betina e Gilda não são verdadeiras amigas, elas se aturam, se suportam para assim sonhar com Flávio que será disputado numa festa de debutantes e nela 15 pares dançarão a valsa, a festa de Gilda, e ela só chamou Betina por causa de sua mãe, afinal quem dançará com Flávio?
A história vai se desenrolando sempre com o teclado reinventando, mudando os capítulos e a história, como se duas pessoas escrevessem. Uma boa maneira de incentivar a criatividade e prender o leitor na história. Valorizando leitura e escrita!
Uma história que poderia até ser o conto de fadas de Betina e Flávio, se não houvesse Gilda e um teclado que muda tudo tudo!
Para comprar o livro:
https://www.livrariacultura.com.br/p/livros/infantil/literatura/o-livro-que-ninguem-vai-ler-42861906