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terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Em meio ao paraíso








Andar por campos abertos
Em meio ao paraíso
Voar sem asas
De alma leve 
Feito brisa
Fluir e sonhar.

Percorrer o caminho da sorte
Do amor e do bem
Nos braços da poesia viajar
Jardins coloridos
Flores abertas a esperar
E a cada vereda que se entre
O amor em versos  florear.

Nada mais é preciso na vida
Que pão e poesia
Natureza e sensibilidade para enxergar
Das páginas dos livros a oferta sublime
Um sopro de luz
Que nos transporta de lugar
Para sermos para sempre estrela e flor
Vento e pôr do sol
Vida que verte serenidade e alegria
Por onde passar.


Paula Belmino


Hoje visitamos a Biblioteca Sérgio Buarque de Holanda em São Paulo e nos encantamos, morar para sempre ali nos livros, nas aventuras se perder e se achar, em piadas, contos de fadas, ser princesa, mocinha ou vilã.
Ficamos ali a ver tudo, com a alma pulsando sem poder se conter, queríamos ler todos, pegar tudo, sentir o cheiro dos livros antigos, e descobrir as novidades.
 De estante em estante, no tapete, nas mesas, nas cestas milhares de livros a nos hipnotizar. Quando achamos Manoel de Barros suspiramos... Oh quem dera ficar ali para sempre!
Alice leu, brincou, se encantou, eu li para ela, mostrei as riquezas quase esquecidas de autores nobres de nossa literatura como Tatiana Belinky, Alvares de azevedo, Mário Quintana, e ainda lemos Ruth Rocha, Eva Furnari, Roseana Murray, e pedimos à bibliotecária que procurasse no arquivo se havia obra de Eloí Bocheco, ela não conhecia e claro aproveitamos para falar da beleza que é o escrito dessa autora que repertoria o imaginário popular, guarda a sete chaves em seus livros, as brincadeiras e cantigas, as lendas e a  arte de ser criança. 
Falamos um pouco de nosso trabalho com o blog e a literatura e ficamos ali quase perdidas entre tantos livros nos quais queríamos morar, a alma achar.
Por fim saímos quase levitando e com a certeza de que voltaremos a ler e brincar, a sonhar. E que para sempre essa memória afetiva será guardada no nosso coração.
Bom mesmo é ser livre em meio à poesia!











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sábado, 13 de junho de 2015

Poesia no Guardanapo (blogagem coletiva)





Eu me Chamo Antônio, sim este é o título de um livro que é mais arte de sobra do que muitas folhas escritas, ou pensando melhor: nego sim,  me engano, quando digo muitas folhas escritas peco em observar apenas a quantidade, já que o livro é excelente em qualidade, e brinca com as palavras, nos trocadilhos, na arte de letras abertas, sinuosas, como se fosse escritas num muro nas grandes metrópoles, um rascunho de guardanapo, um rabisco de papel, um brincar de fazer poesia e tornar-se totalmente poético.
O livro Eu me chamo Antônio do escritor Pedro Gabriel pela editora Intríseca natural da África filho de pai Russo e mãe brasileira chegou ao Brasil aos 13 anos e  não sabia escrever português como precisava começou a prestar bem nas palavras e se tornou um artista, um criador de palavras, um inventor de trocadilhos, um poeta cheio de sentimentos e criações que se sucedem de suas próprias vivências, além disso o Antônio já era sucesso no facebook muito antes de se tornar livro, e só asism foi procurado pela editora, mais uma vez ressaltado aqui o poder das redes sociais para o lado bom das coisas.
O livro nos encantou, não só a mim ,mas também a Alice e a minha mãe quinta-feira  passada,quando o encontramos na livraria da cidade vizinha ao darmos um passeio em família.E assim como o autor que criou grandes versos e frases em guardanapos, nós na padaria num momento para o café nos deliciamos com grande afeto pelos escritos do livro.



Quanta arte e verdade em pequenas frases que dizem tudo.Aproveito então para fazer esta blogagem coletiva  "Leitura da Vez"  promovida pela Ana do Blog Lado de Fora do Coração e pela Tina e indicar aos amigos leitores poesia, arte e paixão. O livro  aqui citado vale a pena para quem sabe ler além das palavras, além dos grandes versos, sabe ler a alma e o coração.
Essa é nossa inspiração esses dias e o livro virou nosso livro de bolso, adoro me ler nas entrelinhas dele.

Algumas imagens do livro do autor só pra deixar um gostinho de quero mais:

fique


No livro ainda há um guardanapo em branco para voc~e escrever, criar, brincar... Vamos ver se consigo né?

Para Saber mais:

EM SUA PRIMEIRA APARIÇÃO EM UM LIVRO, Antônio revelou seu universo romântico expresso em guardanapos cheios de poesia e sensibilidade. Do balcão do bar, ele observa as idas e vindas do mundo enquanto procura a sua grande paixão. Além de permanecer por mais de trinta semanas na lista de mais vendidos da revista Veja, a turnê de autógrafos do livro Eu me chamo Antônio passou por nove cidades onde reuniu mais de 4.000 fãs.

 Leiam um trecho no site:
http://www.intrinseca.com.br/eumechamoantonio/o-livro.html

O livro Eu Me Chamo Antônio encontramos na papelaria "A Mina de Ouro" loja de departamento escolar e muita variedades de livros que podem ser encontrados e encantados . A Mina de Ouro se localiza á Rua João Pessoa, 68 em Currais Novos -RN