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sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

ADVENTO



Sempre assim:
um fantasma sorrateiro
descobre-me na escuridão
e me assombra
nua em pelo.

Ainda quando se pensa
vívida a liberdade,
o fantasma aprisiona-me o corpo,
 a alma e o coração...
 - e não há mais paz!

É certo, todas as noites de dezembro,
alma errante vaga em sonho,
até mesmo acordada,
prisioneira desse amor fantasma.

E de mansinho desperta
Para, no calendário,
à hora marcada,
anunciar esse amor em advento.


Paula Belmino



Imagem linda de Nice Lopes Ilustradora nesse calendário

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Amor Indolente




                                           Como quem espera com paciência
dentro de si guarda veemente
o amor de juventude
e serena pressente todos os dias
reminiscências de um tempo nunca ido
como quem anseia sua volta.
Na carne as marcas,
as cicatrizes enrugadas
de um amor desesperado
urgente e impetuoso,
a  viver latente,
guardado a sete chaves
no coração onde a voz já se perdeu.
Vive ali remoendo o passado
num amor latente
um amor feroz
no silêncio que dói.
Na cerne o sentimento surreal
é razão de toda inspiração
é sua poesia,
o hálito da vida que se debulha dia a dia.
E quando a saudade é tamanha
se conta as pérolas na alma,
a graça do amor selado
a viver encoberto na multidão
de sentimentos dolosos.
Vez ou outra corrompe-se
o coração  pulsa
salta nos versos de amor
e grita a saudade
que tu lês agora.

Paula Belmino



Este poema encontra-se na página do Recanto das Letras


terça-feira, 19 de setembro de 2017

Espanto


Vivo de assombros...

Qualquer barulho lá fora
me chama cá dentro.
O murmúrio do vento,
a chuva tocando a janela,
A voz do sentimento!

Dentro de mim sou puro som,

Um canto em meu silêncio.
Minha alma vive à espreita

Grita dentro de mim

acoado,
o tempo!


Ao sopro de uma tempestade

raios e trovões

me trazem espanto,

Assombração!

Dentro de mim

a alma entoa

o canto de uma sereia,

a chamar o amor,
Àquele primeiro,
Escondido no oceano
por receio de amar,
o medo!


Paula Belmino

Esse poema está no livro: A poesia que mora em minha alma. E é participação do Prêmio Miau produzido artesanalmente pela empresa Costelas Felinas
Amei!!!


quinta-feira, 29 de junho de 2017

Devoção


E amei-te, tanto, tanto
que o coração permaneceu imaturo
sufocado de um sentimento
que não o deixava respirar.

Amei-te ainda, quando nem eras
e no meu sonho, ainda informe
projetado entre as câmaras do céu
amei-te face imaculada,  ainda nu.

Amei-te com zelo
à ferro e fogo, pelas estradas da alma
amei-te sofregamente
como a estrangular o peito.

Amei-te em segredos
à luz da noite, no suor da pele
à fina flor, em lágrimas, amei-te
 no mais profundo do ser, o mais terno amor.

E quando enfim resolvi deixar  de amar-te
_Basta! É o fim!
Percebi  que o fim era o início,
nunca morreria o imenso amor dentro de mim.

Paula Belmino


Alice usa Dedeka

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Eu só quero amor





Eu só quero um amor
quero apenas quem me queira bem
que alegre meu sorriso 
hoje vazio distante de alguém.

Eu só quero amor de verdade
desses que causa dor
de tanto amar, a gente se encontrar no outro
e nunca mais se sentir só.

Eu só quero um xodó
pra cuidar noite e dia
beijos, abraços, ternamente enlaçados
um amor que caiba na minha poesia!


Paula Belmino

Nossa poesia foi inspirada na canção do Rei do baião Luiz Gonzaga com a composição de Dominguinhos: Eu só quero um xodó, pois por aqui é impossível não ouvir,  já que Alice acorda, pula da cama, nem toma café já vai ensaiar sua flautinha. Ela está tendo aulas de flauta doce e está apaixonada. 
Faz menos de 2 meses e já tem nos encantado, Mãe coruja sabe como é!

Ouçam e aproveitem e se inscrevam no nosso canal no youtube




Alice e Everton foram fotografados Por Chagas Lima

domingo, 7 de maio de 2017

Sob o véu




Por trás do fino véu enluarado
um encontro vertiginoso, 
um encontro de amor
sob o véu enevoado.

Uma paixão imortal
o desejo que não cessa
toda vida a pensar no ser amado
a se transportar além da terra.

Uma vertigem
ruptura da realidade,
Apenas um sonho 
Sob o véu da eternidade.

Sob esse manto sagrado
amar sem nenhum obstáculo.
É só dormir, sonhar
fiar abraços,tecer insanidades.

Encoberto de pó de estrela,
No véu do sonho, tocar as mãos,
a alma sentir no íntimo,
o ápice do prazer, propiciação.

Sob o manto sagrado 
não se pode desvirginar o tempo,
as estações desabrochadas ,
as muitas noites e manhãs.

E ao se desfazer o sonho
a alma amarga solidão,
Enleva-se ao mistério
e a boca implora
o beijo com gosto de hortelã.

Paula Belmino


quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Apenas Hoje



Hoje, só hoje
esqueço a tristeza
A solidão.A tua falta.

Voo na imaginação
e volto a amar sem medo.
A me deliciar em teus beijos.
Hoje eu sorrio escancarado
E da saudade não faço drama
Piso certeira olhando para frente
Não volto atrás.
Hoje, apenas hoje, eu recrio a paixão dentro de mim
Faço da alegria tamborim
E canto canções que desvirginem a alma pura
Em notas de formosura e alegria plena.
Há de ouvir, quem passar em minha porta melodias de imensa felicidade, as lembranças tuas em mim, doce amizade.

Hoje não chorarei as tardes que vivi a te esperar

Não ficarei inerte à espreita de um amor que já não vem
Hoje , apenas hoje, beberei o hálito da vida plena,
E não sofrerei mais com esse sentimento teu incompleto
Destinado ao fim.
Mas, depois que a noite se for, volto a morrer de amor 
Porque só se vive esquecida do amor real um dia, apenas um dia, 

minúsculo e breve espaço de tempo, 
e em plena agonia logo se retrai o coração.
Hoje eu tento esquecer teus beijos

Amanhã é outro dia amor, 
Voltarei a te amar como sempre foi, desde então.


Paula Belmino

terça-feira, 9 de agosto de 2016

De Tudo que a alma é






Sou dos mares 
a mais aconchegante sensação
A vida a desfiar-se em conchas
Pequenas pérolas 
Mar em agitação.
A brisa a soprar no rosto
Dos ventos a renovação
Que trás a mudança
Sementes a caírem no chão
E transformam-se em mudas 
Flores que brotam em perfeição.
Sou do tempo os minutos contados
Cada segundo roubado
Cada instante sagrado
Desde o canto do galo
Aos grilos no jardim a criquilar a noite toda
Numa melancolia que causa dó
Sou o mais pequeno raio de sol.
Sou do tempo a morna ânsia de deter
Esvaindo-se no horizonte ao dia nascer
E retornando em esperança esse tempo de guardar.
Sou a viva fé de nunca falhar.
Sou o silêncio que grita
E emudece o que fere, sobrando em lágrimas
Choro estampado que diz em versos tristes 
o quanto se poderia amar.
Silêncio e ais
Ambivalências que sente e retrai
Amor, saudade, dor e paixão
Sou solitário coração.
Memória que guarda resquícios de um beijo
Abraços intermináveis que curaram uma alma
Hoje longe de quem a ama leve e fugaz.
Depois de você
São lembranças de um amor remoto que nunca se esvai.

Paula Belmino

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Sonhos de papel



Vão se desembrulhando os sonhos
Presentes desde uma infância
Guardados na mente
Volta e meia retornam em forma de bolhas de sabão
Outras vezes são bonecas, carrinhos, pião
Sonhos de uma ciranda
Do passar anel
Do pular amarelinha
Das gargalhadas eternas por nada
A esmo.
Vão desfolhando-se as lembranças
O primeiro amor, o primeiro beijo
A insensatez, a paixão ingênua, o acreditar em castelos
E um príncipe a resgatar a princesa sem coroa da torre
Um amor adolescente, curioso
Querendo descobrir o mundo.
Vão desencadeando ideias, as lágrimas de um amor atroz
As várias vezes que se machucou ainda moça
A tolice e as noites mal dormidas
O desfiar sentimentos perdidos num carrossel
Vai se tornando poesia, versos melancólicos
Algumas vezes rimas pobres de um amor vivido
Ora platônico, ora mal resolvido
Vão se tornando resquícios de uma vida inteira
E na flor aberta em ferida
Vazios e solicitudes
Grandes percas, lutas e vitórias
E tudo vai se misturando
No desabrochar de uma poesia cheia de história
Pra contar o que sobeja na memória.


Paula Belmino

Alice usa Cattai

sábado, 31 de outubro de 2015

Louco Amor



Ah! a loucura de te amar como eu amo
O tempo não é capaz de minar
Sem remédio algum
Sem solução
Ironia do destino eu por ti me apaixonar
E vão os dias definhando
Ainda assim há dentro de mim esse amor fugaz
Que arrepia a pele, que emudece a voz
E faz o coração bater mais forte a chamar teu nome.
Ah! essa doidice de amar assim em sonhos
E guardar-te em redoma nu
os versos e as palavras que minha mente produz
Soam ao vento a gritar por ti 
Lá onde não meus olhos não te alcançam
Nem minha boca pode saciar a sede de um beijo teu
Ainda assim a alma sente com intensidade
O cheiro, o sabor, a maciez
O som de tua voz ao meu ouvido dizendo que eras meu.
Ah! quão ilusório é amar assim
Platonismo, doença , inconsequência, 
droga de amor que não deixa paz.
Prefiro mesmo assim amar-te loucamente 

e nessa fantasia soluçar meus ais
Lágrimas de saudade e a insônia ficam comigo
E quando durmo posso sonhar que nunca mais te vais.


Paula Belmino



Foto da Alice por JULIE FREITAS FOTOGRAFIA

domingo, 6 de setembro de 2015

Entorpecência



Há dias em que me recolho no véu escondido do silêncio , onde as lembranças flutuam em meu corpo e voam de minha mente. 
São dias de paz comigo mesma, uma penumbra parecida solidão, um refúgio de ondas de coisas vãs. 
Gosto de ficar assim inebriada em muitas recordações, saboreando a infância, o doce descobrir a vida, as brincadeiras , o sol das manhãs...
Vou enveredando entre sonhos, e nem sei mais distinguir se sonho dormindo ou acordada, e nessa alucinação alguns deles são tão reais em meus olhos cansados que se vai escoando minh' alma... Adormeço ansiando um tempo passado, outras vezes a sensação de entorpecência faz o coração bater insensível...O medo do futuro ou o desejo de que algo roube a serenidade de meus olhos.
Quero vibrar e correr solta pelos campos, quero sentir um grande amor pulsar, revolto-me na insensatez vivida, desejo ardentemente me reencontrar. 
Há dias de puro saudosismo, uma vã melancolia, uma saudade etérea a envolver meu corpo inerte no sofá. 
Prefiro ainda assim sonhar, a viver uma realidade dura e fria que me faça acordar.

Paula Belmino

sábado, 29 de agosto de 2015

Antecipação


Antes que eu me vá deixe que sobeje em mim versos de amor e que a paixão me tome pela mão e guiando-me me leve um sussurro de vida, vida essa que eu nunca vivi, mas sonhei o tempo todo fazendo ventos de noites acordadas num turbilhão de ternuras endereçadas, que sem destino algum  foram e retomaram ao lugar de sempre e ficaram aqui em mim solitárias e quase perdidas.


Antes que eu feneça,deixa que eu construa pontes que me levem ao reino distante atravessando esse mar que a nado nunca pude chegar, que vá avante entre terras desconhecidas, à procura do amor de minha vida, do qual nunca deixei de sonhar.Posto que é inalcançável, proibido, maculado e irreconhecível.


Antes que o dia escureça deixa que o brilho de meus olhos iluminem o caminho e se faça prodígio essa busca desse amar que se tornou tristonho, pois voou feito pássaro ferido e por lá ficou .Deixa que encontre nesses versos inacabados o beijo demorado que meu peio em segredo guardou por tanto tempo. Que volte ao ninho em noite fria e seja acalentado pelo canto de meus braços e na paz de meu regaço abrigue-se nas asas do cuidado e da paixão.


Antes que eu me vá me chame, diz meu nome ao longe  e como chuva inunda minha alma de verdade e retira essa melancolia. Logo é finda a esperança e eu ainda  menina troco um mundo inteiro por um anjo alado a me salvar. Me beija, me ama, me faz princesa, dou a você meu respirar.Vem ligeiro, logo chega a noite, o dia esmaeceu.Vem antes que eu me vá.

Paula Belmino


Nossa poesia cheia de amor e romance tal como a nova coleção da Lecimar Malhas linha Plus Size que traz o estilo cool com estampas etnicas e um colorido aquarelado com formas abstratas transmitindo serenidade e frescor. Os tecidos confortáveis e com elve transparência são ótimos para os dias mais quentes nessa antecipação de primavera.
Um luxo!
As fotos foram realizadas na Pousada Chalés dos Cajueiros, um lugar paradísiaco e romântico onde mora  a paz e o desejo de se enamorar ,e a natureza entorna os sentimentos e a vontade de viver a realidade a dois.

conheça e visite 

http://www.chalesdoscajueiros.com.br/


sexta-feira, 10 de julho de 2015

Uma Palavra



Palavras, palavras
Sentimentos
Pensamentos , os mais diversos
Os sons do coração.
E para participar da blogagem coletiva iniciada pela Tina e  Emilly escolho a palavra "PAIXÃO"


Paixão pela vida, 
um desdobramento de força que vem de dentro do ser 
para vencer obstáculos e lutas diárias.

Paixão pelas crianças , 
pelo sorriso largo e solto, 
pela pureza da vida e a doçura da infância.

Paixão pelo trabalho 
Por tudo que se realiza colocando força e empenho,
dedicação ao extremo.
Paixão pelas palavras
Pelos livros, 
Pelos anjos palavras que desatinam dentro da mente e vai nos tecendo
Nos fazendo
Nos escrevendo no grande livro do mundo.

Paixão enlouquecida em tudo que se sente
Um amor desvairado , louco obcecado.
Razão pela qual a gente vence.
Tudo que é feito com paixão é decente, quente, fervente
Entorpecente e nem sempre doente.
Paixão é a mola que me impulsiona aos sonhos, aos escritos e registros deste meu coração apaixonado e transparente.

Paula Belmino

Tudo que rege em mim é paixão e amor e a minha doce inspiração é minha Alice que é uma criança muito amorosa e carinhosa, sorridente e simpática que me enche de paixãoa  cada dia.

Alice usa Elian

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Um encontro com o mar...



Hoje precisei estár a sós... Para pensar, para aliviar a alma, para refletir a vida, para ter paz, para revigorar os olhos, a vista, o coração, para chorar um mar e beijá-lo.
Hoje precisei ver o mar e sentir a brisa frsca tocar meu rosto, e os cabelos...
Precisei do mar.Para aflorar alegria, e matar a saudade de um tempo bom.
Como me faz bem o mar.






Paula Belmino

sábado, 30 de novembro de 2013

Capítulos de um amor


Procurando resquícios do tempo, alienada num sentimento que nunca mudou, a gente vai vivendo em frangalhos tentando abandonar as lembranças que nunca se apagam, lembranças  que ficaram gravadas em nós.
Se busca encontrar um meio termo, uma explicação pra esse amor indolente que teima em viver dentro do peito, mesmo quando o tempo passou.

Folheando-se as  páginas da vida e  folhas da memória tentando achar uma virgula na história, para parecer  que nada mudou.Mas, o sonho voou, o sentimento ficou latente, pra um dos personagens deste sonho de amor, para quem sofre de saudade, nada, simplesmente nada nunca mudou.
Encontra-se aqui nas páginas amareladas do tempo, pois lá dentro, bem dentro do coração ferido de saudades a paixão nunca se foi.Só ali,  nos capítulos que se vê escondidos se encontram escritos, as memórias de um sentimento que nunca findou.
Entre poesias, livros dessa história o anjo que outrora era mocinho ou bandido, menino e príncipe só nos versos ficou.O tempo pra ele mudou. Ainda que a imagem continue igual, semideus natural, belo e singular, o anjo que  velou prazeres  em noites que ninguém viveu ou imaginou.Só em sonhos, pois já passou tantos anos e resolveu acordar.Voou, mudou, encontrou outro amor.Está lá, lindo, másculo, encantado, arrancando das gentes o aplauso, e quem terá sido o autor?
 Quem arrancara partes deste livro sagrado, desse romance imaculado, dessa história cheia de ardor? Pois para ele a vida continua lá fora, realidade virou. Para a amante, coitada, vive amargurada, escrava de um rio que se banhou.  Continua presa nos escritos, nos resquícios de um  livro, queimando nas chamas de uma paixão doente. Vive compadecidamente  um lindo sonho de amor.
Amor platônico, latente e insano, que inflama quando se pensa, lembrando dos anos que apenas amou...
Loucamente sonha e chama seu nome em pensamento, como se nada tivesse mudado lá dentro dela, mesmo que as rugas e as linhas do tempo provem que não é mais a bela, consta que o tempo passou. Ainda assim teima em  encontrar respostas e iludida  acredita que a beleza que cerca seu anjo são anos a fio de suas lágrimas de amor. Vive ele no céu da poesia e no coração de quem não pode gritar, só lágrimas alimentam sua alma e é por isso que a cada dia mais belo há de ficar.
A amante tristonha e sozinha, apenas lamenta, canta seu triste penar. Escreve linhas com sangue, suor e puros sentimentos para  que,quem sabe um dia, complete-se o livro de uma loucura que viveu, e sonha como que, tal como as pedras se encontram , também possa encontrar quem um dia foi seu.
Ali ela voltaria a ser a rainha, com lindos olhos, pele suave e beijo de mel, e o fim da história deste amor que não se explica seria o céu.Corpo a corpo acasalados, alma na alma intrínsecas e presas sem correntes, seriam dois seres completos, e o livro por certo seria um amor colossal. Um capítulo que não teve começo nem final. Uma história escrita no universo onde dois corações viveriam para serem amantes imortais.

Paula Belmino

domingo, 22 de novembro de 2009

Saudade e Amor misturados




Encontro de Amor

Pingos de chuva
Gotas de amor
Cheiro de saudade no ar
Flores de uma paixão
Pensamento a dançar
São lembranças de uma vida
É saudade a se revelar
Gotas de esperança
Segredos a desvendar
Encontro de almas amantes
Que anseiam se beijar
Sob os pingos da chuva
Sob o céu á beira do mar
Caídos em flores de paixão ardente
Eternizando a poesia do amar
Que seus corpos cantam felizes
Apaixonados velados pelo luar


Paula Belmino
**Fotos minhas feitas há 4 anos atrás, magrinha aiaiaiiaia rsrsr