Houve um tempo em que eu como aluna das séries iniciais e até do ensino médio achava a matemática um bicho de sete cabeças, o que ainda o é para muitas pessoas e crianças, e até adultos, mas foi lendo, estudando, inventando aulas lúdicas por meio da poesia que percebi e conclui: é preciso ensinar a gostar de matemática com jogos, brincadeiras, participação ativa com material concreto e uso da poesia. Sim a Poesia e a literatura em geral ajuda as crianças a ler e a perceber que a matemática está em tudo, no raciocínio, no resolver conflitos, no dividir um brinquedo, no contar o tempo, e os dias de vir à escola, ou em compartilhar uma fatia de bolo e desejar feliz aniversário a um amigo. Tudo se resume à matemática, tempo, receitas, dados de documentos, idade, tamanho de nossa roupa e calçado, telefone, placas de carro, ruas etc.. Em tudo a matemática está presente. Para compreender a matemática é preciso saber muito mais que apenas a tabuada decorada e saber somar ou subtrais, mas ler, interpretar, pensar, e escolher as estratégias e regras da matemática para resolver problemas e equações. E para sair do nível das operações concretas para o estágio das operações formais quando a criança consegue raciocinar e relacionar conceitos e realiza ações mentalmente e não apenas manipulando objetos, para isso a leitura traz sua contribuição fazendo a criança aprender a pensar, definir seus conceitos, internalizar, assimilar,a comodar e assim gerir seu conhecimento construindo de forma significativa.A literatura nos oferece caminhos para a compreensão da história dos números, de como chegamos a resolver problemas, como por exemplo na obra de Monteiro Lobato no livro: Aritmética da Emilia onde todos os capítulos passam pelos conceitos e história dos algarismos , compreender as regras e os vocábulos da matemática.
Esse ano estou com uma turma de 3º ano novamente, eles chegam amedrontados, achando tudo difícil, ontem ouvi de um aluno que estava com saudade do 2º ano, e que bem que a sua professora antiga tinha avisado que seria mais difícil o terceiro ano, e refletindo me coloquei no lugar dessa criança e de tantas outras , o que pude já na primeira semana avaliar, que não desenvolveram habilidades e competências para a alfabetização tanto em língua portuguesa , assim como em matemática, e como os direitos de aprendizagem para o 3º ano são outros é preciso correr contra o tempo, já que eles deveriam ter saído do 2º ano alfabetizados, o que não ocorreu em cerca de 40¢ da turma. Agora é correr contra o tempo e tentar levar aulas mais dinâmicas, onde eles fantasiem, experimentem, brinquem e se apropriem do abstrato usando o lúdico, o raciocínio lógico por meio de situações reais e imaginária, com uso de texto que assim também possam contribuir para a leitura ea interpretação entre tantos outras habilidades e competências necessárias para o ano em curso.
Assim refletindo sobre a prática e de acordo com o diagnóstico inicial, iniciamos o estudo da origem dos números, e com uma aula de matemática contextualizada com literatura.
As crianças puderam conhecer um pouco do mundo de Monteiro Lobato com o livro: Aritmética da Emília.
Li o 1° e o 2° capítulo para eles e puderam perceber e compreender o sistema de numeração romano a história dos números, algarismos Romanos e indo- arábicos como são usados no mundo atual é antigamente, a importância da posição dos números já usando subtração e adição, além de toda contextualização com a história dos Romanos, forma de registro de quantidade
As crianças puderam usar a sequência dos números e diferenciar algarismos romanos dos indo arábicos, eles ilustraram seus numerais e puderam assim analisar a importância da matemática em tudo que fazemos , assim como a leitura é fundamental para compreender todas as áreas do conhecimento.
Pudemos assim encenar e demonstrar a posição dos algarismos romanos assim como os seus valores como fez Visconde para explicar a Emília e Pedrinho.
Ler vai além de decodificação , mas a analisar, contextualizar, refletir, interagir, compreender, assimilar, e construir assim seus próprios conceitos e conhecimento de forma simples mas significativa para aprender matemática, que muitos ainda não o entendem como por meio da experiência, do lúdico e da poesia vive-se a matemática para a vida.
O que aprendi com isso?
Que é preciso usar-se da fantasia, do imaginário e de todas as ferramentas que tragam prazer em aprender, livros, natureza, espaços, objetos e o contato com o corpo e com o outro. E se atingi em todos a aprendizagem? Para o objetivo e minha expectativa foram além, pois mais que compreender e criar conceitos, queria que as crianças pudessem achar caminhos para construir o saber e em cada um avalio a boa aprendizagem, uns mais, outros menos, uns com ênfase na escrita, outros na expressão, alguns no raciocínio, outros ainda precisam de ajuda e apoio no grupos produtivos,sio seguindo durante todo ano letivo para que ao terminar o terceiro ano, possam muito mais que saber definir conceitos matemáticos ou realizar cálculo, mas amar a matemática assim como a própria vida e para a vida ter na matemática uma aliada e não um bicho de sete cabeças.
O vídeo completo com a interação das crianças em nosso canal no YouTube. Se inscrevam lá.
Esse ano estou com uma turma de 3º ano novamente, eles chegam amedrontados, achando tudo difícil, ontem ouvi de um aluno que estava com saudade do 2º ano, e que bem que a sua professora antiga tinha avisado que seria mais difícil o terceiro ano, e refletindo me coloquei no lugar dessa criança e de tantas outras , o que pude já na primeira semana avaliar, que não desenvolveram habilidades e competências para a alfabetização tanto em língua portuguesa , assim como em matemática, e como os direitos de aprendizagem para o 3º ano são outros é preciso correr contra o tempo, já que eles deveriam ter saído do 2º ano alfabetizados, o que não ocorreu em cerca de 40¢ da turma. Agora é correr contra o tempo e tentar levar aulas mais dinâmicas, onde eles fantasiem, experimentem, brinquem e se apropriem do abstrato usando o lúdico, o raciocínio lógico por meio de situações reais e imaginária, com uso de texto que assim também possam contribuir para a leitura ea interpretação entre tantos outras habilidades e competências necessárias para o ano em curso.
Assim refletindo sobre a prática e de acordo com o diagnóstico inicial, iniciamos o estudo da origem dos números, e com uma aula de matemática contextualizada com literatura.
As crianças puderam conhecer um pouco do mundo de Monteiro Lobato com o livro: Aritmética da Emília.
Li o 1° e o 2° capítulo para eles e puderam perceber e compreender o sistema de numeração romano a história dos números, algarismos Romanos e indo- arábicos como são usados no mundo atual é antigamente, a importância da posição dos números já usando subtração e adição, além de toda contextualização com a história dos Romanos, forma de registro de quantidade
As crianças puderam usar a sequência dos números e diferenciar algarismos romanos dos indo arábicos, eles ilustraram seus numerais e puderam assim analisar a importância da matemática em tudo que fazemos , assim como a leitura é fundamental para compreender todas as áreas do conhecimento.
Pudemos assim encenar e demonstrar a posição dos algarismos romanos assim como os seus valores como fez Visconde para explicar a Emília e Pedrinho.
Ler vai além de decodificação , mas a analisar, contextualizar, refletir, interagir, compreender, assimilar, e construir assim seus próprios conceitos e conhecimento de forma simples mas significativa para aprender matemática, que muitos ainda não o entendem como por meio da experiência, do lúdico e da poesia vive-se a matemática para a vida.
O que aprendi com isso?
Que é preciso usar-se da fantasia, do imaginário e de todas as ferramentas que tragam prazer em aprender, livros, natureza, espaços, objetos e o contato com o corpo e com o outro. E se atingi em todos a aprendizagem? Para o objetivo e minha expectativa foram além, pois mais que compreender e criar conceitos, queria que as crianças pudessem achar caminhos para construir o saber e em cada um avalio a boa aprendizagem, uns mais, outros menos, uns com ênfase na escrita, outros na expressão, alguns no raciocínio, outros ainda precisam de ajuda e apoio no grupos produtivos,sio seguindo durante todo ano letivo para que ao terminar o terceiro ano, possam muito mais que saber definir conceitos matemáticos ou realizar cálculo, mas amar a matemática assim como a própria vida e para a vida ter na matemática uma aliada e não um bicho de sete cabeças.
O vídeo completo com a interação das crianças em nosso canal no YouTube. Se inscrevam lá.
E na sequencia usamos o outro livro da Eloí Bocheco Pela editora Cuca Fresca para sequencia numérica e continuação do trabalho com os numerais, sempre relacionando, algarismo Romanos, e indo arábicos para compreensão do valor, da posição, usando a subtração e a adição, com exemplos reais e imaginativos
Cada criança ficou com um número e assim aprendeu o poema, recitou, usamos a sequencia aliando a ordem dos números em algarismos romanos e egípcios.
O tempo foi corrido por isso não tenho muitas fotos, mas o vídeo: