Mostrando postagens com marcador nutrição. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador nutrição. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Cadê o fubá? (Dica de Livro)



Quem não gosta de ser amado, e bem cuidado?
Comemorar a vida com os amigos? conversar, colocar o papo em dia?
A história de hoje tem de tudo um pouco, fala de uma mãe cuidadosa, de uma amiga prestativa e dedicada, aberta a conversa e a agradar quem está ao seu lado. A cordialidade do dia a dia que nos gestos simples marca a vida de alguém, como ser bem recebido, ser convidada para um chá da tarde sem ter data especial, mas pelo simples fato de ter uma companhia para conversar, e declarar amizade 



Recebemos da Editora InVerso nossa parceira alguns livros lindos que já nos encantaram por aqui e entre eles: Cadê o fubá? de Silviane Scliar com ilustrações de Oscar  Reinstein , que conta a história de Josefina, uma galinha que adora preparar quitutes para festejar a vida com seus familiares e amigos.



Josefina mora numa casa amarela, rodeada de pomar, e flores sempre à vista também em sua janela, aberta ao sol e aos amigos.
Josefina é casada com o galo Jacó e tem um filho , o pintinho sapeca e alegre.
Josefina está com saudades do seu marido que está viajando e  resolve fazer um chá com bolo de fubá para suas amigas, mas ao chegar na cozinha encontra todos os ingredientes, menos o fubá, que o pintinho tinha devorado escondido.



E agora o que fazer: as amigas já estão chegando, como fazer um bolo de fubá sem o principal ingrediente? Podia Josefina até ir comprar outro, mas eis que surge um problema de repente.

Com texto todo em poesia, com rimas e muito humor, o livro desperta nas crianças o gosto pela leitura, e faz com que ela antecipe as informações através das rimas. Os textos rimados ajudam também a criança ao ler memorizar com facilidade, mais uma oportunidade para desenvolver o gosto pela leitura e alfabetizar.

Alice amou a história , lemos juntas deitadas e abraçadas e depois fomos pra cozinha onde ela resenha a história e prepara o bolo por conta própria dando a receita, outra maneira de vivenciar a poesia real, na cozinha construindo conceitos, oralizando, compreendendo as medidas, e interpretando nas entrelinhas o sentido da história de fazer o bem, ser amigo, ter o prazer de convidar amigos para vivenciar um momento.
No final da história ainda vem a sugestão de trabalhar a receita e fazer um chá da tarde com o amigos, mas como estávamos ansiosas fizemos tudo sem preparo, sem antecipação não foi possível encontrar as amigas, pois estavam na escola, ela ainda foi de casa em casa convidar, mas os amigos não estavam, mesmo assim depois levou bolo mais tarde para os primos experimentarem.



Ela também quis mudar a receita, pesquisou outras na internet para aprender mais e lá na que leu vinha a medida de duas xícaras de açúcar, e na do livor 1 xícara, reduzimos para uma medida, ao invés de manteiga usou óleo, e o leite usou em pó e no vídeo explica por que. Dessa vez ao invés do fubá, quase quem sumia era o leite (risos)
No final deu tudo certo , o bolo dela sem ajuda ficou uma delícia , só não cresceu tanto, pois não usamos fermento, e sim só a farinha, e foi aprendizado para ela perceber a importância das medidas, do fermento para massas mais pesadas , enfim, um livro com grandes ensinamentos e uma história muito divertida 



O livro Cadê o Fubá? além de incentivar a leitura faz aproximar a família , leva a criança a aprender além de ler, pesquisar fazer receita, ir pra cozinha despertando o gosto pelo hábito de criar pratos saudáveis , além de ensinar conceitos matemáticos com experimentação e criação, e muitos outros motivos para ler e interagir com essa história.


Vejam ela se expressando , resenhando e dando a receita do bolo:



Para saber mais do livro curta a página do livro no facebook aqui

e no site da editora adquira

https://editorainverso.com.br/livros/infantil/cade-o-fuba/



segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Dia Mundial do Pão




Todo dia bem cedinho
o forno quente espalha
o cheiro de pão pelo ar.
Pão de todos os tipos
pra fome saciar.
A gente come antes com o olfato
e enche os olhos de desejo
quer de pão se alimentar.
Pão e café quente
ou o leite pra molhar.
Pão na chapa com pingado
Pão com frios pra se deliciar
pão doce, pão francês,
a gosto do freguês.
Todo dia bem cedinho
a gente vai na padaria
escolher o pão da vez.
Bendito seja o pão 
que alimenta e sacia.
Multiplica Senhor em cada mesa
o nosso pão de cada dia!


Paula Belmino





História do pão



O primeiro registro do pão fermentado data de, aproximadamente, 4 mil anos a.C., quando os egípcios, realizaram a fermentação de uma massa de trigo. O pão era o alimento do povo. Os egípcios amassavam o pão com os pés, utilizando espécies de trigo de qualidade inferior. O trigo de qualidade superior estava reservado para os ricos.
Foram os romanos que espalharam o consumo do pão pela Europa. Era costume fazer-se uma cruz na massa do pão e rezar para que ele crescesse bastante, o que originou um corte que ainda se vê nos pães de hoje. Até à Idade Média o número de pães era uma medida de pagamento.
Para os cristãos o pão é um alimento sagrado: um símbolo do corpo de Deus, da vida e de partilha.



segunda-feira, 17 de julho de 2017

Alimentação saudável e Qualidade de Vida



Frutas, legumes
verduras com vitaminas
saúde, vitalidade
força das hortaliças.

Pra crescer saudável
pra manter o equilíbrio
pra garantir inteligência
e viver tranquilo.

Sem sobrepeso
sem doenças desse século
diabetes, pressão alta
colesterol e obesidade.

Alimentação natural
deixando pra lá industrializados
ser mais verde, 
plantar uma horta com produtos orgânicos 
viver o natural.

Reaproveitar cascas e sementes
saber o que faz bem à gente
Esse é o nosso projeto
Alimentação consciente

Para além da escola 
ter qualidade de vida
com muita riqueza que vem da terra
saber por à mesa uma refeição colorida.


Paula Belmino




E assim iniciamos nosso projeto Alimentação saudável e qualidade de vida, com a justificativa d eque as crianças da escola estão com quadros de desnutrição e muitas nunca provaram alimentos saudáveis, e se alimentam de muitos produtos industrializados. Para isso usamos o lúdico, o vivenciar, o experimentar,  já que com crianças é mais fácil conquistar com a cor, com  a imaginação. Nos apropriamos de contos, poesia e cordel para alimentar a alma e a barriga das crianças e tivemos êxito, pois as crianças puderam experimentar novas frutas e hortaliças que  tinham resistência.

 Com o livro Meu amigo Paladar de José de Castro e Antonio Francisco pela Editora Comunique  com belas ilustrações de Rodrigo Brum, iniciamos a tarefa de conquistar pelo paladar e outros sentidos como o olfato e tato, a fim de que as crianças pudesse conhecer novos sabores, despertando a curiosidade, sem nunca sair de nossa meta de aprender com significado.
Nossa aula com salada de frutas rendeu uma sequencia didática, de começar de onde os alimentos vem, o que desperdiçamos, o que pudemos reaproveitar nas cascas como por exemplo: As cascas do abacaxi para um suco, as cascas de banana para um bolo, levando em conta a preocupação com o meio ambiente, e o descarte, o lixo orgânico que pode gerar adubo de qualidade para um plantio de uma horta ou ajudar nas árvores e plantas do jardim enriquecendo o solo.



As crianças trouxeram algumas frutas e trabalhamos o gênero receita, o passo a passo da receita foi feita em sala de aula e eles anotaram, aprendendo assim que poesia e receita andam juntos, e que a escrita tem uma função seja de informar, divertir, ensinar.
Além de escrita de receitas, trabalhamos a leitura de gráficos e tabelas criados com as crianças sobre qual fruta veio mais, a preferida das crianças, dobro, dezena , e algumas situações problemas envolvendo adição e  subtração.


Outra receita citada no livro: Meu amigo Paladar que eleva a culinária potiguar e nordestina  foi o feijão verde, que as crianças puderam experimentar com bastante cheiro verde



Na área de geografia e ciências  as crianças puderam observar as partes da planta, o solo e o clima que podem influenciar na sobrevivência das espécies, quais delas precisam de mais água e mais ou menos sol, tudo com ajuda do conteúdo do livro didático que é uma boa ferramenta de estudo e leitura em sala de aula.


Além disso pudemos pesquisar os nutrientes de hortaliças como couve, repolho, e legumes usados na sala de aula para receitas como salada e caldos, tudo com experimentação, passo a passo e escrita das receitas para a confecção do caderno que intitulamos: Qual a receita da sua poesia? com arte da capa de Maria Cininha e suas Marias, obra essa que as crianças já conheciam desde o projeto Água e vida, e que puderam interferir ilustrando o cenário com muitas frutas e verde.

Trabalhamos ainda poesias de vários autores como, Sérgio Caparelli que recitei na abertura do projeto  o poema : A semana inteira e tive apoio de todas as crianças da escola num coro só envolvendo, com entonação e ritmo, e som e brincadeira, pois a palavra alimenta e surpreende, encanta e transforma.


Outros pemas usados foram os de Eloí Bocheco, tais como Ou Ou, que as crianças aprenderam e brincaram e pesquisaram os benefícios dos alimentos citados no poema  como o mel, sempre retomando os conceitos atitudinais de preservação da vida, como é o caso da manutenção das espécies de abelhas tão necessárias para a floração e preservação da natureza.

As crianças também produziram seus poemas e ilustraram os da autora, e claro depois teve sarau poético




Assistam:


E ainda teve aula passeio , com vista à horta conhecendo hortaliças que só sabiam o nome, e ainda provar em saladas enriquecendo à hora da merenda



Não esquecemos a arte de Tarsila do Amaral que já estávamos trabalhando com matemática e as formas geométricas e desa vez a releitura da obra: O vendedor de frutas, fazendo a  releitura com as crianças encenando e desenhando também.


Ainda teve muitas outras atividades, se fosse colocar aqui nem caberia, mas conto no próximo post sobre a hora de leitura com livros lindos como:
 A repolheira de Claudia Nina pela Aletria
O maior nabo do mundo de Celso Sisto também pela Aletria, 
Esses dois postarei como dica de livros.
Aguardem!!!

Paula Belmino








segunda-feira, 10 de julho de 2017

Pizza de que?



Cheirinho de massa
de pizza no ar,
 O forno à lenha,
 uma gostosa pizza vai assar.

De mussarela ou manjericão
com borda de catupiry.
Pizza doce ou salgada
Quem quiser pode se servir!

Amassa a farinha,
estica sem parar,
rodopia a massa pizzaiolo
pra bem macia ficar!

No recheio põe carne seca,
quatro queijos  e molho
berinjela e orégano,
Romeu e Julieta ao gosto!

Pizza boa de farinha
ovos, fermento e vegetal
com borda bem recheada
Pizza assim nunca provei igual!


Paula Belmino

E aqui na nossa cidade pizza boa tem lugar
Pizzaria Galvão, ambiente confortável, com bom atendimento e deliciosos pratos e pizzas.