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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019
Abecedário Poético de Frutas. Roseana Murray
Hoje teve poesia das frutas na escola
Trabalhamos com a turma de 2º ano do Fundamental e é necessário ainda mais ler para as crianças, que estão em processo de alfabetização, para que estas se desenvolvam plenamente em suas competências e habilidades.
A partir da leitura do livro Abecedário Poético de Frutas de Roseana Murray as crianças puderam ler com ajuda, desenvolver a leitura fluente e sendo mediadas a compreender o abstrato nas vivências de sua realidade, enriquecendo o vocabulário conhecendo palavras novas e seus significados além de nomes de outras frutas diferentes da nossa cultura, como sapoti, oiti, caqui etc...
Pude assim diagnosticar a hipótese silábica de cada um que veio ler um poema de fruta diferente, bem como observar os que se negam, ou por timidez ou por ainda não saberem ler.
A leitura foi feita com o microfone para que eles pudessem ouvir bem sua própria voz, e na leitura com voz alta desenvolver a fluência e saber se expressar, assim como oralizar em público.
As crianças trouxeram frutas para juntos fazermos uma salada e uma história matemática, já trabalhando quantidade, tamanho, formas geométricas, e resolução de problemas envolvendo adição.
De acordo com as frutas que as crianças traziam fizemos uma lista, e deixei que elas escrevessem como sabem, depois coloquei no quadro os nomes das frutas com ajuda deles para contar e de acordo com a contagem fizemos um gráfico de barras, sendo sempre instigados a pensarem e responder:
Qual fruta tem mais?
Qual fruta tem menos?
Quantas ao todo?
Ainda resolveram alguns problemas envolvendo as frutas e pintaram as barras do gráfico de acordo com as cores das frutas.
Em Artes conhecemos a obra O vendedor de Frutas de Tarsila do Amaral, eles puderam analisar o que viam, de onde vem o homem, como, o que carrega no barco? E ilustraram de acordo com o que observavam.
Daremos continuidade a esta obra na próxima semana
Por fim saboreamos uma deliciosa salada com as frutas
Um pouco de nossa leitura
domingo, 6 de maio de 2018
A menina que contava (Dica de Livro)
Conto os sonhos, conto tudo,
desde a hora do sol nascer
ao último segundo do sol se pôr.
Conto avelocidade do vento
trazendo uma folha na calçada,
E a quantidade de chuva pra fazer germinar a flor.
Quanto tempo precisa para nascer
No homem o espírito de cuidar bem do planeta?
Conto a altura do som do canto do galo
a me acordar
e o som dos pássaros que me fazem dormir.
Quantos são?
Quem canta primeiro?
E quem canta por último?
Gosto de contar o que sinto...
Quanto amor cabe num abraço?
O que ganho ao distribuir generosidade?
Quantos amigos num sorriso cabem?
Conto as borboletas e os bichinhos do chão,
Conto as estrelas, e as voltas de um avião.
Conto os dias e as noites para aprender
E guardo sem perca de tempo, os afetos.
Amizade eu multiplico,
Com amigos, os problemas subtraem-se.
Para viver bem a vida,
Divido valores
E o amor infinito
nas suas múltiplas
formas.
Paula Belmino
Hoje é o Dia Nacional da Matemática depois de um Decreto de Lei em 2013, sendo a escolha da data uma homenagem ao matemático, escritor e educador brasileiro Júlio César de Mello e Souza, mais conhecido como Malba Tahan.
Matemática é uma ciência exata que por muito tempo foi bicho de sete cabeças e ainda amedronta muita gente, pois em épocas remotas na escola se aprendia de forma tradicional sem nenhum material concreto ou com aulas lúdicas, mas na base da decoreba o contar e a tabuada, entre outros conceitos matemáticos todos ensinados de forma rudimentar, onde o aluno só podia dar a resposta ou aprender da forma que o professor ensinasse.
Hoje a metologia e a didática para o ensino da matemática é criativa e incentiva os alunos a perceber que a matemática faz parte da nossa vida em tudo que vamos fazer e que pensando, brincando, criando, comparado, aprendemos o uso dos números para a vida em fórmulas e situações problemas de trato real e dinâmico, assim como procedimentos para usar as operações e resolver cálculos.
Hoje trago uma dica de livro que recebemos da Editora Paulinas que dá para trabalhar matemática dentro da literatura, com poesia e leitura pois é impossível compreender de forma autônoma uma situação problema se a criança não souber ler ou interpretar.
A dica é:
A menina que contava de Fábio Monteiro com ilustrações de André Neves.
Alga nasceu diferente das outras crianças...
Onde olhava via números, desde pequenininha qualquer coisa
era motivo pra contar, numerar, quantificar, classificar.
Sua mãe lhe deu um casaco e ela passava horas contando os
botões de cima para baixo na ordem crescente e decrescente, ficava ordenando os
botões em suas casas.
Alga contava desde os seus brinquedos, contava estrelas,
e imaginava quantos anos-luz levava para ir até elas, era uma menina que
adorava cálculos astronômicos, sem ao menos entender o quanto a matemática e a
física era presente em sua vida.
Alga contava os brinquedos, o tempo, da volta que dava de
bicicleta, e imaginava de quanto tempo era preciso, em minutos e horas para se
chegar ao fim do mundo?Ela inventava maneiras de calcular usando objetos e
respondia à sua maneira todos os cálculos.
Alga na escola adorava os desafios e era a número 1 em
questões de raciocínio lógico, compreendia as propriedades e as operações,
ganhava em dobro se divertindo com os números.
Alga contava tudo nuvens, sonhos, letras, amigos, e multiplicava
esses últimos e só perdia nas competições, pois abria mão de ser a melhor para
ter os amigos sempre perto, ajudando, afinal amizade é incalculável.
Um dia Alga sofreu um acidente, o tempo para ser
socorrida parecia que não chegava, e Alga ali pensava em número de ossos de seu
corpo, qual deles havia fraturado na sua dor pensar nos números fazia Alga
aguentar o socorro chegar.
Já recuperada precisou contar todo acontecido aos amigos,
ponto por ponto, nos mínimos detalhes.
Alga contava, recontava e sua vida seguiu assim tendo a
matemática e os números como seus melhores amigos.
O fim da história é surpreendente e não posso contar
aqui, mas vale uma nota alta, um valor incontável o fim, ou melhor, o recomeço
da história de Alga.
Um livro lindo que com certeza estará presente sempre nas minhas aulas e no ensino da matemática de forma lúdica e sem pressão para as crianças aprender criando, lendo, pensando, fazendo estimativas, tocando, com uso dos livros de literatura aliando ao conhecimento formal e científico, sempre ajusto às aulas o uso da poesia e da ludicidade para as crianças aprender desde as operações às formas geométricas, e o uso de material concreto que desafiem as crianças a aprender conceitos e procedimentos no uso da matemática para a vida.
sexta-feira, 2 de março de 2018
Matemática com Poesia: Adeus Bicho de Sete Cabeças
Houve um tempo em que eu como aluna das séries iniciais e até do ensino médio achava a matemática um bicho de sete cabeças, o que ainda o é para muitas pessoas e crianças, e até adultos, mas foi lendo, estudando, inventando aulas lúdicas por meio da poesia que percebi e conclui: é preciso ensinar a gostar de matemática com jogos, brincadeiras, participação ativa com material concreto e uso da poesia. Sim a Poesia e a literatura em geral ajuda as crianças a ler e a perceber que a matemática está em tudo, no raciocínio, no resolver conflitos, no dividir um brinquedo, no contar o tempo, e os dias de vir à escola, ou em compartilhar uma fatia de bolo e desejar feliz aniversário a um amigo. Tudo se resume à matemática, tempo, receitas, dados de documentos, idade, tamanho de nossa roupa e calçado, telefone, placas de carro, ruas etc.. Em tudo a matemática está presente. Para compreender a matemática é preciso saber muito mais que apenas a tabuada decorada e saber somar ou subtrais, mas ler, interpretar, pensar, e escolher as estratégias e regras da matemática para resolver problemas e equações. E para sair do nível das operações concretas para o estágio das operações formais quando a criança consegue raciocinar e relacionar conceitos e realiza ações mentalmente e não apenas manipulando objetos, para isso a leitura traz sua contribuição fazendo a criança aprender a pensar, definir seus conceitos, internalizar, assimilar,a comodar e assim gerir seu conhecimento construindo de forma significativa.A literatura nos oferece caminhos para a compreensão da história dos números, de como chegamos a resolver problemas, como por exemplo na obra de Monteiro Lobato no livro: Aritmética da Emilia onde todos os capítulos passam pelos conceitos e história dos algarismos , compreender as regras e os vocábulos da matemática.
Esse ano estou com uma turma de 3º ano novamente, eles chegam amedrontados, achando tudo difícil, ontem ouvi de um aluno que estava com saudade do 2º ano, e que bem que a sua professora antiga tinha avisado que seria mais difícil o terceiro ano, e refletindo me coloquei no lugar dessa criança e de tantas outras , o que pude já na primeira semana avaliar, que não desenvolveram habilidades e competências para a alfabetização tanto em língua portuguesa , assim como em matemática, e como os direitos de aprendizagem para o 3º ano são outros é preciso correr contra o tempo, já que eles deveriam ter saído do 2º ano alfabetizados, o que não ocorreu em cerca de 40¢ da turma. Agora é correr contra o tempo e tentar levar aulas mais dinâmicas, onde eles fantasiem, experimentem, brinquem e se apropriem do abstrato usando o lúdico, o raciocínio lógico por meio de situações reais e imaginária, com uso de texto que assim também possam contribuir para a leitura ea interpretação entre tantos outras habilidades e competências necessárias para o ano em curso.
Assim refletindo sobre a prática e de acordo com o diagnóstico inicial, iniciamos o estudo da origem dos números, e com uma aula de matemática contextualizada com literatura.
As crianças puderam conhecer um pouco do mundo de Monteiro Lobato com o livro: Aritmética da Emília.
Li o 1° e o 2° capítulo para eles e puderam perceber e compreender o sistema de numeração romano a história dos números, algarismos Romanos e indo- arábicos como são usados no mundo atual é antigamente, a importância da posição dos números já usando subtração e adição, além de toda contextualização com a história dos Romanos, forma de registro de quantidade
As crianças puderam usar a sequência dos números e diferenciar algarismos romanos dos indo arábicos, eles ilustraram seus numerais e puderam assim analisar a importância da matemática em tudo que fazemos , assim como a leitura é fundamental para compreender todas as áreas do conhecimento.
Pudemos assim encenar e demonstrar a posição dos algarismos romanos assim como os seus valores como fez Visconde para explicar a Emília e Pedrinho.
Ler vai além de decodificação , mas a analisar, contextualizar, refletir, interagir, compreender, assimilar, e construir assim seus próprios conceitos e conhecimento de forma simples mas significativa para aprender matemática, que muitos ainda não o entendem como por meio da experiência, do lúdico e da poesia vive-se a matemática para a vida.
O que aprendi com isso?
Que é preciso usar-se da fantasia, do imaginário e de todas as ferramentas que tragam prazer em aprender, livros, natureza, espaços, objetos e o contato com o corpo e com o outro. E se atingi em todos a aprendizagem? Para o objetivo e minha expectativa foram além, pois mais que compreender e criar conceitos, queria que as crianças pudessem achar caminhos para construir o saber e em cada um avalio a boa aprendizagem, uns mais, outros menos, uns com ênfase na escrita, outros na expressão, alguns no raciocínio, outros ainda precisam de ajuda e apoio no grupos produtivos,sio seguindo durante todo ano letivo para que ao terminar o terceiro ano, possam muito mais que saber definir conceitos matemáticos ou realizar cálculo, mas amar a matemática assim como a própria vida e para a vida ter na matemática uma aliada e não um bicho de sete cabeças.
O vídeo completo com a interação das crianças em nosso canal no YouTube. Se inscrevam lá.
Esse ano estou com uma turma de 3º ano novamente, eles chegam amedrontados, achando tudo difícil, ontem ouvi de um aluno que estava com saudade do 2º ano, e que bem que a sua professora antiga tinha avisado que seria mais difícil o terceiro ano, e refletindo me coloquei no lugar dessa criança e de tantas outras , o que pude já na primeira semana avaliar, que não desenvolveram habilidades e competências para a alfabetização tanto em língua portuguesa , assim como em matemática, e como os direitos de aprendizagem para o 3º ano são outros é preciso correr contra o tempo, já que eles deveriam ter saído do 2º ano alfabetizados, o que não ocorreu em cerca de 40¢ da turma. Agora é correr contra o tempo e tentar levar aulas mais dinâmicas, onde eles fantasiem, experimentem, brinquem e se apropriem do abstrato usando o lúdico, o raciocínio lógico por meio de situações reais e imaginária, com uso de texto que assim também possam contribuir para a leitura ea interpretação entre tantos outras habilidades e competências necessárias para o ano em curso.
Assim refletindo sobre a prática e de acordo com o diagnóstico inicial, iniciamos o estudo da origem dos números, e com uma aula de matemática contextualizada com literatura.
As crianças puderam conhecer um pouco do mundo de Monteiro Lobato com o livro: Aritmética da Emília.
Li o 1° e o 2° capítulo para eles e puderam perceber e compreender o sistema de numeração romano a história dos números, algarismos Romanos e indo- arábicos como são usados no mundo atual é antigamente, a importância da posição dos números já usando subtração e adição, além de toda contextualização com a história dos Romanos, forma de registro de quantidade
As crianças puderam usar a sequência dos números e diferenciar algarismos romanos dos indo arábicos, eles ilustraram seus numerais e puderam assim analisar a importância da matemática em tudo que fazemos , assim como a leitura é fundamental para compreender todas as áreas do conhecimento.
Pudemos assim encenar e demonstrar a posição dos algarismos romanos assim como os seus valores como fez Visconde para explicar a Emília e Pedrinho.
Ler vai além de decodificação , mas a analisar, contextualizar, refletir, interagir, compreender, assimilar, e construir assim seus próprios conceitos e conhecimento de forma simples mas significativa para aprender matemática, que muitos ainda não o entendem como por meio da experiência, do lúdico e da poesia vive-se a matemática para a vida.
O que aprendi com isso?
Que é preciso usar-se da fantasia, do imaginário e de todas as ferramentas que tragam prazer em aprender, livros, natureza, espaços, objetos e o contato com o corpo e com o outro. E se atingi em todos a aprendizagem? Para o objetivo e minha expectativa foram além, pois mais que compreender e criar conceitos, queria que as crianças pudessem achar caminhos para construir o saber e em cada um avalio a boa aprendizagem, uns mais, outros menos, uns com ênfase na escrita, outros na expressão, alguns no raciocínio, outros ainda precisam de ajuda e apoio no grupos produtivos,sio seguindo durante todo ano letivo para que ao terminar o terceiro ano, possam muito mais que saber definir conceitos matemáticos ou realizar cálculo, mas amar a matemática assim como a própria vida e para a vida ter na matemática uma aliada e não um bicho de sete cabeças.
O vídeo completo com a interação das crianças em nosso canal no YouTube. Se inscrevam lá.
E na sequencia usamos o outro livro da Eloí Bocheco Pela editora Cuca Fresca para sequencia numérica e continuação do trabalho com os numerais, sempre relacionando, algarismo Romanos, e indo arábicos para compreensão do valor, da posição, usando a subtração e a adição, com exemplos reais e imaginativos
Cada criança ficou com um número e assim aprendeu o poema, recitou, usamos a sequencia aliando a ordem dos números em algarismos romanos e egípcios.
O tempo foi corrido por isso não tenho muitas fotos, mas o vídeo:
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terça-feira, 1 de novembro de 2016
Vamos apostar corrida? (dica de livro)
Receita de puro prazer
Com aprovação certa e que gera fruto
Doce, criança, leitura
Brincadeira
Aprender conceitos lógicos matemáticos na experimentação
Raciocinar e calcular com o concreto
Fazer estimativas e aprender conceitos e medidas de massa
Seus instrumentos
Diferenciar medidas de capacidade e ou de tempo
Analisar datas de validade nos rótulos, ler com precisão
Aprender gêneros textuais instrucionais
Ler para saber produzir, para se divertir
Ler para conhecer,
Para saber escrever, para formular reflexões.
Ler por prazer e com objetivos claros
Receita perfeita
Aprendizagem significativa partindo da realidade
E elaborado conceitos , atitudes e procedimentos
Para saber de verdade!
Paula Belmino
Inspirada no livro: Vamos apostar corrida de Henrique De Almeida Barbosa Do Vale, com ilustrações de Vanessa Prezoto pela Editora Bambolê
As crianças ouviram a história de um casal que sem filhos tinham a casa repleta de brinquedos e coisas que lembrem a infância. A velhinha adorava fazer doces gostosos e certo dia faz um pé de moleque usando rapadura, leite condensado e amendoim. A senhora faz doces e um bonequinho doce com camisa e tudo. O doce feito e esfriando espera um saci que por ali passa e come todos os doces , menos o moleque de amendoim, mas prega uma peça; com seu pó de fazer magia dá vida ao molequinho doce, que corre sempre desafiando os bichos a lhe alcançar. Uma aventura cheia de suspense!
As crianças amaram a correria e a brincadeira e pra fecharmos a história fizemos brigadeiro de colher usando leite em pó, leite condensado e chocolate em pó.
As crianças iam lendo os rótulos , observando a quantidade, e assim fazendo estimativas sobre quanto se precisaria de leite pra chegar a 1 kg por exemplo, quanto seria necessário de leite condensado para meio quilograma, se um pacote de leite tem 200 gramas, quantos pacotes de leite seriam necessário para chegar a 1000 gramas?
As crianças iam lendo os rótulos , observando a quantidade, e assim fazendo estimativas sobre quanto se precisaria de leite pra chegar a 1 kg por exemplo, quanto seria necessário de leite condensado para meio quilograma, se um pacote de leite tem 200 gramas, quantos pacotes de leite seriam necessário para chegar a 1000 gramas?
Trabalhamos assim medida de massa, unidades de medidas, instrumentos, etc... Elas mesmo iam registrando a receita no caderno, as quantidades, fazendo seus cálculos e puderam introduzir a matemática de forma prática e deliciosa.
Ainda pudemos fazer interações com o livro em sua interpretação, no intuito de incentivar a escrita autônoma
Depois de escreverem a receita todos experimentaram e se lambuzaram.
Aula divertida e lúdica!
Para casa ficou atividades de pesquisa com produtos que são comprados por peso, nome, marca, quantidade, preço,numa forma de aproximar escola e família.
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Assim encerramos o mês da criança com incentivo de aprender brincando e experimentando sempre.
Para saber mais do livro?
Nessa divertida versão do clássico conto infantil "Gingerbread man" (o homem biscoito), Henrique Vale une a história do esperto menino biscoito ao nosso folclore. Mas será que a esperteza desse biscoito cheio de vida resistirá a uma onça faminta?
Autor (texto): Henrique Vale
Autor (ilustrações): Vanessa Prezoto
Temas: Contos de fadas - Fantasia - Lenga-lenga
Áreas de conhecimento: Língua Portuguesa
Páginas: 32
Formato: 17 x 25 cm
Páginas: 32
Formato: 17 x 25 cm
Editora: Bambolê
ISBN: 978-85-69470-11-
Marcadores:
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crianças,
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Editora Bambolê,
Incentivo à escrita,
Incentivo à Leitura,
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