À noite, insônia.
O peito chora a dor
de um amor passado.
Paixão sorrateira
como torrentes de água ou tufão,
tempestade de verão.
A alma busca nas lembranças
o beijo doce e ardente,
as estrelas do céu da tua boca
constelação de um puro amor,
que virou pó, remanescência.
A luz refulge, longe, toda a noite
quando em penumbra te busco,
à janela,
a olhar as luzes da cidade.
Luzes essas, nunca podem iluminar
minha alma nebulosa
de saudade tua,
de dor.
E é apenas lágrima
cada ponto dessa luz, outrora fúlgida,
agora poeira,
lembrança,
estrela decadente desse teu amor
a chorar na janela
da minha memória.
Paula Belmino
Essa é minha participação no Poetizando e Filosofando do blog da Lourdes
que nada mais é uma brincadeira criativa de nos ajudar a expressar sentimentos, ou brincar com as palavras e traz muita alegria e inspiração a cada semana.
Um momento das crianças com o grupo de flauta na escola tocando Imagine Jonh Lennon, eu tenho muito orgulho de ver minha filha Alice se dedicando á música , ela é a primeira à esquerda do vídeo, e o professor Francisco Aprígio sempre esforçado, quase sem apoio faz esse trabalho de amor.
Por mais estrelas que pisquem e acendam a paz!
Participe você também!