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segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Rimandinho Tatiana Belinky


Brincar com Rimandinho
Um palhaço que fantasia com as palavras
que entona e desatina
sonha e ultrapassa a razão.
Palhaço Rimandinho
ama falar coisas sem sentido
é todo poesia esse palhacinho.
Gosta de ler e de rimar
e desafia a gente 
a se divertir e
 aprender a leitura fluente
Palavras com ritmo
e com agilidade
desafiando o trava-língua.
Rimandinho nos ensina a poesia do
ler para brincar
e compartilhar com quem ainda
 está aprendendo a ler.
Ler para desafiar a si mesmo
e despertar a curiosidade e a imaginação.
Ler para se atrever também a escrever e interagir
brincando de rimar
com o som das palavras.

Paula Belmino

Recebemos mais 4 livros da Editora Paulinas que estão fazendo a festa aqui em casa
Foram eles:

*Sabe como ele fala? escrito por Edméa Campbells com ilustrações de Ivan Coutinho

*Contos Africanos para crianças Brasileiras . Escrito por Rogério Andrade Barbosa e ilustrado por Maurício Veneza

*Branca de Rosinha Campos

*Francisco . O caminho das flores de Monique Morgill
E *Rimandinho de Tatiana Belinky com ilustrações de Cláudia Martins 

que destaco hoje aqui a leitura da Alice e a prima Hadassa




O livro Rimandinho escrito por Tatiana Belinky tem o poder que é só dela de brincar com as palavras e descaracteriza o sentido das coisas e dá outros significados com imaginação e ousadia, como por exemplo a vaca botar ovo, a bola ser quadrada. Uma leitura cheia de neologismo e muito afeto. 
O personagem é um palhaço, o Rimandinho que convida o leitor a brincar de rimar. Ora com os bichos e a natureza, ora incentiva a comer comida saudável. De repente inventa e desafia a criança a também rimar e dar vez e voz.
A leitura ajuda na fluência e é ótima para trabalhar ritmo,o humor, a fantasia e a sonoridade.
Ilustrado por Claudio Martins com desenhos coloridos e cheios de infância, desafia o leitor desde a primeira infância e adultos a voltar ao tempo de ler com prazer, como quem chupa um pirulito, numa pirulima, um pirulito com rima, com doce sabor de brincadeira.

Vejam mais:



Para comprar

https://www.paulinas.org.br/loja/rimandinho

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Bela e o Menino manchado (Dica de Livro)




Respeitar o outro na sua diferença é reconhecer-se semelhante, e usar a empatia para tratar o outro da forma como gostaria de ser tratado: com respeito e amor.


Por meio da literatura podemos conversar sobre conflitos, sentimentos, e situações que enfrentamos diariamente para poder através da leitura de um conto, um poema, uma fábula refletir sobre como agimos, como nos sentimos e por meio da fantasia compreender a realidade que nos cerca e transformá-la, por meio da reflexão e da conscientização de que podemos tanto acolher como magoar alguém


Na escola lemos o livro: Bela e o Menino manchado de Agláia Tavares  com ilustrações de Francisco Dam pela Editora InVerso 



O livro conta a história de uma menina que gosta de brincar, e se muda de um lugar cheio de árvores para um prédio. Na busca por novos amigos na escola Bela está sempre se mostrando prestativa. Num momento na escola esbarra num menino, e descobre que ele é solitário, e se isola devido sua pele manchada.O menino chamado Zé tem Vitiligo e por sua condição se esconde, se isola, sofre.  Bela com toda sua graça mudou  a relação de todos os amigos para com o menino.
Uma história de empatia e respeito às diferenças, de afetividade e amor ao próximo.


As crianças leram, interpretaram, fizeram seus textos dando a opinião sobre a atitude de Bela, sobre Bullying e preconceito, ilustraram a história e resenharam o livro em forma de vídeo.


Para comprar o livro:

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Flor Amarela






Floriu primavera.
O ipê pintou seu dia.
Vestiu-se amarelo.

Paula Belmino

A primavera tomou conta de nós e não podemos deixar de ver as flores como elas são ainda que depois de caídas ao chão. Resto de flor é flor como já diz a artista Maria Cininha que nos inspira a criar arte com as flores de ipê amarelo que por aqui as crianças não conheciam por este nome, e sim craibeira.

Inciamos a aula com o poema de Cecília Meireles : a flor amarela do livro: O isto, ou aquilo pela Editora Global, que inclusive foi aprovado pelo PNLD literário e pode ser escolhido por escolas de ensino fundamental de todo país até o dia 31/10 com o código 0542L18601


Após a leitura indaguei sobre qual tamanho poderia ser a flor na poesia de Cecília Meireles, que tipo, como seria?
Surgiram nomes e assim os alunos escreveram uma lista
de flores baseadas no poema, e nas fores que já leram em outros livros, fizeram frases, acróstico com a palavra Primavera e depois na releitura da obra recriaram o deles assim:








Depois lemos um texto informativo sobre uma flor amarela de alto porte que floresce no ipê. As crianças puderam ver como floresce, a altura, para que é usada a madeira, como é conhecido o ipê em outras regiões etc... E depois da leitura foi hora de fazer uma aula passeio aos arredores da escola para descobrir flores amarelas. Será que existiam flores nas janelas? Ou em árvores grandes?


As crianças ficaram encantadas e puderam medir o diâmetro do tronco, sentir o perfume das flores, fazer estimativas da altura da árvore etc...
E por fim pegaram as flores caídas no chão para fazer arte na sala, sempre ressaltando a importância de se preservar , de não retirar as flores do seu habita, contextualizando para que serve cada parte da planta com atividades do livro didático de ciências.


Artes usado tinta guache, lápis de cor e flores de ipê amarelo






Por fim criamos um texto coletivo sobre o Ipê amarelo e as crianças levaram para casa a missão de plantar e acompanhar o crescimento de um vegetal, como por ex: um pé de feijão e ir registrando o processo.
Ler e escrever sempre para uma aprendizagem significativa!

Fiquem com a poesia a Flor amarela de Cecília Meireles em uma singela apresentação da Alice e da amiga Anayara na Biblioteca Pública de nossa cidade para alunos de escolas públicas



sábado, 4 de agosto de 2018

Por falar em Emoções




Meu lugar no mundo

Um lugar silencioso,
num livro,
para encontrar
a poesia da flor
o amor,
o perfume  de paz pelo  ar
e acalmar o coração
imerso em tantas emoções,
confuso sentido.
Da natureza
abstrair as cores
para dar liberdade ao espírito, 
e sonhar.
A alma voante
em quimeras
sabe compor dos silêncios 
das vozes acuadas
todos sentimentos 
e ganhar voz
para ser
 ternura,  candura, a positividade
e num livro sempre debruçado,
 se reencontrar.

Paula Belmino


Chegou por aqui da nossa parceira Aletria o livro:
O monstro das cores de Anna Llenas
Com tradução de Rosana Mont'Alverne
O livro traz a  personagem principal um monstro que não sabe o que se passa com ele, vive colorido, bagunçado , cores atropeladas, sensações estranhas, pensamento desorganizado, emoções à flor da pele e necessita de ajuda para se organizar. Será possível?


Um livro lindo e  colorido, em capa dura e que instiga a imaginação das crianças e acima de tudo abre porta pra gente falar do que sente, de como enxerga a vida e o mundo.
O livro chegou aqui e encantou os primos e depois seguiu para a escola pra criançada brincar e de se expressar em suas releituras e também poder falar de como sentem, de como podem controlar  a raiva, o medo, superar seus limites, vivenciar a paz e promoção do bem comum.
Um livro pra mexer com a gente e abrir espaço na afetividade.
.






Vejam só como as crianças aprenderam e se expressaram com ele:



E essa é minha participação no 47ª Poetizando e Encantando do blog Filosofando na Vida

A Lourdes nos sugere uma imagem para inspiração e com esse meu post de cores e livros e emoções escolho essa imagem:


E  minha inspiração:

Meu lugar no mundo

Um lugar silencioso,
num livro,
para encontrar
a poesia da flor
o amor,
o perfume  de paz pelo  ar
e acalmar o coração
imerso em tantas emoções,
confuso sentido.
Da natureza
abstrair as cores
para dar liberdade ao espírito, 
e sonhar.
A alma voante
em quimeras
sabe compor dos silêncios 
das vozes acuadas
todos sentimentos 
e ganhar voz
para ser
 ternura,  candura, a positividade
e num livro sempre debruçado,
 se reencontrar.

Paula Belmino



Para participar da Blogagem Coletiva é só escolher uma imagem e escrever o que sente, um recado, um poema, um conto e assim visitar os amigos blogueiros para poder com eles compartilhar.


Participe




terça-feira, 27 de março de 2018

Hoje tem espetáculo? Dia do Circo




Circo de Imaginação

No circo de guarda-chuva
a festa sempre acontece.
Palhaços e malabaristas
dançam e rodopiam
a tristeza desaparece!

Da infância é lembrança
para os adultos colorida saudade
um circo de guarda-chuva.
Circo de papel, imaginação à vontade.

Embaixo da lona inventada
o menino sonha voar
e no picadeiro fazer a plateia
brincar e gargalhar.

Um circo que toca a alma
tem pipoca e bala na entrada.
Boas-vindas ao público
se sonha no circo morar.

Sob a lona furada
só alegria existe
de lá se avista o céu infinito,
nunca nublado ou triste.

A alegria é contagiante!
Se enxerga as estrelas
no céu da boca
de quem ao espetáculo assiste.


Paula Belmino


Nosso poema e inspirado no livor da Anne Lieri: Circo de Guarda-chuva e neste dia do circo encheu as crianças de imaginação e alegria.



As crianças ouviram a história fizeram a interpretação oral, compreenderam e recontaram umas com ajuda das outras o significado de se brincar inventado, da importância do brincar para o desenvolvimento infantil.


A literatura inclui e contribui para que os direitos de aprender de forma lúdica e eficaz chegue a todos.
Detalhe do circo de Luis com a cadeira de rodas ilustrada, que haja inclusão e espaços abertos para a arte, a poesia, a música para todos!


Depois listaram em ordem alfabética o que tem no circo, ilustraram a história, e criaram a partir da forma plana um sólido geométrico cone e com ele um circo colorido e  inventado, sempre contextualizando as disciplinas e os conteúdos coma  literatura e a magia do brincar e do expressar sentimentos e sensações a partir da arte, poesia, etc...




Após o recreio se apresentaram com poemas , cantigas e viram outras turmas ler e apresentar atividades alusivas ao circo , deixando que essa troca seja colaborativa para o aprender

E mais um poema de minha autoria para comemorar o dia do circo que foi recitado pela professora

Dia de Circo

Hoje tem palhaçada?
Tem sim senhor!
Hoje tem marmelada?
Tem sim senhor!
Tem alegria, tem energia,
Tem gargalhada e muita folia!

Hoje tem pirueta?
Cambalhota e mariola?
Tem sim senhor!
Tem muita risada,
Tem música e tambor,
Palhaço engraçado fazendo o show!


Hoje tem perna –de-pau?
Tem sim senhor!
Hoje tem bailarina?
Tem sim senhor!
Deixe a dança e a música
tomar conta de ti,
Voltar à infância
e no circo dos sonhos
Pular e chorar de rir.
  
Hoje tem festejo!
Hoje tem muita cor!
Piruetas sob a lona
do circo de interior.
Trapezistas e malabaristas
fazendo arte
Mágico trazendo vida
e graça por toda parte.

Hoje tem espetáculo?
Tem sim senhor!
Começa em poucos instantes
o show da alegria.
No circo a vida se faz magia!


Hoje tem felicidade?
Tem sim senhor!
No circo a alma do homem
é sorriso e amor!

Paula Belmino

Vejam o vídeo das crianças e a compreensão da história de Anne Lieri e com muito carinho para o ilustrador Carlos Klein que é palhaço e fez toda a arte para este livro lindo, e aniversariou ontem e queremos mandar nossa homenagem



 No colo do Palhaço cartuchinho a minha pequena Alice

Nossa homenagem ao palhaço Cartuchinho e a todos os circenses também está na Revista De Ouro 
Prestigiem lá:

http://www.revistadeouro.com/2018/03/circo-de-imaginacao-paula-belmino.html