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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Aprendendo a Dizer e Ouvir o Não





Para saber dizer não , a criança desde cedo precisa ser educada aos limites, a saber esperar, e também educar os sentimentos, quando contrariada, saber suportar a dor da espera, o tempo encasulado, sabendo que tudo tem a hora, que nem sempre as coisas são do jeito que queremos ou pensamos.
Mas e como educar ? É bem difícil sabemos educar  a criança, mas por meio de diálogo, afeto e da literatura podemos criar esses vínculos entre sonho e realidade, entre o ser e o desejar, falando das coisas comuns da vida. A literatura infantil está cheia de ensinamentos e desde sempre foi pensada também para lição de moral e conduta, o que se sabe hoje não é o feitio do incentivo à leitura, no entanto nos apropriemos dela para que a criança possa refletir sobre suas ações e sentimentos, se colocando no lugar dos personagens por meio da fantasia, conhecendo a si própria e ao mundo que a rodeia.
É de suma importância que a escola trabalhe esses valores, a conduta, a conscientização e por que não a educação emocional, mostrando às crianças o quanto é importante saber sentir, mas sem refrear os sentimentos, ou sair resmungando e com agressividade,machucar a quem estiver próximo, saber reverter, educar, administrar o que se sente transformando a energia negativa na força para a paciência, usando a respiração para conhecer seu corpo, a meditação para abrasar os sentimentos e acalmar-se, usando a literatura para produzir o pensamento lógico e imaginativo tão necessário no desenvolvimento do intelecto e da inteligência emocional.




O livro Lucas aprendendo a lidar com o não de Edyleine Bellini Peroni Benczik  pela Editora Sinopsys traz uma história comum à nossa realidade de uma criança que não consegue lidar com o não dos amigos, dos pais , dos professores.
Lucas se sai com a avó , pede um doce, se não der se joga no chão.
Se sai com o pai, quer um brinquedo na loja, se não lhe derem, arma tempestade com raios e trovão.
Um menino que vai se tornando só pois quer brincar só do que deseja , não dando a  vez aos amigos, assustando a todos com suas malcriações e nervosismo.
Na onda da raiva Lucas vai ficando vermelho, o corpo treme, ele fala palavrão, e assim se torna uma criança que não consegue se relacionar e nem se controlar, precisando de acompanhamento psicológico.




O livro aborda essa temática de forma lúdica e esclarecedora e traz atividades terapêuticas propostas pela especialista ao longo de toda leitura, como reflexão, desenhos, perguntas e respostas etc...Um rico material interventivo para a autorregulação emocional.
O livro foi usado em nossa sala de aula e fizemos bem mais que a proposta, a leitura teve reflexão, educação da escuta, da fala e da respiração.


 As crianças puderam ser conduzidas a respirar no ritmo da música, onde uma das crianças que toca flauta pôde tocar para que elas pudessem perceber o aparelho respiratório, a calm,a com paciência saber esperar sua vez, dando tempo para pensar e rever suas maneiras de agir, frente a um desafio, ou a reação d ecada uma quando ouvem um não.

Vejam mais algumas atividades das crianças com a proposta do livro em desenhar e se ver quando com raiva, como fica o corpo, a face, a alma.





Uma bela aula sobre inteligência emocional, com reflexão e incentivo à respiração, uma pausa para apreciar a arte, a música, e saber esperar, se acalmar... Se autoconhecer e administrar os sentimentos.

Para saber mais do livro:


RESENHA
Este livro infantil trata de um tema comum da vida na infância: a complicada tarefa de ouvir um Não. O Não, não é só difícil para quem escuta, mas também é difícil para quem fala, em função da criança poder reagir de uma maneira desproporcional, disfuncional e desadaptativa. Esta pequena palavra causa um impacto negativo no ambiente, por vezes, sendo motivo de estresse, discórdia e desarmonia familiar. 

A história de Lucas aborda esta questão tão problemática de uma  forma lúdica, esclarecedora e interativa e, com os fundamentos da abordagem cognitivo-comportamental, as atividades terapêuticas propostas, podem ser realizadas em diversas etapas e, em dias diferentes, tornando-se um rico material interventivo e uma valiosa proposta de intervenção na autorregulação emocional.

Este material auxilia terapeutas, pais e professores na condução e no manejo de crianças para um desenvolvimento mais saudável, realista e adaptativo.

Livro dispõe de formulários digitais.


SOBRE A AUTORA

Edyleine Bellini Peroni Benczik
Psicóloga, neuropsicóloga e psicopedagoga. Atua na área clínica há 28 anos com crianças, adolescentes e adultos. Doutora em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela Universidade de São Paulo (USP). Metre em Psicologia Escolar pela PUCCAMP. Especialista em Neuropsicologia pelo Conselho Federal de Psicologia. Formada em Terapia Racional Emotiva Cognitiva Comportamental (Nível Primary e Advanced) pelo Albert Ellis Institute de Nova York. Autora de artigos, livros, capítulos de livros e de escalas sobre o Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade.


terça-feira, 9 de setembro de 2014

A arte da pintura no desenvolvimento da criança




O surrealismo da Alice na magia da pintura, no brincar com tintas o desabrochar da criatividade, o imaginar, o aflorar ideias e trasnformá-las em arte, em multicoloridas expressões dos sentimentos, nas mais variadas conotações do pensamento. Cores que demosntram alegria, ou uma certa iqueitação, desenhos rabiscos que se mostram como  em poesia se tornarão. No brincar com tintas descobrir o corpo, a alma, a verdade da vida, lambuzando-se, se enchendo dela, pintando no corpo a tela da felicidade.

"O ato de desenhar e pintar desenvolve na criança a auto-expressão e registra sua evolução como criança e desenvolve a linguagem, a criatividade, a agilidade, a concentração, o ritmo, trabalha noção d eespaço e de tempo, socializa e trás a sensação d ebem está, de calma para refletir sobre o mundo e sobre a relaidade em que vive a criança, fazendo de seu desenho arte para falar sobre o que pensa e o que sente. A pintura desenvolve a inteligência pictórica e  trás benefícios tanto emocionais como cognitivas para a criança, além de embelezar seus materiais e o que está ao seu redor."


Dicas para incentivar a criança a pintar:

* Usar materiais tintas atoxicas e á base de água, pode ser caseira, já que há bastante facilidade na internet de se encontrar receitas
* Ter um espaço destinado para pintura para evitar que suje móveis e objetos
* Chamar um amigo da criança para dividir o momento artístico
* Valorizar as atividades e pinturas da criança, escaneando  fazendo uma capa para o cadernos, ou uma pintura numa caixa porta -trecos, fazer mini quadros etc..
* Reciclar materiais como caixas de sapato, rolos de papel, papéis usados, cds usados,  usar os dois lados do papel etc...
*  Usar uma roupa leve e que não tenha importância se sujar
* Compartilhar este momento com seu filho

Paula Belmino
Confiram alguns momentos de pintura da Alice





Uns momentos de pintura e brincadeira na minha escola com o poema Tanta Tinta de Cecília Meireles, tintas feitas á base de farinha de  trigo, água e corante para as crianças se lambuzarem, dá para ver se a  alice gostou?





quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Para Entreter as Crianças: Turminha Paraíso






“A música é o instrumento educacional mais potente do que qualquer outro” (Platão)

A música desperta os sentimentos, trás alegria para a alma, educa, incentiva os sentidos, a memorização, a parcepção, além de desenvolver no cérebro outras habilidades tais como coordenação motora, concentração, socialização. Por meio da música a criança a prende a ler com mais facilidade , pois é atraves dos textos de memória e de cor que ela ler com segurança ajustando o falado ao escrito e assim apropriando-se da leitura de códigos dita formal.
A música é desde antes de nascermos a melhor linguagem entre pais e filhos, pois é através da canção d eninar que a mãe entoa muito antes de nacer que o bebê se comunica com ela e passa a reconhecer sua voz, e quando nasce sente proteção e afeto ao ouvi-la cantar. A música é portanto um bem imensurável que a gente agrega valores, poder e sentimento. A música também é escape, liberdade , expressão corporal, ajudando a gente a exprimir as dores, a jogar fora as tristezas, e quem já não ouviu o ditado: "Quem canta seus males espanta" . A música é voo e respeito a diversidade, é luz e arte, é a linguagem que a alma se comunica com o corpo e com o mundo.

Paula Belmino

Como o tema música e educação é tão importante hoje trago dica de um álbum musical cheio de cantigas e canções para entreter as crianças desde os primeiros meses. Já usei na minha escola com minhas crianças e foi um sucesso. é a turminha paraíso
Com mais de 21 anos de experiência cuidando e aprendendo todos os dias com nossas mamães e bebês, a Paraiso Moda Bebê apresenta os novos membros da nossa família, a Turminha Paraiso!

Essa Turminha incrível foi carinhosamente desenvolvida para apoiar todas as mamães em suas rotinas com seus bebês,
Trazendo entretenimento e diversão para toda a família.



O DVD trás músicas divertidas e animadas, com conteúdo lúdico e didático além de uma animação em 3D.

Acesse e se encante http://www.youtube.com/user/turminhaparaiso

E a última novidade da turminha é que agora a Turminha Paraiso  está na Netflix Recheada de personagens coloridos, estes vídeos musicais alegres incentivam bebês e crianças em idade pré-escolar a cantar. Confiram: http://www.netflix.com/WiMovie/80011960?sod

E fiquem com uma das canções . Sol pela Turminha paraíso para iluminar o dia de hoje e a vida de cada amigo leitor