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domingo, 9 de junho de 2019

A Festa das Letras Cecília Meireles




FESTA das letras
Aula FANTÁSTICA 
Com estímulo a ler 
FAZER do livro um brinquedo 
Um lugar
ALFABETIZAR . 
FAZ DE CONTA
Tudo que imaginar 
palavras com a letra F
O alfabeto a encantar
FÁBRICA de palavras
pra gente estudar
É FONTE de conhecimento 
O LIVRO é um FELIZ lugar .
.

Paula Belmino 


É festa das letras, para brincar e aprender a ler, por meio de atividades lúdicas
alfabetizar, para além do decodificar, mas letrar, compreender, interagir, expressar.
Iniciamos um projeto para incentivar a leitura e alfabetizar as crianças, além de aprender o alfabeto, os fonemas, cada criança na sua fase de aprendizagem ser beneficiada principalmente pela leitura significativa. A este projeto nomeamos: Caixa Surpresa do alfabeto, as crianças vão interagindo, brincando, desenvolvendo o vocabulário para palavras diferenciadas das que eles estão acostumados, ou mesmo as costumeiras do repertório de cada uma delas, aliando leitura e escrita, o brincar com as palavras, e com os fonemas.

Para abrilhantar nossa caixa surpresa do alfabeto Lemos o livro : A festa das letras de Cecília Meireles e Josué de Castro pela @globaleditora@globaleditora.infantojuvenil 


O livro A Festa das Letras de Cecília Meireles e Josué de Castro pela Global Editora foi escrito no final dos anos 1930 quando o governo Getúlio Vargas queria incentivar a produção de alimentos e falar dia benefícios de cada um à população. 
Nessa época Cecília Meireles se junta ao geógrafo e médico Josué de Castro, autoridade em alimentação saudável e os dois criam o livro A festa das letras, um batalhão de boas dicas à boa saúde, incentivando o prato colorido, e os hábitos de higiene. 

Hoje , mais do que antes é preciso falar e incentivar a alimentação de frutas e legumes e à boa comida preparada em casa, longe de produtos industrializados e fast foods.
Assim lendo, brincando, escrevendo para também conhecer os poderes da leitura para alimento da alma.


A aluna Alice a primeira da lista trouxe um avião, e as crianças tentaram descobrir, depois listamos, escrevemos, lemos  e identificaram palavras iniciadas com "A" no poema da letra A, e li o texto relativo a letra B também, pois não temos crianças na turma com a letra B, dando sempre continuidade à caixa surpresa e ao poema das letras, a festa das letras para alfabetizar com significado.




Fomos também ler na rádio Nova Serrana FM


Este é um livor para ler durante todo o ano, sempre com muito gosto letrar e brincar.

Vejam mais:

 



A cada dia um aluno leva a caixa e traz um objeto com aletra de seu nome
Francisco Max, trouxe foto, Francisco trouxe Ferrari



vamos lendo os poemas e brincando com as palavras,
aliamos as atividades do livro didático com a letra em destaque






Para comprar:

https://globaleditora.com.br/catalogos/livro/?id=3697

domingo, 19 de maio de 2019

Sapato Furado.Mário Quintana


Amizade é um amor que nunca morre disse Quintana e amar a perder de vista, foram ditos e escritos tantos poemas e frases que se entrelaçam à nossa história, um poeta que via nas pequenas coisas a grande poesia da vida, e os escreveu,  frases de grande impacto na vida dos leitores, a brincar com as palavras e até para assuntos mais difíceis usou o humor, a ironia, a percepção aguçada para deixar partir os problemas e o modo como via seus inimigos, disse: eles passarão...eu passarinho.

Foram canções de garoa, de primavera, poesia a falar de natureza e do cotidiano.
O livro Sapato Furado que aqui mostramos é bem diferente, reúne vários poemas e frases, com certa graça, na alegria dos causos escritos em prosa poética, falam de morte, de fantasma, de vampiro, sem causar terror, mas aguça a curiosidade e aquele friozinho na barrica para os temas que põe medo nas crianças, no entanto ao lê-los em sua obra Sapato Furado, percebe-se a dor de um mendigo que não bem visto, tem o sapato aberto que parece sorrir para quem o vê, fala de uma princesa que tinha um nome esquisito e por isso se sentia a pessoa mais infeliz do mundo, fala nas entrelinhas de problemas sociais e desconfortos, de bullying e de nosso eu, e nos encontra com sua poesia.
Alice e Hadassa leram e amaram e ao chegar na escola o livro causou espanto e arroubos de felicidade nos alunos
Li em voz alta, fizemos a escuta ativa, deixamos que as crianças interagisse, cada par lendo o seu preferido, ou em trio, depois ilustrar e reescrever a seu modo.

E aqui parafraseio o poeta Mário Quintana: É preciso amar uma criança a perder de vista, lendo para ela até ver sua alma de poesia transbordar.  Paula Belmino 






Mário Quintana foi poeta , tradutor, jornalista brasileiro. Gaúcho, nasceu em Alegrete no dia 30 de julho de 1906 e faleceu no dia 5 de maio de 1994.
Quintana escreveu em 1948 o livro Sapato Florido , culminância de poemas irônicos , curtos e com muita densidade poética
Recebeu prêmio Machado de Assis por sua obra em 1980. Quintana
Neste livro Sapato furado foi publicado no ano de sua morte e esta é a 6° Edição pela Global Editora com Ilustrações de  Andre Neves

O livro Sapato Furado é uma Antologia de poemas e prosas poéticas, e reúne humor, brevidade e simplicidade, com densa brincadeira que aguça a curiosidade e faz o leitor ver com sensibilidade assuntos do cotidiano.


O livro chegou aqui e já encantou as crianças Alice e Hadassa que se arrisca na leitura fluente e lê: Que nome!


" Não sei ao certo quem era ela, nem o que ela fez,
mas tenho certeza de que Dona Urraca foi uma das princesas mais infelizes do mundo...
.
O livro Sapato furado descreve com ar brincalhão e frases curtas assuntos e temas, sentimentos, bichos e fatos.

"Amor
Quando o silêncio a dois se torna cômodo.
.
Amizade
Quando o silêncio a dois não se torna incômodo.

O pior
O pior dos problemas da gente é que ninguém tem nada com isso."

As crianças amaram escrever o que compreenderam e a poesia de Quintana que internalizam na alma 








Aproveito o  post para participar do Filosofando na vida do blog da Lourdes, que por sinal,
ando atrasada, e das imagens lá sugeridas escolho esta na Blogagem Coletiva 80 de um jovem tocando violino descalço
e interajo aliando a poesia de Quintana que aqui faço o interlace no livro Sapato Furado

Alegre miséria

Os teus sapatos parece que estão rindo.  Quintana

Minha participação

Na minha alegre miséria, a canção é riqueza,
desnuda a minha alma, e voa
já não necessito de sapatos.




Vejam mais:


segunda-feira, 25 de março de 2019

As meninas e o poeta



As meninas são versos de sonho
belas e delicadas palavras
anjos exaltados
almas aladas
meninas estrelas,
flores anunciadas
expressas de sentimentos
homenageadas
pela poesia do grande autor
o  poeta Manuel Bandeira.

Paula Belmino

Na escola  as crianças amaram ler os poemas, alguns nomes familiares, outras palavras de outra época que precisamos procurar no dicionário o significado, mas além de tudo o ler e compreender a importância do nome, da identidade, da origem do nome de cada um.


Após ler alguns poemas dei a eles os nomes da turma para que identificassem o seu, e escrevessem sobre ele, quem o escolheu, o significado, se tinha apelido ou não, e depois contextualizamos com o livro de história que trata sobre semelhanças e diferenças, e origem dos nomes, e documento.







Ainda criaram um cartão com seu nome, um pequeno verso ou frase sobre ele, e se desenharam



Um pouco mais da obra por mim:


Por Alice


Pelas crianças na escola


Sobre o autor:


Manuel Bandeira nasceu em Recife em 19 de abril de 1886 mas viveu sua vida no Rio de Janeiro, é um dos maiores escritores da Língua Portuguesa, e em 1940 foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras.
O escritor também se destacou como cronista, ensaísta, tradutor, professor e crítico.
Sua obra, cartas, fotos estão em arquivo do museu da Fundação Casa de Rui Barbosa.
Manuel bandeira conquistou meu coração quando ainda na infância li seu poema: o pardalzinho, lembro com grande sensibilidade como chorei pelo fato de Sacha não poder ter conseguido salvar o pardal e hoje percebo o grande poder da poesia para a afetividade e a humanização.
Neste livro As meninas e o poeta, o autor eterniza com afeto nomes das suas relações íntimas e que hoje podemos contextualizar e ofertar a nossos amigos, além de criar os nossos, um poema presente valorizando o poder dos nomes, da identidade de cada um.
A obra de Manuel Bandeira pode ser encontrada na Editora Global, a Casa da Literatura Brasileira e Portuguesa

Conheça mais e adquira aqui

https://globaleditora.com.br/catalogos/livro/?id=3400

domingo, 13 de janeiro de 2019

Leitor não se nasce, se cria.






A gente não nasce leitor, a gente vai se formando leitor, desde o útero, recebendo variedade de leitura, muito antes do nascimento, recebendo a leitura alimento, o pão de poesia.
E ao nascer, num berço, o ser pequeno e frágil, de livros coberto e vestido, além toda a sorte de afeto, ouvir as canções e cantigas, dorme-se e se sonha entre contos de fadas e fábulas, um leitor em criação.
A gente vai crescendo e se transformando leitor, renascendo de fora para dentro, quando pelo prazer da leitura se cresce e voa, se aperfeiçoa:
Das letras ao sonho,
da palavra à imaginação,
da realidade à fantasia numa história ouvida, ou lida.
A gente não nasce leitor, a gente se cria por meio das histórias contadas, dos livros vivenciados!
A palavra nos refaz  e nos constrói leitores, célula a célula, no amor e no prazer de se criar num ambiente chamado cercado de amor e respeito: O livro!

Paula Belmino

Obrigada aos parceiros: Editoras, amigos, poetas e escritores que nos ajudam nessa construção de uma sociedade leitora na formação da cidadania e de indivíduos conscientes de seus direitos.








quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Embora mínima Marina Colasanti. Global editora



Que possamos ser gratos por todo bem
pela pequena abundância
que a vida nos reserva e diferente de lamentar o que não se tem
sejamos felizes pelo que o dia nos reserva.


Essa é a bela mensagem de um dos contos de Marina Colasanti no livro Quando a Primavera chegar pela Editora Global

Embora mínima conta a história de uma mãe que se reserva a multiplicar uma única fava para poder alimentar sua grande família.
Certo dia ao dormir o pé de fava nasce e cresce de em seu ouvido e se alastra pela cama, ao acordar a mulher se impressiona e imagina que o pé de fava poderá dá muitos frutos, mas ao limpar apenas duas vagens. Agora a mulher não faz mais pedido, mas sente-se feliz pela pouca abundância, antes era uma única fava, agora duas , uma a mais para alimentar seus filhos.

Que possamos ser gratos pelo pouco e pelo muito
E que em 2019 tenhamos muita prosperidade não só material mas espiritual

Estou incentivando a Alice a ler um por dia e a me explicar, uma maneira de incentivar a interpretação, nas entrelinhas, a compreender o texto e mais saber reproduzi-lo , contando, mesmo que com suas palavras. Uma forma de expressar-se e de se entender!

Vejam:



Para comprar o livro

https://globaleditora.com.br/catalogos/livro/?id=3836

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Quando a primavera chegar



Quando a primavera chegar é um livro lindo com a escrita singular de Marina Colasanti e ilustrado por ela mesma, editado pela Global Editora chegou aqui para encantar adultos e crianças.


O livro traz dezessete contos inéditos, como: Tomando-o do mar, um belo conto de um marinheiro que tem sua casa invadida pelo mar. O marinheiro não viu, estava em alto mar, na volta encontrou tudo destruído. Gastou lágrimas, um mar d e lágrimas, e saiu decidido: Uma pedra colocar no lugar, a pedra fundamenta onde tudo ali havia sido levado seria o recomeço. Mas agora começou juntar fragmentos para reconstruir, além de pregos e madeira, de utensílios, saiu juntando cacos de louça quebrada, uma lente, para um novo olhar, conchas, ferradura enferrujada e outras coisas mais, fez uma gaiola deixou vazia e aberta , caso uma ave viesse lhe visitar. Era vazio o homem por dentro. A memória esvaindo-se, a saudade de casa apertando o peito.
Desenhou uma sereia na areia, o mar veio e levou embora a risca na areia.
Mas um dia ao pescar um grande peixe encontra dentro dele uma joia, seria da sereia?
A casa pronta, o homem voltou a navegar, e mar adentro reencontra um braço estendido, como quem quer a joia de volta, amarrada agora junto ao pescoço do homem.
O marinheiro em meio à calmaria do canto daquela mulher loura, devolveria, mas queria agora além da joia, o corpo de uma sereia?

 A casa pronta, o homem voltou a navegar, e adentrando o mar reencontra um braço estendido, como quem quer a joia de volta, amarrada agora junto ao pescoço do homem. 

O marinheiro em meio à calmaria do canto daquela mulher loura, devolveria, mas queria agora além da joia, o corpo de escamas, a sereia, para ser sua.


Este e outros contos lindos num projeto gráfico de Claudia Furnari, trazendo surpresa e espaço para a imaginação, emociona, faz refletir e voar pelas belas histórias.
O livro foi lido no nosso passeio literário por minha mãe, para os alunos, pelos alunos, por mim, de forma livre e leve como é o livro.


Para saber mais e comprar o livro:


Com ilustrações da própria autora e projeto gráfico de Claudia Furnari, a obra traz dezessete contos inéditos. Um crisântemo floresce na palma da mão, um menino nasce com um olho no meio da testa, um relojoeiro fabrica um robô, um rei precisa de povo. Tudo é surpreendente e tudo é verdadeiro no livre espaço do imaginário em que os contos deste livro acontecem. Mas não há estranhamento. Levado pela linguagem singular da autora, o leitor participa desse espaço, rumo a um encontro com suas próprias emoções.





Lemos com avidez, e cada conto impressiona e nos prende.

Para comprar o livro



https://globaleditora.com.br/catalogos/livro/?id=3836