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sábado, 4 de agosto de 2018

Por falar em Emoções




Meu lugar no mundo

Um lugar silencioso,
num livro,
para encontrar
a poesia da flor
o amor,
o perfume  de paz pelo  ar
e acalmar o coração
imerso em tantas emoções,
confuso sentido.
Da natureza
abstrair as cores
para dar liberdade ao espírito, 
e sonhar.
A alma voante
em quimeras
sabe compor dos silêncios 
das vozes acuadas
todos sentimentos 
e ganhar voz
para ser
 ternura,  candura, a positividade
e num livro sempre debruçado,
 se reencontrar.

Paula Belmino


Chegou por aqui da nossa parceira Aletria o livro:
O monstro das cores de Anna Llenas
Com tradução de Rosana Mont'Alverne
O livro traz a  personagem principal um monstro que não sabe o que se passa com ele, vive colorido, bagunçado , cores atropeladas, sensações estranhas, pensamento desorganizado, emoções à flor da pele e necessita de ajuda para se organizar. Será possível?


Um livro lindo e  colorido, em capa dura e que instiga a imaginação das crianças e acima de tudo abre porta pra gente falar do que sente, de como enxerga a vida e o mundo.
O livro chegou aqui e encantou os primos e depois seguiu para a escola pra criançada brincar e de se expressar em suas releituras e também poder falar de como sentem, de como podem controlar  a raiva, o medo, superar seus limites, vivenciar a paz e promoção do bem comum.
Um livro pra mexer com a gente e abrir espaço na afetividade.
.






Vejam só como as crianças aprenderam e se expressaram com ele:



E essa é minha participação no 47ª Poetizando e Encantando do blog Filosofando na Vida

A Lourdes nos sugere uma imagem para inspiração e com esse meu post de cores e livros e emoções escolho essa imagem:


E  minha inspiração:

Meu lugar no mundo

Um lugar silencioso,
num livro,
para encontrar
a poesia da flor
o amor,
o perfume  de paz pelo  ar
e acalmar o coração
imerso em tantas emoções,
confuso sentido.
Da natureza
abstrair as cores
para dar liberdade ao espírito, 
e sonhar.
A alma voante
em quimeras
sabe compor dos silêncios 
das vozes acuadas
todos sentimentos 
e ganhar voz
para ser
 ternura,  candura, a positividade
e num livro sempre debruçado,
 se reencontrar.

Paula Belmino



Para participar da Blogagem Coletiva é só escolher uma imagem e escrever o que sente, um recado, um poema, um conto e assim visitar os amigos blogueiros para poder com eles compartilhar.


Participe




terça-feira, 28 de março de 2017

Tem mais contos de fadas saindo do forno!




Vilã ou heroína? Bruxa, princesa, camponesa, conselheira ou madrasta? Ou todas elas? Nos contos de fadas, as personagens femininas costumam ser entregues em casamento a quem mal conhecem, sofrem muito, não têm direito a dar opinião nem a escolher o seu futuro. E tudo isso só porque nasceram mulheres.
"Princesas, bruxas e uma sardinha na brasa" nos faz refletir sobre essas questões e também nos mostra como os homens podem ser aliados no processo de mudanças. São histórias que divertem, emocionam e ainda nos fazem ver que há muito a ser feito para que as mulheres também sejam donas dos próprios finais felizes.


Dessa vez Helena Gomes, autora de Dragões, maçãs e uma pitada de cafuné e As aventuras de Sargento Verde, em parceria com Geni Souza, publica Princesas, bruxas e uma sardinha na brasa, contos de fadas para pensar sobre o papel da mulher.


Já está disponível na loja online. Clique aqui.




Mais sobre o livro:


AUTOR Geni Souza, Helena Gomes
ILUSTRADOR Alexandre Camanho
IDADE a partir de 9 anos
NÚMERO DE PÁGINAS 132
FORMATO 16 x 23 cm
ISBN 978-85-7848-187-2
Editora Biruta

quarta-feira, 1 de março de 2017

Duda Cata Tudo (dica de livro)





Duda era um menino esperto
Diferente das outras crianças
Se perdia no tempo e no espaço
A brincar com tudo que na frente encontrava
Fazia de potes e papeis de bala
Um tesouro estimado
Cabo de guarda-chuva velho virava espada
Vitrola quebrada máquina pra conversar com extraterrestre
Duda enchia a garagem de bugigangas
E sua mãe Isilda sempre esperava pra ver o que no outro dia lhe aparecia
Até chupeta Duda catava e a brincadeira sempre recomeçava.

Foi então ao ver as crianças jogarem lixo na rua que sua preocupação aumentou
E com ajuda da professora uma lição a todos ensinou
Um projeto de reciclagem
Um olhar diferente pra natureza
Entre pesquisas e a criar brinquedos
A aprendizagem sobre as coisas que poluem o planeta
Deu bons resultados
E mudou toda cidade
E sabe como essa história terminou?
Vale ler o livro e assim como Duda
Mudar o rumo de nossa história.
Todos cuidando do meio ambiente
A vida sorrirá pra gente!


Paula Belmino


Essa poesia foi inspirada no livro que recebemos da Editora Rovelle: Duda cata tudo de Sheila Kaplan e com ilustrações de Anna Barbara Simonin
O livro conta a história de um menino que adora juntar bugigangas, sempre a fazer brinquedos e se perder no tempo com eles. Com essa preocupação Duda quer estudar sobre os elementos que poluem a natureza  e vai revolucionar sua escola e sua casa.

Um livro lindo que trata sobre meio ambiente e sustentabilidade, além de valores entre outros temas.

Para saber mais:

Autor(es): Sheila Kaplan
Ilustrador: Anna Bárbara Simonim
ISBN: 978-85-8275-042-1
Formato: 22 X 20 cm
Nº de páginas: 32
Gênero: Infantil
Tema: Meio ambiente; Preservação ambiental.
Preço de capa: R$ 35,90

Visite o site







terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Em meio ao paraíso








Andar por campos abertos
Em meio ao paraíso
Voar sem asas
De alma leve 
Feito brisa
Fluir e sonhar.

Percorrer o caminho da sorte
Do amor e do bem
Nos braços da poesia viajar
Jardins coloridos
Flores abertas a esperar
E a cada vereda que se entre
O amor em versos  florear.

Nada mais é preciso na vida
Que pão e poesia
Natureza e sensibilidade para enxergar
Das páginas dos livros a oferta sublime
Um sopro de luz
Que nos transporta de lugar
Para sermos para sempre estrela e flor
Vento e pôr do sol
Vida que verte serenidade e alegria
Por onde passar.


Paula Belmino


Hoje visitamos a Biblioteca Sérgio Buarque de Holanda em São Paulo e nos encantamos, morar para sempre ali nos livros, nas aventuras se perder e se achar, em piadas, contos de fadas, ser princesa, mocinha ou vilã.
Ficamos ali a ver tudo, com a alma pulsando sem poder se conter, queríamos ler todos, pegar tudo, sentir o cheiro dos livros antigos, e descobrir as novidades.
 De estante em estante, no tapete, nas mesas, nas cestas milhares de livros a nos hipnotizar. Quando achamos Manoel de Barros suspiramos... Oh quem dera ficar ali para sempre!
Alice leu, brincou, se encantou, eu li para ela, mostrei as riquezas quase esquecidas de autores nobres de nossa literatura como Tatiana Belinky, Alvares de azevedo, Mário Quintana, e ainda lemos Ruth Rocha, Eva Furnari, Roseana Murray, e pedimos à bibliotecária que procurasse no arquivo se havia obra de Eloí Bocheco, ela não conhecia e claro aproveitamos para falar da beleza que é o escrito dessa autora que repertoria o imaginário popular, guarda a sete chaves em seus livros, as brincadeiras e cantigas, as lendas e a  arte de ser criança. 
Falamos um pouco de nosso trabalho com o blog e a literatura e ficamos ali quase perdidas entre tantos livros nos quais queríamos morar, a alma achar.
Por fim saímos quase levitando e com a certeza de que voltaremos a ler e brincar, a sonhar. E que para sempre essa memória afetiva será guardada no nosso coração.
Bom mesmo é ser livre em meio à poesia!











Assistam e se inscrevam no nosso canal no youtube sempre com dicas literárias

sábado, 21 de maio de 2016

POESIA E CANÇÃO NA PRAÇA








A tarde na praça as meninas Sophia e Alice leram:
O rei descalço de Pablo Morenno, uma forma de homenagear o autor pelo seu aniversário


Crianças tão inocentes presas em casa? Não! É tempo de voar na imaginação, ler, brincar, estar em contato com a natureza. Assim hoje foi dia de deixar a tarde mais bela, sair de dentro de casa, ler, voar nos livros, e entre as flores e plantas que acenam vida pra gente fazer coro com o canto dos pássaros, lendo poesia, cantando e tocando canções e cantigas.
Quem por ali passava, parava, se encantava, brincava com as palavras, cantava os pequenos coros da Alice e Sophia que entretidas a ler e a cantar, esqueceram o tempo, ganharam tempo, cultura e arte.
As andorinhas da matriz fz companhia, o barulho de algum carro transeunte não incomodava, era poesia à céu aberto, era magia tocando corações, era música ao pé do ouvido, era sinfonia ara os pardais procurarem seus ninhos quando cansados silenciaram.
Um dia para levar poesia sem despretensiosamente se leu, se cantou, entonou a voz, resvalou-se pelo ar e foi adentrar ouvidos e alma de quem avistava . Uma poesia vivida, uma natureza percebida, intimamente sentida e provida de sentimentos de doçura e ternura e solidariedade, para ler o mundo, para prover ao mundo o prazer de ler e ter nas pequenas coisas e nos pequenos gestos momentos que ficarão para sempre eternos numa memória afetiva de quem por ali passou.

E saldaram a natureza entre hibiscos e cactos com o livro Cantorias de Jardim de Eloí Bocheco.
Essa foto do Vovó encantado diz tudo?


Olha só o vídeo de leitura da poesia Onde está a margarida? de Eloí Bocheco , se inscrevam no nosso canal



Alice usa
Vestido e Headband Bola Boneca Kids Currais Novos
Sophia Acervo

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Tua Mão na Minha





Mais um conto de amor, uma história para ler vivenciando cada sentimento, cada passeio, voar no passado, no presente e na poesia fazer a ponte entre sensibilidade e alma, sonho e realidade, vida e dor, pois que a morte é presente e sempre nos prega peças, deixa marcas, leva de nós o que amamos.
Recebemos o livro Tua mão na Minha de Elói Bocheco que foi mais que uma breve leitura, é alimento, é comer palavras e sentimentos, é revirar a mente do avesso e se fazer nessa história doce poesia inspiradora.
Ao ler essa linda história minha alma e minha Alice viajamos com a menina Dúnia, personagem principal do conto, que de balde na mão vai fazer os mandados da mãe, carregando água do poço, inventando histórias, conversando com os bichos, sentindo a brisa de leve no rosto, atenta á natureza em festa, sempre feliz a brincar, catar pedrinhas, deixando a água do balde derramar-se na terra quente, fazendo canoa de folhas e navegando no rio, enchendo os cabelos de peixes coloridos.
Ler faz relembrar, viver, voltar ao que se viveu recordar... Recordei então que eu assim como a menina da história também andei muito por estradas de terra aqui na minha cidade durante a infância tanto com minha mãe, como sozinha a caminho da casa de avó, na minha delicada fragilidade de menina, amada e a neta preferida e primeira da avó, minha mãe que criava para a mãe verdadeira trabalhar de dia á noite sem parar. Eu vivia assim como Dúnia ás voltas pelo quintal , brincava com folhas, flores, pimentas, não havia rio, no fundo do quintal uma lagoa com garças e pássaros a voar, a cantar, e no quintal um poço fundo onde maribondos pousavam, cachorros d'água e cágados viviam a nadar. Do poço também carregávamos água para ajudar a lavar roupa, limpar a casa, tomar banho.
Do quintal da avó, trago doces lembranças: o cheiro de café fresco pilado e torrado no terreiro, terreiro esse que era enorme e eu assim como Dúnia fugia para não varrer, pois gostava mesmo de imaginar, de voar nas histórias que meu avô contava ao pé da cama. Ele balançando a rede com os irmãos mais novos todos dentro a dormir, e eu, a menina franzina de conto e conto a se encantar, sonhar, ser feliz.
Um tempo de paz, de flor, de sonhos e quimeras, nascentes para aquecer um coração que se pusera a chorar... De saudade, do quintal, dos pássaros, do colo da avó, da voz doce que me falava, dos cafunés que como na palma da mão Dúnia e a mãe viviam a brincar... Da mão de minha avó lembro os cafunés, o cozer ( simpatia para nervo triado) quando machucávamos o pé, o braço, ela era procurada para fazer as simpatias e benzedeiras, o cozer com flor de mato, agulha e linha dizendo no seu linguajar popular construído na cultura em que vivera.
Ela perguntava: - O que é que eu cozo?
A gente respondia:
Carne triada, nervo rendido e osso torto.
E assim cozia dizendo em oração:
- Com o poder de Deus e de São Virtuoso tudo isso eu cozo!
E assim a dor passava, os nervos se curavam, o machucado desaparecia, sem médico, sem remédio, só a mão suave e a fé, a voz doce e crente, e a presença constante e milagrosa que nos acudia com carinho e afeto em panos quentes.

A história de Eloí Bocheco, trás à tona todo romantismo e poesia escondida na alma de quem viveu o amor, o viver ao lado da pessoa amada e a perdeu e agora guarda nas memórias o afeto e a saudade que nada mais é que a eternidade ramificada no corpo e alma de nosso ser
A história: Tua mão na minha é toda minha, nela me vi, me retratei, emoções a navegar, fui lida pela autora tão distante e sem nenhum conhecimento de minha vida, mas é esse mesmo o papel importante da leitura e da escrita, visitar histórias, mover lembranças, verificar sentimentos e torná-los registros de belas histórias e cenários.
Dúnia nesse conto lindo de Eloí sofre uma grande perda, a mesma dor que vivi quando menina, a primeira perda do avô maravilhoso que tive, e me trouxe o triste silêncio de não mais poder ouvir histórias encantadas, o afago e o carinho ao tom de cantigas e canções, e tempos depois a triste perda de minha avó, que silenciou como passarinho, sem sofrer, sem dar adeus. Apenas partiu e no céu foi morar, deixando no nosso coração uma memória afetiva eterna com tanta coisa para lembrar
Hoje vó Sebastiana é um pontinho no céu, uma estrela singular, a mais brilhante, um pássaro a cantar... Como a mãe de Dúnia, uma luz, um reflexo no firmamento
A voz suave e melodiosa, que cantava as mais lindas canções de ninar, agora do alto com os anjos junto com a mãe de Dúnia, as duas com tantas outras mães e avós, velando pelos seus com estrelas a plantar, com aves do céu a pastorear.
Este conto é simplesmente: Uma poesia na minha lágrima!
E a saudade no meu olhar!

Paula Belmino


Para saber mais do livro:

Em uma antiga brincadeira infantil, a menina Dúnia encontra um modo de elaborar a dor e o desamparo de uma grande perda. Descobre que pode continuar brincando o jogo infantil que aprendera com a mãe que partiu. Brincaria pela mão da avó que transmitira a brincadeira à família. A personagem tira do imaginário o ponto de apoio para continuar caminhando, porque a vida e o jogo "Tua Mão na minha" continuam, apesar de tudo.
Uma história sobre o poder de cura das palavras brotadas da imaginação e dos afetos. ( quarta capa)


TUA MÃO NA MINHA
Autor: Eloí Elisabete Bocheco
Categoria: Infantojuvenil
ISBN: 978-85-60967-48-3
Comprimento: 27 cm
Largura: 21 cm
Peso: 0,175 kg
Número de páginas: 28
Conheça mais da autora
Visite e curta sua página https://www.facebook.com/sbocheco/timeline

























Eloí Elisabete Bocheco é formada em Letras pela Universidade de Passo Fundo-RS e pós-graduada em Alfabetização e Metodologias de Leitura. Atuou como alfabetizadora, professora de Língua Portuguesa e Literatura, trabalhou como animadora da biblioteca escolar, foi coordenadora do ensino de língua e literatura, dentre outras atividades ligadas ao ensino.

domingo, 6 de dezembro de 2015

Domingo Literário com Frederica a Galinha do Pé Azul



Instigar a imaginação, deixar a criança se colocar com suas ideias, exprimir suas intenções literárias e fazer suas apreciações da leitura apoiada nas imagens e em conjunto com questões que o adulto leitor pode ir inferindo em informações lúdicas para construir juntas a habilidade leitura. Um conto a quatro ou seis mãos, em roda de leitura, em grupo, sem pressão!
 Foi assim hoje pela manhã , um domingo literário com o livro que recebemos da Maria Cininha: Frederica a galinha do pé azul. A Alice recebeu a visita da priminha Hadassa de 4 aninhos que adora livros e cria suas próprias histórias baseando-se nas imagens, e do primo Amós (10 anos ) e juntos fomos lendo, interpretando, internalizando informações acrescentando palavras, indagando e relacionando com as poesias que falam da mesma cor amarela da galinha da história, a poesia Flor amarela de Cecília Meireles que a Hadassa já é familiarizada e fomos falando de cores, de natureza, e assim criando uma leitura divertida, uma roda de conversa, uma maneira de criar conceitos e divertir de ganhar tempo, e de transformar um domingo alegre e colorido. Alice (9 anos) que já ler pôde ir  fazendo a leitura decodificada ajudando a prima a compreender o cenário e o roteiro da história e assim seu desfecho, de maneira lúdica e na brincadeira de achar que e tá só brincando vai aprendendo palavras novas, repertoriando o vocabulário e aprendendo novos conceitos e novas aprendizagens como no caso de hoje o respeito á diversidade e as cores primárias. Leitura com o dever de ser transformadora,  informando, recriando conceitos, formatando o pensamento.
Hoje elas se aproximaram mais da autora, puderam criar com ela um laço afetivo, puderam pensar nos valores de amizade, e do respeito que devemos tratar as pessoas e suas diferenças uma vez que cada um tem sua maneira própria de ser.
Um domingo de leitura e interpretação e releitura de imagem que elas fizeram com ajuda do primo Amós (10) anos a Frederica personagem principal da história usando tinta guache espalhada na mão na cor amarela, a crista e o bico usando dedinhos polegares com tinta vermelha e os olhinhos em branco e preto com a ponta do dedo mindinho e por fim as pernas e pés azuis e amarelas com cabinho de colher, pois eu estava sem pincéis em casa e para mostrar que quando se quer se usa a criatividade e tudo pode ficar mais colorido.
Uma manhã livre da televisão e dos jogos eletrônicos, um momento lúdico e cheio de conhecimento desde as artes ás habilidades leitoras e apta a desenvolver  a oralidade, pois é necessário que a criança fale o que pensa e no seu falar ir reorganizando seu pensamento. Além de toda cor e alegria da manhã a socialização com os primos e a interatividade para crescer saudáveis e desenvolver inteligências pictóricas, linguística e interpessoal.


Espiem só nossa farra:

Assistam o vídeo


Espiem mais imagens de  nossas artes:




Para saber mais do Livro visite a página Estúdio MariaCininha



Obrigada Maria Cininha por transformar nossas vidas!!!