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terça-feira, 13 de outubro de 2020

Bambolê e Pião. Poesia de Brincar







Com objetivo de vivenciar a poesia brincante, lendo e brincando, exercitando a imaginação e o corpo, a poesia na prática, fiz uma série de poemas de brincar, bambolê, pião, amarelinha, pipa e outros , fiz um desafio aos alunos, crianças leitoras para participarem lendo e brincando, recitando e gravar um vídeo marcando a hastag #lerebrincardepoesia

No final do mês realizaremos no instagram um sorteio de livro!
Passem lá e participem



Vejam que linda duas leitoras participando!





 

domingo, 24 de maio de 2020

É Tempo de Brincar! Semana Mundial do Brincar







É tempo de brincar 

De 23 a 31 de Maio acontece A Semana Mundial do Brincar, uma “mobilização em nível nacional e internacional que convida pessoas envolvidas com crianças e/ou temáticas a elas relacionadas para pensar, celebrar e promover a importância do brincar...

Em meio à pandemia que estamos vivendo, o movimento #AliançapelaInfancia Aliança Pela Infância não cancelou a Semana do Brincar que costuma acontecer todo ano em praças, parques e outros espaços abertos.
Em 2020 será diferente! Brincando em casa e com muita imaginação e participação da família.




O tema de 2020 

Nesta edição, a Aliança pela Infância propõe como tema da mobilização o “Brincar entre o Céu e a Terra“. A ideia chama atenção para a importância de cultivar a imaginação e o devaneio da criança, para que ela possa ser e estar no mundo com criatividade e singularidade.
O manifesto do sensível de 2020 – que em breve estará em todos os canais – lembra do quanto é rico o universo imaginário das crianças:
No território da imaginação há lugar para elefantes cor de rosa e oceanos no quintal de casa em que navegam aventureiros sem pé nem cabeça. Lá estão também os bailes com dinossauros e guerreiras no tanque de areia, e os banquetes de sementes e folhas do jardim. As casas com portas no teto e janelas no chão podem existir apenas com papel e lápis, ou giz e chão, ou de tantos outros jeitos. Existem principalmente porque houve espaço e tempo para que fossem imaginadas. Nesse território constroem-se aventuras e narrativas com caixas de papelão, pedaços de pano, tampas de garrafa, blocos de madeira… e assim vão tomando forma repertórios de possibilidades, impossibilidades e de vida.
Como todos os anos, a Aliança passa, desde hoje, a disponibilizar uma série de materiais e conteúdos inspiradores para apoiar as ações dos aliançados. Não precisa fazer parte de núcleo para desenvolver atividade. Todos são convidados. 



Propus o desafio aos alunos Lagoanovenses e suas famílias a brincar com poesia, um livro, um poema brincante, uma brincadeira por dia .
Deixo o convite aos seguidores a ler um poema, afinal ler é brincar,  e convidar as crianças para brincar de poesia na prática.

Quem participar faz o vídeo ou foto lendo, brincando e posta e me marca ou manda via direct ou mensagem Whatsapp, ou e-mail, deixa o link com a tag #Brincarcompoesia

A cada dia postarei um poema de brincar, para ler e brincar, desenhar, criar um brinquedo.

Vamos participar da #SemanaMundialdoBrincar?

Com brincadeira e leitura, com poesia da infância.







1° Desafio : Ler o poema abaixo e brincar de fazer bolhinhas de sabão


Bolhas

Copo e canudo,
um pouco d' água e sabão,
e eis ai a bolha
a borbulhar,
leve como o vento,
feito folhas a bailar.
Molha a mão da criança.
Depois voam ao vento
Junto com as folhas,
as coloridas bolhas,
encantam o olhar.
Bolhas de sabão,
pedaço de infância.
Quando menos se
espera, estouram
E desaparece no ar.

Paula Belmino

No livro Poesia de Botão



As crianças Alana de Parnamirim-RN e Theo de Pelotas -RS já estão participando lendo e brincando em casa de poesia







2º Desafio -Ler o poema e brincar de Amarelinha




Brincar de Amarelinha

Pra brincar de amarelinha
Risca-se um diagrama
Com o dedo na areia,
Ou giz na calçada,
Faz quadrados em cadeia.

De uma ponta à outra,
Pular num pé só.
Até chegar à asa
Sem pisar na risca
E nem na pedra da casa.

Joga de novo a pedra ao léu,
Mas se cair na linha
O jogador perde a vez
Vence quem chega primeiro,
faz o percurso com rapidez.

Mexe o corpo sem cansar,
Na asa a criança pisa os dois pés
E se imagina voar.
É coisa de criança
Brincar de ir ao céu a pular.


Paula Belmino

A Laura Eduarda de Mossoró já está brincando, leu e recita aqui lindamente explicando a brincadeira


Vamos brincar de poesia?

















quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

A Lenda do Teatro de Sombras




Aprender arte e cultura

Com sabor de boa história
Literatura que abre as portas
e a imaginação aflora
Vida e poesia
Teatro de sombras
Fantoches
Dança, lendas, memórias.
Tudo que se aprende nos livros
Para se fazer inspiração
E nos educar o coração. 



A história de hoje é: A lenda do teatro de sombras que nos conta a antiga lenda chinesa que envolve o imperador Wu'Ti , a bailarina preferida dele, Li, e o mago da corte: Shao-weng. A lenda recontada de forma poética por Marco Haurélio  pela Editora Paulinas
Com versos lúdicos que nos faz compreender como a paixão do rei foi interrompida após a morte levar sua bailarina favorita.
Wu'Ti logo ordena ao mago que traga à vida sua amada ou teria sua cabeça cortada fora.
Shao-weng incomodado sem saber o que fazer , pensa em como do Reino das sombras alguém trazer?
E o imperador ansioso aguarda a presença de Li.
E foi assim numa noite escura que o mago descobre a solução:
Um teatro de sombras e eis a aparição:
Li a dançar para o imperador agradar.




Alice leu para Hadassa, e logo desenhou os personagens.

É claro essa linda lenda nos acende a curiosidade de entender como surgiu o teatro de sombras.
O bom da leitura que prende a atenção são as rimas, e a arte de Fernando Vilela com traços que lembram a arte chinesa.


O bom da leitura que prende a atenção são as rimas, e a arte de Fernando Vilela com traços que lembram a arte chinesa.
As meninas Alice e Hadassa brincaram de teatro de sombras e claro, confeccionaram um teatrinho usando caixa de papelão, tinta guache e para os personagens desenhados no papel cortados e colados no canudo.



Vejam mais da leitura:



O teatrinho de sombras reciclável e a ludicidade de saber que ler é movimento e luz!




Para comprar o livro:

https://www.paulinas.com.br/loja/lenda-do-teatro-de-sombras-a

domingo, 6 de outubro de 2019

13 Primaveras





Dizem ser o número 13,
um número de azar.
É nada.
É sorte,
é Deus
é vida,
a tua primavera preferida.
Treze margaridas na
aquarela de meu jardim.
Treze trevos de sorte
me tornando forte,
Treze vezes trezentos e cinquenta e seis 
dias de colo
de amor e afeto.
Treze vezes  os trezentos dias de cada beijo
que trago nos lábios para te dar.
Esta tua décima terceira primavera
é trezemente infinita
de flores que em meu coração brotam
para te ofertar.

Paula Belmino

E ontem minha pequena fez 13 anos de vida e comemorou com muita alegra, no parque com as amigas, tomando sorvete, recebendo carinho e presentes da avó e da prima, lendo, brincando com a nova mascote da vovó, a cadelinha Estrela sendo eterna criança










quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Vivenciando a Poesia de Manoel de Barros









O menino fazia prodígios.

Até fez uma pedra dar flor!

A mãe reparava o menino com ternura.



A mãe falou:

Meu filho você vai ser poeta.
Você vai carregar água na peneira a vida toda

Manoel de Barros




Sempre tentando além de educar para a vida por uma educação de qualidade voltada para as artes, para a literatura, a poesia, levo o olhar atento às coisas simples da vida, porém valorosas, como a humanidade e a sensibilidade. Assim buscando alento e inspiração para as crianças pudemos este ano estudar muito sobre a Poesia de Manoel de Barros, teve oficinas de pintura nas pedras, escrita de poemas pelas crianças e haicais inspirados em Manoel, dança, música e tudo quanto pode ser movimento e arte focalizada para desenvolver habilidades e competências.

As crianças puderam estudar a biografia de Manoel de Barros, conhecer um pouco de suas amizades como o amigo Bernardo a quem sua obra cita, o lugar onde viveu, a vegetação do cerrado, o clima, os pequenos seres como rãs, formigas, bem-te-vis pelos quais Manoel se inspirava e brincava, para uma vida mais perto da natureza por amor e respeito à ela. E levam agora para a vida toda todo esse conhecimento contextualizado com as disciplinas, mas dentro do coração essa poesia bonita e tão importante da nossa literatura pra reinventar-se.


Ontem recebemos o convite para se apresentar numa Escola de Ensino Médio de tempo integral aqui em nosso município, a Escola Estadual Angelita Félix.  Fomos e recitamos, brincamos, as crianças puderam se expressar com os poemas:

Os girassóis de Van Gogh
Bernardo
O silêncio Branco

A minha Alice tocou e cantou: O menino e o rio e depois pudemos visitar as salas com a exposição dos trabalhos





Vejam um pedacinho de duas apresentações, infelizmente não pude gravar tudo, mas consegui esses vídeos. Se acaso achar outras compartilho com vocês


Bernardo


Bernardo, de Manoel de Barros
Bernardo já estava uma árvore quando
eu o conheci.
Passarinhos já construíam casa na palha
do seu chapéu.
Brisas carregavam borboletas para o seu paletó.
E os cachorros usavam fazer de poste as suas
pernas.
Quando estávamos todos acostumados com aquele
bernardo-árvore
ele bateu asas e avoou.
Virou passarinho.
Foi para o meio do cerrado ser um arãquã.


E o Silêncio Branco:


E isso foi só um pedacinho da poesia vivida!


Por uma Educação que abranja conteúdos, mas muito mais a humanização, sensibilidade e apreço pela natureza, valores e cuidados para com o outro e consigo mesmo.
Por uma educação que construa o conhecimento formal e cientifico, mas que além dele e do saber gerir fórmulas e regras matemáticas, promova novos olhares, para as coisas simples da vida e com igualdade garantir o respeito à diversidade e à inclusão.
Por uma educação que forme para dar condições às crianças  de ser um bom aluno, para com bom estudo poder adentrar universidades, mas que desde hoje, acima de tudo garantam a ela a educação que pensa nela como cidadão como cidadão, como ser de direito, como alguém que aprende brincando e deve sim, demonstrar suas emoções, bem além de suas conquistas.
Por uma educação com empatia e com poesia, com arte e música, considerando as particularidades de cada um e seus saberes e fazendo deles o ponto de partida para conhecer grandes nomes de nossa história.
Por uma educação significativa que eduque para ler por prazer, para escrever sabendo as finalidades dos diferentes gêneros textuais, e que norteie a ciência e a capacidade de pensar, criar, construir, se reinventar.
Por uma educação que arda no coração, e construa memórias afetivas através dos livros.
E assim por eles as crianças aprendam o que quiserem, e possam ser o que sonham ser!

É assim que quero continuar fazendo parte da Educação!

Paula Belmino

Deixo também a  poesia Sombra Boa tocada e cantada por Alice

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Brincar de Amarelinha



Pra brincar de amarelinha
se risca um diagrama
com o dedo na areia
giz na calçada
faz quadrados em cadeia.


De uma ponta à outra
Pula num pé só.
Até chegar à asa
sem pisar na risca
e nem na pedra da casa.


Joga de novo a pedra ao léu
mas se cair na linha
o jogador perde a vez.
Vence quem chega primeiro
fazendo o percurso com rapidez.


Mexe o corpo sem cansar
na asa a criança pisa os dois pés
e se imagina voar
É coisa de criança
ir do inferno ao céu a pular.


Paula Belmino

*Fotografia de Alice por Flávia Alves

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Feito Planta





Das miudezas da terra
Vai se aprendendo ser menos humano e mais plantas
Mais verde na alma
Feito borboleta a voar em pingos de sol
E a dormir em flor
Ser parte da planta que abraça o mundo
plantada na terra a sorver goles de poluição e doar ar puro.
Das miudezas da terra
Os pequenos seres a enfeitar o chão
sapo que pula, aranha que insinua castelos de luz, lagartixa que se aquece
Grilos que cricrilam ao luar
Vai se aprendendo a ser pedaço de terra
Mais erva que pó
Pó mesmo já se é
Voltar a terra em vida é que é o mistério
E o grande conselho que as plantas se se dá.
E que os pequenos seres aprenderam há muito 
quando das plantas fazem o perfeito lar.

Paula Belmino 



Com esta poesia de amor à natureza e esse lugar mágico em meio à ela  mostro um pouquinho de nossos momentos de aprendizagem a observar as plantas, os bichinhos que vivem nela aprendendo a respeitar e criar laços de paz e de sustentabilidade em prol de uma boa saúde e da vida próspera e cheia de sentimento que sai das plantas para nosso interior.
Em visita a um viveiro pudemos aprender tanto!

Alice usa vestido em jeans fresquinho da Look Jeans que sempre antenada prepara peças que deixem as crianças elegantes, mas feito criança na sua simplicidade, afinal ser criança é experimentar, criar, brincar, subir , descer.Sendo assim a Look Jeans não  nega a sã natureza das crianças, mas cria looks que permitam a experimentação e o convívio harmonioso com a natureza, podendo se sujar de terra. As peças são muito duráveis e não desbotam, podem ser lavadas muitas vezes e continuam feito novas, pois prezam por qualidade e conforto em seus produtos, e sempre em harmonia com o meio ambiente, afinal peça que não se desgasta pode ser doada, trocada, vestida muitas vezes sem ser destinada á coisas que nãos e quer mais, mas peças amadas e que desapegadas fazem bonito por onde passam.





Alice usa Vestido Look Jeans
Bolsinha Larissa Manoela By Birô
Sandália Pampili
Tiara Lilica Ripilica



Para conhecer toda coleção Look Jeans

http://lookjeans.com.br/site/