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terça-feira, 1 de agosto de 2017

Rapadura é doce , mas não é mole (Dica de Livro)






Leitura tem que ser prazerosa, aquela que te faz voar, viajar, rir, relaxar, se expressar e deixar fluir os sentimentos.
A leitura literária na escola para mim é mais que prazer , é garantir o direito à poesia, ao imaginário, ao lúdico, aprendendo sem pressão, sempre com a intenção de aprender brincando.





O livro: Rapadura é doce, mas não é mole que recebemos do autor José Vilela, jornalista e escritor, é de natureza extremamente prazerosa, com linguagem de fácil acesso e faz sucesso entre adultos e as crianças.
Quando li não consegui me conter de rir, e gostei muito da história do tamanduá-bandeira e seus quatro genros: O martim-pescados, o jacaré, o carrapato, e o pica-pau.
Hoje na escola li com as crianças, à primeira leitura deleite, depois eles puderam ler em duplas, a sós, rir e brincar, recontar a história com suas palavras e sempre como faço reescrever a história, registrar, compreender o que leu e colocar no papel.
Incluímos nossa roda de conversa sobre meio ambiente e preservação das espécies, pesquisamos sobre peixes desconhecidos da nossa cultura, assim como árvores que aparecem no texto, falamos sobre os valores e as características de uma fábula sem sair do prazer de ler e voar na imaginação.

Vejam só:










Assistam:



José Vilela nasceu no Município de Guiratinga (MT). É graduado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo. Começou faculdade na Unisinos (1977), em São Leopoldo (RS), e terminou na Universidade Federal do Amazonas (1981). Trabalhou aproximadamente dez anos, como professor na rede de ensino público. No jornalismo, prestou serviço como repórter, chefe de reportagem, editor e correspondente no interior. Trabalhou em jornais diários, semanários, revistas e informativos de empresas e de sindicatos. É assessor de Imprensa do Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Estado de Roraima (Sindsep-RR) desde julho de 2005.

Vilela tem 13 livros editados: Os agricolinos (1983); “Você tem muito de sozinho” (1984); Os bravos de Oixi: índios em luta pela vida (Vozes/1994), traduzido para o italiano com o título "Gli eroi di Oixi" (1995); Eu sou MM (1998); Xununu Tamu: uma saga indígena (1998); A chave do impossível (1998); Macaco velho não pula em galho seco (1999); Rapadura é doce, mas não é mole (1999); Fragmentos da história do Sindsep-RR (2005); OAB Roraima: um resgate histórico (2009); O Guru da Floresta (2013); João Ferreira Mota sem fronteiras: biografia de um migrante que trocou o Maranhão por Roraima (2014); O Profeta da Irreverência (2017).


Já morou em vários Estados brasileiros. Atualmente reside em Boa Vista, Roraima. E-mail para contato: jvm.autor@gmail.com