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domingo, 4 de novembro de 2018

SOS



Por vezes sangro  quase a desfalecer.
A alma pálida em tantas
roturas e estrangulamentos,
sangra à beira da morte
e fraca esvai-se a cada dia
verte apenas lágrima.
O sangue a fugir das veias
Vermelho como a vida
vai perdendo-se,
derramando-se nessas guerras interiores, 
na luta entre a mente
e o coração ferido,
da razão e da emoção.
Cicatrizes que já não se curam mais,
São tantos ais!
E se faz um mar de sangue 
a banhar as mãos,
os pés,
o meu olhar
Esmaece o tom dos lábios 
e já nem pronunciam mais o que se sente
só pedem socorro, 
em silêncio.
E quando a guerra parece tudo destruir,
ser mesmo o fim, 
a poesia renasce de um sorriso alheio,
é como uma transfusão:
alimento para veias e artérias
a bombear o sofrido coração.
E quem outrora lapidava 
todo dia a morte,
refaz a vida, 
numa lágrima, num sorriso,
 na fé e na poesia 
vermelha feito sangue
mesmo aos cacos,
refaz-se,
para refazer a vida.

Paula Belmino


Essa é minha poesia inspirada na imagem de uma moça de vermelho com olhar ao céu, e de chapéu , Usei s imagens acima da minha Alice também de vermelho e de chapéu para chamar atenção para este pedido de socorro, de que muitas vezes estamos aos cacos, rasgando a alma, pedindo socorro e mesmo por fora bem vestidos, a alma anda em frangalhos, e é preciso sangrar quase a morte por vezes para em lágrimas obter o socorro Divino


Participe você também da BC Poetizando e  Encantando com a Lourdes no blog http://filosofandonavidaproflourdes.blogspot.com/

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Melancolia




A alma escorre dentro da solidão
e fica imóvel
se ressente, 
sente e sofre 
os pesadelos todos do mundo.
É como se adentrasse o monturo e 
apodrecesse, sem sal da terra
esquecida da vida.
Chora todas as lágrimas 
beirando o precipício
ali onde a ansiedade consome
a solidão sempre faminta
devora todos os sentimentos
e a alma verte dor em seus gritos.
Espera, quase sem esperança
o sal da terra,
a flor branca da paz,
a janela que abra para fora,
o moinho do tempo trazendo vida, 
Em torpor se dilacera solitária
na escuridão, a pobre alma
ansiando a luz que mostre o caminho.




Paula Belmino

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

27 de agosto . Dia do Psicólogo


Cuidador da alma
Enche de paz
É acalanto
Afeto
Mão estendida
Um caminho seguro
Uma terna companhia
Canto.
Zelador do pensamento
Leveza no entendimento
Compreensão
Amor que guia
Companhia na solidão
Germina no sonho a fé
Esperança
Que tudo seja vivido
A pleno sentido tenha solução!



Paula Belmino

Minha homenagem hoje vai para duas amigas queridas e Psicólogas Dra.Alice Maria Ferreira Soares



a quem estimo com muito amor e carinho. 

Dedico muita luz e sabedoria a todos que fazem da psicologia um caminho de paz para o ser humano poder se reencontrar e se compreender. Parabéns!

Alice usa
Pakita Modas
Acessório Bola Boneca