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sexta-feira, 29 de maio de 2020

Milú





Dizem que os gatos têm sete vidas, se as têm, não sei. O certo é  que a vida deles se cruzam à  nossa, e é como se suas almas procurassem a nossa, por muito tempo,  até achar.
A alma dos gatos conhece a nossa, a ternura que habita em nós, e é quando nos reconhece que suas patas se enroscam em nossas pernas, e sentem confiança para pedir colo, dar a pata, deitar- se com a gente.
Quando Milú chegou até nós,  ninguém sabe de onde saiu, como nasceu,  que fome passou, quanto frio, quanta dor e abandono,  mas nossa alma lhe chamava, de forma involuntária, inconsciente, já que de verdade não queríamos gatos em casa, pois já éramos toda habitação de amor ao cão que percorre todos os recantos da casa.  Foi ai que Milú chegou, enroscou-se nas nossas pernas, e deixou sua alma de gato encontrar-se com a nossa, carente de afeto e confiança, que pensávamos era ela quem pedia, mas a falta disso em nós ela enxergou.
E, agora, Milú  habita a casa, nossas pernas, mãos,  alma e coração.
Gatos têm sete vidas? Talvez tenham todas, muitas outras mais, as vidas  que possamos lhes ofertar com carinho e amor.

Paula Belmino




Adotamos esta gatinha que chegou perdida na casa da vovó, mas lá já tem muitos gatos e cães e a avó não pode cuidar. Ficamos com dó de soltá-la novamente na rua e o pai de Alice trouxe para casa. Faz 3 dias e está se adaptando bem, mas dentro de casa pois nossa cachorra não gosta de gatos rsrs. Tentamos aproximar , mas ela só faltou engolir a coitadinha.
Milú já chegou implorando carinho e é muito meiga.
Vamos aprendendo a conviver cm cão e gato! 

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Francisco .O caminho das Flores



Uma história de amor
de um homem que foi tocado pela luz.
Francisco era um jovem sonhador, amava cavalgar, rico e cheio de  objetivos, sonhava se tornar um grande cavaleiro, mas os horrores da guerra o fez viver momentos de grande tristeza, preso por dois anos , Francisco adoeceu e ao retornar para sua casa já não era o jovem sonhador de antes, no entanto em meio à natureza Deus o chamou para ver a beleza de sua criação.



Francisco aprendeu a amar as flores, as árvores, os animais, e chamava sol, lua de irmãos.
Outra maravilha de suas ações foi deixar seu lar, sua riqueza para servir aos pobres, levando a mensagem de Cristo, sem medo de se aproximar dos leprosos e dos mais fracos.
Até dos lobos ele se tornava irmãos.
Francisco é conhecido pela igreja católica por São Francisco e deixou um legado de amor e paz, de incentivo ao fazer o bem.


Essa leitura nos chama atenção para as pequenas coisas, para nos mostrar que somos na terra servos, para fazer o bem ao próximo, que é o primeiro mandamento: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao irmão como se fosse a nós mesmos.


Em cuidar dos animais e da natureza Deus se revela em nós, nas nossas ações de humanidade, e além de cuidar do meio ambiente, se colocar no lugar do outro, do próximo, amando cada um na sua diferença, se tornando iguais perante Deus.



Por aqui a gatinha deu cria, 4 gatos, que vieram mortos, apenas um vivo, mas que ela ainda não sabe ser mãe, deixa o bichinho com fome, a vovó Cicera, e os netos o alimentam com conta-gotas, dão carinho, embalam em panos e por vezes passam horas acarinhando a mãe para que fique perto do filhote e o amamente: Isso é amar as criaturas de Deus assim como fez Francisco.


Um livro para trabalhar empatia, cidadania, e valores e toda a sorte de poesia que há em fazer o bem.

Vejam mais:



Para comprar o livro Francisco, o caminho das flores de Monique Morgillo pela Paulinas Editora basta entrar no site:

https://www.paulinas.org.br/loja/francisco-2

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Desejo de passarinho






Desejos



Desejo de árvores e flores,
 aves de multicoloridas asas,
a ávida liberdade.
Desejos de luz,e cor
de flor e sombra.
Desejos de ouvir o som da paz
ecoar no murmúrio do vento,
no sussurro do tempo.
Desejo de crianças e poesia
na terna magia da leitura e do brincar.
Desejos dessa esperança verde árvore,
natureza a dançar
envolta da nossa alma
que cisma a fé, firme no futuro
aqui, hoje,
no agora desta hora
onde árvores, pássaros e crianças
são a pura poesia da existência
contrariando o mau desejo
que paira sore o mundo.



Paula Belmino

Poema inspirado na poesia de Roseana Murray no livro: Desejo de árvores e pássaros com ilustrações de Valdério Costa pela Editora Imeph. O livro é uma homenagem ao poeta Manoel de Barros que dedicou sua obra às singelezas de aves e natureza, de rio e criancices, a poesia das pequenas e valiosas coisas.
Na escola hoje levei as crianças ao jardim e pedi que em silêncio observassem tudo ao redor, a natureza a cantar, o vento, os sons, as cores. Em silêncio usando os sentidos as crianças ouviram, viram, tocaram, sentiram, expressaram e fui chamando um a um para ler um poema do livro, depois de ler, de relacionarmos a importância das árvores e dos pássaros, contextualizando a poesia com os conteúdos de ciências como fotossíntese, partes das plantas e suas funções, sem perder a beleza da abstração.
As crianças puderam assim também após leitura criar seus próprios versos, sempre incentivando a escrita autoral, com autonomia, para compreender que escrever vai além de conceituar, contar, estruturar, resenhar, mas também de expressar sentimentos.
E eles se saíram bem.






 Até que de repente na hora do recreio as crianças acharam um pardalzinho caído da árvore com a asa machucada e foi mais um motivo para compreendermos o cuidado para com os animais, o respeito á natureza, a empatia, o zelo pelo verde preservando, alimentando. As crianças deram carinho, fizeram mais silêncio para não assustá-lo, deram água e pedacinhos de bolacha e depois de muito carinho o colocaram em cima de um galho do jardim, e ele como agradecesse esperou a foto, um afeto da nossa voz e voou.



Vejam mais:




sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Qual fruta Simão quer?



De galho em galho,

o macaco matreiro
não busca sossego
Pula o dia inteiro.
Explora e brinca
e de verde se pinta
nas folhas do cajueiro.
-Quer banana Simão?
-Maça ou carambola?
Um pedaço de pão?
Pergunta Simone.
O macaco sapeca 
Acena que não!
No cajueiro, se equilibra o Soim
Do mais alto galho
mira o céu azul.
E espera com paciência
o sol amadurecer o caju.


Paula Belmino

*Foto de um dos novos moradores da casa da amiga Cláudia Guimarães Um sagui,que agora vivem por lá livres e bem amparados pelos cajueiros da chácara de sua família.
 O Sagui por aqui mais conhecido aqui no sertão por Soim, e que me trouxe essa inspiração.Os animais em todos os gêneros, tipos e raças devem ser tratados com cuidado e amor.