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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Projeto Poesia do Bem na Jornada pedagógica de Bodó



A leitura é 
liberdade
asa e olhos.
É porto e casa,
ponte e agasalho,
aprendizagem e troca.
A leitura é o ato de ler a nós mesmos
e nos acharmos dentro de um livro
e depois de revelarmo-nos pela literatura
ter o poder de ser quem a gente quiser
Leitura é  teletransporte
é transformação
passagem para o inimaginável.

Paula Belmino

E hoje tive o prazer de participar da Jornada pedagógica da cidade de Bodó-RN a convite da Secretaria de Educação para falar um pouco da Educação literária na Prática, uma abordagem alinhada a BNCC que prevê a literatura como eixo da Língua Portuguesa e norteia todo o trabalho contextualizado numa visão de Educação Integral.


Relacionei as competências gerais da BNCC ao Documento Curricular do RN com ênfase na Educação Literária como eixo integrador, visando garantir o direito da criança, do aluno com base na leitura viva, e pelo poder da poesia, e da literatura em geral, transformar, ser alento e cura, ser ponte e porto.
O papel do professor como mediador de práticas de leitura que vão além de tratar conceitos, mas de formar cidadãos, leitores críticos, que sabem opinar, se expressar, ser resilientes e empáticos. A leitura como bússola para falar de assuntos difíceis de serem lidados, mas que com as narrativas as crianças expõem o que sentem sem perceber e sem se sentirem constrangidas, colocando para fora o que sentem e fazem mal, dando voz as palavras e renovando-se pela poder  da palavra, transformando assim  a realidade em que vivem por meio da fantasia.





O momento foi de conversa com os professores, com dinâmicas que eles podem levar pra sala de aula. Um momento Literário-musical com meus poemas musicados em parceria com o músico José Garcia, um projeto que permite ao aluno utilizar-se de várias linguagens como rege a BNCC na Competência 4
“Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Língua Brasileira de Sinais [Libras], e escrita), corporal, visual, sonora e digital–, bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.”


A literatura permite o exercício de si mesmo e do outro, numa tomada de decisões, na reflexão, na assertividade, na empatia, ofertando a visão global de todas as áreas do conhecimento, onde o professor pode se utilizar de um único texto para trabalhar de forma contextualizada todas as unidades curriculares e oportunizar assim aos alunos o desenvolvimento construtivo de suas habilidades e competências.


Em suma nossa tarde se deu em destacar vorazmente o poder da leitura como um ato libertador e emancipatório.


Espero ter compartilhado e contribuído um pouco para a aprendizagem dos professores, pois também lá me emocionei e aprendi.
Uma das professoras um dia antes leu meu poema Anjo Flautista e viu seu filho com autismo nele, não escrevi pensando na inclusão, mas a poesia está ai para fazer pontes e variadas interpretações quando chega à alma de quem lê.



Esta é a aluna Rayane Guimarães aluna de uma escola pública de Bodó que dedica seu tempo á poesia, lendo, recitando, e escrevendo com autoria 
E aqui recita meu poema Pirilampo, que fez majestosamente um dia antes no 1º dia da Jornada pedagógica



Obrigada a todos pelo convite!


sábado, 28 de julho de 2018

A menina e o Girassol




E de todas as alegrias que é ter a natureza por exemplo, viver cercada dela está em poder se inspirar nela para brincar de fazer poesia levando às crianças o incentivo para respeitar o meio ambiente e brincar com as palavras , gostando de ler e fazendo da leitura o refúgio, a luz, o porto.

Uso o poema e a mensagem de todas as formas de arte para participar do Filosofando e Poetizando com a Lourdes para essa inspiração no 46º Filosofando na Vida 

Escolhi a imagem abaixo de uma mulher entre os girassóis, flor que eu amo e pela qual me inspiro na Alice a brincar sempre



Vamos ao poema:


A luz do sol

colore o olhar
da menina a voar.
Leve feito pluma,
feito folha ao vento,
eu seu pensamento
é ave ao céu a bailar.



No arrebol
A menina ao sol
vem e vai,
gira em seu balé
dentro do girassol
Onde gosta de estar.



A vida passa
sob o sol de abril,
principia a paz
perfume delicado,
pueril.



É preciso cuidado,
qualquer passo em falso
o girassol pode não abrir
e a menina a brincar
de roda cair.



A menina e o girassol:
um casamento perfeito
brincam, enfeitam
da natureza espreitam
ares de céu.



Sempre ao sol
a menina e o girassol.
como ave a menina canta,
e a música da vida
o girassol ciranda.



Vão os dois:
menina e girassol
brincam de girar
aceitam toda luz
do sol neles a brilhar.



A menina é ave,
o canto da paz
é vida a girar
dentro do girassol.
O girassol é
flor delicada,
é todo energia,
é luz do sol.



Menina e girassol
Finas flores de abril
amando toda luz
a cirandar
antes que a noite chegue
e esconda o girassol,
o sol,
a menina ,
sob o luar.



Paula Belmino


E meu poema foi musicado pelo artista José Garcia que também é professor do Programa Mais Educação e leva arte música e poesia para as crianças
O poema foi trabalhado com ele e as crianças do Centro Rural e agora está disponível em playback gravado nos Studio Lee para quem desejar usar com as crianças na escola

Ouçam



Participe você também do Filosofando na Vida
Basta escolher uma imagem sugerida lá na postagem, usar a criatividade, comentar o post e deixar o link de sua participação e interagir com os amigos. Clica na imagem




domingo, 23 de outubro de 2016

Café com Poesia




Uma flor a acordar
Sonolenta quer café
Mais gostoso se for num jardim
Poesia formosa é
Um misto de carinho e ternura
Flores e borboletas
Café com leite e frutas
E uma pitada de amor.
Uma flor no jardim
A despertar pra vida
Com vida e poesia
E um livro pra encher o mundo de cor

Paula Belmino


Pra acarinhar a flor mais bela de meu jardim sempre recito poesia, leio para ela, faço vez ou outra um café na cama, uma carinha de frutas, nada habitual os pratos enfeitados, mas sempre que dá uma carinha, um sol, uma flor, a mamãe aqui é péssima de desenho, de arte, de inventar, então vamos ficar só na poesia e no incentivo mesmo hehe
Depois que ela tomou seu café a prima Hadassa chegou com a vovó e claro teve borboletas e uma cantoria de jardim pra elas também.



O incentivo a leitura deve ser constante e sempre, não dá para ler apenas ao se deitar, é preciso que os livros estejam por toda parte, disposto pela casa, ao acordar, e ao deitar. Ler desde cedo, incentivar, e ainda mais para as crianças elétricas e super cheias de novidades  e atividades, o ler para elas vai ajudando a acalmar, sensibiliza, resgata os momentos ao lado dos pais e de quem se ama. 
Ler favorece a humanização, a paixão pela poesia, o lado lúdico dos livros se abre em botão na alma da criança, mas é preciso ler sem pressão, sem reservas, sem impor, ler por prazer, brincando e oferecendo poesia como se oferece em letras o pão para a alma.





O livor escolhido foi o de Eloí Bocheco: Cantorias de  Jardim pela Editora Paulinas que traz diversas poesias que falam de flores, de natureza, e para combinar uma borboleta usando pão francês, queijo de manteiga da terra e uvas, a Alice não gosta de comer frutas cedo, e é mais uma maneira de brincar e incentivar. Café com leite e poesia não podem faltar!

E depois de tudo isso ainda teve a vovó Cicera lendo para a pequena e cantoria de flor
Assistam e aproveitem e se inscrevam em nosso canal no Youtube





Para saber mais:

Cantorias de Jardim reúne 21 poemas, em que cada um é dedicado a uma flor: rosa, margarida, açucena, jasmim, hortênsia, amor-perfeito... Mais do que ressaltar as qualidades marcantes de cada flor, Eloí inventa situações cruzando insetos, bichinhos de jardim, corredeiras, lagos, rios que atuam como coadjuvantes na construção das imagens idílicas da poeta. São poemas repletos de imagens. Há um estouro de figuras de linguagem, de pensamento, de harmonia... há um estouro no uso de recursos linguísticos: cruzamentos, aliterações, repetições, metonímias, intertexto, comparações. Parece uma festa de palavras e imagens. Impossível não se render ao mel escorregadio das poesias de Cantorias de jardim. Sem dizer mais sobre a estética impecável dos poemas, a elegância, a graça, a suavidade das palavras e das cenas são um devaneio de aromas. Dá pra sentir que cada palavra, cada pontuação foi cuidadosamente bordada pela tinta da caneta da poetisa. As ilustrações são de Elma que também se renderam à delícia que é passear por um jardim de poemas para as flores

ISBN: 978-85-356-3351-1Páginas: 40
Edição: 0
Idioma: PORTUGUES
Formato: (21,5 x 30,0)


Para comprar

https://www.paulinas.org.br/loja/cantorias-de-jardim

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Liberdade às Aves (coleção Bugbee)



Ao som de aves cheias de vida
Pergunto:
Qual a cor desse canto de amor?
Que gosto tem voar?
Adentrar entre as folhas e flores
E partir em direção ao sol?
Em plena liberdade ao arrebol.
Ao som de maritacas e calopsitas
Um mundo aberto de vibrações
Energia que se sente na alma
Afeição.
Qual o sentido da paz?
Se as aves deixam seus ninhos sem se importar com o que hão de comer ou vestir?
Trazem a alegria em suas penas
No canto a doce paz do existir.
E nada fiam
Nada produzem 
E são as mais belas composições da aquarela
Cores, canto, ternura,
Em suas asas e no gorgear a canção mais bela.
A paz está no sabor de suas vozes
Ecoando no horizonte pincelando amor
Desde o nascente ao sol se pôr!

Paula Belmino


Esta poesia inspirei-me na linda coleção da Bugbee verão 2017 que trás calopsitas e maritacas, aves tropicais, coloridas e vibrantes que entoam em nós o canto de amor. Os dias de verão febris pedem colorido e liberdade para brincar e se refrescar e ao mesmo tempo dá a energia de ficar lá fora até tarde, em meio ao natural. A Bugbee inspirada sempre no contato das crianças com o meio ambiente investe em criação de estampas que valorizem nossa cultura, nossa fauna e flora, e sempre levando em conta o respeito para com o verde e com os bichinhos. É urgente conscientizar desde cedo sobre à caça e o tráfego de animais silvestres que leva à extinção e danos à cadeia alimentar gerando prejuízos para a vegetação, a reprodução das espécies. Ensinemos a criança por meio das brincadeiras, d apoesia, do vestir-se e do fantasiar a cuidar dos animais e a respeitar a vida como oportunidade única, aqui e agora.

Confiram mais da coleção com a estampa #Birds









sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Questão de tempo




Perde tempo quem deixa ir a oportunidade de ouvir uma canção.Um passarinho a cantar, o vento assobiando na janela, a melodia da natureza a se manifestar lá fora enquanto o sol levanta e a vida se fia.
Perde tempo quem não beija uma criança, quem não abraça o amigo, quem não diz bom dia e abre a manhã em sorriso. Um beijo que sele o amor, o abraço que traga paz, o sorriso que emudeça a dor.
Perde tempo quem corre contra o vento, quem cedo levanta e sai ás pressas sem dedicar tempo à família. O tempo urge,  e vai a galope corroendo a saúde, os anos, os sentimentos. Levanta cedo ao trabalho, Deus ajuda com certeza, mas antes abençoa, conversa, expressa cuidados. Sê como ave que na boca dos filhos o alimento deita e torna sempre a prover o alimento nas terras distantes sem do ninho nunca esquecer. E saudosa retorna aninhando com calor os filhos seus.
Perde tempo quem não se olha no espelho, quem não se admira, nem elogia a perfeita criação de Deus, e vive a espiar a vida da janela, apenas um quadro pintado em tela. E quando se dá conta as rugas moldam a face, cabelos brancos pintam feito a neve sobre a terra. E a vida voou, o tempo já se despede.
Há que se trabalhar arduamente, mas descansar, sair cedo mas também aproveitar os momentos de descanso, fazer tudo bem feito,e alimentar  os que estão ao redor com amor, afago, acalanto, deixando-se levar pela canção que os céus ecoam, de paz, esperança, sonhos que minam no coração. E viver plenamente no jardim da vida, sair da espreita da janela e vir à rua, lutar, sonhar, se molhar na chuva.
Não perde tempo quem beija, quem sorri, quem brinca, quem lê, quem viaja, quem conversa e guarda pedacinhos de lembranças, quem marca o tempo escrevendo histórias e fazendo poesia os momentos breves da vida.
Não perde tempo quem ama arduamente, quem planta sementes de amizade, quem não deixa de lado o primeiro amor, quem se alimenta de pequenos gestos de bondade e faz eterno o tempo, o qual logo se rompe feito  flor branda e numa questão de tempo,murcha e perde a cor.

Paula Belmino


**Alice usa Lecimar


quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Apenas Hoje



Hoje, só hoje
esqueço a tristeza
A solidão.A tua falta.

Voo na imaginação
e volto a amar sem medo.
A me deliciar em teus beijos.
Hoje eu sorrio escancarado
E da saudade não faço drama
Piso certeira olhando para frente
Não volto atrás.
Hoje, apenas hoje, eu recrio a paixão dentro de mim
Faço da alegria tamborim
E canto canções que desvirginem a alma pura
Em notas de formosura e alegria plena.
Há de ouvir, quem passar em minha porta melodias de imensa felicidade, as lembranças tuas em mim, doce amizade.

Hoje não chorarei as tardes que vivi a te esperar

Não ficarei inerte à espreita de um amor que já não vem
Hoje , apenas hoje, beberei o hálito da vida plena,
E não sofrerei mais com esse sentimento teu incompleto
Destinado ao fim.
Mas, depois que a noite se for, volto a morrer de amor 
Porque só se vive esquecida do amor real um dia, apenas um dia, 

minúsculo e breve espaço de tempo, 
e em plena agonia logo se retrai o coração.
Hoje eu tento esquecer teus beijos

Amanhã é outro dia amor, 
Voltarei a te amar como sempre foi, desde então.


Paula Belmino

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Poemando com RoMaria de Livros


Poesia viva
eficaz
Lúdica
Que cativa.
Literatura pura.
Nobre, singular e plural
que enraíza na alma das crianças
e faz crescer em infinitas sensações,
Poder.
Liberdade e imaginação,
Voar o mundo inteiro
E feito fogo inflama
Impetuosa a alma clama:
Mais poesia para as crianças!

Paula Belmino

Foi assim nossa manhã levando poesia no encontro da Escola Mun Adalgisa em visita à biblioteca Municipal Bernadete Xavier.
As crianças chegaram com seus professores e foram recebidas com canção ao som do violão tocado por Alice, que também recitou poesias de Cecília Meireles, uma vez que a escola está trabalhando a obra da autora com suas turmas.
Além de recitar com a amiguinha de turma Anahaiara, a Alice dramatizou o poema A bailarina, e eu alguns outros como Pássaro da lua, Para ir á lua, entre outros.
As crianças puderam conhecer mais da vida e obra de Cecília Meireles e folhear e ler os livros que chegaram na biblioteca pelo Projeto RoMaria de Livros que já citei aqui. Num incentivo de ler, visitar, se cadastrarem e poder levar os livros para ler em casa.
A cada mês a biblioteca escolhe uma criança que se destacou lendo mais e não é que esse mês por coincidência foia  alice? que recebeu um presente e um certificado de criança leitora.
Uma felicidade só!

Vejam um pouco mais:









As crianças encantando-se com os livros



                   Alice recebendo seu prêmio da bibliotecária Vitória Lopes de incentivo e o certificado Leitora do Mês


Assistam:





Continuem ajudando o projeto RoMaria de Livros a levar leitura às escolas, bibliotecas, doando livros que mudarão a história de tantas crianças

Para saber como colaborar:

http://www.estudiomariacininha.com.br/

sábado, 2 de abril de 2016

O começo e meus 41 anos





Lá se vai beirando a estrada, a doce menina que outrora corria e bradava aos quatro ventos um amor louco e juvenil, sonhando acordada, entrelaçando fantasia e sonho, desejos e estranhezas, ora brincando com as flores da estrada, ora querendo voar sob as nuvens numa paixão entorpecente.
Era abril...
Um amor cego, um olhar doce, um encontro de almas que se amaram plenamente, enlouquecido amor, feito pássaro a beijar uma flor, e freneticamente como a chuva que molha a terra sedenta.
Uma paixão pulsante, um desejo incontido, uma sede que nenhuma tempestade saciava, nem centenas de palavras poderiam descrever...
Era um marco de sua passagem, o comemorar de sua juventude, a moça pela estrada, vagando em busca de um sonho: o amor, e o pássaro encantado a deslizar poesias nas mãos e na boca macia o beijo de mel.
Era o céu.
O encontro deu-se assim, moça e anjo, pássaro e árvore, néctar e flor, sensações infinitas,meio sutileza, meio maldade, mais desejo e submissão que solidariedade, anseios de um coração que ditava a sorte em versos escritos nas paredes e na areia por onde varria o chão com suas lágrimas, de ardente desejo, de sonegação, de solidão.
Um encontro ás cegas, mas sob à luz de um sentimento vasto, que arrasou os dois incompreendidos corações,
E derreteu-se manhã e noite a sós ,a fusão de alma e corpos  ao som da música no rádio e sob a luz da lua na janela, de uma cidade esquecida, feita só para eles... Viveram dias entre lençóis... Corpos, almas e um fim de caminho... Seria assim como um fim de capítulo de um romance? Final feliz, para sempre?
Era a verdade escrita no corpo e tatuada na alma com brasa, pra nada e nem água alguma limpar, nem remédio cura, sombra nenhuma apagar... Era amor e paixão, ora benevolente, ora doente, ora sonho e magia, pouco depois fantasia...E o destino cansado de tanto furor findou... Não cabiam neles tanto amor.
Era abril...O início de tudo
E agora na estrada solitária ela não sabe mais em que mês adormeceu, se perdeu, definhou o anjo, o pássaro...
O amor.


Paula Belmino

Será que nos meus 41 anos amadureci? Poder-se-ia esquecer um amor?


domingo, 27 de março de 2016

Páscoa: Passagem pro Paraíso



Páscoa Renascimento
Lembrança do corpo de Jesus
Morto escarnecido
Ferido por nós na cruz
Páscoa passagem
Da morte para a vida
Ressurreição!
O que foi esmaecido
Levanta-se em glória e transformação.
Páscoa momento de vida
Reflexão do pensamento
Viver de Cristo o mandamento:
Amar sem distinção!
Páscoa que traz a lembrança
Da passagem pelo Egito
Anjo da morte seguindo
Os sem sangue do cordeiro na porta
Páscoa livramento
Páscoa refrigério e renascer
Deus enviou seu único filho
Para que o homem viesse viver!
Páscoa passagem
Do velho homem se faz o menino
Posto que o amor nos transforma
Faz-se anjo e nos leva ao paraíso.


Paula Belmino



Feliz Páscoa a todos amigos!

Alice usa Dedeka


domingo, 24 de janeiro de 2016

Efeito Amarelo ( Da série: Alice Indica)










Amarelo cor de flor
De sol brilhando 
De girassol brotando
Amarelo veraneio
Pimenta doce
Nascer do sol
Energia e saúde irradiando
Luz e efeitos
Amarelando
Madurando ideias e sentimentos
Amamos amarelo 
Quando vai transformando
Alaranjando...
As frutas do pé adoçando
No dia se pondo
Na cantoria do concriz se encantando
Amarelo e suas abstrações
Vida nascendo outra vez 
com cores e variações
E tocando com ouro nossos sonhos.

Paula Belmino


Essa é nossa inspiração do dia com a cor amarelo laranja e suas variações para fazer a releitura do poema Efeitos de EloíBocheco no livro Tá Pronto seu lobo que recebemos da página É de graça e já citamos aqui e que a Alice apresenta no vídeo logo mais abaixo. E para mostrar mais um pouquinho de nosso ensaio com parceria da Bugbee com look lindo no tom amarelo que irradia energia e luz, e lembra pôr de sol, frutas e pássaros, flores mil e todo brilho que a mente imaginar
Aproveitem assistam a Alice dando a dica da poesia  e se inscrevam em nosso canal no youtube