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domingo, 24 de fevereiro de 2019

Qual a cor do seu prato?




A gente se constitui do que se alimenta, e essa alimentação trará benefícios ou malefícios e de acordo com o tipo pode até causar doenças e comprometer nosso comportamento, social, cognitivo e psicológico.
Cada dia mais o mundo se preocupa com que as pessoas comem, mas sem deixar de fazerem suas  propagandas com apelo comercial a produtos industrializados e processados.
Outro ponto que nos atormenta é o uso de agrotóxicos, do modo como são irrigados os vegetais.
Pensando na mesa como fonte de saúde,  levemos em conta um prato colorido, como sugere o livro Qual a  cor do seu prato? de  Raquel Barboza Lhullier Angélica Ozório Linhares publicado pela Sinopsys Editora





O livro traz dicas  para adultos e crianças, formas de como educar alimentação, sugestões , orientação sobre como e quando devemos começar a educação alimentar, que tipos de alimentos devemos incluir sempre no prato, uso moderado de outros. Lembrando que educação alimentar não é restrição mas usar tudo com limite, saber escolher conscientemente , e fazer a refeição com calma, em família, deixando o momento mais agradável, mastigando bem, tomando água, praticando exercícios físicos, e proporcionando à criança participar do processo de escola, receita, fazendo uma lista, ajudando na cozinha, sabendo o que vai no prato e o motivo importante de ingerir tal alimento.



O livro traz a história em quadrinhos de Ique uma criança esperta e curiosa que adora esportes, mas com a rotina de trabalho dos pais, deixa-se levar pela tecnologia, comida rápida, e a compulsão por está sempre comendo. Tudo isso começa a repercutir de forma a cair o rendimento na escola, deixando-o mais irritado, com o sono atrapalhado. Seus pais percebendo busca ajuda e o menino vai compreendendo em família a importância da boa alimentação.

O livro traz ainda testes e reflexão, com dicas para a criança escrever, desenhar.
Um livro maravilhoso para a vida toda, Vou usar no meu projeto de alimentação saudável na escola com certeza.
Sábias escolhas, pequenas trocas e boa consciência do que ingerimos pode nos salvar.

Deixo a dica da Alice para uma receita de fazer tapioca, alimentos sem glúten e sem lactose, com muitos benefícios para a saúde, sempre que dá a gente cozinha algo junto, e ela aqui era bem pequenina e já dominava o fogão, sempre com supervisão claro.


domingo, 13 de janeiro de 2019

Leitor não se nasce, se cria.






A gente não nasce leitor, a gente vai se formando leitor, desde o útero, recebendo variedade de leitura, muito antes do nascimento, recebendo a leitura alimento, o pão de poesia.
E ao nascer, num berço, o ser pequeno e frágil, de livros coberto e vestido, além toda a sorte de afeto, ouvir as canções e cantigas, dorme-se e se sonha entre contos de fadas e fábulas, um leitor em criação.
A gente vai crescendo e se transformando leitor, renascendo de fora para dentro, quando pelo prazer da leitura se cresce e voa, se aperfeiçoa:
Das letras ao sonho,
da palavra à imaginação,
da realidade à fantasia numa história ouvida, ou lida.
A gente não nasce leitor, a gente se cria por meio das histórias contadas, dos livros vivenciados!
A palavra nos refaz  e nos constrói leitores, célula a célula, no amor e no prazer de se criar num ambiente chamado cercado de amor e respeito: O livro!

Paula Belmino

Obrigada aos parceiros: Editoras, amigos, poetas e escritores que nos ajudam nessa construção de uma sociedade leitora na formação da cidadania e de indivíduos conscientes de seus direitos.








segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Feiurinha Sabe Tudo (Dica de Livro)



Começar o dia com leitura é como abrir-se à uma janela iluminada, de onde se avista um jardim florido. E por essa janela, deixar-se flutuar, a alma leve voar pela vastidão do tempo e do conhecimento. Paula Belmino

Chegaram por aqui os livros da Editora Sinopsys que sempre trazem em seus livros histórias lúdicas, com personagens que parecem bem reais saídos de dentro de nós mesmos. Os livros são escritos por Psicólogos, psicopedagogos que tratam de assuntos e conflitos que todos nós lidamos, e ajuda a pais, educadores e as crianças a aprender mais sobre si mesmas e saber enfrentar suas dificuldades.
Dessa vez recebemos 4 livros maravilhosos:


Qual a cor do seu prato? escrito por:
Angelica Ozório Linhares
Raquel Barbosa Lhullier .
Ilustrado por Rodrigo Nunes

Por que é importante entender a Empatia? de
Luciana Tisser e Marina Gusmão Caminha e ilustrado por César Bressane .


Aperta o play Cara Pálida (e compartilha)  de Ricardo Gusmão

E  



Feiurinha Sabe Tudo de Ellen Moraes Senra
E Ilustrações do projeto gráfico CD D'VAZ que destaco aqui nossa leitura de hoje:


Feiurinha é melhor amigo de Vitor, um amigo imaginário, que sopra no ouvido de Vitor que ninguém gosta dele.O menino passa muito tempo sozinho, isolado, em casa seus pais precisam trabalhar para dar o melhor ao filho, e cada vez mais Vitor se acha só e pensa ler os pensamentos dos amigos. na escola se alguém se aproxima ele já imagina que é falsa a amizade, e não dá lugar para a amizade, sempre escutando Feiurinha.


O tempo passa e Vitor vai se tornando cada vez mais solitário e dando asas à Feiurinha.
O menino até em casa se isola não compreendendo que os pais precisam trabalhar para dar o melhor a ele, e mesmo o que importa é o tempo juntos mesmo que pouco, mas o amor é grande e se mostra em cuidados e responsabilidade.


Um dia chega novos vizinhos para morar perto de sua casa, com a auto estima baixa ele mal dá atenção à nova vizinha, uma menina chamada Lívia que também é sozinha, mas se dedica aos estudos.


Os pais se aproximam para se conhecer  melhor e permitir que os dois possam interagir. Vitor logo argumenta que Lívia não precisa gostar dele, mas a menina bem sábia diz que não é obrigado um gostar do outro, mas juntos podem brincar, se conhecer melhor.
E assim por meio da brincadeira e da relação diária os dois se conhecem melhor, e Vitor começa a confiar na amizade e a partir disso a se transformar, dando valor ao que é real, e não fazendo suposta ideia daquilo que não tem certeza.


O livro é lindo e colorido e traz ensinamentos para além das crianças, mas para nós adultos, afinal quando se trata de relações pessoais, quem não tende a se isolar, fazer mal ideia de alguém, não aceitando o outro como ele é e assim ao invés de fazer amizade e se completar nas diferenças, se isola e faz mal juízo do outro.


Eu li com Alice e aprendemos muito,e pudemos conversar sobre o que ela acha de si e eu dizer se era isso ou não, é o que também propõe o livro ao final da história um exercício para se autoconhecer e conhecer o outro.

É preciso dar lugar para que o outro se aproxime da gente e quebremos antes a barreira do isolamento, do pré-julgamento, dando voz à amizade e as boas relações que podem acontecer entre as pessoas, ao invés de ficar a sós e perder o bom de aprender junto e brincar, e se desenvolver num ser mais humano e mais feliz, pois só se pode crescer com a relação com o outro, já que homem algum, é uma ilha. Precisamos nos despir de nós mesmos e de nossas ideias errôneas e aceitar o outro na nossa vida. Um exercício diário, que os pais, educadores, eu e você, qualquer um de nós  precisamos aprender, aprender a deixar a imagem errada que se faz do outro e de si próprios para  permitir o sonho e a alegria do relacionamento afetivo que nos torna mais humanos e mais felizes e mesmo com nossos defeitos aproximar-se da perfeição que se chama amizade, o amor que nunca morre.



Este livro me foi mais que um presente, foi uma grande reflexão, uma lição!

Você pode ver em PDF aqui

https://www.sinopsyseditora.com.br/upload/produtos_pdf/1255.pdf

Para conhecer e comprar:




quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Passeio pelo Bairro (Dica de Livro)






Passear pelo bairro, 
conhecer seu lugar
as pessoas que moram nele
profissionais
conhecer a história das pessoas
quem inspirou os nomes
das praças, avenidas e ruas.

Passear pela geografia
saber se localizar
ver pontos turísticos e históricos
paisagens naturais
ou transformadas pelo homem.
Conhecer a cultura do lugar
passear pelos mapas
fazer trajetos
e saber se encontrar
traçar planos
qual caminho mais perto
ou mais longo de se chegar?

Ler é passear
aprender é viajar
pelo bairro
pela história
a natureza respeitar
cada mudança na história
ser coautor e protagonista
do bem fazer
Passear pelo bairro
 é muito mais que conhecer
é enxergar um lugar
um mundo de serviços e pessoas
de histórias e cultura
de vida e de imaginação.

Paula Belmino

E com inspiração no Livro Um passeio pelo bairro as crianças visitaram pontos históricos da cidade, culturais e criaram suas maquetes representando zona urbana, e zona rural



Praças

Mercadinhos


 Posto de gasolina

 Casa de campo


Centro da cidade


Supermercados


Pousadas



O livro: As aventuras de Luc e Lara pelo mundo das profissões: Passeio pelo bairro faz parte da coleção As aventuras de Luc e Lara pelo mundo das profissões, cujo objetivo é estimular o desenvolvimento vocacional de crianças, proporcionando, de forma lúdica, informações sobre a realidade profissional. Cada livro retrata uma aventura dos irmãos Luc e Lara ao longo da qual eles são apresentados a diversos profissionais, ao ambiente em que trabalham, às suas atividades, aos seus objetos de trabalho e à sua rotina.
Em Um passeio pelo bairro, eles conhecem profissionais que fazem parte do seu entorno: padeiro, feirante, farmacêutico, sorveteiro, cabeleireiro, frentista.


SOBRE A AUTORA

Kathia Maria Costa Neiva
Psicóloga pela PUC-SP. Especialista em Orientação Profissional pela Sedes Sapientiae-SP. Doutora em Psicologia pela Université René Descartes - Paris V. Ampla experiência como Orientadora Profissional e de Carreira. Autora de várias obras vinculadas a esta área. Membro da Associação Brasileira de Orientadores Profissionais (ABOP).

Para comprar o livro?

https://www.sinopsyseditora.com.br/livros/as-aventuras-de-luc-e-lara-pelo-mundo-das-profissoes-passeio-pelo-bairro-894

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Errar faz parte, Perdoar faz bem (dica de livro)





Errar é um caminho, não um fim, é uma parte do processo de aprendizagem,não uma prova de incapacidade, errar é porta pra seguir em frente, para se tentar de novo, mesmo em meio as frustrações, decepções, dor e sofrimento, errar é parte de um processo de desenvolvimento do conhecimento e que por vezes deixa traumas causa danos à alma e refletem no comportamento quando o erro e a falta de perdão é levado a ferro e a fogo e  apenas uma medida de oito ou oitenta, de que ou se sabe ou não se sabe. Tudo começa no pensamento, no como se enxerga a vida, e se processa os erros, e se se é recebido com um olhar de compreensão  percebendo que ao errar pode-se tentar outra vez, ir por outros caminhos, seguir em frente.
Nos dias atuais e no mundo cheio de pressa e competição que vivemos fica difícil não sofrer quando não se acerta, quando não se consegue algo, quando se erra. Se nós adultos sofremos, choramos e nãos abemos como agir frente aos erros imaginem as crianças, na escola que por dificuldades de aprendizagem ou por muitas vezes não terem acesso á variadas explicações e aulas lúdicas que a faça aprender rápido são pressionadas a realizar exames e provas e mostrarem que sabem, sem ser levado em consideração o tempo de cada uma, as habilidades, as potencialidades e inteligências múltiplas , o exercício da compaixão. Além da escola cobrar habilidades e competências , vivem também em casa com pais muitas vezes ansiosos por seus filhos brilharem na vida e mostrarem que são melhores a luta e a infelicidade, que cobra e transferem para os filhos os sonhos e desejos que eles não puderam realizar.
As crianças crescem assim com medo, ansiosas, nervosas de ao tentar errar e esses sentimentos e pensamentos de fracasso escolar e na vida causa danos, doenças emocionais que aparecem na escola, com os amigos deixando crianças expostas a tantos males dessa época e geração.
O livro Errar faz parte, Perdoar faz bem é um livro embasado na terapia da compaixão e da compreensão que trás a tona o uso constante e reflexivo de ações de empatia e tolerância, o uso constante do elogio e do dar força a superação, ao tentar de novo. 
Errar faz parte, perdoar faz bem narra a história de Juninho, um menino que não se permite errar e sofre com isso.
O livro é indicado para pais e educadores e crianças de 6 a 10 anos, trás belas ilustrações e exercícios  de reflexão e auto-ajuda e atividades com desenhos sobre o que se sente no momento que os pais podem fazer com as crianças e assim exercerem a capacidade da tranquilização e  da paciência.



Um livro de ótima ajuda para educar com amor e olhar apaixonado pela infância saudável.



Ontem passei por uma consulta com a psicóloga , uma vez que esta semana que vem começaremos o estágio do curso de psicopedagogia que estou cursando e foi exatamente isso que conversamos e aprendemos. 


Errar e perdoar andam juntos, tempo e paciência, empatia, colocar-se no lugar do outro, exercer o amor e a ajuda, e saber que cada um tem seu tempo para aprender e que cada um é diferente e e necessário respeitar essas diferenças e colocar em avaliação o pouco que se alcança e não o que não se consegue realizar. Compaixão e ternura, amor e paciência para viver bem e não matar os sonhos de quem quer aprender, sim por meio dos erros , acertando-se na vida.

Paula Belmino


Sobre as autoras:
Aline Henriques Reis

Doutora em Psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Especialista em Psicologia Clínica na Abordagem Cognitivo-Comportamental pela Universidade Federal de Uberlândia/MG. Formação em Terapia do Esquema pela Wainer e Piccoloto Centro de Psicoterapia. Professora Adjunta do curso de Psicologia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Terapeuta Cognitiva Certificada pela Federação Brasileira de Terapias Cognitivas com mais de 10 anos de experiência clínica.

Carmem Beatriz Neufeld

Pós-Doutoranda em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Doutora e Mestre em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Professora e Orientadora do Programa de Pós-Graduação em Psicologia do Departamento de Psicologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo. Coordenadora do Laboratório de Pesquisa e Intervenção Cognitivo Comportamental (LaPICC-USP). Vice-presidente da Associação Latino-Americana de Psicoterapias Cognitivas (gestão 2015-2018). Bolsista produtividade do CNPq. Terapeuta Cognitiva Certificada pela Federação Brasileira de Terapias Cognitivas com mais de 15 anos de experiência clínica.