Mostrando postagens com marcador Brincando com a Chica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Brincando com a Chica. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Siga a Luz



Caminhos verdejantes
ladeados de encantamento 
nem sempre são belos
nem sempre retos.
Há tropeços e obstáculos
desviam o pensamento
os sentimentos de retidão,
Os caminhos que nos chamam
e com vontade de alcançar o alvo
seguimos sem olhar para a trás
muitas vezes não se sabe o final
O que nos espera lá?
morte ou vida?
O que parece ser bonito de início
pode ser precipício.
A luz não se esconde embaixo da escuridão
siga a luz
sem olhar para os lados,
sem olhar para as flores 
que atraem o olhar.
Olhe para cima,
do alto vem a luz
e é de lá que o caminho brota para a vida
a salvação.
Olhe para a cruz, 
Siga a luz!

Paula Belmino

Uma canção de caminho, de olhar a luz, saber que caminho seguir, pela fé Ele nos atraiu para sua gloriosa luz!
Se inscrevam no canal e deixem lá seu like!


Esta é minha participação no Botando a cabeça pra Funcionar Nº 8






segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Entre nuvens, margaridas, e flores de poesia



Chegou livro aqui
as flores de poesia perfumada
entre nuvens e margaridas
e no nosso jardim outras flores
a encantar de vida as crianças
pra ser primavera sempre.

Paula Belmino

Este é o livro de Poliana Barbosa


Inspirada na foto da semana nesta brincadeira da Chica, no blog Chica brinca de Poesia fizemos este poema:


Flores ali vestindo de vida a árvore
a alma que dança com elas
no vento
a murmurar segredos.
As flores desabrochadas 
podiam ser rosas, margaridas, girassóis
qualquer que seja as flores
todas aladas nos encantam
voando ou pousadas,
borboletas em festa,
passarinhos em revoada.
E a primavera na planta fazendo morada
pois tem sempre no coração a casa.

Paula Belmino


Assistam o nosso momento "Poesia Bemdita" e se inscrevam em nosso canal no youtube




Para participar também clica na imagem



Para comprar o livro de Poliana Barbosa entre em contato diretamente com a autora

https://www.facebook.com/search/top/?q=poliana%20barbosa%20escritora

ou escolha outro título lindo: O casamento da dona Joaninha pelo site com promoção e ainda  com frete gratis. Imperdível!



Acesse: http://gullivereditora.com.br

domingo, 17 de setembro de 2017

As Hortênsias de Nossa Alma



As hortênsias me chegaram às mãos pela ternura do olhar
um tempo de espera, de sonhos, um tempo de minha vida que é impossível deixar para trás.
Foi ainda na juventude quando deixei meus pais aqui no RN e fui morar com meus tios em Goiás , lá a tia Ivone cuidava com muito carinho e cuidado de hortênsias rosas e azuis no jardim verdinho, com intensa grama, algo que eu na minha vida toda até ali, nunca tinha visto, pois vindo do meio do sertão as flores tão delicadas não sobreviveriam ao clima tão seco. 
E foi assim também com cuidados afins, que vivi dois anos de minha vida, longe da família, longe do amor de minha mãe, e como uma flor eu via que a alma não resistiria aos ventos da saudade, a espera, à dor da solidão, sim, a me sentia solitária mesmo em meio ao novo,mesmo ao lado de novos amigos, novas oportunidades que me faziam crescer e se desenvolver. Era da família e do lar que eu mais sentia falta. E deixei assim que a vida me conduzisse pelos sinais da natureza. Tudo ao redor era saudade, menos quando eu via os jardim enfeitados, as grandes hortênsias florescendo como quem me dissesse tudo é um tempo!Era tanta água, tantos cuidados... E me fiz flor em meio aos espinhos.
O tempo passou...
As hortênsias voltaram novamente em minha vida quando tudo perdi... Meu primeiro filho, a saúde, quase a vida num trágico acidente, e numa  reviravolta do destino fiquei morando em São Paulo para me tratar, assim as flores se abriram novamente em meu olhar, na minha alma, quando venci as dores, as perdas, o luto aos poucos, dia após dia, um passo de cada vez, como as hortênsias que florescem todo ano, passando pelo processo de se revestir de formosura, sai da vida de espinho para contemplar as flores. Nesse tempo tive a satisfação e privilégio de ser agraciada pela maternidade, as hortênsias florearam meu coração... Um menina nasceu, terna, fina, delicada e todas as flores eram para ela.
Como pode ser a natureza tão sábia? Pinta, pincela de luz e cor, dá exemplo de resiliência em meio ao calor e à falta d'água, e nos mostra que é preciso paciência, esperança e fé para ver as pétalas perfumarem nosso sorriso, encantado de flor a vida.
E assim a menina Alice cresceu , sua primeira infância em meio às hortênsias.





Hoje voltamos ao sertão, por aqui não vemos hortênsias em florescência, mas elas estão lá na minha alma, no olhar da Alice que cresce linda e cheia de amor. A nossa alma  foi bordada de luz, e as hortênsias florearam nosso caminho, e guardadas intactas estão na nossa memória afetiva, e quando for tempo, sempre em tempo, Deus nos dará novas oportunidade de primavera, e voltaremos a acariciar as flores de nossa juventude, a sentir o perfume de nossa infância rebuscada.

É o tempo da delicadeza!


Paula Belmino

Texto real e inspirado na brincadeira da Chica no Brincar de Poesia
Para participar clica na foto!




Botando a cabeça pra funcionar 24


domingo, 6 de novembro de 2016

Vamos brincar de poesia





Da vontade de ser mar, de estar na praia, de banhar-se de sol, o sonho de ser livre e plena de natureza
Essa foto minha ao mar para atender o convite de Rejane Chica é uma poeta de mão cheia, com olhos de sol, mãos de fada, visão aguçada e um sonho sempre em seu olhar
No blog 
Vamos brincar com a  Chica convida a participar do desafio literário, e ou apenas olhar mais atentamente as cosias da vida e da natureza


Este é o  Botando a  cabeça para funcionar


 E eis aqui minha participação inspirada na foto da Chica que era onde eu gostaria de estar



Como o mar

Com olhos de poesia
Inspirados no mar
O céu a convidar
Voe na imaginação
Liberdade alçada
Um olhar convidativo e sincero
De quem quer ser mar
Abranger as almas e encher de ternura
Sonhos de paz
Sempre azul
Sempre ao ritmo das ondas que por vezes
Calmas ou revoltas
Nunca param de encantar
E de banhar a areia
A beijar e trazer alegria
Toda varrida
Por águas de sonhos idos e vindos
Azul mar que reflete o céu
Espelho de nós mesmos
Da forma como podemos observar
Sempre a cantar.

Paula Belmino

Participem também
http://chicabrincadepoesia.blogspot.com.br/