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"Infância"; xilogravura; 1997 |
... e um poema de Cláudia Lemos:
Chão
do Tempo [* ]
Infante
o homem
toma
a lembrança
de
seu quintal de liberdade
O
pássaro primeiro
em
mãos de futuro
passeia
possibilidades
A
velha criança
floresce
a raiz
cravada na rocha do tempo
E nas asas
se desfaz
faz
refaz
o menino de nunca mais.
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[ * ] Poema em diálogo com a xilogravura "Infância", originalmente publicado
aqui.
Grato, Claudiamiga!
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"Crianças"; xilogravura; 1997 |