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quarta-feira, fevereiro 18, 2026

A Velhice Feliz: 200 citações sobre a Terceira Idade (e-book gratuito)

 

A velhice é uma das fases mais singulares da experiência humana. Nela, o tempo deixa de ser apenas medida e passa a ser memória; os dias já não se acumulam, mas se aprofundam. Envelhecer é carregar no olhar a soma das alegrias, das perdas, das escolhas e das esperanças que moldaram uma vida inteira. É quando a existência, mais do que corrida, torna-se testemunho.

Vivemos, hoje, um momento inédito da história: a população mundial envelhece como nunca antes. Avanços na medicina, na ciência e nas condições de vida ampliaram a longevidade, fazendo com que o número de pessoas idosas cresça em todas as culturas e continentes. Esse fenômeno não é apenas estatístico; ele redefine famílias, sociedades, valores e a própria compreensão do tempo humano.

Esta antologia nasce do reconhecimento de que a velhice não é um apêndice da vida, mas uma de suas expressões mais densas e reveladoras. Nas frases aqui reunidas, ecoam a sabedoria adquirida, a esperança consolidada, a ironia serena, a lucidez tardia e, por vezes, a delicada melancolia de quem já percorreu longos caminhos. São palavras que não falam apenas sobre envelhecer, mas sobre viver — com mais consciência, profundidade e verdade.

Ao fim deste volume, apresentamos uma mensagem especial, que celebra a esperança e o verdadeiro sentido da vida. Que este livro sirva como homenagem à idade madura, convite ao respeito e à escuta, e lembrança de que, em cada ruga, há uma história; em cada silêncio, um significado; e em cada velhice, um valor que não pode ser perdido.

 

Baixe o seu exemplar gratuitamente pelo Google Drive, clicando AQUI.

 

Também disponível na Playstore do Google, AQUI.

Também disponível na Amazon (gratuito para assinantes Kindle Unlimited), AQUI.


segunda-feira, fevereiro 03, 2025

Três poemas de Abdoral Fernandes Silva



Exultação

 

“Que é o homem, que dele te lembres,

e o filho do homem, que o visites?” (SL 8.4)

 

Meu Deus! Tudo isto excede ao meu conceito!

Ver tanto empenho e perenal bondade

De um ser excelso, em gesto tão perfeito,

Voltar-se para a minha nulidade.

 

Que o universo todo, a natureza

Tão rica, bela, majestosa assim

De Deus cantando a glória e a beleza

E Ele, em brando amor, cuidar de mim,

 

Deveras é uma coisa excepcional

Que surpreende e deixa extasiado

O ser humano agora contemplado.

 

E por mercê da graça divinal

Meu coração, repleto de louvor,

Exulta e glorifica ao Criador.

 

 

A Eternidade num Momento

 

Em torno de uma mesa no cenáculo,

Jesus e os doze apóstolos reunidos

Comemorando a Páscoa dos judeus

Para lembrar momentos já vividos.

 

É que na história os fatos celebrados

São, nesta hora, os dias já cumpridos.

A Páscoa com seus tipos são passados,

À ceia em pão e vinho são instituídos.

 

“Tomai, comei”, disse Jesus.

“Meu corpo e meu sangue aí estão.

Foi este o plano eterno de meu Pai.

Nunca mudou nem houve alteração,

Pois desde a eternidade me escolheu

Para outorgar-vos plena salvação.

Para morrer por vós, eu vim ao mundo

E agora estou cumprindo esta missão”.

 

A assim, a Santa Ceia instituída

Revela de uma vez esta verdade:

Jesus morreu por nós antes dos séculos

E aos símbolos de Israel deu validade.

Mas no exato dia ele se deu na cruz

E outorgou ao crente a sua santidade

Para viver com fé, andando em luz

E ir morar com ele na eternidade.

 

 

Idoso ou Velho?

 

Depois dos oitenta anos, quero ser criterioso

Para bem me avaliar se sou velho ou sou idoso.

 

Um velho e um idoso nascidos no mesmo dia

Mesmo tendo a mesma idade, a atitude varia.

 

Ambos enfrentam na vida real degeneração:

O idoso, só no tempo; o velho, na reação.

 

O idoso se diverte, exercita, faz esporte;

O velho fica parado somente esperando a morte.


O idoso, no calendário sempre tem o amanhã.

No do velho só tem o ontem e sua ideia malsã.

 

No idoso, sempre está a esperança que ilumina.

No velho, com cada noite, o otimismo termina.

 

A vida de ambos tem lances de ansiedades:

O idoso ainda tem planos; o velho só tem saudades.

 

O tempo corre pra ambos veloz, em passo incontido.

Para o idoso, sem desgaste. Para o velho, sem sentido.

 

Aqui, para ser sincero e não parecer um louco,

É melhor admitir que, dos dois, eu tenho um pouco.


No livro Prega a Palavra: Esboços de sermões e estudos bíblicos (Encontro, 2009)


sábado, abril 22, 2023

Três poemas de Rosemarie K. Lange

 


FOLHAS DE OUTONO

 

“Olhei pela janela e vi as folhas caindo...

São as folhas do outono, da árvore cansada,

que se despedem e no chão servem ainda.

Folhas de outono, tão diferentes, se soltaram,

já fecharam seu ciclo de vida, não repararam?

Parecem inúteis, sem seiva, sem vigor.

Mas vejam, que belo espetáculo prepararam.

Atapetaram as vias, encheram-nas de cor.

Ainda, as folhas coloridas, tapetes da natureza,

não cessam de, à terra, fazer sua doação.

Na mistura da terra dissolvem suas fibras,

que húmus potente! Para as plantas nutrição.

Assim somos nós, viventes do outono,

não somos inúteis fagulhas de vida!

Enquanto a seiva percorre nossos corpos,

e a mente se mantém ativa, sadia,

podemos servir com exemplos, tarefas e orações

a quem nos fez herdeiros das celestes mansões.

Não sejamos folhas soltas ao vento...

Sejamos húmus! Humildes, mesmo lentos,

podemos ainda espalhar aos quatro ventos:

Jesus é o caminho! No céu é o grande evento!

Folhas de outono... que lição recebi!

Quero ser folha que nutre!

Isso a Deus eu pedi.

 

 

NATAL!

 

Não fosse Deus amar profundamente o ser humano...

         quem acharia um meio de aplacar a

         justa ira de Deus?

 

Não fosse esse grande e desprendido amor...

         quem doaria seu único Filho para viver

         neste "vale de lágrimas"?

 

Não fosse Jesus ter nascido em Belém...

         quem daria alegria e esperança aos pastores

         nos campos de Belém e a todos os que esperavam a

       salvação?

 

Não fosse o grande amor de Jesus pela humanidade...

         quem ofertaria sua própria vida para

         resgatar a todos do pecado e da morte eterna?

 

Não fosse o primeiro Natal em Belém da Judéia...

         quem poderia hoje sorrir em meio a lágrimas,

         estar feliz com o coração segurando a saudade,

         cantar e louvar, na certeza da graça divina?

 

Não fosse o amor com que Jesus nos amou...

         quem poderia amar de verdade seu próximo,

         repartir bênçãos, levar carinho e consolo aos que sofrem?

 

Não fosse o amor de Deus em Jesus Cristo...

         eu não estaria trazendo a você esta

         mensagem de alegria, de paz e felicidade

         naquele que é o aniversariante, o festejado,

         Jesus, nosso Redentor.

         NELE, um feliz e abençoado Natal!

 

 

AMIGOS

 

AMIGOS ... palavra difícil de definir,

mas cheia de significado como o próprio existir!

 Tenho lembrança de amigos da minha infância,

 que comigo viveram esta bonita fase da vida,

 sorrindo, brigando, atitudes normais, inconstância,

 bem próprias da fase despreocupada, vivida.

 

AMIGOS de outrora, às vezes, não são passageiros

do trem da vida, que embarcam e descem ali adiante.

Alguns presenteiam sua presença por anos inteiros,

mostrando alegria por afeição tão constante.

 

 AMIGOS festejam juntos as conquistas e vitórias,

 choram e abraçam nos momentos de dor e aflição.

 São porto seguro também nas derrotas inglórias,

 nos levantam com gestos e palavras do coração.

 

AMIGOS se afastam, por anos, na trilha da vida,

seguindo seus sonhos, trabalhos realizados.

Ao voltar, se encontram, e verificam, muito comovidos,

que a amizade ficou nos mesmos patamares firmados.

 

 AMIGOS leem palavras que jamais foram escritas,

 interpretam gestos, suspiros, olhares que não veem.

 Pisam terrenos d'alma que para outros são restritos

 e procuram juntos a solução que ali melhor convém.

 

Há, no entanto, um AMIGO especial que a qualquer hora

estende as suas mãos e nos acolhe com todo seu amor,

mostrando sempre esperança, mudança com vitória,

sem indagar sobre um currículo, se é merecedor.

 

 Este AMIGO especial é JESUS, o SALVADOR,

 que nos mostrou na cruz, um amor incondicional,

 que não acaba com a morte, inicia novo ciclo de amor

 que durará eternamente, na mansão celestial.


Fonte: Revista Mensageiro Luterano


segunda-feira, setembro 25, 2017

Dois poemas de Silvino Netto


MINHA ORAÇÃO AOS 75 ANOS!
(Preparando sua oração para a comemoração de seus 75 anos em 19/09/2017)

DEUS,
Por quanto tempo o Senhor
Me quer ainda aqui na terra?
Não tenho pressa de partir,
Mesmo sabendo que para aonde vou
Não terei mais dores, nem lágrimas, nem...
Pretendo curtir
Um pouco mais aqui.
Tenho sonhos e preciso consolidar
As obras de tuas mãos!
O Senhor mesmo disse pelos profetas
Que os velhos sonhariam
E dariam muitos frutos viçosos e vigorosos.
Então, quero ser um velho enxuto!
Quero saborear meus frutos
E compartilhá-los
No amadurecer de minha vida!
Sei, também, que não é na quantidade de anos
Que registramos nossa existência terrena.
Por isso, quero que meus frutos
Sejam mesmo de qualidade,
Ainda que não muitos!

Aos 75 anos, aos poucos,
Começo a arrumar as malas
Sem pressa de partir
E sem a neura de contar os dias
A não ser para alcançar um coração sábio!
Não tenho a pretensão de viver
A experiência de Enoque
Que, se eu entendo o que a tua Palavra diz,
O Senhor o tomou sem passar pela morte.
Quem sou eu, para querer tanto!!!
Mas, peço-te que me ajudes
A continuar minha trajetória,
Andando contigo,
Com bengala ou sem bengala,
Com cabelos ou sem cabelos,
Com artrose ou sem artrose,
Com rugas ou com mais rugas,
Com ou sem ponte de safena...
Mas com um coração sadio,
Andando contigo longas caminhadas
Assim como Enoque
Andou contigo!


PALMAS PARA AS PALMEIRAS!
(Set. 2017) 

Acompanho as notícias dos furacões
Na sua fúria impiedosa de destruição!
Ruas vazias, ventos fortes,
Abrigos repletos de refugiados,
Força das águas, inundações,
Mortes,
Perdas incalculáveis,
Medo, terror nos corações....

Neste cenário,
De fúria de  cão devorador,
Impressiona-me a força das palmeiras!
Sacudidas por todos os lados,
No balanço de suas folhas em leques,
Para lá e para cá,
Resistem a força, impiedosa, de ventos fortes!

As palmeiras me fazem ver, a vida assim!
Furacões inesperados nos atingem,
Desafiam nossas forças,
Querendo destruir nossos sonhos,
Levar o que construímos,
Nosso patrimônio,
Nossa família...
Arrancar nossas raízes,
Balançar nossas estruturas
E nos derrubar!

Em meio a dor
Do furacão destruidor
As palmeiras me inspiram
E me ensinam a enfrentar os furacões da vida!
Eles existem, em momentos diferentes,
Em escala maior ou menor de devastação,
Deixando rastros de destruição!

Mas, as palmeiras me ensinam
Que é possível resistir a força do  furacão!
Ainda que abalado...
As palmeiras me ensinam
A crescer buscando as alturas,
Firmar as raízes
Abraçado nas rochas
E regado pelos mananciais inesgotáveis!

Na vulnerabilidade das ventanias,
Dos furacões,
Quero a força divina da palmeira
Dentro de mim,
Para permanecer na fé,
Enfrentando as tempestades da vida,
Na certeza de que elas passam
E se desfazem,
Ainda que possam voltar
Mas, me encontrarão de pé!

PALMAS PARA AS PALMEIRAS!

quarta-feira, março 25, 2015

O Rolar dos Anos, poema de Thiago Rocha


O Rolar dos Anjos

Passa ligeira a vida como a flor,
que nasce de manhã, logo fenece;
e nossos dias correm qual vapor,
que, logo sobe ao céu, desaparece...

E vai-se a vida como um breve olor,
como o breve queixume de uma prece;
como a chama que perde o seu calor,
e como um pensamento que se esquece...

Os anos que ficaram para trás
não voltarão a nós, nunca, jamais;
portanto, nunca mais os lastimemos.

Se os nossos dias junto a Deus vivemos,
e se seguimos os divinos planos,
não lamentamos o rolar dos anos!

Do livro Águas de Descanso

segunda-feira, novembro 05, 2012

Três poemas de Silvino Netto


    
 O SALMO DO APOSENTADO

(Às vésperas da aposentadoria compulsória – julho 2012)

Bem-aventurado o aposentado
Que aos sessenta, setenta, oitenta...
Não se senta, nem se assenta
Na roda dos acomodados,
Não se considera “vagabundo”,
Excluído, abandonado.

Bem-aventurado o aposentado
Que  pode ficar descansado,
Por ter  construído no  passado,
Seu cantinho para morar.

Bem aventurado o aposentado
Que convive, sobrevive,  indignado,
Com o “salário” injusto, apertado, chorado...
E não desiste de lutar pelos seus direitos.

Bem-aventurado o aposentado,
Que não se conforma com a inatividade,
Mas equilibra sua atividade,
Com criatividade, inovatividade, estabilidade...
Sente-se útil na sociedade.

Bem-aventurado o aposentado,
Que não se sente frustrado, chateado,
Mas aproveita bem o tempo,
Com leitura, viagem, caminhada,
Filmes, teatro,  música, artesanato,
Internet, academia, natação, preleções,
Meditações, orações, boas ações...

Bem –aventurado o aposentado,
Que reencontra amizades,
Relembra com saudades o passado,
Agradece no presente o seu estado,
E olha para o futuro com tranquilidade.

Bem-aventurado o aposentado
Que vive bem humorado,
Que apoia a companheira,
Ajudando na faxina, na cozinha,
Que consegue conviver em parceria,
Cumplicidade, sabedoria,
Dividindo o espaço sem competição,
Compartilhando  tempo para amar,
Para o abraço e as coisas do coração.

Bem-aventurado o aposentado
Que cuida da saúde física, mental,
Emocional, espiritual...
Que dosa seus momentos,
Investindo em si mesmo, nos amigos,
Filhos, netos, bisnetos...

Bem-aventurado o aposentado
Que assume seus cabelos brancos,
Suas rugas, seus passos lentos.
Que não se considera o dono da verdade,
Que sabe conviver com a fragilidade,
A enfermidade,
As perdas, a decadência da sexualidade,
As próteses, cadeira de rodas, bengalas,
E toma seus remédios com regularidade.

Bem-aventurado o aposentado
Que consegue juntar uns trocadinhos,
Para adoçar a boca dos netinhos,
Comprar brinquedos, pipocas, salgadinhos...

Bem-aventurado o aposentado
Que recebe carinho dos seus queridos,
Sente-se  amado, prestigiado, abrigado...

Bem-aventurado o aposentado,
Que se considera útil, assume a sua missão,
Ainda tem sonhos, visão,
E chega ao fim da vida,  REALIZADO


Porque soube construir, em cada idade,
Sua felicidade, sustentabilidade,
E faz da maturidade,
Sua feliz idade.

Bem-aventurado o aposentado
Que não se  limita a esta vida,
Mas tem sua fé consolidada
Na certeza de projetar-se
Na ETERNIDADE!



 O CHORO DA NOITE E A ALEGRIA DA MANHÃ

Salmos 30:5
                                                 
Ah! Quão amargas as lágrimas
Que correm de minhas noites
Escuras de dor!
Noites que inundam a alma
Nos encontros desencontrados
Dos sonhos pesados
De expectativas e desilusões!
Noites intermináveis!
Noites sem pernoites.
Noites de temporais que não passam
E me escondem dos olhos
A luz do sol da manhã...

Para onde vão as lágrimas
Que saem de mim
Nas noites escuras de minha dor?

As lágrimas de minha alma triste, sombria,
Encontram abrigo em poços vazios
Que se transformam em fontes inesgotáveis
De águas doces
Que correm em filetes
Para refrigerar a minha alma
Na escuridão de minha noite.

Pois, ainda que o choro dure uma noite
A alegria vem pela manhã.

Quão doces e bem-vindas
As lágrimas que voltam
De minhas noites de dor.
Elas ganham força,
Tornam-se correntes crescentes
E banham as margens tórridas
Do meu ser...

Lágrimas de volta,
Fazem rebrotar as sementes de fé,
Paciência, perseverança...
Escondidas no fundo da noite.

Lágrimas de volta
Refletem a luz da manhã,
O brilho do sol,
Na escuridão de meus olhos,
Fazem-me ver os frutos
Que nascem da noite escura:
Árvore frondosas
Cujas folhas não caem
E dão o seu fruto
Na estação própria!

Bendito o choro da noite,
Pois, é certo,
A alegria vem pela manhã!



OS SONHOS NASCEM ASSIM...

(Silvino Netto, dedicado ao projeto de sua criação com Deus -  o Curso de Educação e a Faculdade de Ciências da Educação – STBSB)


              Os sonhos não nascem
Dos que dormem eternamente
Em berço esplêndido...

Os sonhos nascem
Da alma inquieta,
Dos olhos acesos
Que investigam o universo
Té que no infinito
Encontrem um novo ponto de luz!

Os sonhos nascem
Da insônia
Dos que namoram as estrelas
Nas madrugadas escuras,
Ao desvendar os mistérios
Da luz da aurora
Que vai brilhando mais e  mais
Até ser dia perfeito...

Os sonhos nascem
Dos que reencarnam
As fantasias da infância,
Constróem castelos na areia,
Brincam de faz-de-conta,
Correm, correm velozes
Ao passo da lua cheia
Para ver quem vai chegar primeiro!

Nascem os sonhos
Dos peregrinos da esperança,
Dos que perseveram novos caminhos
Na estrada longa e fria da vida,
Até que combalidos,
Adormecem, por um pouco,
Em travesseiro de pedra...
E sonham os sonhos dos anjos
Que os acordam aquecidos
No berço da salvação!

Não se vive sem sonhar!

Quem não sonha,
Não cria, não sente, não ama,
Não anda, não busca,
Não pulsa, não vê, não faz,
Não dorme em paz.
Vegeta sem rumo, coitado!
Perdeu-se, no espaço, é pena!
No mundo, apenas ocupa lugar!
Ofusca, na face,
A bela imagem, perfeita,                
De Deus!

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