Mostrando postagens com marcador renato de melo medeiros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador renato de melo medeiros. Mostrar todas as postagens

sábado, 11 de maio de 2013

Sim.ple


Devagar as cores despertam, os dilemas escorrem
num precioso rio de zelo e, é tanta força, semeia....
Um variar às labaredas q lambem a paixão q encanta.
Logo logo, as cores são festa, um grande lago de risos
entrelaçados, entrelaçando.

É sublime o amor q canto.





É simples ser o que sou...
Somamos com aquilo q somos.

Tento sim, não ser aquilo tudo que soa.
Ressoa estragado, estragando.

Ninguém sonha o que sonho.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

la.zer




Escolhas leves, bem breves.
Nesse ócio, estranho e fóssil...

Fazer não é lazer!

la.zer
(ê), s. m. Tempo livre, vagar, ócio.

sábado, 11 de agosto de 2012

há.li.to

29


detesta reconhecer os riscos e tranca
essa luta reta 

Procurando afasta do limite 
esse brusco nome 
que vaza e enlameia

A visão
desejo
somente à noite

Selvagem seu
vago

orando aos punhos
desejam soletrar
dissabores onde a nuvem descalça
num hálito
e o desejo norma

Pesa opinião
















há.li.to
s. m. 1. Ar expirado. 2. Cheiro da boca. 3. Exalação. 4. Bafo. 5. Poét. Brisa.

   Imagem: http://nuuro.tumblr.com/post/28930888093




quarta-feira, 11 de julho de 2012

jus.ti.fi.car


Sendo efêmera...



As palavras bolam, 
decaem, rimam... O passado habitam...
Às ações nos livros dormitam...













.
.
.
A vida, 
única é: 
sendo injustificável!



jus.ti.fi.car

v. 1. Tr. dir. Declarar justo, demonstrar ou reconhecer a inocência de, descarregar da culpa imputada. 2. Tr. dir. Teol. Reabilitar, declarar justo, inocente; absolver. 3. Pron. Demonstrar a boa razão do seu procedimento, provar a sua inocência; reabilitar-se. 4. Tr. dir. Provar judicialmente por meio de justificação. 5. Tr. dir. Desculpar. 6. Tr. dir. Explicar com razões plausíveis. 7. Pron. Provar que é. 8. Tr. dir. Tip. Fazer com que uma linha fique do tamanho das outras, aumentando ou diminuindo os espaços entre palavras.
Imagem::Usinaemporium


segunda-feira, 11 de junho de 2012

Au.gusto




Está tudo pronto,
terminado.
Nada me importa
regressando à nado.




Augusto
adj. Que inspira respeito ou veneração: augusta proteção.
Grandioso, suntuoso; magnífico.
SAGRADO

sexta-feira, 11 de maio de 2012

paz'ciência










Uma voz interna em mim é chama, me chama:

compensa essa ciência saber que não estou morto
porque lhe falo com químicas cores, canto de amores.



Acorda bem cedo esse gesto de permissão
confiando com certeza nos abraços de quem é alegria,

viciado apenas num sonho - livre entusiasmado,

parceiro confiante do dia-a-dia.




paz
s. f. 1. Estado de um país que não está em guerra; tranqüilidade pública. 2. Repouso, silêncio. 3. Tranqüilidade da alma. 4. União, concórdia nas famílias. 5. Sossego.
ci.ên.cia
s. f. 1. Conhecimento exato e racional de coisa determinada: C. do bem. 2. Sistema de conhecimentos com um objeto determinado e um método próprio: A lingüística é uma c. S. f. pl. Conjunto de disciplinas visando à mesma ordem de conhecimentos: C. naturais...


Imagem::Usinaemporium

quarta-feira, 11 de abril de 2012

a loucura mora ao lado




"E, no meu caso particular, a loucura, 
além de morar ao lado, usa frequentemente o meu telefone."
Bruna Lombardi


E vem...
amarga
com o passado almeja
vazia com sua busca, tentando
me extirpar. Imolando a afeição.

Fadado a muitas festas
lhe explico com vontade de rir,
de ti, desse teu cheiro de burra na chuva:
a solidão desses dias pode ser uma miragem
mas a noite traz vontades
cópias nuns desejos
de sua vulva em meus lençóis.
Calma, só ela, permitida a caprichos que a excitação explora.
Fadado a ir devagar, sem essas palavras tolas que tua veia solta
e maluca às vezes é como uma falta de ar no meio da música.


 

Meticuloso, pacientemente vou testando,
digitalmente procurando encontrar
um ponto que seja o G
de geral.

Desligando na tecla,
o que te faz de besta.


Imagem::Usinaemporium

domingo, 11 de março de 2012

cum.pli.ci.da.de


...

Dizem q
em boca fechada
entra tão pouco mosca q
ficaríamos horas aqui
feito tolos 
esperando, loucos
para tomar uma sopa...


cum.pli.ci.da.de
s. f. Ato ou qualidade de cúmplice.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Céu.Vargem.


'do meu caderno ano.33
I


Sobra no corpo
enorme seu gesto
da vontade.

Apóia o vão. Silêncio.
Na escapada hora, onde teima
em pertencê-la
em outros sonhos que navegam


ou
traz na claridade
pretendida, estampando
seu sorriso na manhã.

II


Beijos em seu leito de jasmins.
É uma paz, não berra.
Tesão que não se encerra.
Cova rasa da imensidão.


No amplo
espaço
dos seus seios. Escalando
nuvens de espelhos,
não vejo
as horas se perdem
dormem.


Escalo,
sua a aurora.





Finda o calmo,
por instantes
selvagem sou. Fluxo.


E
no vão
cortina
de pelos que
protegem
seus lábios úmidos acariciando meus bagos,
vejo as gotas brancas de minha paisagem.  




quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

voz do povo - boca de deus


À palavra
enorme
em cima da mesa:

O que somos,
onde estamos,
o que faremos...
No vazio tampo?

Ficaremos na mesma.
  
Um horizonte pronto invoca o juízo,
não se pode antecipar uma fagulha do tempo sequer.

Suposição – isso tem o vacilo dos que jogam... 
Atacando a coisa toda em si.

Largo. Claro.






















Nada diga
desta água
nunca:

palavra
paga palavra...

Nunca
caduca.


Voz do povo - boca de deus!



  Imagem::Usinaemporium

domingo, 11 de dezembro de 2011

por.quê



Tem seu cheiro nesse minucioso memorial, pelos cantos, adivinho. Escutando das paredes seu sussurro já antigo - meus nervos não sabem...
É hora de libertá-la da lembrança exata e refazê-la com maestria... 
Entre todas: a mais vadia... 



Quem de mim
recolhe o grito
tem-me seu,
castelo criou.




Pássaro grande
leva-me pelos ares
distantes.

Sendo teu canto
uma sepultura
às amarguras.

























O porquê, 
entregar contigo 
as mesmas cartas...






por.quê
s. m. Causa, motivo, razão.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

ti.no




às vezes
a gente se atrapalha
[lamenta, tudo dizendo]
e chama de destino
a vida que não é muito boa,
mas
tem um destino
enorme
numa mania
de ser feliz.

Tem um sorriso
gigante
te achando
numa criança...



E vc, nem imagina,
sonhando com propagandas.


ti.no
s. m. 1. Juízo natural; instinto. 2. Sentido, atenção. 3. Tato. 4. Circunspeção, discrição.
 5. Facilidade de andar às escuras. 6. Conhecimento, idéia.
Pesquei a imagem na net

domingo, 11 de setembro de 2011

Organo'logia




Há dias em que o tempo é lá...

Circunstâncias que vibram 
alvoroçadas. Lembranças 
ordinariamente soltas.

Visgo em campo citadino.


 Imagem: Usinaemporium    


quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Lar.go



Amo-te, somente.
Será possível
entender,
quando me amas
radicalmente?

Amo-te radicalmente...
Será possível entender quando
me amas somente?



Eu digo logo, é como eu vivo,
sem desculpas, somo assim:
todos os poemas que nesses
dias escrevo, são para ti.
Pensando exatamente
que seja um filme.
Editando em takes longos
essa mistura de carinho
e falta de tesão ou ação
que a vida nos legou.

Sem estrada
nem trilha
nessa torre escondida
aonde o zelo isolou-me.

Digo também:
não sou a pessoa correta
para dizer bobagens sobre o amor.
Sendo de um modo primitivo
que sinto as pessoas.
É mais instinto
que algo racional
o que estabelece o meu encontro.
E...
Estou sempre presente, mestre em escadas,
sempre vejo quem eu amo do alto
como se fosse possível esta dentro
e fora de mim,
[quando eu entendo]
ao mesmo tempo.
Sei que é, sempre melhor
um desejo
que não se imola
procurando devagar
comunicar sem palavras
esse amor tamanho.

Achando brechas no ar.
Passando um recado 
através de invisíveis bolhas de sabão. 
Permitindo que a pele seja...
Convidados a ficar.

Corpo é coração.


Por enquanto
tenho pressa...
Minha cara esperta
tão cheia de sonhos,
refazendo a festa.

E, o que é o tempo
senão
a dança
das naturezas...


lar.go
adj largolarga ['largu, 'largɐ]
1 que não é estreito
usar calças largas
2 aberto, amplo
ter ideias largas
subst m largo
1 praça onde desembocam várias ruas
um largo com árvores
2 alto-mar
O barco foi arrastado para o largo.
ao largo
longe de
navegar ao largo da costa

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Salve salve!

Tchau.
As noções exatas a gente nunca tem, 
atacando muito da saúde, coisa já rara. 
Causa aquele tipo de espanto saber:
vivemos mais a cada pequena oportunidade 
onde percebemos: pular fora, nadar de volta.


Um imenso navio afunda, 
um pequeno bote acolhe os peregrinos.


Insiste em depois
causando aquele tipo de sensação
misturando as peças.


Ato 11 mas, que [ato] dezoito?
Afasto tudo
destaco a vantagem 
de que caminhas sem perceber.
Absorvendo os humores, 
nesses casos, sem precisão.
Desfaz vc.
Não sobre em cacos,
apontando
às respostas...


Supondo os requisitos 
que me fazem 
manter 
a dianteira 
tontamente mergulhado em ti.

sábado, 11 de junho de 2011

Alargando

Antes que me falte a memória dos poemas, bem certo de que me vale os sacríficios, espero feito em teima a amplitude de sorrir somando as vezes que vi vc chegar. Esclarece meu peito essa luz, sou estimado pelas ações que somas. Passo devagar, neste sumido, consumido demais pra reverter. Apareço bem mais louco, um pequeno bicho dado a cometer. Meus dedos contam as passagens que vc me ensinou, estimando as peças desse tabu.
Alargado em meio a divisão,
evitando senão.

Pode ser que eu sinta,
pode ser que eu diga, te siga!
Quero ver - já pode ser...


Você não sabe, caminho
pescando ainda essas perdas
passíveis enfermas
e a travessia
é tão longa
que demora a noite toda
e ontem
senti vagando as cores
ajustavam
a nova morada.
Sem saber...
Naquela hora, na mesa,
os homens diziam assim:
deixe pra si, o que é de estrela.
Ao mar - o que é do mar,
nas ondas vagueia.

Esconde o teu pó
nas dobras de tuas marmotas.

...

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Φφ Fi




Alados corações,
esses são seus nomes,
avançam pela atmosfera densa...

Ouviram todas as preces
e aumentaram sua glória
numa comum espada.
Ou...
Ouvirão todas as pressas
e aumentarão a glória
do pacífico espelho
dos contos de fadas.

Preste bem atenção:
ainda é um sono
o que guia esses abutres.

É como hospedar uma borboleta
no interior de sua crisálida.
Na iminência de um vôo, almeja
o isolamento no silencioso
desenrolar de seu parto.

Partirá!
Continuando o seu ciclo
de larva,
monstro devorador
e beleza.
Feito a paixão e suas presas.

Longe do coração
há a certeza do amor.
No seio da memória pretendida.
Nos sonhos de uma certeza.

imagem Usinaemporium