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23/05/2018

A propósito de Cat Stevens



Fernando Magalhães
19.07.2002 150326

...E de uma referência ao "Father & son" a propósito do disco dos FLAMING LIPS, aproveito para propor uma audição despreconceituosa, sobretudo dos álbuns "Mona Bone Jakon", "Buddha & The Chocolate Box" e "Numbers".

Também aconselháveis, mas já mais "batidos": "Tea for the Tillerman" e "Teaser and the Firecat".

Mas a surpresa vem mesmo do 1ºálbum, "Matthew and Son" - pop eivada de psicadelismo bucólico que está para a discografia posterior do músico, como "David Bowie" está para a obra de Bowie.

FM

PS-Acho o álbum dos Flaming Lips irritante.

04/10/2014

Cat Stevens - Numbers



Y 20|ABRIL|2001
escolhas|discos

CAT STEVENS
Numbers
Island, distri. Universal
7|10

Mais um pacote de reedições remasterizadas da produção dos anos 70 de Cat Stevens, antes da sua conversão ao islamismo e do ostracismo a que foi votado na sequência da aceitação tácita da “fatwa” lançada sobre Salman Rushdie. De fora ficaram os exemplares mais interessantes da discografia do gato: “Mona Bone Jakon”, “Tea for the Tillerman” e “Teaser and the Firecat”. Apesar de tudo, “Numbers” não destoa destes, fugindo ao comercialismo mainstream de “Back to Earth”, também reeditado. É um álbum conceptual em torno de Polygor, um planeta governado pelos números. Os seus governantes, denominados polygons, são, por sua vez, numerados de um a nove. Acústica e introspetiva, a música descreve um mundo de faz-de-conta sustentado por vibrafones, teclados e melodias de uma simplicidade mágica que tem menos a ver com as efabulações hippies dos Incredible String Band do que com as “fairytales” contadas por Donovan.