Foi o apelo lancinante que o Presidente da Câmara de Matosinhos Guilherme Pinto fez com António José Seguro ao lado no congresso da federação do PS Porto. Guilherme Pinto perdeu as eleições internas para José Luís Carneiro, apoiado por Seguro.
O ministro em causa é o da Economia, Álvaro Santos Pereira. O motivo é a nomeação da Metro do Porto, sem administração há mais de um ano.
Rui Rio, em declarações à Antena1, ao jornalista Nuno Moura Brás, acusa membros de governo de torpedearem a acção de Álvaro.
O líder do PS também exigiu explicações de Pedro Passos Coelho.
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sábado, 30 de junho de 2012
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Álvaro mal recebido na Covilhã...
...como há muito tempo não se via na por estas bandas, assinala o correspondente da Antena1 na Covilhã, Paulo Brás.
A ideia do Ministro da Economia era reunir-se com empresários locais. E assim foi, mas à saída, trancou as portas do carro e seguiu viagem. E nada disse.
A ideia do Ministro da Economia era reunir-se com empresários locais. E assim foi, mas à saída, trancou as portas do carro e seguiu viagem. E nada disse.
segunda-feira, 19 de março de 2012
Paulo Portas preocupado com a Economia
Foi nos Açores, em visita como Ministros dos Negócios Estrangeiros, que o também líder do CDS, anunciou vistos especiais de permanência para investidores estrangeiros que possibilitem a criação de emprego e dinamismo na Economia, como conta a jornalista Luísa Couto da Antena1 Açores.
terça-feira, 13 de março de 2012
"Não se trata de uma cedência, era o que faltava, nem pense nisso", diz PM
3 minutos demorou a posse do novo SE da Energia, Artur Trindade, como testemunhou a repórter Madalena Salema no Palácio de Belém.
Com Álvaro Santos Pereira a chegar e a partir com SE anterior, Henrique Gomes.
O som de Pedro Passos Coelho, que retirámos da SIC está aqui. Não se ouve tudo, por uma questão técnica, mas o PM responde à pergunta de Paula Santos quando insiste na cedência aos interesses "...era o que faltava, nem pense nisso".
Com Álvaro Santos Pereira a chegar e a partir com SE anterior, Henrique Gomes.
O som de Pedro Passos Coelho, que retirámos da SIC está aqui. Não se ouve tudo, por uma questão técnica, mas o PM responde à pergunta de Paula Santos quando insiste na cedência aos interesses "...era o que faltava, nem pense nisso".
terça-feira, 6 de março de 2012
O caso Álvaro: algumas passagens
O Ministro da Economia, que se manteve na pasta, falando, a noite passada, num jantar com a Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações, em Lisboa, contra "cortinas de fumo criados pelos partidos de oposição (...) e contra os lobbies instalados".
Segundo o Diário Económico, que teve acesso ao decreto-lei que irá ser discutido amanhã em Conselho de Ministros antecipado, aqui resumido por Rosa Azevedo, os fundos do QREN vão ser tratados por 7 ministérios.
No Parlamento, Basílio Horta, PS, quer saber do PM qual o Ministro responsável pelo QREN para que possa ser chamado à comissão parlamentar no sentido de se perceber qual o ponto de situação destes dinheiros comunitários.
Jerónimo de Sousa, PCP, entende que o problema não é do Ministro, mas sim da política.
Francisco Louçã, BE, entende o problema é que não há economia, como disse ao microfone de Frederico Moreno.
João Cravinho, PS, ouvido pela Antena1, entende que o lugar de "Santos Pereira não tem condições para o lugar".
António Saraiva, CIP, foi ontem a São Bento, mas ainda não para falar do QREN, onde entende que se deve manter a gestão dos fundos.
Álvaro Santos Pereira, mantém-se na pasta, esteve ontem 3 horas em São Bento a seu pedido (e não chamado pelo PM), reunido com o PM, saiu em contra-mão, com a Polícia a parar o trânsito, gere o QREN, mas não terá a decisão final sobre os destinos do investimento.
Um dia depois do último Conselho de Ministros houve uma fuga de informação para a imprensa.
Na madrugada de sábado, Pedro Passos Coelho confirmava-a, de viva voz, e dizia que ser Gaspar a ter a última palavra em matéria de QREN.
Na segunda feira, a imprensa citava o gabinete do Ministro da Economia falando num cenário de demissão.
O CDS entregava no parlamento um requerimento para saber de Álvaro Santos Pereira sobre as Parcerias público-privadas.
Álvaro continua ministro, mas menos.
Segundo o Diário Económico, que teve acesso ao decreto-lei que irá ser discutido amanhã em Conselho de Ministros antecipado, aqui resumido por Rosa Azevedo, os fundos do QREN vão ser tratados por 7 ministérios.
No Parlamento, Basílio Horta, PS, quer saber do PM qual o Ministro responsável pelo QREN para que possa ser chamado à comissão parlamentar no sentido de se perceber qual o ponto de situação destes dinheiros comunitários.
Jerónimo de Sousa, PCP, entende que o problema não é do Ministro, mas sim da política.
Francisco Louçã, BE, entende o problema é que não há economia, como disse ao microfone de Frederico Moreno.
João Cravinho, PS, ouvido pela Antena1, entende que o lugar de "Santos Pereira não tem condições para o lugar".
António Saraiva, CIP, foi ontem a São Bento, mas ainda não para falar do QREN, onde entende que se deve manter a gestão dos fundos.
Álvaro Santos Pereira, mantém-se na pasta, esteve ontem 3 horas em São Bento a seu pedido (e não chamado pelo PM), reunido com o PM, saiu em contra-mão, com a Polícia a parar o trânsito, gere o QREN, mas não terá a decisão final sobre os destinos do investimento.
Um dia depois do último Conselho de Ministros houve uma fuga de informação para a imprensa.
Na madrugada de sábado, Pedro Passos Coelho confirmava-a, de viva voz, e dizia que ser Gaspar a ter a última palavra em matéria de QREN.
Na segunda feira, a imprensa citava o gabinete do Ministro da Economia falando num cenário de demissão.
O CDS entregava no parlamento um requerimento para saber de Álvaro Santos Pereira sobre as Parcerias público-privadas.
Álvaro continua ministro, mas menos.
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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Outra vez o pastel de nata...agora com o chouriço
Reportagem de Natália Carvalho na edição deste ano do SISAB: um acontecimento
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
"Porque não existe um 'franchising' de pastéis de nata?"
A pergunta é de Álvaro Santos Pereira: "Porque não existe um 'franchising' de pastéis de nata?" - é a grande questão diz o Ministro da Economia ao defender que o caminho para a internacionalização das empresas portuguesas passa pela afirmação dos produtos nacionais.
O Ministro acredita que os pastéis de nata podem ser tão vendáveis "como os churrascos Nando's ou os hambúrgueres". Álvaro Santos Pereira anuncia que a estratégia da internacionalização da economia portuguesa e as exportações são, a partir de agora, uma prioridade do Governo como se pode ouvir no resumo feito pela jornalista Augusta Henriques.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Ministro da Economia aposta na "Reforma ao Sol"
A primeira audição parlamenntar de Álvaro Santos Pereira durou 4 horas e meia, mas no final (reconheceu o próprio) ficaram muitas perguntas sem resposta.
Esclarecimentos sobre pivatizações não houve, TGV e novo aeroporto estão em avaliação, ficou o anúncio de um verdadeiro passe social", e 5 milhões de euros para as tarifas sociais de gás e electricidade.
Para substituir as remessas dos emigrantes, cada vez mais escassas, nos próximos meses vai ser apresentado o programa "Reforma ao Sol", dirigido aos turistas reformados no norte da Europa.
O Ministro da Economia não poupou críticas ao "despesismo" do Governo anterior, mas teve que explicar aos deputados porque é que a sua chefe de gabinete ganha 50% mais do que os outros chefes de gabinete.
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Esclarecimentos sobre pivatizações não houve, TGV e novo aeroporto estão em avaliação, ficou o anúncio de um verdadeiro passe social", e 5 milhões de euros para as tarifas sociais de gás e electricidade.
Para substituir as remessas dos emigrantes, cada vez mais escassas, nos próximos meses vai ser apresentado o programa "Reforma ao Sol", dirigido aos turistas reformados no norte da Europa.
O Ministro da Economia não poupou críticas ao "despesismo" do Governo anterior, mas teve que explicar aos deputados porque é que a sua chefe de gabinete ganha 50% mais do que os outros chefes de gabinete.
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sábado, 25 de junho de 2011
O Ministro que quer ser apenas... Álvaro
Álvaro Santos Pereira, o novo Ministro da Economia, estreou-se hoje em funções públicas na inauguração da Feira Internacional do Artesanato, na FIL.
Num estilo muito descontraído, em mangas de camisa, não quis falar de dossiers complicados, como o das privatizações, e confessou que prefere que o tratem simplesmente por Álvaro, em vez de... Senhor Ministro.
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Num estilo muito descontraído, em mangas de camisa, não quis falar de dossiers complicados, como o das privatizações, e confessou que prefere que o tratem simplesmente por Álvaro, em vez de... Senhor Ministro.
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