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quarta-feira, 11 de julho de 2012

A ERC, as perguntas do Público, os sábados e os créditos de Relvas

"Ilibado, ilibado, ilibado, não se dá como provado, não se dá como provado, não se dá como provado!", não se cansou de repetir o Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares sobre o relatório da ERC que esqueceu a frase " houve uma pressão inaceitável” do ministro Miguel Relvas sobre o jornal Público. Por Natália Carvalho.

Acabada a primeira audiência na Comissão de Ética, Miguel Relvas segue para a segunda audição, a ordinária. A RTP e os sábados de Relvas

E os desenvolvimentos do caso da licenciatura da Lusófona, com os muitos créditos atriubuidos a  Miguel Relvas. Por Valter Medeiros.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Caso Relvas/Público:3-2

Com os votos a favor de Carlos Magno (Presidente), Raquel Alexandra e Luisa Roseira (indicadas pelo PSD) e os votos contra de Alberto Arons de Carvalho e Rui Gomes (indicados pelo PS), a ERC aprovou ontem a deliberação que iliba o Ministro Miguel Relvas de "pressões ilícitas" sobre o jornal Público e a jornalista Maria José Oliveira.

Foto ERC
De acordo com o Conselho Regulador "em concreto, não se comprovaram as denúncias de que o ministro tenha ameaçado promover um blackout informativo de todo o Governo em relação ao jornal e divulgar na Internet um dado da vida privada da jornalista.
O Conselho Regulador assinalou ainda que a atuação do ministro nos telefonemas trocados com responsáveis editoriais do Público, usando de um tom exaltado e ameaçando deixar de falar pessoalmente com o jornal, poderá ser objeto de um juízo negativo no plano ético e institucional, ainda que não caiba à ERC pronunciar-se sobre esse juízo."

A deliberação pode ser consultada aqui.
A declaração de voto de Arons de Carvalho pode ser lida aqui.
Miguel Relvas, ontem à tarde, antes de ler o relatório, tranquilo aqui.

Inês de Medeiros anuncia que PS quer ouvir de novo o Ministro na AR aqui.
Francisca Almeida, PSD, anunciou que maioria chumbará o requerimento aqui.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Relvas na AR sim, mas já, não!

O Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares há-de ir ao Parlamento, mas só depois da ERC acabar o seu trabalho, assim determinou a maioria na Comissão de Ética.
PSD e CDS não estão exactamente de acordo sobre esta matéria, e Mendes Bota tentou adiantar serviço, como conta a jornalista Natália Carvalho.

Paulo Rangel, eurodeputado, quer o "integral esclarecimento e o PSD deve ser o mais aberto possível".

terça-feira, 22 de maio de 2012

"Doa a quem doer" e "não é timbre do governo fazer chantagem"

Foi no périplo europeu - por Bruxelas e Estrasburgo para contactos com os socialistas europeus, como conta a jornalista Susana Barros - que o líder socialista comentou o caso Relvas/Público, com o "doa a quem doer".

Pela segunda vez, Pedro Passos Coelho teve de falar do caso em Chicago na cimeira da Nato.
Para dizer que "não é timbre do governo fazer chantagem (...) estou certo que esse é o quadro em que os membros deste governo se movem".

Carlos Zorrinho, lider parlamentar, preferia que o trabalho na ERC e no Parlamento fosse simultâneo, porque "quem não deve, não teme".

Bernardino Soares, lider parlamentar do PCP, pede "esclarecimento o mais rápido possível na Assembleia da República", em declarações à margem das jornadas parlamentares que decorrem em Leiria.

Últimos desenvolvimentos do caso, com o director-adjunto do Público Manuel Carvalho, ouvido na RTPI.
Pressões e ameaças, diz o jornalista.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Caso Relvas? "Tempestade num copo de água!"

Luís Filipe Menezes, no Conselho Superior da Antena1, pensa que o caso Relvas/Público não existe.
Acontece aos ministros que têm esta pasta e não é só cá, como Fernando Nogueira, ou Pedro Silva Pereira, Rubalcaba ou Rajoy, explica Menezes.
Para ouvir aqui.

PSD aguarda pelo trabalho que a ERC está a fazer, diz o lider parlamentar Luís Montenegro em Timor.
Para ouvir aqui.

domingo, 20 de maio de 2012

Pressionou? Ameaçou? Pediu desculpa?

Miguel Relvas, o Ministro Adjunto dos Assuntos Parlamentares, de novo na berlinda.

António Capucho, PSD, diz que se for verdade, o ministro tem de sair.

A oposição também, se se confirmar.

As desculpas do Ministro, por Lurdes Dias.

Joaquim Vieira, do Observatório de Imprensa, considera que o ministro pressionou.

A ERC vai investigar.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

ERC já está!

Carlos Magno vai ser o próximo presidente da ERC, substituindo Azeredo Lopes.
Magno foi convidado pelo PSD, mas tem o apoio garantido do PS para a função.

Na lista estão ainda Alberto Arons de Carvalho e Rui Gomes por parte do PS e Raquel Alexandra e Luísa Roseira pelo PSD.

Carlos Magno, jornalista que passou pela Antena1, Expresso, TSF e SIC. Actualmente era comentador de política na Antena1 e um dos membros fixos do programa Contraditório (juntamente com Ana Sá Lopes e Luís Delgado, moderação de João Barreiros).

Rui Gomes foi jornalista político da Rádio Comercial, TSF, assessor político de Jorge Coelho no Governo de António Guterres.
Raquel Alexandra foi jornalista política na Rádio Renascença, SIC e é actualmente doutoranda em Direito Constitucional.
Alberto Arons de Carvalho é professor universitário de Deontologia e Ética jornalística, foi governante socialista e fundador do PS.
Luísa Roseira é uma antiga deputada social democrata.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

ERC e campanha eleitoral

Ao contrário do que aconteceu nas Presidenciais, a análise da ERC à cobertura informativa da campanha eleitoral para as últimas Legislativas incluiu a Rádio. As conclusões estão aqui.