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segunda-feira, 6 de março de 2017

SOBRE DEUS


«De Deus sabe mais quem mais O deixa transparecer.

Deus resplandece em todo aquele que acolhe, que se supera, que não se resigna à mediania.

Deus reluz nas vidas que não se contentam com o programado, com o previsível.

Deus flui nas surpresas e brilha nas esperanças de quem não desiste nas horas de obscuridade.

Deus «passeia-Se» na brisa que palpita em corações que acreditam no amanhã. E que, por isso, continuam a dar tudo no hoje de cada dia.

Sobre Deus, o decisivo não é dizê-Lo; é transparecê-Lo. 

Deus não cabe em nenhum conceito. 
Mas sentimos que vai passando em muitas vidas. 
Nas vidas daqueles que O respiram, amando.»

sábado, 24 de dezembro de 2016

TÃO DIVINO QUE ATÉ QUIS SER HUMANO



Está quase a chegar aquele primeiro dia «inteiro e limpo, onde emergimos da noite».
Sophia tem mesmo razão: «A casa de Deus está assente no chão».

É por isso que o Natal é o dia que não tem fim. 

É o dia que jamais anoitece e em que até o frio nos aquece.
É o dia em que os céus se abriram, em que os anjos saíram e melodias se ouviram.

O silêncio de Deus, que gemeu em Belém, continua a crepitar nos pobres também.
Quem não os ouve a eles, como pode ouvi-Lo, a Ele?

Aquele Menino é tão divino que até quis ser humano. Aquele Menino é tão humano que só pode ser divino.

O Deus que está naquele Menino humaniza-Se e diviniza-nos. Ele não nos retira humanidade. Pelo contrário, é a Sua divindade que deposita em nós humanidade. (...)

O Natal é o dia em que o futuro nasceu e até justiça choveu. (...)

Deus veio ao mundo. Acampou na terra para eliminar o ódio e acabar com a guerra.
Trouxe, como única veste, a paz e é imensa a alegria que a todos nos traz.

Veio em forma de criança. Haverá quem fique indiferente a tanta esperança?

Naquele dia, colocaram-No numa manjedoura, perto do chão. Mas, desde então, a Sua morada passou a ser o nosso coração!

terça-feira, 13 de setembro de 2016

"Jesus é a corporização, em tons de urgência, do amor total!
Deixemos que a bondade brilhe. 

Que a paz se instale. 
Que a justiça floresça.
E que o amor vença.


Não foi por tudo isto que Ele deu a vida?"
Pe. João António - Blog http://theosfera.blogs.sapo.pt/

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

ACREDITAR SEM AMAR? NEM PENSAR!

«Ninguém diga que tem fé se não tem amor. 
O amor é o grande certificado da fé.
Acreditar sem amar? Nem pensar. 
Não é possível acreditar sem amar.
A fé envolve sempre o amor.
A fé tudo consegue, quando está habitada pelo amor. Até consegue suportar o insuportável. É assim que percebemos a pergunta pertinente de Balduíno de Cantuária, no século XII: «Que há de impossível para quem crê? E que há de difícil para quem ama?»
Só há fé quando existe amor: o amor é a fé vivenciada!
Só o amor, como dizia Hans Urs von Balthasar, «é digno de fé».
A fé está sempre a dizer à esperança: «não desistas».
E a esperança não pára de segredar ao amor: «não pares».

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

A LIÇÃO DA MANJEDOURA


«Deus entra na nossa história não pela via da opulência, mas pela via da humildade.

O sinal de Deus não está num palácio. Está numa manjedoura. (...)

Divino (eis a permanente interpelação) não é o grande caber no grande. Isso qualquer humano consegue. Divino é o infinitamente grande caber no infinitamente pequeno. (...)

Há, aqui, uma inversão de valores, reconhecida, aliás, por Maria no Magnificat: humilhação dos soberbos e exaltação dos humildes (cf. Lc 1, 52).

De facto, Deus inverte o máximo e o mínimo, o maior e o menor, o grande e o pequeno.

O máximo é o que parece mínimo. O maior é o que se apresenta como menor. O verdadeiramente grande é o que nos surge como pequeno.

Quando aprenderemos a lição da manjedoura?»

Graças a: http://theosfera.blogs.sapo.pt/2267552.html

domingo, 7 de junho de 2015

DEUS DETESTA PERDER


«Deus detesta perder. Deus faz tudo para não perder.
Há, entretanto, uma precisão a fazer.
É que enquanto nós não gostamos de perder nada, Deus não gosta de perder ninguém.

Enquanto nós trocamos facilmente as pessoas pelas coisas, Deus dispõe-Se a sacrificar todas as coisas — e a sacrificar-Se a Si mesmo — para não perder nenhuma pessoa.
O que move Deus não é essa coisa que se chama dinheiro. Nem essa coisa que se chama poder.
O que (co)move Deus são as pessoas, somos nós.»

sexta-feira, 5 de junho de 2015

O HUMANO TÃO PURAMENTE HUMANO


«Não é quando nos distanciamos do humano que nos aproximamos de Deus. É quando aterramos na sua maior profundidade que tocamos o divino.
Haverá algo mais divino que a humanidade de Jesus?
Jesus é uma lição sem fim. Lição que não vem de qualquer cátedra, mas que tem a argamassa de uma vida tão humanamente cheia.

O humano tão puramente humano (tão inteiramente humano!) de Jesus é uma respiração divina, um enclave da eternidade pelas inclementes estradas do tempo.
Divina é esta humanidade sem freio, é esta franqueza sem constrangimentos, é este amor sem vacilação, é esta entrega sem limites.»

sábado, 10 de janeiro de 2015

CONSTRUAMOS UM NATAL PARA TODA A VIDA


A esta hora, muitos presépios já foram desmontados.
A lição da manjedoura porventura já estará esquecida. 

Alguma vez terá sido aprendida?


Estiquemos o Natal a todo o ano. 
Construamos um Natal para toda a vida. 
Não apaguemos a luz que Deus acendeu em nós.
Não eclipsemos o sorriso. 
Cubramos o cinzento dos nossos dias com a luz do presépio, 
com o encanto da manjedoura, com a paz de Belém.

Deixemos brilhar, à nossa frente, a estrela da bondade. 
E deixemos, atrás de nós, um rasto de esperança.
Enfim, não arrumemos totalmente o presépio. 
Ele deixou de ser visível cá fora. 
Mas tem de continuar presente na nossa vida: aqui e agora.

domingo, 9 de março de 2014

TANTA GENTE SEM CASA, TANTA CASA SEM GENTE


«Tantos contrastes habitam este mundo.
Tanta gente sem casa e tanta casa sem gente.
O número de sem-abrigo sobe. O número de casas vazias cresce.
Com tanta casa vazia, como entender que haja tanta gente na rua?
A finança manda? Esta finança já cansa!»

Li em: http://theosfera.blogs.sapo.pt/tanta-gente-sem-casa-tanta-casa-sem-2359717

sábado, 28 de dezembro de 2013

A LIÇÃO DA MANJEDOURA


Deus entra na nossa história não pela via da opulência, mas pela via da humildade.

O sinal de Deus não está num palácio. Está numa manjedoura.

Eis a lição jamais devidamente apreendida. É tão frequente, nestes dois mil anos, ouvir falar do presépio num ambiente de pompa, com vestes sumptuosas.

Divino (eis a permanente interpelação) não é o grande caber no grande. Isso qualquer humano consegue. Divino é o infinitamente grande caber no infinitamente pequeno.

Vale a pena recordar, a este propósito, o aforismo de Hölderlin: «Non coerceri maximo, contineri tamen a minimo, divinum est» («Não ser abarcado pelo máximo, mas deixar-se abarcar pelo mínimo, isso é que é divino»).

Há, aqui, uma inversão de valores, reconhecida, aliás, por Maria no Magnificat: humilhação dos soberbos e exaltação dos humildes (cf. Lc 1, 52).

De facto, Deus inverte o máximo e o mínimo, o maior e o menor, o grande e o pequeno.

O máximo é o que parece mínimo. O maior é o que se apresenta como menor. O verdadeiramente grande é o que nos surge como pequeno.

Quando aprenderemos a lição da manjedoura?

http://theosfera.blogs.sapo.pt/2267552.html

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

NÃO FIQUEMOS À ESPERA DO NATAL


Natal é a mesa farta,
mas é sobretudo a alma cheia.

Natal é Jesus, Natal é a família,
Natal é a humanidade e Natal também és tu.

Não fiques à espera do Natal,
sê tu mesmo o melhor Natal para os outros.

Constrói um Natal para todo o ano,
para toda a vida.

Tu és o Natal
que Deus desenhou e soube construir.

É por ti que Deus hoje continua a vir ao mundo.
É em ti que Ele também renasce.

Sê, pois, um Natal de esperança,
de sorriso e de abraços,
de aconchego e doação.

Também podes ser um Natal com algumas lágrimas.
São elas que, tantas vezes, selam o reencontro e sinalizam a amizade.

Eu vejo o Natal no teu olhar, no teu rosto, no teu coração,
na tua alma, em toda a tua vida.

Há tanta coisa de bom e de belo em ti.
Tanta coisa que Deus semeou no teu ser.

Descobre essa riqueza, celebra tanta surpresa,
partilha com os outros o bem que está no fundo de ti.

Diz aos teus familiares que os amas,
aos teus amigos que gostas deles,
aos que te ajudam como lhes estás agradecido.

Não recuses ser Natal junto de ninguém. Procura fazer alguém feliz.

Não apagues a luz que Deus acendeu em ti.
Deixa brilhar em ti a estrela da bondade e deixa atrás de ti um rasto de paz.

Que tenhas um bom Natal.

A partir de agora. Desde já. E para sempre!

Fonte: http://theosfera.blogs.sapo.pt/2255051.html

sábado, 21 de dezembro de 2013

O NATAL É UM POEMA QUE SE DECLAMA COM A VIDA


«Vejo a palavra. Vejo os presentes. Vejo as luzes. Vejo as correrias. Vejo a chuva. E vejo o frio. Só não vejo o Natal. (...)

Não sei porquê. Há qualquer coisa que se vai apagando. E há muita coisa que vai doendo.

O Natal é, sem dúvida, contagiante. Mas a palavra Natal em certos lábios provoca um calafrio mais frio que o próprio frio. É que há vidas que não sabem a Natal. Há vidas que negam o Natal.

Falar sobre o Natal não custa.
Viver o Natal é que é importante.

O Natal não se diz com os lábios.
O Natal é um poema que se declama com a vida.

É nos pequenos, nas pessoas verdadeiras e nos corações puros que eu vejo brilhar a estrela de Natal».

Fonte: http://theosfera.blogs.sapo.pt/470386.html

terça-feira, 15 de outubro de 2013

A FELICIDADE EM FORMA DE DÁDIVA


«A felicidade, aparentemente, nem sempre visita as melhores pessoas. Estas, por vezes, são as que sofrem mais.
Mas serão infelizes? Às vezes, a maior felicidade escorre mais pelas lágrimas do que pelo riso.

Fazer o bem, mesmo sem ser compensado, pode doer, mas não impede de vencer.

Eu acredito na felicidade em forma de dádiva. 

Eu creio na felicidade dos que sofrem, dos que dão, dos que se esquecem de si.
São os mais felizes. Os únicos felizes. Ainda que o não pareçam!»


Fonte: http://theosfera.blogs.sapo.pt/2123791.html

sábado, 7 de setembro de 2013

O MISTO DA FÉ

A fé é um misto de infância e maturidade.
A fé faz-nos crescer sem que, alguma vez, tenhamos a pretensão de já termos crescido.
A fé torna-nos adultos sem nos impedir de continuarmos a ser crianças.

Agustina Bessa-Luís verbalizou: «O homem de Deus é menino pela confiança e é adulto pelo reconhecimento da paz do coração»!

Fonte: http://theosfera.blogs.sapo.pt/2086024.html

domingo, 14 de julho de 2013

O MEU ATEÍSMO

Tanta violência em nome de Deus. Tanta arrogância em nome de Deus. Tanta apropriação de Deus.

Em relação a tantos discursos teístas, até Deus é o primeiro ateu.

Tentam impor-nos um Deus que não sorri, um Deus que não ama, um Deus que não chora, um Deus que não sofre, um Deus que não Se encanta, um Deus que castiga, um Deus que condena.

Tentam levar-nos por caminhos ínvios de condenações no tempo e na eternidade.

O Deus que Tu, Jesus Menino, nos mostraste só tem um nome: Pai. E possui apenas um rosto: misericórdia.

O Deus que Tu, Jesus, nos revelas é a paz, a simplicidade, a autenticidade.

Apetece, por vezes, repetir o pedido de Eckhart: «Meu Deus, livra-nos de "Deus"».
O Deus das pompas e das cátedras não é o Teu Deus. Como poderia ser o meu?

Limpa-nos, Jesus, da presunção de sabermos muito sobre Ti. Só saberemos o suficiente quando nos voltarmos para a humildade em que Tu Te deixas envolver sempre que nos vens visitar.

Ensina-nos, Senhor, a optar por um certo ateísmo. Por um ateísmo que nos afaste de falsas imagens de Deus e que nos aproxime de Deus, do Deus que Tu nos mostras na simplicidade de Belém.

Texto adaptado de: http://theosfera.blogs.sapo.pt/472637.html

domingo, 7 de julho de 2013

REDESCOBRIR «O JESUS PERDIDO», REENCONTRAR «O CRISTO DESPERDIÇADO»


1. A nossa história é o lugar do encontro de Deus com o homem. Mas a nossa vida acaba por ser, também, o local do desencontro do homem com Deus.

Nestes vinte séculos de peregrinação pelas estradas do tempo, os cristãos obtiveram importantes ganhos. Mas manda a honestidade reconhecer que também coleccionaram bastantes perdas.

2. Muitas vezes, nem reparamos no que podemos estar a perder. Talvez não nos apercebamos de que — como adverte D. António Couto — podemos estar a perder «Cristo e o Seu estilo de vida».

Acontece que este é o maior (a bem dizer, o único)desperdício. Perder Cristo e o Seu estilo de vida não é perder alguma coisa; é perder tudo.

3. Fará sentido um Cristianismo sem Cristo, um Cristianismo longe de Cristo?

Não é Cristo que nos perde. Somos nós que nos perdemos de Cristo. Que fazer para redescobrir oJesus perdido e para reencontrar o Cristo desperdiçado?

4. É imperioso que o Evangelho perpasse, que nunca se desfaça e que sempre nos refaça.

É fundamental que as energias se gastem na missão e não se desgastem em tantas adiposidades que os séculos foram introduzindo.

5. A leveza do Evangelho reclama uma cura da obesidade burocrática que tão aprisionados nos retém.

Não raramente, parece que vivemos entalados entre uma bulimia funcionalista e uma anorexia vivencial.

6. É neste sentido que — como observa D. António Couto — todos, «bispos, padres, consagrados e fiéis leigos deverão ser muito mais evangelizadores e muito menos funcionários, administradores ou gestores».

A Igreja deve habituar-se a sair para que as pessoas possam entrar. No fundo, também estamos dentro quando evangelizamos fora. É que a Igreja não se faz só no edifício. Também se refaz no meio das pessoas, «com simplicidade, verdade, coragem». E sobretudo «com Cristo no coração».

7. O Evangelho não deve ser imposto de uma maneira pesada nem apressada.

Ele só pode ser anunciado de uma maneira leve e pausada: «sem ouro, prata, cobre ou alforge». E sem pressas.

8. Tenhamos presente que o mundo dispensa bem uma Cristandade fechada, ensimesmada, integrista.

Do que a humanidade está à espera é do Evangelho integral: em forma de palavra e em forma de testemunho de vida.

9. O Evangelho não é só para traduzir nas mais diversas línguas.

Acima de tudo e como nos lembra D. António Couto, o Evangelho é para ser «traduzido em gestos novos, porque convertidos, de oração, comunhão e missão».

10. É urgente oxigenar de novo a Igreja com a inalação refrescante do Evangelho. Só assim ela será escultora de um futuro diferente no hoje de cada dia.

Afinal, nem tudo está perdido quando nos perdemos em Jesus Cristo!

http://theosfera.blogs.sapo.pt/1938037.html

terça-feira, 25 de junho de 2013

SERÁ ATEU QUEM TEM UM CORAÇÃO BOM?

Kierkegaard levanta uma questão inquietante: quem será mais ouvido por Deus? Será aquele que sabe a doutrina toda, mas tem um coração mau? Ou será aquele que, mesmo não sabendo a doutrina, tem um coração bom?

Ninguém tem dúvidas quanto à resposta. Jesus, quando apontou para o essencial, disse para aprendermos com o Seu coração manso e humilde.

O fundamental é que apostemos na totalidade. É possível (e, mais que possível, desejável) conhecer a doutrina e praticá-la. Porque a doutrina leva a isso. Não é a doutrina que nos impede de ter bom coração.

Às vezes, os ateus dizem não acreditar em Deus. Mas, no fundo, não acreditam é naqueles que falam tanto de Deus, mas não vivem segundo Ele.
 Em boa verdade, o máximo que um irmão ateu pode dizer é que não crê. Como é que ele pode decretar que Deus não existe?

No fundo, o que ele diz é que Deus não existe em tantos que se dizem crentes. Portanto, somos nós que mais argumentos damos, tantas vezes, para o alastramento da descrença.

Os problemas da Igreja são, cada vez mais, internos. De fora vêm as interpelações. Mas é de dentro que emergem os obstáculos.

Estejamos atentos. E sejamos humildes. Não seremos nós mais ateus do que muitos ateus? 





domingo, 9 de junho de 2013

NO PEQUENO SE VÊ O GRANDE


«Em tudo (nas palavras e nas acções), mostramos o que somos.
Mas é sobretudo nas coisas mais pequenas que revelamos a nossa identidade.

Chamfort assinalou: «Nas grandes coisas, os homens mostram-se como lhes convém; nas pequenas, mostram-se como são».

Para se conhecer alguém, é importante notar como se comporta com os pequenos e nas pequenas coisas.»

Fonte: http://theosfera.blogs.sapo.pt/1891119.html


quarta-feira, 5 de junho de 2013

SÓ NA HUMILDADE SE CRESCE



Multatuli avisou: «Todas as virtudes têm irmãs ilegítimas que desonram a família».
A maior de todas é, sem dúvida, a arrogância.
Quando as pessoas virtuosas se tornam orgulhosas nem advertem que o orgulho acaba por desfeitear a virtude.


Só na humildade se cresce. Só se sobe quando se desce.

O caminho de Jesus é a estrada da vida feliz. E felicitante!

INDAGAÇÕES SOBRE O CARPINTEIRO

“A árvore é força vertical da natureza, da terra em direcção ao céu. Tem a postura da espécie humana. Por isso o cego que Jesus curou em Bet...