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segunda-feira, 17 de agosto de 2020

Slogans

 



Os seres humanos que se revêem como anti-fascistas, anti-racistas, anti-xenófobos, anti-homofóbicos, etc… estão cada vez mais a tomar consciência de que é preciso não dar qualquer espaço aos energúmenos da extrema direita (e não só, infelizmente!) que, a cada dia com menos vergonha, se assumem como nazi-fascistas, racistas, xenófobos e tudo o mais que a sua motivação nacionalista e criminosa de seres superiormente brancos lhes dita.

Velhos “slogans” estão a regressar ao nosso dia a dia… como este:

“Não passarão!”

“Não paçaram!”


(Adivinhem qual é o “slogan” dos antifascistas e qual é o dos apoiantes do “chega”)


Na imagem, o desenho com que Pedro Viera se solidarizou com o primeiro desenho de Nuno Saraiva, que valeu uma queixa das chefias da PSP, obedientes às exigências do fascista “movimento zero” da polícia… e que valeu ao Pedro Vieira um bloqueio imposto pelo igualmente obediente Facebook, depois de denúncias dos hiper-activos militantes do Aldrabé Ventura.

sábado, 15 de agosto de 2020

Os desenhos… e os parvalhões


Já quase toda a gente sabe que não há nada mais “ameaçador e ofensivo” para um parvalhão fundamentalista seja lá do que for… do que um desenho.

Por causa de um desenho são capazes de ameaçar, perseguir, ou mesmo matar. Infelizmente, o irado desespero nunca os leva ao suicídio, o que seria uma solução muito mais adequada.

Os dirigentes da “nossa” PSP, como houve um desenho em que se insinua que um manifestante racista, participante de uma acção violenta recente, poderá ser um agente policial… perderam a cabeça… ou seja lá o que for aquilo que usam no mesmo lugar. 

A ofensa causadora de queixa, causada pela ignorância de que as suas fileiras de agentes estão minadas de neonazis e simpatizantes do “chega”, ignorância que só pode ser mentira… ou por mera estupidez e total desconhecimento do que é humor, liberdade de expressão e “tino”… o que só pode ser verdade.

Este outro “desenho” que aqui publico, insinua que nas forças policiais dos EUA, ou mais precisamente, Estados Unidos da América (explico, porque isto com dirigentes da “nossa” polícia, nunca se sabe), poderá haver um agente da polícia debaixo do elegante “vestidinho” de “Ku Klux Klan” com tiques de “Marilyn".

E agora? Este “perigoso desenho” anda espalhado pelo Facebook, onde estou impossibilitado de publicar este texto. A quem irão os valorosos “generais” da PSP guinchar as suas “solidárias” queixinhas?

terça-feira, 11 de agosto de 2020

Esqueçam o país ideal...



- Num país que se respeitasse, esta agressão promovida por um “Ku Klux Klan” de vão de escada, mas nem por isso menos criminoso, nunca teria acontecido.

- Num país que se respeitasse, a polícia, em vez de andar a agredir miúdos negros em estações de combóio apenas por desporto, não deixaria esta agressão acontecer.

Na falta das condições anteriores, num país que realmente se respeitasse e perante a ausência cúmplice da polícia, este tipo de agressão racista e violenta, seria recebida, em legítima defesa, a tiros de caçadeira.


(Talvez se viesse a descobrir que havia polícias entre os mascarados) 

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

"Olavo Belhaque!"


 Última hora!


É oficial! André Ventura já comprou o seu artista negro!

Espera-se a qualquer momento a aquisição de um animador “gay” e de um grupo “gipsy-qualquer-coisa”, para a farsa “artística” dos comícios ficar completa.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

João César da Neves – Uma coisa morta trazida pelo gato...


João César da Neves é um homem com imenso para dar! Dá aulas de economia, não poucas vezes dá uma imensa vontade de lhe “remodelar” o focinho e, sobretudo... dá opiniões!
Mais uma vez, num artigo de opinião (lá está!!!) no DN, e numa entrevista ao mesmo DN e à TSF, não deixou ficar mal todos aqueles que dele já só esperam o pior.
Entre pérolas como «aumentar o salário mínimo seria a pior forma de estragar a vida aos pobres», ou de ser «suicida e estúpido» baixar a idade da reforma, mais a lenga-lenga costumeira contra as greves e todos aqueles que ousam reivindicar melhores condições de vida, dá um verdadeiro espectáculo ao meter os pés pelas mãos num emaranhado de frases confusas (e nojentas) para tentar explicar uma ideia canalha sublimada nesta frase:
Atendendo à “superioridade” dos cursos ostentados pelo senhor das Neves, não me parece, dada a minha ignara condição, que tenha ferramentas para contestar as suas opiniões com a necessária "qualidade técnica".
Ainda assim, muitos anos a virar frangos e outros tantos de observação destes cromos saídos do mais bolorento salazarismo, permitem-me afirmar com grande confiança:
A maior parte dos neurónios do César da Neves, não são neurónios. 
São lixo! Esterco, estrume, dejectos, coisas mortas trazidas pelo gato, diria mesmo merda... sei lá...

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Um recorte da realidade – Passada, ou de agora?


Esta “imagem”, surripiada na página de “facebook” de uma amiga, é a melhor ilustração para o que quero dizer hoje. É a imagem “escarrada” (como diz o povo) do poder cinzento, miserável, parolo e fascista, que o 25 de Abril derrubou... mas não extinguiu.
E assim chegamos à notícia de que Passos Coelho e o seu bando, para além de todas as medidas criminosas já anunciadas, querem cortar nos salários do funcionários públicos acima do que “prometeram” à troika.
A imagem deste recorte do passado é uma espécie de “sonho molhado” de Passos Coelho. Um país de funcionários que têm apenas o essencial para a sobrevivência e que, na falta de transportes públicos em quantidade suficiente, se desloquem para os empregos a pé... ou de bicicleta.
Enquanto isso, vai tendo a esperança – felizmente, vã! – de que se passeará, ainda por muito tempo, com a sua quadrilha, em carros de luxo, ao serviço dos senhores do mundo a quem serve cegamente.
Quando, logo nos seus primeiros dias de poder, ao ser “incomodado” na rua por uma mulher que teve a “ousadia” de se queixar do desemprego e da miséria, Passos Coelho, por detrás de um sorriso canalha, lhe foi rosnando insolentemente que o que ela precisava era de «uma enxada nas mãos»... eu, para além do desejo fantasista de ver materializar-se ali mesmo uma enxada com que a mulher lhe rachasse o focinho... constatei que estávamos na presença de um sociopata. Um sociopata a que alguns eleitores tinham confiado o destino próximo do país... em vez de aproveitarem a fuga de Sócrates para votar maioritariamente à esquerda e obrigar com isso o PS (quem sabe?!) a uma mudança de política.
Um sociopata que deve ser posto na rua na primeira oportunidade!

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Cunhal – “O preguiçoso”



Quando até Ângelo Correia percebe que o governo se encurralou num beco sem saída, com esta estória da marcha da CGTP que decidiu tentar proibir, num acto de arrogância política gratuita... algo vai muito mal. Seja como for, este post é sobre outra coisa.
O fenómenos dos admiradores de Salazar vai desde as velhas beatas naftalinosas e semi-analfabetas que odeiam o seu semelhante com um quase inultrapassável profissionalismo, passa por uma amálgama mais ou menos indefinível de energúmenos... e chega até aos portadores de camadas de cursos extremamente vistosos. Como quase todos andam nesta coisa dos comentários nos blogues escondidos debaixo da saia do anonimato, é sempre bastante difícil saber de quais se trata.
Uma coisa os une, todavia, para além do bolorento amor a Salazar: uma vastíssima, omnipresente, indisfarçável e “genial estupidez”. Passo a explicar.
Entre a “panóplia” de insultos do costume e as (tardias) referências à passagem do livro do Milhazes sobre a “propriedade horizontal” de 3 assoalhadas de Cunhal, em Moscovo, a mostrar, pelo menos, que dada a distância a que já vai o lançamento do livrito, lêem devagar como o caraças... um dos vários salazaristas de serviço à minha caixa de comentários, produziu uma verdadeira “pérola”, que só não foi publicada porque o autor não conseguiu fugir à sua condição, embrulhando tudo numa quantidade tal de palavrões e insultos... que inviabilizaram a coisa. Disse, a dado passo, o “génio”:
- Ouve lá ó grande “†˙ƒ®æå¶“... afinal quem é que construiu a ponte sobre o Tejo? Foi Salazar, ou o “œ∑øπı†” do Cunhal?!!!
Tirando os palavrões... isto é uma observação genial, ou o quê?!!!
Toda a gente sabe que, em Portugal, quase todas as grandes obras públicas, entre 1928 e 1968, foram feitas por gente que foi, ou mandada assassinar por Salazar, ou encerrada em prisões e torturada, à sua ordem, no Aljube, no Tarrafal, em Peniche, em Caxias... ou forçada à clandestinidade e ao exílio...
Cunhal só não tomou conta da obra da ponte... porque era um preguiçoso!!!

domingo, 29 de setembro de 2013

PNR – A solução...



Um tal João Patrocínio, um pequeno fascista que se candidatou a fazer o papel de “tipo que aparece na campanha a dizer umas coisas nojentas”... pelo partido dos igualmente pequenos fascistas, o PNR, propõe que se acabe liminarmente com os apoios e subsídios municipais às associações das minorias, tais como grupos de defesa dos direitos dos homossexuais, das minorias étnicas em geral... presume-se que tanto na vertente cultural, como social, como seja lá para o que for.
Depois de passar um dia a reflectir assaz e sem querer que esta minha (mais uma!) nova reflexão seja entendida como um sentido de voto, ou de não voto... sempre vos digo:
- Então não se está mesmo, mesmo a ver que o pequeno fascista tem carradas de razão?!
Claro que em vez de andar a esbardalhar rios de dinheiro (com vítimas de homofobia, ou de racismo, ou xenofobia, ou violência doméstica, ou grupos de apoio social a prostitutas, todos refastelados em dezenas de organizações onde estas coisas “perfeitamente aceitáveis” são denunciadas, ou associações que têm a pretensão de, através da música, do teatro e da arte em geral, conseguirem tirar das ruas daqueles bairros com nomes muito estranhos e das garras dos traficantes, centenas de jovens que se está mesmo a ver que não passam de pretos, ou brancos quase pretos de tão pobres *...) a autarquia devia investir em dois ou três bons fornos crematóriosDigo eu...
Estão a ver a maravilha do raciocínio do pequeno fascista, candidato em Lisboa a fazer o papel de “tipo que aparece na campanha a dizer umas coisas nojentas”?
Por um lado... poupa-se uma pipa de massa! Por outro... os problemas dos homossexuais, lésbicas e transexuais, dos pretos, dos ciganos, dos imigrantes, dos pobres, dos drogados, dos portadores de deficiência física e demais "indesejáveis da sociedade" (com um esforço lá chegaríamos aos comunistas...), teriam aquilo a que se poderia chamar... uma “solução final”! **

* Obrigado ao Caetano Veloso, pelos tremendos versos da sua canção “Haiti”.
** Creio que este nome já foi usado antes...

terça-feira, 24 de setembro de 2013

“Isto é matemática” – SIC


O senhor Rogério Martins tem um programa na SIC sobre matemática. Chama-se "Isto é matemática". Pretende ser de divulgação e vulgarização da coisa. Não gosto!
Não gosto do programa, porque sou daquelas pessoas que, embora utilizando a matemática para milhares de gestos do dia a dia... faço questão de a manter no seu lugar: meramente utilitário. Reconheço a enorme importância da matemática... mas para gostar, prefiro outras coisas.
Não gosto, ainda, do programa, porque o senhor Rogério faz gestos a mais, é demasiadamente “expressivo” (aquilo a que cá em casa se chama “panela de expressão”)... e é “contentinho” demais!
Como se tudo isto não bastasse, o senhor Rogério resolveu acabar, de vez, com o meu já tão fraco interesse pelo seu trabalho... e resolveu fazê-lo com estrondo, como se pode ver no vídeo que encontrei no blog do meu amigo Sérgio Ribeiro.
Se virem o vídeo - e deve ser visto e ouvido com atenção! - entre o minuto um e os dois minutos e trinta, verão uma peça extraordinária, em que o “alegre” Rogério pretende caricaturar uma ida ao pediatra “no seu tempo”. Não fosse dar-se o caso de o público não perceber as “piadas” políticas ultra-reaccionárias vomitadas em catadupa no espaço daquele minuto e meio... juntou-lhe, como banda sonora, a “Carvalhesa”, para que fique bem claro quem ele pretende agredir nestes dias de campanha eleitoral, já que o programa foi para o ar na SIC, no passado dia 21.
Para terminar, acalentando o “sonho” de que, por um qualquer acidente informático o “contentinho” venha a saber deste meu desabafo sobre o seu programa tão científico... digo-lhe directamente:
- Olhe, Rogério! Como não lhe bastava a notável infelicidade de ser, como faz questão de demonstrar, um refinado e alternadíssimo filho de puta... ainda houve alguma coisa, ou alguém, que o fez pensar que tem gracinha. Pense melhor!!!

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

11 de setembro – Lembrar as vítimas sem esquecer os agressores


A infelicidade das muitas centenas de vítimas dos ataques às Torres Gémeas de Nova Iorque, foi trabalharem em empresas que ocupavam escritórios situados naqueles dois símbolos do regime imperial norte-americano.
O movimento pretensamente revolucionário, mas na realidade de índole fascista, como é a Al-Qaeda, desenhada, criada e patrocinada pela CIA e pelos falcões do aparelho industrial/militar dos EUA, no momento em que se virou contra os seus criadores, não escolheu atacar os responsáveis, antes pelo contrários, como é comum aos cobardes, optou por um assassínio em massa.
Por negra ironia da História, o regime agredido em Nova Iorque, em 2001, foi o mesmo que agrediu, na Santiago do Chile de 1973, quando os “falcões” e operacionais da CIA resolveram livrar-se da “ameaça marxista”, como lhe chamava a “Time” numa das suas capas, patrocinando o golpe militar fascista de Pinochet, o assassinato de Allende e de vários milhares de chilenos.
Exactamente por estes dois vergonhosos momentos da História estarem ligados tão intimamente, no Chile em 1973 e em Nova Iorque em 2001, é que eu insisto em nunca os separar neste dia de tão tristes memórias.

domingo, 8 de setembro de 2013

Passos Coelho – Ah... um dia o escroque põe-se a jeito...


Começo por pedir desculpas pela forma já recorrente de utilizar esta imagem (ainda por cima montada por mim) de um Passos com “ar” de personagem do “estado novo” e com o jornal da “mocidade portuguesa” em fundo... mas depois de dar algumas voltas ao arquivo... acabo por não encontrar nada que lhe assente melhor. Passemos ao assunto:
Se Passos Coelho fosse detentor de uma inteligência e competência acima da triste mediocridade... a sua vida profissional, antes de chegar à “presidência do conselho de ministros”, não se teria limitado a uns empregos de favor, oferecidos na totalidade por um padrinho político (que parece, aliás, já estar arrependido do apadrinhamento).
Ainda assim... não sou dos que pensam que ele é estúpido. Logo, só uma arrogância sem limites pode explicar que o canalha, não tendo aprendido nada com o episódio em que chamou “piegas” aos portugueses, reincida agora, classificando os protestos contra a sua política criminosa... como lamúrias.
acção sem vergonha deste bando que, entre nós e disfarçado de governo, cuida dos negócios dos banqueiros e especuladores organizados em “troika”, está a conseguir fazer aumentar a minha falta de paciência e radicalismo a um ritmo muitíssimo maior do que aquele que a idade, de forma natural, se encarregaria de ir justificando e desculpando.
Assim, não é de estranhar que eu, por vezes, deseje tanto a oportunidade de ouvir as lamúrias que Passos Coelho soltaria, se fosse rodeado por alguns familiares de idosos, ou doentes assassinados pela falta de assistência médica atempada, ou pela falta de meios para comprar medicamentos... ajudados por uns tantos desempregados cujo desemprego tivesse sido provocado pela política de propositado empobrecimento e destruição da economia do país... a que se juntaria um ou outro pai (ou mãe) de um jovem obrigado a emigrar... e que, em conjunto e em “homenagem” à austeridade “para lá do que atroika exigia” e de que Passos Coelho tanto gosta de se gabar, lhe partissem metodicamente os dentes, lhe reorganizassem reiteradamente a geografia do focinho... juntando-lhe a reinvenção da forma de uma ou duas costelas!!!
Normalmente, este desejo violento acaba por passar... e eu volto a ser uma pessoa quase normal. Quase um bom cristão... não fosse o inultrapassável “handicap” que representa o facto de eu não ser nem bom... nem cristão.

sábado, 7 de setembro de 2013

O guarda-costas *


Sem grandes estados de alma sofre o acontecimento, direi apenas que se o indivíduo, que dava pelo nome de Rochus Mich, manteve até hoje a pretenção de que Hitler era uma boa pessoa, «era um homem muito normal»segundo as suas próprias palavras... e se manteve até hoje o orgulho em ser nazi, a que juntava a cobarde atitude de negação do Holocausto... como ser humano era um dejecto!
Direi ainda que, se conseguiu sobreviver 68 anos à morte daquele a quem era suposto ter guardado as costas e protegido a todo o custo... como guarda-costas era uma bela bosta!
* Sim... este post tem o mesmo nome do filme, mas tem a vantagem de não ter a Whitney Houston aos gritos.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Uma pergunta... duas respostas possíveis




Sobre a frase abjecta de Pedro Passos Coelho, «Já alguém perguntou aos mais de 900 mil desempregados do que lhes valeu a Constituição?… já se escreveu muito e muitas vezes acertadamente, como nesta bela prosa de Ana Sá Lopes, ou neste post do Vítor Dias, só para dar dois exemplos entre cem possíveis.
Com o meu habitual mau feitio, direi que, infelizmente, a Constituição não nos valeu para evitarmos ter como primeiro-ministro um monte de esterco desta estirpe. Bem pelo contrário, o carácter democrático da Constituição, permitiu-lhe chegar ao poder, por um caminho "pavimentado" de mentiras descaradas.
Ainda assim, gostaria de deixar uma pergunta no ar… com a proposta de duas respostas que me ocorrem.
Quais as diferenças entre Passos Coelho e um taxista ultra-reaccionário e muito irritado com o trânsito?
1. O taxista ultra-reaccionário, pelo menos, admite que o seu ídolo é Salazar, chegando mesmo a repetir, à exaustão, que "o país precisa é de um novo Salazar"... quando não são mesmo dois.
2. O taxista ultra-reaccionário, ainda assim e apesar de tudo... serve realmente para alguma coisa!





sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Há que começar por qualquer lado...


Diz-me o “Público” que «o PNR vai limpar a estátua do Cónego Melo», o famoso “capo” de bombistas assassinos recentemente homenageado por alguns bracarenses.
Ora aí está! Deve ser a primeira vez que vejo o nome deste partido de “nacionalistas” caseiros ligado a uma coisa de alguma utilidade!
Agora, alguém devia fazer-lhes chegar às mãos uma lista das retretes e urinóis públicos espalhados pelo país, que, bem sabem os deuses todos, estão quase sempre desesperadamente necessitados de uma boa limpeza.
Aproveitam o treino na estátua e o facto de, praticamente, não terem que mudar de “ambiente” e “objecto”... e prestam um assinalável serviço à comunidade.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Mário Coluna – O escravo contente



É sempre triste ver algo que já foi viçoso… apodrecer!
Seja como for… louve-se a frontalidade! Saudoso do fascismo e do tempo em que em Moçambique (e no Benfica) só existiam “portugueses”… não faz de conta que deixou de ser um “amigo de Salazar”, apenas por oportunismo… como, desgraçada e vergonhosamente, tantos outros.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Ricardo do Espírito Santo Silva Salgado – Coisas muito feias...


Numa apresentação do Alqueva e das suas potencialidades a um grupo de potenciais investidores estrangeiros, o presidente do BES, Ricardo Salgado decidiu “honrar” o seu país, declarando que «os portugueses não querem trabalhar, preferem viver à sombra do subsídio de desemprego».
Estava a comentar o facto de alguns dos empresários locais recorrerem a mão de obra de imigrantes, devido ao facto de não conseguirem (segundo afirmam) trabalhadores nacionais que queiram deitar mão aos trabalhos, muitas vezes, desqualificados que ali oferecem (isto já sou eu que afirmo).
É a opinião do senhor Ricardo. Na sua insolente arrogância de classe... vale o que vale! Já a minha opinião... digamos que diverge “ligeiramente” da do senhor banqueiro Ricardo.
Primeiro, duvido que as centenas de empregos, quase sempre meramente sazonais e pouco qualificados, que os empresários agrícolas ali oferecem, pudessem absorver, mesmo que simbolicamente, o milhão de mulheres e homens desempregados, numa grande parte professores, engenheiros, arquitectos, advogados, médicos, enfermeiros, jovens portadores de licenciaturas nas mais variadas áreas... sendo a restante percentagem constituída, maioritariamente, por uma multidão de operárias e operários, trabalhadoras e trabalhadores com os mais diversos graus de especialização nas suas profissões.
Segundo, é muito feio fazer generalizações do tipo “os portugueses isto” ou “os portugueses aquilo”...
Tão feio quanto alguém dizer que qualquer cidadão que leve por apelido “Espírito Santo” é descendente directo de um velho homem de mão da Gestapo e  colaborador de Hitler e Salazar, ou que tem por hábito "esquecer-se" de declarar oito milhões e meio de euros ao Fisco... e que só é capaz de produzir descendentes suficientemente “atrasadas mentais” para afirmarem que ir passar fins de semana a herdades de luxo que são propriedade da família... «é como brincar aos pobrezinhos»... ainda que horas depois se apressem a "pedir desculpa"

Ora, isso seria muito injusto para com centenas, senão milhares de pessoas que se chamam "Espírito Santo".

Muito feio!

domingo, 28 de julho de 2013

Pedro Passos Coelho aposta na “União Nacional”


Pedro Passos Coelho, o emplastro que faz de primeiro-ministro, apela a acordo com o PS para «clima de união nacional».
Se não fosse estúpido, para além de todas as restantes “qualidades” que se lhe reconhecem, saberia que – ainda que o pense - não devia dizer uma tal baboseira. Seguro (muito justamente) não gosta da expressão, a esmagadora maioria dos dirigentes e militantes do PS não gosta... e até uma boa parte dos membro do PSD, aqueles que ainda vivem a ilusão de pertencer a um partido social-democrata, não gosta.
Alguém deveria informar o garotão do facto de já termos sido “agraciados” com uma União Nacional. Durante décadas. Não correu bem!
Independentemente de o garotão saber, ou não, o que está a dizer, alguém deve fazer-lhe o favor de o informar de dois problemas de "pormaior" no seu plano de criação de uma qualquer “União Nacional”:
1. Ele está longe de ter o “estofo” de Salazar.
2. A esmagadora maioria dos portugueses não tem a menor intenção de lho permitir!

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Fascistas – Mais um “grande serviço” à causa...


Em mais um episódio característico da manada, um senador fascista italiano, pertencente à “Liga do Norte”, partido conhecido pelas posições fascistas, racistas e anti-emigração, entrou para a História da forma que é tão cara aos da sua manada:
Em publico, apontou o dedo a uma ministra negra do governo italiano, Cecile Kyengeencarregada exactamente da árdua e decisiva tarefa da integração... e, para além de dizer que ficaria muito bem num governo, mas na África, comparou-a a um orangotango.
Sei que existem aqui e ali uns tantos fascistas inteligentes e cultos. Imagino que o pior pesadelo destes fascistas cultos e inteligentes sejam as consequências catastróficas para a sua “causa”, provocadas pelas acções e declarações públicas destes seus “colegas” grunhos como cascos de quadrúpedes, estúpidos como paralelepípedos de estrada, ridículos como as botas de elástico de salazar.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Adenda... em forma de post


Imagino que se tivesse atirado um desperdício molhado em gasolina e a arder para uma cave coalhada de ratazanas ou cobras... o efeito seria mais ou menos o mesmo que o texto anterior provocou em certos candidatos a comentadores.
Dos já cerca de quinze que enviei para o seu lugar natural, o lixo, deixei passar apenas o do “anónimo das 3:36” que, numa demonstração de estupidez digna de um velho portão de quinta, insinua que fui eu que inventei a notícia que vem no jornal (de que fiz o link) e que passou, pelo menos, num telejornal. Como se não bastasse, coloca a hipótese de, a ter acontecido o que aconteceu, dever ser por todos os moradores serem “comunistas”, pois segundo o seu cérebro apodrecido, os comunistas «são os únicos racistas em Portugal». Depois... ladrou umas saudações e voltou para debaixo da pedra onde vive.
Mas não é deste pobre infeliz que quero falar!
Os outros, que o decoro me aconselhou a apagar, reagiram como as tais ratazanas ou cobras: em grande confusão de movimentos, muita fúria e guincharia. Os tais “comentários” foram um misto de escatologia, referências a partes anatómicas muito variadas, ameaças de morte, vivas a Marine Le Pen, vivas ao PNR... a confirmar não só a pequenez de cérebro que a imagem do post ilustrava, como da pedestre indigência moral, cultural e humana de que padecem os racistas em particular e os fascistas em geral.
Não posso deixar de ficar satisfeito com o efeito provocado pelo texto e as reacções selvagens dos racistas que se consideraram atingidos. Trata-se, afinal, de um vislumbre de “tomada de conscência”. Os racistas começam a ter noção de que a maior parte da sociedade os considera abaixo de lixo humano, ou escória da sociedade... e reagem assim: num misto de ódio cego e medo profundo.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Passos Coelho – Inqualificável *


Esta frase, produzida por Passos Coelho em vésperas de uma Greve Geral contra o seu governo miserável e a sua política criminosa, é um atestado da maior falta de vergonha que um governante na situação em que ele está pode produzir. Depois de ser responsável, desde que assumiu o poder, pela destruição de mais de meio milhão de postos de trabalho a somar ao desemprego esmagador que já existia, produzir esta frase digna de lúmpen de tasca, retrata bem o carácter acanalhado que se esconde por detrás daquela cara de sonso.
Eu sei. Eu sei que insisto muitas vezes na publicação desta ilustração, ela própria já uma “opinião” da minha parte, sabendo-se que a fotomontagem é da minha autoria e que, portanto, a mistura da cara de Passos, a preto e branco, com símbolos da Mocidade Portuguesa de Salazar e do fascismo... é propositada.
Na verdade, que melhor ilustração arranjaria para uma frase como esta, que nenhum neofascista (ou velho) desdenharia?
Então pá?!!! – perguntam alguns de vocês. Então achas mesmo que Passos Coelho é a mesma coisa que um velho fascista em funções?
Não! Não acho! Um velho fascista, daqueles que estudámos e recordamos... não teria o descaramento (nem a fuça de sonso, diga-se) de acrescentar à frase que serve de abertura a este texto, a insolente afirmação de que considera a greve “um direito inalienável”!
Este, pensa-o tanto como pensavam os de então!

Viva a Greve Geral!
* Por esta altura já devem ter percebido que este “inqualificável” foi a forma mais fácil de evitar ter que escrever mais meia página, apenas com adjectivos “vistosos”.