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sábado, 22 de maio de 2010

Com que roupa? (E sobre as urucas)

Sexta à noite, resolvo SAIR - palavra rara no meu cotidiano. Situação: apenas um sutiã de amamentação limpo, preto, e axilas por depilar. Visito o guarda-roupa: só duas camisas com manga pra impedir os olhares alheios do desgosto da penugem sub-axiliar. Uma delas deixa aparecer o sutiã preto por baixo. A outra, minha cabeça oca de lactante jura que foi usada na última vez que encontrei com essas mesmas pessoas.

Ainda bem que existe o Satinelle. Vapt, vupt!, E saio de vestido sem mangas. (Philips, tô esperando minha comissão pela propaganda, viu?)

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Lembram que eu disse que meu celular caiu no fosso do elevador? Primeiro prejuízo da semana. Lá me vou comprar outro. Ainda bem que aquela porcaria não valia nem derreal.

Então, como se não bastasse, ontem saímos (saímos? saímos!) e levamos a babá eletrônica. Nossa linda babá comprada em NY onde a voltagem é 110. Rafael prepara a bagagem e esquece de colocar o transformador. Daí a zela aqui enfia o troço na tomada sem nem titubear. Preju número dois. Agora lá vou eu comprar a babá aqui em terras brasilis por 200x o preço gringow. Mas agora chega de 110v, né?

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E a última uruca: as formigas encontraram o berço da Emília.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Relato de viagem - Parte II

Antes que o assunto esfrie. Malas prontas, lá vamos nós!

O feriado foi muito bom. Os parentes – avós, tios, tios-avós, primos-tios e até a bisavó – puderam rever ou conhecer nossa princesa. Sábado teve um almoção na casa da minha sogra e veio quase toda a família do meu marido de Três Corações. Trouxeram muitos mimos e Emília ganhou até suas primeiras joias, coisa pra vida inteira! A sogra deu também dois vestidinhos costurados por ela mesma, coisa preciosa. Enfim, florzinha não poderia ter recebido mais carinho.

Mas isso não interessa a vocês, leitores (sim, eu sei que temos alguns papais de olho neste blog!) que não nos conhecem. Interessa, sim, como cuidamos para que a primeira viagem de Emília, e a primeira noite fora de casa, fossem tranqüilas.

O mais importante foi respeitar a rotina dela, deixando-a descansar o máximo possível. Ela fez sua aparição triunfal durante o almoço, conheceu todos os parentes e ficou por lá só até reclamar de cansaço. Nessas horas, era quarto e cochilo.

Tirando o fato de ela ter estranhado o berço e ter dormido no carrinho as duas noites, no geral ela agiu como se estivesse em casa. Chorou bem pouco e encantou todos com a simpatia.

O que eu deixaria como dica:

Babá eletrônica

Muita gente achou que eu tava levando muita coisa, mas não foi não, pessoal. Levamos a menor mala daqui de casa com as coisas de nós três. Eu queria até ter batido uma foto de toda a bagagem pra vocês verem como ficou compacto (lembrando que o bebê-conforto encaixa no carrinho, então fica uma coisa só).

Um item que talvez muita gente achasse dispensável mas que foi essencial pra respeitar a rotina de florzinha foi a babá eletrônica. Ela é muito leve e pequena, então foi nessa malinha aí. Por causa da babá, pudemos deixar a Emília cochilando no quarto em momentos nos quais a sala estava cheia de visitas. Sem ela, tínhamos a opção de deixá-la conosco no meio da muvuca e do barulho, deixar alguém de guarda no quarto ou confiar nos nossos ouvidos biônicos. Lembrando: se você pode ouvi-la, ela pode te ouvir. E isso não é nada legal quando se está tentando dormir.

Banho de chuveiro

Eu já agradeci a ela mas tenho de fazer a homenagem aqui: a Marina fez há uns tempos atrás um post sobre banhos e eu acabei tomando coragem para enfiar Emília debaixo do chuveiro.

Normalmente damos esse banho quando a cocozeira é grande demais pra fazer a limpeza prévia. Resolvemos então dispensar minha sogra de comprar ou alugar banheira (que nunca usei; Emília normalmente toma banho de balde) e usar o chuveiro na viagem.

Foi uma maravilha. Pessoal, estou pegando a manha! Sabe o que é a criança passar o banho gargalhando? Pois foi. Quem quiser saber como faz, entra lá no blog da Marina. O que eu acrescentaria é: tome cuidado com os respingos no rostinho, que incomodam pacas; preste atenção para deixar sempre uma parte do corpo do bebê debaixo do chuveiro, pra evitar o frio. Eu deixo as partes baixas sob a água quando estou limpando na frente e as costas (duh!) quando estou limpando atrás.

É isso aí.

Comandante Lia agradece a preferência. Obrigada por voarem Saco de Farinha.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Usando, não usando e testando

Algumas coisas comprei e não usei; outras não comprei e decidi esperar para ver se eram realmente necessárias. Já outras estão em fase de testes.

Cinta e calcinhas pós-parto - não usando

Usei uma semana e aposentei. Me davam a sensação de pós-operada, de doente, sei lá. Guardei a cinta no armário, resgatei as calcinhas antigas e estou me achando linda. Muito bom pra evitar o baby blues, que já estava começando a aparecer.

Chupeta - não usando

Não comprei porque a princípio sou contra. Mas sei que existem bebês sugadores e que em algumas ocasiões, e com sabedoria, a chupeta pode ser usada. Ocorre que me esqueci completamente da existência da chupeta desde o nascimento da Emília. Sinceramente, não sei em que horas ela poderia usá-la. Quando chora de fome, é fome mesmo. Ela pega o peito, suga, engole e, quando acaba, larga. Penso que se eu usasse chupeta com ela eu simplesmente ia confundir todos os sinais que ela me manda quando está incomodada. E uma coisa que tem acalmado nossa boneca quando nada parece estar errado é uma conversa olho no olho. Nossa voz tem um poder incrível sobre ela. Então nessa eu acertei, pelo menos por enquanto.

Concha protetora para seios - não usando

Não comprei e não precisei, graças a Deus. Meus mamilos estão ótimos.

Cueiros - usando

Lembram da história dos cueiros (aqui e aqui)? Pois eu acabei comprando quatro. É porque com esse calor dos infernos não estou conseguindo usar nenhuma das minhas lindas mantinhas. Então, como o cueiro é mais fresquinho, estou usando isso pra cobri-la à noite. E custou 5 reals cada. (Ah, não estou usando o truque de enrolar o bebê no cueiro porque senão Emília ferve, coitada).

Fraldas de pano e fraldas descartáveis - testando

Por enquanto estou usando mais as descartáveis. É que as fraldas dos EUA ainda estão um pouco grandes, o que tem causado alguns vazamentos. Elas também são um pouco quentes, e o verão parece não ser a melhor época para usá-las. Já das fraldas de pano nacionais, tenho uma só de recém-nascido que usei umas três, quatro vezes e aprovo. Ela já, já vai ficar pequena, e talvez eu compre mais. Quanto à lavagem, isso não é um problema. É tanta coisa suja por dia que não faz diferença mais as fraldas pra pôr na máquina. Enfim, acho legal colocar o bebê em contato com uma fralda de pano pelo menos uma vez por dia e vou continuar tentando.

Babá eletrônica - usando

Colocamos a Emília pra dormir no quarto dela desde o primeiro dia em casa. Deu um pouco de dor no coração, porque no hospital ela dormia conosco no quarto. Mas acho que foi a melhor coisa que fizemos. Ela fica no berço a noite toda, e também durante as sonecas mais longas do dia. Só nos levantamos uma vez de madrugada para dar de mamar, e eventualmente quando ouvimos um barulhinho mais forte de golfo pra checar se ela não se engasgou ou se não está muito suja. Enfim, nós três temos dormido super bem e ela parece estar desenvolvendo sua independência para dormir sozinha. Sem a babá eletrônica, ficaria difícil.

Sling - testando

Comprei o sling e tentei colocar Emília nele pela primeira vez há uns quatro dias. Ela chorou imediatamente e eu tirei. Achei que o sling estava pequeno e fui checar de novo as instruções. Cheguei à conclusão que o tamanho era aquele mesmo e fui tentar de novo. Ontem foi a 3a tentativa, ela ficou sem chorar por alguns segundos mas ainda não parece confortável apertadinha e no escuro. Como sou brasileira e não desisto nunca, vou continuar tentando e vou dar uma pesquisada pra ver se estou fazendo alguma coisa errada. Queria muito que desse certo, porque me parece a forma mais prática de carregar um bebê em distâncias e espaços pequenos demais pra circular com o carrinho.

Por enquanto é só...

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Babá eletrônica

Sucesso total a enquete de ontem! E a lista de compras está enorme, coitada da minha irmã!

Agora, vamos à votação: quem acha que vale a pena comprar uma babá eletrônica com câmera? A sugestão da Paula me pareceu excelente, até eu ver os preços.

Vejam só:
Babá eletrônica com câmera (Day and Night Handheld Color Video Monitor by Summer® Infant): U$ 160 (essa foi a mais barata que eu achei)
Babá eletrônica sem câmera (Secure Sounds™ 2.4 GHz Digital Monitor by Summer Infant): U$50. (e ainda tem umas mais simples por U$40)

Quem acha um saco levantar por causa de um barulhinho e chegar lá no quarto e o bebê está ótimo levanta a mão! Quem acha que esse sacrifício não vale 100 dólares levante a outra mão! E quem acha que babá eletrônica é inútil venha ser minha babá!

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