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Parque de Capim Macio comemora 4 anos com Brechó Cultural no domingo (18/nov)

Separe seus cacarecos, roupas, livros, discos, DVDs, comidinhas, mudas, artesanato, sapatos e acessórios que o Brechó Cultural do Parque de Capim Macio está chegando. A edição especial de aniversário, a última deste ano, acontece neste próximo domingo (18 de novembro), das 10h às 17h, na área verde que fica logo atrás do Extra da Av. Eng. Roberto Freire. O evento é aberto a qualquer pessoas interessada em expor, trocar, vender e doar produtos novos ou usados. 

A programação musical traz para a sombra das árvores apresentações do grupo Minotauro de viola, do cantor e compositor Júlio Lima, e da dupla Fabio Rocha e Clara Pinheiro. Haverá ainda vivência de capoeira com grupo Egbé. Nesta última edição do ano, o Brechó conta com parceria do grupo de teatro Facetas, Mutretas e Outras Histórias (equipamento de som) e do produtor William Collier (banheiros químicos).

Será cobrada uma taxa simbólica de R$ 5 de cada expositor, com o intuito de viabilizar a manutenção da área. No sábado (17), moradores e voluntários realizam mutirão de limpeza a partir das 9h - participe! 

SOBRE O BRECHÓ
O Brechó do Parque de Capim Macio é coletivo e está aberto a qualquer pessoa interessada. A regra é conjugar os verbos vender, trocar, doar, reciclar, renovar e, principalmente, confraternizar, interagir, conhecer. Detalhe: como ainda não há infraestrutura, só dispomos de UM único ponto de energia; e cada expositor deve montar sua própria estrutura: canga, tapete, mesa, cadeira, arara, cordas. Caso necessite de energia elétrica, trazer extensões.

AMIGOS DO PARQUE
Os Amigos do Parque de Capim Macio é um grupo formado por pessoas que tem um objetivo em comum: CUIDAR da última área verde do bairro. Queremos transformar o espaço, que esteve abandonado nos últimos quatro anos pelo poder público, em um local agradável, social e tranquilo. Nossa meta é cuidar e deixar o Parque com uma "cara" bacana, para que ele seja convidativo e que faça parte da vida das pessoas. Para ser um Amigo do Parque é simples, basta chegar junto com o mesmo espírito transformador e boas ideias. Sejam bem vindos!

HISTÓRICO
Há 4 anos, no dia 14 de novembro de 2008, um grupo de moradores de Capim Macio se uniram para proteger o último resquício de Mata Atlântica do bairro. Literalmente enfrentando motosserras, a comunidade conseguiu impedir que 3,6 hectares de área verde fosse transformada em uma imensa lagoa de captação. Formado por mangabeiras, cajueiros, sapoti, ipê, pitangueiras, mangueiras, pau ferro, pau mulato, coqueiros, jamelão... o pomar encravado na zona Sul acabou se tornando um ícone de resistência para um grupo cada vez mais numeroso de pessoas que acreditam na possibilidade de transformar o lugar em um grande Parque ecológico urbano.

Contando com apoio do Ministério Público Estadual e Federal, Advocacia Geral da União, entidades ambientais, associações e ongs, o Parque de Capim Macio foi incorporado definitivamente ao projeto de drenagem de águas pluviais do bairro. Diante da inércia da Prefeitura de Natal, que não realizou as benfeitorias previstas na área apesar de existir projeto elaborado, verba específica e decisão judicial determinando a construção do Parque, cuja proposta foi elaborada pelos técnicos da Secretaria Municipal de Obras Públicas e Infraestrutura com auxílio da população, os moradores resolveram assumir a responsabilidade de manter o espaço em constante movimento. 

Ocupar o lugar com cultura e educação, atividades lúdicas, ações ambientais e mutirões comunitários voluntários de limpeza foi a melhor maneira de preservar e garantir a preservação do Parque de Capim Macio do abandono e do descaso.

INFORMAÇÕES
(84) 8838-5881 | 9938-6462 | 8827-2006

SERVIÇO
Brechó Cultural do Parque de Capim Macio - Edição Especial de Aniversário
Domingo, 18 de novembro de 2012, das 10h às 17h. Entrada gratuita. 
Rua Missionário Joel Carlson (área verde por trás do hipermercado, rua entre o Extra da Roberto Freire e o Posto Shell)

[Vila de Ponta Negra] As cores de uma cultura

Diário de Natal - 19 de agosto de 2012 

Pedro Carlos de Lima reconhece a Vila de Ponta Negra pelo colorido. Não podia ser diferente. Já aos 9 anos de idade estava enfurnado em grupos folclóricos. Além das cantigas que carrega hoje como relíquia, aprendeu também a alegria do brincante. Mestre Pedro é filho de pescador, como tantos outros na Vila. Podia ter escolhido o lado cinza, mas preferiu as cores da cultura.

Graça Leal entre os grandes mestres da Vila, Severino, Arraia e Pedro. Foto: Fábio Cortez/DN/D.A Press


"Sou pescador, também. Saía pra maré já com nove anos, na mesma época que descobri as cantigas. Mas hoje não aguento mais a lida da pesca", conta o mestre, aos 63 anos. Pedro vive da aposentadoria e do dinheiro recebido do aluguel da jangada. "Quando brinco com o Congo ainda me dão 200, às vezes 300 reais, só pra eu não ficar sem nada. Mas não dá pra muita coisa, não. Sustento o Congo sabe-se lá como".

Nem podia. Mestre Pedro é pai de nove filhos. Já tem 16 netos e quatro bisnetos. Todos eles moram com o patriarca em sua casa, em Pium. "Adoro a Vila. Mas houve problema com o vizinho e achei melhor sair porque podia ter problema maior, ne?"E acrescenta: "A Vila já esteve boa. De certos anos pra cá, não tá mais. É muita droga, inseto. Povo de fora querendo bagunçar. Gente que nem conhecemos".

Mestre Pedro nasceu e se criou na Vila. É filho de pescador e fazedor de carvão no mato. E a mãe cuidava da casa. "Nossa comida era farinha pisada no pirão de milho. Mamãe pisava pra gente comer de noite. Hoje se não tiver um frango ninguém gosta. Lá em casa, só de pão, todo dia, são seis reais. No fim do mês é 450 conto só de pão. Afora um quilo de feijão, um de arroz quase todo dia", fala em tom de brincadeira.

Pedro comanda o grupo folclórico mais tradicional da Vila: o Congo de Calçola. Aprendeu tudo com "Zé de Tereza", ali mesmo na Vila. "Comecei como dama, depois galante e fui aprendendo as cantigas. Parei com 30 anos. Quando deu 40 comecei de novo. E só deixo agora quando morrer". O mestre lamentou tanto tempo sem espaço para ensaiar. "Só agora conseguimos o espaço cedido por Graça".

O grupo de Bambelô também é comandado por Mestre Pedro. São 15 anosde história. E este é cria mesmo do mestre. "Do Bambelô eu aprendi com o finado Zé de Aperrião, que já morreu. Ele tinha um Bambelô na Vila. Mas as cantigas dele são uma, e as minhas são outras. As dele são tipo coco de roda. As minhas são coco de bambelô mesmo. Eu mesmo criei", se orgulha.

Eterna brincadeira
E o orgulho vai além. "São 12 pessoas em cada grupo. Só adulto, na faixa de 16 a 30 anos. Mas tem criança que também quer brincar. Todo mundo quer brincar comigo. Se eu quiser botar 20, 30 eu boto porque sei cantar e sei brincar. E é aprovado em todo canto. Desde que eu me entendo de gente sempre teve brincadeira aqui na Vila: Bambelô, Boi de Reis. É um povo acostumado a esse tipo de coisa. E sentencia: "A Vila mesmo hoje não tem muita graça, só quando a gente brinca".

A Vila de Ponta Negra não morre porque a arte não deixa

Diário de Natal - 19 de agosto de 2012

A frase de Graça Leal, do Centro Cultural da Vila de Ponta Negra, é a síntese de um pedaço carente de políticas públicas

A Vila de Ponta Negra é multicolorida. Mas nos últimos anos, as matizes ou, mais ainda, a essência que move um dos lugares mais ricos em cultura popular de Natal estão misturadas ao cinza da violência, do abandono e do tráfico de entorpecentes. Ainda assim, a cultura permanece a força motriz do conjunto. É o que ainda empresta cor à Vila, mantém o verde da esperança e inspira a arte. "A Vila não morre porque a arte não deixa". A frase é de uma resistente chamada Graça Leal. Resistente porque moradores da Vila de Ponta Negra são resistentes. Driblam o caos urbano por amor ao lugar. Apesar da violência e do abandono, a proximidade do mar, a atmosfera ainda rústica de vila pesqueira e a riqueza cultural prendem o tais resistentes ao lugar.

Contradições da Vila de Ponta Negra são marcantes: manifestações culturais e violência se misturam. Foto: Ana Amaral/DN/D.A Press


Graça chegou à Vila há 20 anos. Veio quase que por encantamento. O marido, Antônio Leal - hoje aposentado -, por questão de saúde precisava respirar um ar menos poluído que o de Minas Gerais. E acharam o topo marítimo da Zona Sul de Natal, conjunto periférico da cidade. E se a família Leal venceu o problema de saúde, iniciava ali uma segunda luta, persistente até hoje. "Quando chegamos chamava a atenção a quantidade de criança perambulando pela rua. Era uma situação de abandono, como se elas estivessem à mercê de qualquer investida, maldosa ou não", relembra Graça.

Começava ali a ideia de transformar a vida daquela gente tomando proveito do que a Vila também oferecia de melhor: a vocação cultural, seja a popular dos seus grupos folclóricos, ou pelas chamadas grandes artes. Após articulações e ações mais pontuais, a família Leal transformou a casa situada na Vila em um centro de cultura. A princípio, ministravam aulas de artes plásticas para crianças da comunidade. Mas bastaram dois anos para a ação ser reconhecida pelo Governo Federal como Ponto de Cultura, o Sons da Vila. Foram cinco anos de atividades culturais intensas e gratuitas.

Ponto de Cultura
O Sons da Vila se dedicava a ensinar música para as crianças da comunidade. Eles davam oinstrumento e ofereciam aulas gratuitas. Segundo Graça, mais de 500 alunos passaram por lá. A maioria, gente que não teria outra oportunidade de aprendizado. "Muitos, hoje, estão na UFRN. É muito gratificante porque sabemos do que poderia ser o futuro deles caso não tivessem essa chance". Graça lamenta a falta de autoestima dos moradores da Vila. As meninas sonham casar com gringos. Crianças e adolescentes têm na figura do pai um viciado em crack, um dependente químico ou alcoolatra. "São famílias esfaceladas, sem rumo. Então, muitos se acham na cultura, porque a Vila também oferece isso. A Vila morre e ressurge o tempo todo por este viés".

O hoje Centro Cultural da Vila de Ponta Negra ainda recebe os "resistentes" da Vila. Já possui até biblioteca pública. Funciona também como espaço para exposição, oficinas de artesanato, contação de histórias e até sessões semanais de cinema.

O sonho da biblioteca foi possível graças ao programa Mais Cultura, do Governo Federal. O Centro recebeu quase 700 livros para iniciar o projeto. O local é protegido por grades. E escancara a problemática da violência, mesmo para quem deseja mudar a realidade de prostituição, tráfico de drogas e matança. "Na Vila se mata mais do que numa guerra. Há até extermínio", comenta Graça, temerosa pela retaliação.

[Exposição no IFRN-Cidade Alta] A arte Naïf dão vida às lembranças de um nativo de Ponta Negra

Tribuna do Norte - 29 de junho de 2012

Alfredo "Fefeu" Antônio é um dos muitos artistas anônimos espalhados pela periferia de Natal que bebem na fonte dos mestres populares e mantém acesa a chama de tradições repassadas de geração em geração. Filho de rendeira da Vila de Ponta Negra, Fefeu encontrou nas artes plásticas uma forma de expressar suas lembranças dos tempos que a bairro era apenas uma vila simples de pescadores. O artista busca na memória imagens que poderão ser vistas na exposição "Ponta Negra dos meus amores", em cartaz a partir da próxima segunda-feira (2) na galeria de arte do IFRN-Cidade Alta. Aberta para visitação até dia 17 de julho.

Reprodução
Fefeu encontrou na pintura um suporte para expressar memórias de um bairro que já foi vilaFefeu encontrou na pintura um suporte para expressar memórias de um bairro que já foi vila

Autodidata, Fefeu trilha pelos caminhos da arte Naïf e apresenta quadros que retratam aspectos socioculturais e paisagens perdidas no tempo. Ele viaja no tempo e volta até os anos 1940, 50 e 60 inspirado nas histórias contadas pelos familiares. "Tenho guardado lembranças desde os anos setenta, momentos praianos vividos na infância, e retrato as transformações urbanas do bairro-praia até os dias de hoje", disse o artista plástico.

Pedagogo, capoeirista e brincante do grupo popular Bambelô Maçariquinhos da Praia, Fefeu contou que "as artes plásticas eram como um sonho de infância, comecei fabricando minhas próprias telas para dar as primeiras pinceladas", recordou. Seu vínculo com os mestres da cultura popular lhe renderam recente convite para integrar o grupo e a diretoria da Associação de Danças Antigas e Semidesaparecidas Araruna, nas Rocas.

Durante a abertura da exposição, a ser realizada próxima segunda-feira (2), às 19h, no IFRN-Cidade Alta (av. Rio Branco, 743 - Centro), haverá apresentação de grupos de cultura popular da Vila de Ponta Negra. A curadoria de "Ponta Negra dos meus amores" é da professora Mára de Mattos e de Janilson dos Prazeres, com produção de Jonathan Francioli. Informações:(84) 4005-0959.

BRECHÓ CULTURAL no Parque de Capim Macio - dia 15 de abril


PARQUE DE CAPIM MACIO
atividades de abril

DIA 14 - MUTIRÃO DE LIMPEZA a partir das 9h
colabora e traga sua ferramenta

DIA 15 - 3° BRECHÓ CULTURAL das 14h às 18h 
música ao vivo + intervenções
espaço coletivo e aberto para trocas, vendas e doações

* traga seus cacarecos, comidinhas e/ou sua produção artesanal, monte sua banquinha e participe!
. estrutura por conta de cada expositor [mesa, esteira e arara]

[programação gratuita]

Informações: 84 8838-5881 | 9938-6462 - por trás do Extra Ponta Negra

Natal na rota da diversidade

Diário de Natal - 7 de abril de 2012 
Opções para o público LGBT colocam a capital potiguar como um dos destinos turísticos gays
"A Fervorosa Natal" é o título de uma das matérias da edição 10 da Revista Label, publicação eletrônica direcionada ao público LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros). Além das opções já destacadas na capital potiguar como as dunas de Jenipabu, no litoral Norte, e o Morro do Careca, na praia de Ponta Negra, a reportagem apresenta uma série de pontos de lazer direcionados ao chamado "universo LGBT".


Setur tem estudo embrionário sobre equipamentos destinados ao público LGBT em Natal e irá fazer mapeamento. Foto: Frankie Marcone/DN/D.A Press
Embora não tenha lido a reportagem, o secretário estadual de Turismo, Eduardo Bulhões, revela que já existe um estudo embrionário sobre os equipamentos destinados ao público LGBT em Natal. "É um público que vem crescendo e tem de ter uma programação", observa. O objetivo da Setur é dar prosseguimento ao projeto realizando um mapeamento dos locais e preferências. "Já ouvi falar inclusive de algumas pousadas bem direcionadas a esse público. Falta mapearmos", diz.

A Revista Label na matéria da edição 10 dá algumas dicas de locais para serem frequentados por homossexuais. A matéria cita Ponta Negra como um lugar de muitas opções de diversão, entre bares, tabernas e danceterias. O Donana Pub, em Candelária, é mostrado como bom local para o famoso "esquente" antes da balada. Logo ao lado, os fãs de música eletrônica têm como opção a boate Vogue, também destacada pela publicação como ponto para curtir a noite natalense.

Próximo ao shopping Cidade Jardim, a revista indica a casa Feitiço para um programa alternativo com shows de humor, apresentações de bandas e drag queens. Para os que preferem o forró, o Kafofu Bar, no bairro Neópolis, surge como opção. Outra recomendação, desta vez aos cristãos, é uma visita à Comunidade Cristã Nova Esperança (CCNE), responsável pelo primeiro casamento gay do Nordeste.

A publicação completa pode ser encontrada em www.revistalabel.com.br.

Turismo LGBT cresce
Em outra matéria da edição 10, a Revista Label destaca o crescimento do segmento turístico LGBT. A publicação cita lugares consolidados como destinos para o público homossexual como o Rio de Janeiro, eleito pela segunda vez consecutiva como destino gay mais sexy do mundo pela LogoTV, e São Paulo, considerada a cidade mais gay-friendly da América Latina pelo portal GayCities.com.

Outras cidades também são destacadas, como Florianópolis, que receberá o principal evento internacional do segmento, a Convenção da International Gay and Lesbian Travel Association (IGLTA). Maceió, Caxias do Sul e Salvador são outros lugares que vêm se capacitando para receber esse tipo de turista, segundo a revista. 

EM CAPIM MACIO: Mutirão de Limpeza dia 14 e Brechó Cultural no Parque dia 15


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Caros e caras, bom dia!

Gostaria de informá-los que dia 14 de abril faremos um mutirão de limpeza no Parque a partir das 9h.
Aos que puderem participar levem amor, sacos de lixo, ciscadores, carrinho de mão, pás, luvas, etc para
otimizar a limpeza.

O intuito do mutirão, além de ser um momento para cuidar do Parque, é deixar tudo pronto para o brechó 
que acontecerá no dia seguinte, 15 de abril.

Um abraço-árvore!

Joanisa.

3º Edição do ESCAMBO CENTRAL na Vila de Ponta Negra - Monte sua banquinha!

DIA 08 DE ABRIL!!!

Local: Casa das Artes da Vila de Ponta Negra.
Endereço: Rua Afonso Magalhães , nº 430.
Como chegar?
Pela Roberto Freire  >> Vem pela Roberto Freire sempre em frete, passa a rotatória e segue até a vila de Ponta Negra. Ao chegar no Cruzeiro, entra  à direita na segunda rua do Cruzeiro  (na entrada da Rua tem um bar – bar do João), segue sempre em frente. A casa fica em frente a Padaria Santa Isabel.
Pela Rota do Sol  >> Entra na Rua da Lagosta (Rua do Corais de Ponta Negra) e segue em frente, entra na quarta rua à esquerda depois do Corais). É a rua do mercadinho São Francisco.
Horário: 16h às 21h.
Entrada: Gratuita -  Para público em geral! / R$ 5,00 – Para montar banquinha!
CAMPANHA : "MONTE SUA BANQUINHA"
Gerais:
  • A feira tem espaço para 15 banquinhas;
  • Inscrição das banquinhas de 20 a 30 de março;
  • A estrutura física da banca é de responsabilidade do expositor;
  • Taxa de inscrição das banquinhas: R$ 5,00;
  • Para se inscrever basta preencher o formulário abaixo, a taxa é paga no dia do evento na hora da montagem;
  • Na montagem cada responsável recebe um crachá de expositor, que deve ser devolvido ao final do evento;
  • O horário de montagem das banquinhas é das 14h às 15h e de desmontagem é das 21h às 22h. Devendo o expositor obedecer aos horários para um melhor funcionamento do evento;
  • As 15 primeiras inscrições ocuparam a terceira edição do Escambo Central, os que não conseguirem expor nessa edição já fica na lista para o próximo evento que acontecerá no mês de maio.
Obrigações da produção do Escambo Central:
  • Limpeza anterior e posterior ao evento;
  • Estrutura física do espaço (banheiro, provador, salão de exposição, iluminação e som);
  • Recepção do público e maiores informações;
  • Divulgação do evento de maneia geral;
  • Crachás dos expositores e plaquinhas para as banquinhas;
  • Sinalização do espaço;
  • Produção.
Obrigações do expositor:
  • Trazer sua mesinha e/ou arara;
  • Cuidar da segurança dos produtos expostos em sua banquinha;
  • Montar e desmontar sua banquinha no horário reservado para tal atividade;
  • Divulgar o evento geral;
  • Preencher um formulário avaliativo ao término do evento.
  • Enviar fotos e/ou vídeo para a produção ao término do evento.
FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO NO ENDEREÇO: http://arteempauta.wordpress.com/2012/03/19/224/

2ª edição do Brechó do Parque acontece próximo domingo (12)

Brechó de Carnaval no Parque :: domingo, 12/02


Carnaval, muito planos... cair na folia, aproveitar pra descansar ou dar aquele trato na casa?

Tem gente que vai ficar aqui em Natal, outros vão curtir as praias ou cidades do interior, muitos zarpam para Recife, Salvador ou Rio de Janeiro. Não importa seu destino, o Brechó de Carnaval do Parque de Capim Macio está na área pra dar uma sacudida no seu guarda roupa, na sua sala, no seu quarto... ou tudo isso junto!

Antes da cair na folia (ou não, como diria Caetano!!), venha com a família passar uma tarde entre cajueiros, mangueiras, mangabeiras, e curtir uma programação cultural, experimentar novos sabores, fazer negócios, conhecer novos e reencontrar velhos amigos, neste próximo domingo dia 12 de fevereiro das 14h às 18h.

Aqui o importante é aproveitar a última chance de encontrar (ou comprar, ou trocar, ou vender, ou doar) aquilo que você estava procurando. Esta edição do bazar é realizado em parceria com alunos do curso de Gestão Desportiva e de Lazer do IFRN-Cidade Alta, que darão suporte tanto na recreação como na decoração (com material reciclado), organização da coleta e destino do lixo produzido durante o evento, divulgação e disposição dos expositores. 

O Brechó do Parque é coletivo, cada pessoa pode levar seus cacarecos, roupas, acessórios, discos, cds e dvds, calçados, comidinhas, qualquer produto bacana de produção artesanal ou aqueles que já não são úteis mas que podem servir para outros. Conjugue os verbos vender, trocar, doar, reciclar, renovar e, principalmente, confraternizar, interagir, conhecer. Todos* podem expor qualquer coisa.

* só dispomos de ponto de energia, cada expositor deve levar a própria estrutura para dar suporte à exposição dos produtos: canga, tapete, mesa, cadeira, arara, cordas, etc.

O Brechó de Carnaval do Parque de Capim Macio, assim como outros eventos comunitários, faz parte de uma série de ações dos Amigos do Parque de Capim Macio, moradores que pretendem torná-los periódicos no espaço. Há outros projetos em vista como o do cinema no parque. "A movimentação do espaço é alimentada por todos nós", diz Breno, morador do bairro e amigo do parque.

Se é um espaço público, à disposição da comunidade, por que não utilizá-lo para o bem?

O Parque de Capim Macio fica logo atrás do hipermercado Extra da av. Engenheiro Roberto Freire. A principal rua de acesso é a Missionário Joel Carlson, entre o Extra e o Posto Shell. Para mais informações sobre o Brechó e demais ações do Parque, entre em contato pelos números (84)8838-5881 | 8827-2006 | 9938-6462.

AMIGOS DO PARQUE
Os Amigos do Parque de Capim Macio é um grupo formado por pessoas que tem um objetivo em comum: CUIDAR da última área verde do bairro. Queremos transformar aquele espaço, que esteve abandonado nos últimos três anos pelo poder público, em um local agradável, social e tranquilo. Nosso único projeto é cuidar e deixar o Parque com uma "cara" bacana, para que ele seja convidativo e que faça parte da vida das pessoas. Para ser um Amigo do Parque é simples, basta chegar junto com o mesmo espírito transformador e boas ideias. Sejam bem vindos!

Curta o Parque de Capim Macio
Facebook: www.facebook.com/parquedecapimmacio
Blog: www.parquedecapimmacio.org

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Serviço
Brechó de Carnaval do Parque de Capim Macio
Domingo, 12 de fevereiro de 2012, das 14h às 18h
Parque de Capim Macio, rua Missionário Joel Carlson (por trás do Extra Roberto Freire)
Informações: (84)8838-5881 | 8825-2006 | 9938-6462

Prefeitura recebe demandas de comissão de moradores da Vila de Ponta Negra



Data de publicação: 20/05/2011 14:31


A prefeita do Natal, Micarla de Sousa, recebeu na manhã desta sexta-feira (20), durante uma audiência com uma comissão de moradores da Vila de Ponta Negra, várias demandas de mobilidade urbana, tapa-buraco, assistência social e educação da população com a coleta e acondicionamento do lixo. Ainda participaram do encontro representantes do Gabinete Civil, das Secretarias de Mobilidade Urbana, Obras Públicas e Infraestrutura, da Mulher e Serviços Urbanos. Durante a audiência, a Prefeitura e os moradores discutiram medidas de curto, médio e longo prazo para implantar melhorias na comunidade.

"Essa é uma reunião que estou fazendo com todas as comunidades, para juntos discutirmos as soluções que precisam ser empregadas. Ontem estivemos com moradores do Jiqui, Pirangi e Neópolis; hoje com Ponta Negra e assim faremos com outros bairros", declarou a prefeita.

Além de receber as demandas, a prefeita também expôs aos moradores as dificuldades financeiras da Prefeitura frente à crescente responsabilidade do município. Da parte da Prefeitura, ficou o comprometimento dos representantes do Executivo Municipal de avaliar as questões trazidas pela comissão de moradores e encaminhar as providências Necessárias.

O encontro, que durou mais de duas horas, foi considerado bastante produtivo pela presidente do Conselho Comunitário de Ponta Negra, Cíntia Fernanda de Lima e pelos outros seis representantes de Conselho Comunitário e Associação de Quiosques do bairro. 

"Esse encontro está sendo muito importante para todos nós, pois aqui estamos sendo ouvidos e discutindo com a prefeitura as necessidades da Vila de Ponta Negra", declarou a presidente do Conselho, Cíntia Fernanda de Lima.


Pauta da audiência

Urbana: Recolhimento de entulho e poda, criação de um Ecoponto na Vila de Ponta Negra, além de um trabalho de educação ambiental preventiva com a comunidade.

Semurb: Fazer a adequação dos acessos à praia, fiscalizar as invasões no terreno da Barreira do Inferno.

Semsur: Construção de um Centro de Velório e revitalização de praças. 

Semopi: Foram solicitados reparos na vias, com prioridade ao acesso da vila para Rota do Sol e buscar um entendimento com Caern, que é responsável por vários buracos. 

Semob: Foram solicitadas mudanças em rotas, ampliação dos horários de ônibus e tirar o ponto final da Vila de Ponta Negra. 

Semtas: Criação de um CRAS em Ponta Negra.

Chico César se recusa a patrocinar bandas de forró estilizado no São João

Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
21/04/2011 | 15h44 | Paraíba

O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, reforçou, ontem, a posição do seu secretário de Cultura, o cantor Chico César, de não patrocinar as chamadas "bandas de plástico" nos festejos juninos deste ano. Além de ressaltar que o estado não tem condições financeiras para arcar com as despesas de contratação dessas bandas, o governador salientou que se houver algum recurso disponível será para ajudar na valorização do forró regional, também conhecido como forró pé de serra. A atitude do secretário já tivera o endosso, no "twitter", da primeira dama, Pâmela Bório, que não vê "identidade" nessas bandas.
Chico César entende que além de não refletirem a realidade nordestina, as "bandas de plástico" podem se prestar a irregularidades na prestação de contas por parte de administradores sem maior compromisso com o interesse público. Alertou, igualmente, para a poluição sonora e para o alto custo cobrado pelas referidas bandas.
Ontem, o compositor e secretário advertiu prefeitos que insistirem em buscar financiamento estatal para agremiações musicais de fora que haverá a rescisão de contratos celebrados, supostamente envolvendo a administração estadual.
Por Nonato Guedes, do jornal O Norte
Leia nota oficial divulgada por Chico César:
Tem sido distorcida a minha declaração, como secretário de Cultura, de que o Estado não vai contratar nem pagar grupos musicais e artistas cujos estilos nada têm a ver com a herança da tradição musical nordestina, cujo ápice se dá no período junino. Não vai mesmo. Mas nunca nos passou pela cabeça proibir ou sugerir a proibição de quaisquer tendências. Quem quiser tê-los que os pague, apenas isso. O Estado encontra-se falto de recursos e já terá inegáveis dificuldades para pactuar inclusive com aqueles municípios que buscarem o resgate desta tradição. São muitas as distorções, admitamos. Não faz muito tempo vaiaram Sivuca em festa junina paga com dinheiro público aqui na Pa raíba porque ele, já velhinho, tocava sanfona em vez de teclado e não tinha moças seminuas dançando em seu palco. Vaias também recebeu Geraldo Azevedo porque ele cantava Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro em festa junina financiada pelo governo aqui na Paraíba, enquanto o público, esperando a dupla sertaneja, gritava "Zezé, cadê você? Eu vim aqui só pra te ver".
Intolerância é excluir da programação do rádio paraibano (concessão pública) durante o ano inteiro, artistas como Parrá, Baixinho do Pandeiro, Cátia de França, Zabé da Loca, Escurinho, Beto Brito, Dejinha de Monteiro, Livardo Alves, Pinto do Acordeon, Mestre Fuba, Vital Farias, Biliu de Campina, Fuba de Taperoá, Sandra Belê e excluí-los de novo na hora em que se deve celebrar a música regional e a cultura popular".
Secretário de Estado da Cultura – Chico César


Vem aí o Uranium Film Festival - agosto

MANSAGEM DE HAROLDO MOTA [ONG BAOBÁ]:
Urânio em Movi(e)mento
Vejam a programação completa site do festival, que chega a Natal em agosto (dias 21 a 23)www.uraniumfilmfestival.org

Objetivo do Festival
Tem o objetivo de informar a sociedade sobre o uso da energia nuclear, a sua radioatividade e sobre a mineração de urânio em diversas partes do planeta.

Rio/São Paulo/Nordeste
Depois da cidade do Rio de Janeiro, a mostra passará por São Paulo (2 a 5 junho), Recife, João Pessoa, Natal e Fortaleza (agosto) e Salvador (setembro).

Césio 137. O brilho da morte
Filme do diretor Luiz Eduardo Jorge (2003, 24 min), que fala sobre o maior acidente nuclear do Brasil, em 1987, é um dos oito finalistas do Urânio em Movi(e)mento, no Rio de Janeiro. Um juri composto de cineastas, cientistas e jornalistas escolheu os finalistas entre os 34 selecionados, para competir nos prêmios de melhor curta e melhor longa metragem do Festival.
.......................

Atenciosamente,

Haroldo Mota
(84)9927.6555 ou 8815.2289

Obra completa de Machado de Assis

* Fonte: portal Domínio Público - Ministério da Educação

O projeto de edição das obras de Machado de Assis em formato digital foi pensado, primeiramente, como parte das atividades que marcam o centenário da morte do autor, além de responder à necessidade de ampliar o acesso a sua obra, aos estudantes dos diferentes níveis e ao público leitor em geral. Leia o texto completo

Consulta por gênero (ordem cronológica)
1Romance
2Conto
3Poesia
4Crônica
5Teatro
6Crítica
7Tradução
8Miscelânea

A Divina Comédia de Dante Alighieri - em português




Título:  
A Divina Comédia
Autor:  
Dante Alighieri   Listar as obras deste autor
Categoria:  
Literatura
Idioma:  
Português
Instituição:/Parceiro  
[eb] eBooksBrasil   Ir para a página desta Instituição
Ano da Tese  
Acessos:  
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AFROREGGAE: Um catalisador cultural contra a violência

Tribuna do Norte - 5 de Maio de 2011
Yuno Silva - repórter
 A simbólica flor de lótus, que contraria previsões pessimistas e brota em meio ao lodo, é a prova mais cabal da possibilidade de transformar fel em mel. Planta sagrada em países da Ásia, o lótus sintetiza perfeitamente o poder de transformação social proporcionado pelo Grupo Cultural AfroReggae em comunidades do Rio de Janeiro – um exemplo já exportado para países como Holanda, Inglaterra, China e Índia. Prestes a completar 18 anos de atividades em agosto próximo, o AfroReggae aposta na bem sucedida fórmula de combater (e vencer) violência com arte e Cultura, e um de seus pupilos, Vitor Onofre, desembarca em Natal nesta quinta-feira para falar sobre o êxito do projeto durante a 10ª Semana de Antropologia da UFRN.

Integrante do Projeto AfroReggae, entidade bem-sucedida de combate à exclusão, Vítor Onofre conta sua experiência na Semana de Antropologia da UFRN

Integrante do Projeto AfroReggae, entidade bem-sucedida de combate à exclusão, Vítor Onofre conta sua experiência na Semana de Antropologia da UFRN




Em cartaz até amanhã (sexta, dia 6) no Auditório B do Centro de Ciências humanas, Letras e Artes da Universidade Federal (CCHLA/UFRN), a programação do evento é aberta ao público e inclui mostra de vídeos, palestras, debates, apresentação de pesquisas sobre Antropologia visual, exposição fotográfica e performances artísticas. O tema desta Semana de Antropologia gira em torno de reflexões sobre as "Imagens da Cidade", e Onofre participa hoje, logo mais às 19h, da mesa redonda "Movimentos Sociais e Comunidade", ao lado da arte educadora Vera Santana, coordenadora do projeto Conexão Felipe Camarão. O acesso é gratuito.

Um dos coordenadores do Núcleo Vigário Geral e assessor de projetos, Vitor Luiz Onofre Alves tem 31 anos e está no AfroReggae desde os 13. Sonhador convicto, afirma que se "não estivesse no AfroReggae talvez teria seguido o caminho de muitos amigos meus: que se envolveram com o tráfico e todos morreram." Além de Vigário Geral, onde tudo começou, o AfroReggae também mantém Núcleos em Parada de Lucas, Morro do Cantagalo, Complexo do Alemão e Jardim Nova Era (Nova Iguaçu). A próxima comunidade a ser 'ocupada' pelo projeto será a Vila Cruzeiro, Penha – um dos cenários do recente conflito que mobilizou, em novembro do ano passado, as Forças Armadas e a Polícia Militar carioca. Confira entrevista concedida com exclusividade à TRIBUNA DO NORTE:

O AfroReggae tem várias frentes de atuação. Como é seu trabalho dentro do projeto?

Comecei fazendo oficina de percussão, capoeira e teatro (Trupe da Saúde). Com o tempo, me tornei agente de projetos (auxiliar do coordenador de Núcleo) e em seguida me tornei coordenador do Núcleo de Vigário Geral, onde fiquei por seis anos. Em dezembro de 2010, fui convocado para uma nova missão: assumir a função de assessor de projetos no escritório do Afroreggae. Hoje faço palestras sobre o projeto e ajudo no andamento de atividades para que os trabalhos não parem.

Qual a principal motivação para você participar do AfroReggae?

Sou nascido e criado em Vigário Geral, onde histórico sempre foi de violência e na época não acreditava que algo pudesse ser diferente. Mas aí conheci o grupo de percussão e pela primeira vez ouvi algo que não era o som dos tiros. Quando você mora em uma favela, gueto, morro, comunidade, não importa muito se é negro ou nordestino, você acaba sofrendo muito com a violência policial. Sem aguá, luz, sem direito a alimentação a educação e vivendo o tempo todo ao lado de traficantes armados e drogas rolando o tempo todo, é muito difícil ter uma perspectiva de vida. Quando vi o AfroReggae pela primeira vez, senti que era caminho, que iria mudar minha vida.

Quais as áreas culturais e artísticas desenvolvidas pelo projeto?

No AfroReggae temos oficinas de percussão, música, dança (afro, balé, de salão), capoeira, história em quadrinhos, basquete de rua, tai chi chuan, circo, teatro, violino, informática.

Houve algum tipo de resistência ou boicote nas comunidades? Qual a relação dos Núcleos com traficantes?

Nunca houve um resistência por parte do trafico por vários motivos: primeiro por que que o AfroReggae nunca aceitou nada vindo dele. Tudo o que fazemos é para a comunidade. Outro ponto é que os próprios traficantes não querem ver seus filhos e familiares envolvido com o tráfico – eles sabem que a vida que levam só tem dois caminhos: a cadeia ou a morte.

Como foi o processo para se conquistar patrocinadores e apoio público?

Trabalhamos durante anos sem ter um patrocinador, o que tínhamos eram pequenas contribuições. Começamos nosso trabalho em uma época que nem os empresários nem governantes olhavam para esse tipo de lugar. Hoje o AfroReggae tem muitos parceiros e patrocinadores, inclusive com o Governo do Estado do RJ.

Hoje o AfroReggae é sinônimo de projeto social vencedor. A partir de que momento vocês perceberam que a iniciativa tinha deslanchado?

Acreditávamos desde o início que fosse dar certo, só não imaginamos que cresceria tanto em tão pouco tempo. Hoje o AfroReggae mantém 74 projetos.

Você pode enumerar alguns benefícios sociais conquistados? Efeitos práticos?

Temos jovens que passaram pelo AfroReggae e foram tocar na banda O Rappa. Outros que foram para grandes circos como Cirque du Soleil (Canadá) e Ringling Brothers (EUA). A maioria dos professores de percussão e monitores foram formados pelo próprio AfroReggae. Porém, o que fazemos é formar o cidadão para que esteja preparado para a vida. Não faixa etária específica para participar do projeto.