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terça-feira, julho 27, 2010

Soft Machine, The Moon in June, versão Top Gear

Apesar de algumas pessoas não querem, teimosamente (como é o caso da mentora do blogue Odisseias do John), compreender a mística e a riqueza cultura e musical do programa Top Gear da BBC, dedicado ao mundo automóvel, este tema dos Soft Machine, foi criado para outro Top Gear. Os Soft Machine, em 1969, fizeram uma versão especial do tema The Moon in June para o programa Top Gear, na BBC Rádio, sendo nessa altura era apresentado por John Peel, e dedicado à indústria musical Wyatt e Ayers escreveram uma letra nova de propósito para o programa de Peel que merece ser ouvida com atenção… Devo salientar no entanto, que diversos temas de Wyatt já passaram no Top Gear, o programa de carros…


Soft Machine - 10 - The Moon In June by Sons de Musica

I can still remember
The last time we played on Top Gear
And though each little song
Was less than three minutes long
Mike squeezed a solo in... somehow
And although we like our longer tunes
It seemed polite to cut them down
To little bits - they might be hits
Who gives an... after all?
Tell me how would you feel
In the place of John Peel?
You just can't please
all of the musicians all the time

Playing now is lovely
Here in the BBC
We're free to play almost as long and as loud
As a jazz group, or an orchestra on Radio Three
There are dancehalls and theatres
With acoustics worse than here
Not forgetting the extra facilities
Such as the tea machine, just along the corridor
So to all our mates like Kevin,
Caravan, the old Pink Floyd
Allow me to recommend 'Top Gear'
Despite its extraordinary name
Yes, playing, playing now is lovely
Here in the BBC
We're free to play almost as long and as loud
As the foreign language classes... and the John Cage interview...
and the jazz groups... and the orchestras on Radio 3

Pop stars drink each others' wine
Plough each others' earth
Hoping for companionship
And then perhaps rebirth
Plant seeds in fresher plots of earth
Bound up in concepts and dreams
And fears of worse things to come
They never do
They stay the same
Music-making still
Performs a normal function
Background noise for people
Eating and talking and drinking and smoking
That's all right by us
Don't think that we're complaining
After all it's only leisure time, isn't it?

I could almost sing this song
In a nice tone of voice
If I had to, I'd be glad to
It's awfully nice to be here
So let's open the beers and get tipsy
We'd be mad to
But if you sound refined
You just can't blow the mind of a kiddy
Or a young lady
And if you come from the sun
You just can't fool a mum into thinking
That you're alright, really
So before this feeling dies
Remember, I could be telling lies

Now, I love your eyes
See how the time flies
I think it's so great
You seem to change your fate
By working and playing
Something new in every way
Can be yours in a day
But I wonder what I'm really saying
So just before this feeling dies
Remember I may be telling lies
Falsehoods
White lies
Adverts
Idle chat
Banter
Half-truths
Rumours
And just lies, plain lies...

I shan't say...
One more word...
So instead... I'll play drums...

domingo, dezembro 13, 2009

Soft Machine - Live At Henie Onstad Art Centre 1971

Este disco foi gravado em 1971, contudo, é sem dúvida um dos melhores de 2009! O concerto que os Soft Machine realizaram no Centro de Arte Onstad Henie em Oslo, Noruega entra directamente para a tabela de documentos discográficos imprescindíveis a qualquer melómano. Ao contrário de outros registos ao vivo dos Soft Machine que têm visto a luz do dia, este tem uma qualidade sonora irrepreensível, tendo sido gravado de forma profissional. Este registo apresenta a formação (à época com o teclista Mike Ratledge, o saxofonista Elton Dean, o baixista Hugh Hopper e o baterista Robert Wyatt) no ponto mais alto da criatividade colectiva. O duplo CD conta somente com duas longas faixas onde explanam de forma única o álbum Third, 1970, e o que viria a ser o Forth, de 71. Esse concerto ficou marcado igualmente pela projecção de filmes de Mark Boyle, tendo criado uma atmosfera ainda mais experimental. Esta edição conta ainda com um CD-ROM que inclui extensas anotações e fotografias de concertos, um ensaio The Soft Machine Sound: An Electronic Experience Acoustic Examined, capítulos sobre a luz Mark Boyle revelado por Sebastian Boyle, uma transcrição de experimental do Soft Machine da BBC de 1970 Radiophonic sessão Workshop, e numerosas fotografias da exposição Mark Boyle arte e concertos Soft Machine na Henie Onstad Art Centre.

domingo, julho 20, 2008

Soft Machine video collection

Para quem gosta dos Soft Machine versão Robert Wyatt e pós Wyatt, aqui fica uma pequena colecção de vídeos ilustrativos da obra dos britânicos.
Why Am I So Short - 1967



Facelift Part 1 1970


Facelift Part 2 1970


Out-Bloody-Rageous-Part 1 1970


Out-Bloody-Rageous Part 2 1970


Hazard Profile 1974


Hazard Profile 1974

segunda-feira, setembro 18, 2006

Discografia Imprescindível 11 – Third; Soft Machine (1970)


Os Soft Machine são uma das mais importantes bandas da segunda metade do século XX. Hugh Hopper, Robert Wyatt, Richard Sinclair, Pye Hastings, Richard Coughlan, Kevin Ayers formaram nos anos 60 os Wilde Flowers que viriam a ser conhecidos como alguns dos mais importantes elementos da música progressiva. Sinclair, Hastings and Coughlan vieram mais tarde fundar a banda Caravan, tendo Hopper e Coughlan formado os Soft Machine. Estávamos no ano de 1966. Após um crescente sucesso, em 1970 foi editado o considerado por muitos o melhor disco dos Soft Machine que contava ainda com o lendário Robert Wyatt. Tendo abandonado as canções “simples” como Wyatt afirmou, passando a enveredar por uma maior complexidade musical onde a fusão do rock, do psicadélico e do jazz resultou num dos mais surpreendentes, imaginativos e vanguardistas dos anos 70. The Moon In June composta por Wyatt é constituída por uma melodia delicada, com uma atmosfera melancólica, permanecera como uma das mais importantes para a música moderna.
No ano seguinte foi editado o Volume 4 onde o experimentariam é mais evidente sendo na sua totalidade instrumental. A contribuição de Robert Wyatt é mínima e ainda nesse ano deixa banda para formar os Matching Mole (trata-se de um jogo de palavras que significa Soft Machine em francês).