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sexta-feira, abril 17, 2026

Coachella, The Strokes

Com um novo álbum para ser lançado em junho, The Strokes estiveram em Coachella — eis a canção The Adults Are Talking, do álbum The New Abnormal (2020).
 

quarta-feira, abril 08, 2026

The Strokes: nova canção, novo álbum

Notícia do dia, por certo do mês, talvez do ano: The Strokes têm um novo álbum — Reality Awaits — com lançamento agendado para 26 de junho. Para já, aí está Going Shopping, canção vinda dos confins do rock'n'roll, aí onde amargura e romantismo se cruzam sem complexos.

Like a tiger, they will chase you down
With words instead of claws
They will seduce you till you reach the point
To let yourself get mauled
The worse reality gets, the less you wanna hear about it
Solidarity can be difficult when you've got cool stuff to lose

I wanna be a 7-foot zombie
The pay is low, but I gotta do something
I'm at the mall and the song is bumping
There goes my future wife in the little red jumpsuit

I'm going away to the country
Don't wander off too far
I'm going out my mind
Throwing all my plans out the window
Don't wanna waste my life
I'll see you on the other side

I've been thinking about what I wanna say
But I'm an old man now, at least that's what they tell me anyway
We've been expanding on our greatness
Building future ruins
We're building castles from the bones of dead trees
Molded from the shattered houses of the dead sea

I moved away to the country
I had to change my way
But I kinda miss you now
Stockbrokers flying out the window
I kinda miss that sound
Don't want to wake up Pa

I can't wait, I'm goin' shoppin'
I'm at the mall, and the song is bumpin'
I want to be a 7-foot starfish
Above the law, a political puppet

I'm going back to the city
I'm 'bout to lose my mind
I'm gonna stay alive
I'm climbing out through the window
I miss the shops and malls
I'm gonna meet you there

Still throwing my phone out the window
I'm gonna soothe my soul
Can't wait, I'm going shopping
If you're better than me, you don't have to judge me

domingo, maio 16, 2021

The Strokes, 2006

Novidade? Não propriamente.
Efeméride? Também não, embora esta canção pertença a um álbum que está quase a fazer 20 anos.
Apenas um daqueles videos que, ciclicamente, reemergem nos arquivos dos circuitos virtuais. Ou seja: uma prodigiosa performance de Last Nite, tema de Is This It (2001), registo de estreia de The Strokes.
Cenário: uma edição de 2006 de Later... with Jools Holland (BBC). Para que a crónica seja completa, assinalem-se dois dos espectadores: Neil Hannon (Divine Comedy) e Wayne Coyne (The Flaming Lips).

quarta-feira, novembro 11, 2020

The Strokes no "Saturday Night Live"


Em tempos de dúvidas e angústias, algumas pequenas coisas sérias para arejar o pensamento: The Strokes estiveram no Saturday Night Live para interpretar duas canções do seu sexto álbum de estúdio, The New Abnormal — apresentados por John Mulaney, eis The Adults Are Talking e Bad Decisions



sábado, julho 25, 2020

The Strokes + Warren Fu

Confirmando a peculiar energia do seu novo álbum, The New Abnormal, The Strokes oferecem-nos agora uma prodigiosa ilustração da canção-hino que encerra o respectivo alinhamento: Ode to the Mets aí está naquele que é, desde já, um dos grandes telediscos do ano. Ou melhor: um dos melhores filmes de 2020. Realização: Warren Fu.

quinta-feira, abril 16, 2020

The Strokes, opus 6

Bird on Money — assim se intitula a pintura de Jean-Michel Basquiat, datada de 1981, cuja zona central serve de capa a The New Abnormal, álbum nº 6 da banda nova-iorquina The Strokes (o primeiro desde Comedown Machine, 2013); Basquiat concebeu-a como um tributo a Charlie Parker.


Convenhamos que não parece fácil associar o novo registo à herança do autor de Ornithology, mas o título avisa-nos da anormalidade em que tudo isto terá sido gerado. Até porque, dizem as más-línguas jornalísticas, Julian Casablancas estará actualmente mais empenhado no projecto paralelo de The Voidz. E se estiver?...
Talvez seja útil sublinhar apenas o valor sintomático da linguagem fria dos números. Da métrica das canções, neste caso. Assim, não encontramos aqui esses esboços selvagens, punk, pós-punk ou o que se quiser, que faziam as delícias do álbum fundador Is This It (2001), raiz de todas variações mais ou menos felizes que se seguiram em Room on Fire (2003), First Impressions of Earth (2005), Angles (2011) e o já citado Comedown Machine. Em The New Abnormal, os temas oscilam entre 03m42s (Selfless) e 06m15s (Eternal Summer) — a duração integrou a contemplação.
Cronómetros à parte, digamos que The Strokes talvez andem à procura de outro som, mais denso, de diferentes contrastes, aberto à exposição de emoções esquecidas, porventura implicando a ruptura de velhas cumplicidades — "I want new friends / But they don't want me", canta Casablancas em Brooklyn Bridge to Chorus.
Depois de At the Door e Bad Decisions, não há novos telediscos. Fiquemo-nos pelo tema final, Ode to the Mets, uma preciosidade clássica (?) com vocação para se tornar um hino rock. Tanto pior se já não acreditamos em hinos.

Up on his horse, up on his horse
Not gonna wake up here anymore
Listen one time, it's not the truth
It's just the story I tell to you
Easy to say, easy to do
But it's not easy, well maybe for you
Hope that you find it, hope that it's good
Hope that you read it, think that you should
Cuts you some slack as he sits back
Sizes you up, plans his attack

Da-da-da
Drums please, Fab

And I got it all, I got it all
Waitin' for me down on the street
But now you gotta do somethin' special for me
I'm gonna say what's on my mind
Then I'll walk out, then I'll feel fine

Yeah, I'm under his thumb, I'm on his back
I will not show my teeth too quick
I needed you there, I needed you there
But I didn't know, I didn't know

Go alone
I'll go alone
We'll go alone
I'll go alone

Back from his trip, he's at the door
When he gets back, he's on the phone
Innocent eye, innocent heart
No, it's not wrong, but it's not right
Innocent time, out on his own
Not gonna do that, fuck, I'm out of control
I was just bored, playin' the guitar
Learned all your tricks, wasn't too hard

It's the last one now, I can promise you that
I'm gonna find out the truth when I get back

Gone now are the old times
Forgotten, time to hold on the railing
The Rubik's Cube isn't solving for us
Old friends, long forgotten
The old ways at the bottom of
The ocean now has swallowed
The only thing that's left is us
So pardon the silence that you're hearing
It's turnin' into a deafening, painful, shameful roar

terça-feira, fevereiro 18, 2020

The Strokes — mais uma canção...

Menos sintetizadores, mais guitarras... Depois de At the Door, a nova canção de The Strokes, Bad Decisions, faz-nos reencontrar o som clássico da banda, neste caso encenado através de um sugestivo teledisco que os representa como encarnações de infinitas clonagens — talvez uma metáfora para a sua capacidade de repetição & reinvenção.

segunda-feira, fevereiro 17, 2020

Nova canção de The Strokes

Quem melhor para revisitar a memória de The Strokes? Pergunta de algibeira, com resposta militante: The Strokes! Aí está At The Door, primeira canção da banda em quase quatro anos, a anunciar o opus 6, The New Abnormal (10 Abril). Teledisco a condizer: misterioso e envolvente, a acompanhar guitarras tardias e sintetizador a abrir.

sábado, julho 02, 2016

A alta finança segundo The Strokes

The Strokes estão de volta com um teledisco em que a desmontagem da cena se cruza com perversas e contundentes alusões ao mundo da alta finança — Threat of Joy foi dirigido por Warren Fu.

terça-feira, outubro 21, 2014

Novas edições:
Julian Casablancas & The Voidz

“Tyranny”
Cult Records
2 / 5

Na aurora do milénio os Strokes anunciavam o reencontro das atenções do mundo (indie) com a música elétrica made in Nova Iorque. Estabelecendo ligações diretas com memórias das escolas de 70 que da cidade chegaram depois ao mundo via CBGB e outros palcos, o álbum de estreia dos Strokes brilhava porque não se limitava a propor um exercício de mascarada nostálgica. Trazia de facto grandes canções, um sentido de atualidade no seu discurso e transportavam a carga de quem nascera e crescera sobre as memórias que ali eram tomadas como genética na base de todo o edifício musical. Depois houve um segundo álbum em registo mais-do-mesmo (mas com uma nova bela coleção de canções) e ainda um terceiro, o belíssimo First Impressions of Earth, onde se levantavam hipóteses de novos caminhos. A pulverização do grupo em projetos paralelos e a medíocre discografia que editaram desde então deixou sombrias nuvens sobre o grupo que, a menos que estejamos todos enganados, arrumou nos seus três primeiros álbuns o que de interessante nos tinha para contar. Dividindo muitas opiniões o álbum de estreia a solo do vocalista Julian CasablancasPhrazes For The Young, de 2009 – aproveitava algumas sugestões do opus 3 dos Strokes, juntava sintetizadores vintage e um sentido pop acridoce para mostrar para onde a coisa poderia ter ido em grupo (sim, gostei muito do álbum)... Mas agora, cinco anos depois dessa experiência promissora e um ano após uma colaboração com os Daft Punk que assentou que nem uma luva num álbum que se afirmou como um dos casos de popularidade maior de 2013 (mas que de todo não representa o melhor do duo francês), eis que Julian Casablancas regressa com um segundo álbum que prefere assinar em conjunto com os The Voidz, a banda que agora o acompanha. Tyranny não é contudo nem um sucessor natural do álbum a solo de 2009 nem uma derivação ou reencontro com o terreno “clássico” dos Strokes. É, como diriam os Monty Python, algo completamente diferente. O que pode ser bom ou nem por isso. E na verdade é mais o segundo caso. Se por um lado o disco promove um alargamento de horizontes que vão da assimilação de heranças do punk de segunda geração (Black Flag e afins) a uma mais evidente presença de teclados com sabor vintage, traduzindo o que parece ser um olhar crítico e irado sobre o nosso tempo, ocasionalmente resultando em propostas convidativas e desafiantes (como sucede ao som de Nintendo Blood ou Take Me In Your Army), a verdade é que muito do alinhamento parece mais uma coleção de ideias à espera de arrumação que um conjunto de canções com a solidez que a obra de Casablancas já antes nos mostrou. Human Sadness, o longo épico de dez minutos que foi cartão de visita do álbum, dava conta de um mundo vasto de ideias em jogo. O álbum, contudo, peca por não as aproveitar devidamente.

quinta-feira, setembro 11, 2014

Ver + ouvir:
Julian Casablancas + The Voidz,
Where No Eagles Fly



O vocalista dos Strokes prepara-se para lançar segundo álbum em nome próprio, desta vez em companhia dos The Voidz. Este é o primeiro teledisco que apresenta para uma canção deste seu novo disco.

segunda-feira, abril 01, 2013

Novas edições:
The Strokes, Comedown Machine

The Strokes 
“Comedown Machine” 
RCA / Sony Music 
2 / 5 

Chegou aquela altura em que sentimos que, por aqui, a coisa (infelizmente) descarrilou. Na verdade, a coisa já vinha descarrilar há algum tempo... Depois de um álbum de estreia – Is This It (2001) – que está já registado a tinta permanente entre os grandes discos da viragem do milénio, de um sucessor (Room on Fire, 2003) que, mesmo sem grandes mudanças, nos voltou a dar belas canções e de um igualmente cativante First Impressions Of Earth (2006) que aliava ao saber na escrita uma vontade em juntar novos elementos à paleta de sons, o “regresso” dos Strokes, que nos chegou em 2011 na forma de Angels dava conta de uma banda sem a coesão, entusiasmo e rumo que faz com que a música criada em conjunto nasça vibrante e consequente. Na verdade não era uma banda “junta” a que gravou Angels, as ideias colhidas em separado juntando-se num alinhamento frouxo onde faltavam as canções de outrora. Pelo caminho convém lembrar que o vocalista Julian Casablancas editou em 2009 um belíssimo álbum a solo (Phrazes For The Young) no qual cruzava naturais ecos da vivência nos Strokes com um gosto evidente por memórias dos oitentas. Por seu lado o guitarrista Albert Hammond Jr. lançou dois álbuns a solo entre 2006 e 2008 (o primeiro francamente mais recomendável que o segundo). Nikolai Fraiture gravou um disco com os Nickel Eye em 2009. E Fabrizio Moretti apresentou um álbum através do seu grupo paralelo Little Joy. Só o guitarrista Nick Valensi não desenvolveu um projeto a solo, tendo todavia colaborado em discos de Devendra Banhart ou Regina Spektor. Não sendo Angels um disco de “reunião”, uma vez que as ideias e canções foram surgindo separadamente (segundo se conta, grande parte das contribuições de Casablancas chegaram via email), esperava-se que, desta vez, o reencontro dos músicos num mesmo estúdio pudesse somar os ecos destas experiências laterais às heranças naturais dos Strokes, daí podendo surgir um certo renascimento (que o álbum de 2011 falhara). Porém, ao escutar o alinhamento desconjuntado, fragmentado e, acima de tudo, desnorteado, de Comedown Machine, acabamos com a sensação de que os Strokes não estão mais aqui... A “voz” criativa de Casablancas fala mais alto e canções como One Way Trigger (que alguém comparou já a memórias dos A-ha) e 80’s Comedown Machine (o melhor momento do disco) mais parecem aperitivos para um seu segundo disco a solo. All The Time (o single de avanço) e 50/50 procuram recuperar a alma primordial da banda. Mas o resto do alinhamento revela uma sequência absolutamente desinspirada, desinteressante e inconsequente de canções que dão conta de uma banda cansada, desmotivada e bem longe do que de si fez a lebre de uma geração que redescobriu, à chegada do novo século, o velho fulgor anguloso e elétrico do rock’n’roll.

quarta-feira, março 27, 2013

Velhas imagens para novas canções

A edição do novo álbum dos The Strokes não vem acompanhada por quaisquer elementos promocionais novos. Ou seja, tanto as fotos como as imagens que vemos no teledisco que serve de cartão de visita ao disco, são de colheitas anteriores. Mesmo assim aqui deixamos as que acompanham All The Time. Convenhamos que, também na música, a coisa não parece ter igualmente muito de novo.

quinta-feira, fevereiro 14, 2013

O novo single dos Strokes


Depois de um primeiro aperitivo servido há poucos dias, eis que chega aquele que será o single de estreia do quinto álbum de originais dos Strokes. Com capa magnífica – que tal como a do álbum celebra a memória das velhas fitas magnéticas de gravação áudio – eis que aqui deixamos hoje este novo Comedown Machine. Apesar de tudo menos surpreendente que One Way Trigger, a outra canção que há dias nos deram a conhecer.

quinta-feira, janeiro 31, 2013

Novo álbum dos Strokes em março

Os Strokes revelaram o título e a imagem da capa daquele que será o seu quinto álbum de originais. O disco terá por título Comedown Machine e será editado pela RCA a 26 de março. O primeiro single a ser extraído do seu alinhamento é All The Time e tem lançamento previsto para 19 de fevereiro. Entretanto já por aí se ouve One Way Trigger, uma canção-aperitivo que a banda está a oferecer no seu site oficial.

segunda-feira, janeiro 28, 2013

The Strokes: uma canção para guardar

The Strokes oferecem uma canção para download. Chega-se lá através do ficheiro audio que aqui se disponibiliza ou visitando o site da banda. Chama-se One Way Trigger e poderá ser (ou não...) o primeiro sinal de um novo álbum para 2013. Incertezas à parte, os rapazes soam muitíssimo bem, fiéis ao seu lirismo de muitos paradoxos, não sem que Julian Casablancas arrisque um delicioso falsetto.

segunda-feira, abril 25, 2011

Suavemente


Mais um teledisco criado para uma das canções do mais recente álbum dos Strokes. Este é Call Me Back, um dos melhores momentos do disco.

segunda-feira, março 21, 2011

Novas edições:
The Strokes, Angles


The Strokes
“Angles”

RCA / Sony Music

2 / 5


Era um dos mais esperados álbuns de 2011. E sabíamos, desde há muito, que traduziria um tempo diferente na vida dos Strokes, as canções tendo nascido entre uma banda dividida, as vozes e ideias de Julian Casablancas surgindo à distância e enviadas aos demais parceiros via email... Era portanto lícito aguardar-se por algo que não traduzisse o que poderia ser um natural passo adiante de First Impressions of Earth, a soma das partes que entretanto representaram experiências a solo podendo assim gerar a sugestão de eventuais novos caminhos. Mas na verdade Angles mais não parece senão um desmotivado exercício de calendário por cumprir, entre a sucessão das canções que formam o alinhamento não surgindo, em algum momento, a alma que dos Strokes fizera um dos (justificadamente) mais aclamados entre os casos do rock'n'roll na década dos zeros. Undercover Of Darkness, apresentado como single-aperitivo há algumas semanas, revelava um mapa de atenções apontadas aos mesmos azimutes que em tempos definiram a estreia em Is This It... Ao entrar depois no coração de Angles o que se sente é que, todavia, não há um real caminho por aqui. Antes, um amontoado de canções que seguem ideias e linhas várias, de instantes que seguem mais de perto as experiências recentes de Casablancas no seu Phrazes For The Young (como se escuta, por exemplo, em Games), pontualmente o desafio do tactear de outros espaços surgindo como, por exemplo, acontece ao som de Two Kinds Of Hapiness, que aceita memórias pós-punk que evocam os melhores dias dos Cars ou o novo flirt melancólico de Call Me Back. Contudo, o que mais falta em Angles são as canções. É que, mesmo quando os Strokes fizeram do segundo disco uma ligeira variação das ideias que haviam ditado o primeiro, a escrita defendeu-os, dando-lhes mais uma mão cheia de momentos que marcaram o seu tempo. O mesmo não acontece aqui, pelas dez canções que fazem a história deste quarto álbum do grupo nova-iorquino raras sendo as ocasiões em que reconhecemos o fulgor que lhes deu o estatuto que mereceram. De facto, forçada, a coisa não tem a mesma verdade da ideia que nasce de um real sentido de entusiasmo criativo. E isso é coisa que não parece ter morado entre o making of deste álbum.

quinta-feira, março 17, 2011

Para ir ouvindo o disco...

O álbum Angles, o quarto disco dos Strokes, está disponível para escuta integral, por streaming, no site oficial da banda.

Podem escutar o disco aqui.

quarta-feira, março 02, 2011

Strokes (em contagem decrescente)


E eis que chega o teledisco que serve de cartão de visita ao novo álbum dos The Strokes que, e não é por acaso, é um dos discos mais aguardados de 2011. Aqui fica então o teledisco de Under Cover Of Darkness (a ver no site oficial dos Strokes).

Podem ver o teledisco no site oficial da banda.