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segunda-feira, setembro 16, 2024

London Grammar, Opus 4

Três anos depois de Californian Soil, chegou o quarto álbum de estúdio dos London Grammar, ainda e sempre organizado a partir da voz densa e enigmática de Hannah Reid. Chama-se The Greatest Love e este é o seu primeiro teledisco: House.

terça-feira, agosto 03, 2021

London Grammar no Arte


Valeria a pena conhecer o concerto dos London Grammar no canal Arte [série: Ground Control], nem que fosse apenas para escutar a deliciosa pronúncia do seu nome em francês... Eis 20 minutos de excelência, com Hannah Reid, Dominic "Dot" Major e Dan Rothman interpretando cinco temas da sua discografia, incluindo quatro do álbum mais recente, Californian Soil, lançado no passado mês de abril.

sexta-feira, junho 04, 2021

London Grammar na BBC1

Lord It's a Feeling é uma canção emblemática da sonoridade dos London Grammar e, em particular, das harmonias do seu terceiro álbum, Californian Soil. Recentemente, foram interpretá-la na BBC1.
 

segunda-feira, abril 19, 2021

London Grammar, Opus 3

Há quem veja neles a herança muito directa dos Massive Attack... Ou, pelo menos, da sua vertente mais romanesca, aí onde a envolvência sonora nasce da sofisticação electrónica. A sugestão, musicalmente incorrecta, parece mais justa do que nunca. Sobretudo porque os London Grammar se mantêm alheios a qualquer atitude mais ou menos copista.
Depois de If You Wait (2013) e Truth Is a Beautiful Thing (2017), o terceiro álbum de estúdio, Californian Soil, é uma proeza invulgar de uma atitude criativa de quem dispensa qualquer caução do "ambiente" musical do presente, muito menos a obediência a qualquer moda. E se Dan Rothman (guitarras) e Dot Major (piano, bateria, etc.) são, obviamente, músicos de especial talento, a voz de Hannah Reid persiste como elemento fulcral da identidade desta magnífica aventura musical — eis a canção-título.

sexta-feira, setembro 29, 2017

"Purple Rain" pelos London Grammar

Hannah Reid [foto], Dominic 'Dot' Major e Dan Rothman, isto é, os London Grammar estiveram no Live Lounge da BBC Radio 1 para enfrentar um desafio nada simples: interpretar o clássico Purple Rain, de Prince — prevaleceram rigor e sobriedade.

segunda-feira, agosto 07, 2017

London Grammar em Paris

Pequenas grandes delícias da Net: na plataforma de streaming Deezer podemos escutar o concerto dos London Grammar na Catedral Americana de Paris, no passado dia 26 de Abril — um evento verdadeiramente solene, conduzido pela voz imaculada de Hannah Reid. Eis um registo de duas das canções apresentadas pela banda, Oh Woman Oh Man e Big Picture.

quarta-feira, julho 05, 2017

Glastonbury 2017

Performing arts — assim diz a promoção. O Festival de Glastonbury, todos os anos na região de Pilton, Somerset, continua a ser um evento cujos ecos transcendem a Inglaterra, impondo-se como uma viagem de celebração dos caminhos da música popular contemporânea. Este ano (21/25 de Junho) voltou a deixar uma bela antologia de performances. Aqui ficam três magníficos exemplos:
> Radiohead — o clássico Creep, do alinhamento do primeiro álbum da banda, Pablo Honey (1993).
> Lorde — Green Light, belo tour de force do seu segundo álbum, Melodrama, recentemente editado.
> London Grammar — através de uma sublime vocalização de Hannah Reid, o tema Rooting for You, incluindo no segundo álbum da banda, Truth Is a Beautiful Thing, também há poucas semanas chegado ao mercado.





domingo, fevereiro 05, 2017

Nova canção dos London Grammar

Depois de Rooting for You, mais um single dos magníficos London Grammar, antecipando o seu segundo álbum (ainda sem data anunciada) — com Big Picture, reencontramos a singular vibração da voz de Hannah Reid, numa paisagem de sons de tocante intimismo.

Love, what did you do to me?
My only hope is to let life stretch out before me
And break me on this lonely road
I'm made of many things, but I'm not what you are made of

Only now do I see the big picture
But I swear that these scars are fine
Only you could have hurt me in this perfect way tonight
I might be blind, but you've told me the difference
Between mistakes and what you just meant for me

Don't say you ever loved me
Don't say you ever cared
My darkest friend

Words
Have you forgotten
All the lies you left there, so fresh
Turning old in the air
And now, you have no weapons
You can try to get close to those I love
Do you really think they don't know what you're made of?

Only now do I see the big picture
[...]

Don't say you ever loved me
[...]

terça-feira, janeiro 03, 2017

London Grammar, 2017

Tudo começa com a voz densa e enigmática de Hannah Reid, num cenário de obscura solidão: os London Grammar abrem o ano com um belo single, retomando o sofisticado gosto pelo envolvimento orquestral. Foram uma das grandes revelações de 2013, com If You Wait, preparando o segundo álbum para 2017 — para já, eis Rooting for You.

Let winter break
Let it burn 'til I see you again
I will be here with you
Just like I told you I would
I'd love to always love you
But I'm scared of loneliness
When I'm, when I'm alone with you

I know it's hard
Only you and I
Is it all for me?
Because I know it's all for you
And I guess, I guess
It is only, you are the only thing I've ever truly known
So, I hesitate, if I can act the same for you
And my darlin', I'll be rooting for you
And my darlin', I'll be rooting for you

And where did she go?
Truth left us long ago
And I need her tonight because I'm scared of loneliness with you, baby
And I should let it go
But all that is left is my perspective, broken and so left behind again

I know it's hard
(...)

quinta-feira, abril 24, 2014

London Grammar com orquestra


[Metal & Dust]  [Wicked Game]  [Strong]  [Hey Now]

Mais uma canção de If You Wait, magnífico álbum de estreia dos London Grammar. Sights é-nos apresentada através de um teledisco a meio caminho entre a performance televisiva e a divagação espacial, tudo devidamente sancionado pela presença simbólica de uma orquestra — para rever e escutar uma das revelações de 2013.


>>> Site oficial dos London Grammar.

sexta-feira, fevereiro 21, 2014

Na origem dos London Grammar

Hey Now foi a canção que, há cerca de um ano, a partir do YouTube, lançou os London Grammar. Depois, desde Nightcall a uma versão de Wicked Game (Chris Isaak), o trio londrino foi definindo as nuances de uma pop electrónica cuja elegância encontra a adequada expressão dramática na voz de Hanna Reid. Só agora, finalmente, Hey Now surge em formato de teledisco — um delicioso exercício de animação (stop-motion) com assinatura de Chris Ullens.

domingo, dezembro 29, 2013

Os melhores discos de 2013 (J. L.)

ARCHY MARSHALL (nome artístico: King Krule)
* OS VELHOS. ... lembro-me quase sempre do mau humor de Jean-Paul Belmondo, em O Acossado (1959), de Jean-Luc Godard — numa cena de rua, quando uma jovem lhe tenta vender um exemplar dos Cahiers du Cinéma, sugerindo que, por certo, ele não tem nada contra a juventude, Belmondo responde: "Sim, gosto muito dos velhos".
Este ano, musicalmente, houve muitas e gratas razões para continuar a gostar dos velhos, a meu ver quase sempre mais genuínos e verdadeiros que muitas sofisticadas "imitações" pós-modernas, tão seriamente profissionais quanto emocionalmente inócuas. Lembro, por isso, as proezas de John Fogerty (Wrote a Song for Everyone), Paul McCartney (New) ou David Bowie (The Next Day); ou o monumento de relíquias esquecidas e recuperadas de Eric Clapton (Give Me Strength: The '74/'75 Recordings); ou ainda as novas aventuras de veteranos, embora de uma geração posterior, como The Flaming Lips (The Terror) e Nine Inch Nails (Hesitation Marks); além de que, last but not least, 2013 voltou a ter Beatles (On Air - Live at the BBC Vol. 2)!

* OS NOVOS. Dito isto, não posso deixar de reconhecer que a imagem corrente da juventude, combinando ridicularização mental e indiferença social (como é possível a MTV ter chegado tão baixo?...), foi sendo compensada e, sobretudo, corrigida pela simples e maravilhosa verdade do talento realmente jovem. É verdade: dos álbuns que fui escutando (e não tenho, nem de longe nem de perto, a pretensão de ter acedido a tudo, nem sequer a tudo o que, à partida, suscitava a minha curiosidade), muitos dos que me tocaram têm assinatura de gente muito nova, admiravelmente criativa.
Para mim, de facto, alguns dos grandes momentos musicais de 2013 foram de nomes estreantes. Daí a minha proposta, naturalmente instintiva e nada científica, de um top de primeiros álbuns — não sei se foram os "melhores", mas atrevo-me a pensar que a alegria de continuar a fazer música (velha, nova ou sem calendário) passa por aqui.

1 - 6 FEET BENEATH THE MOON, King Krule.


[Canção: EASY, EASY] Archy Marshall nasceu em Londres, usa o nome artístico King Krule e canta num registo de elaborado dramatismo que alguns incluem nos domínios da chamada neo-soul; o seu primeiro álbum foi editado a 24 de Agosto de 2013, dia do seu 19º aniversário.

2 - IF YOU WAIT, London Grammar.


[Canção: NIGHTCALL] Paisagens pop, horizontes electrónicos, alguma contaminação trip hop, dois rapazes (Dan Rothman, guitarra; Dot Major, piano, bateria e tudo o que for necessário) e uma rapariga (Hannah Reid, vocalista de serena teatralidade): são de Londres, of course.

3 - SAN FERMIN, San Fermin.


[Canção: DAEDALUS] San Fermin? O festival de Pamplona? O álbum tem um touro na capa, mas a banda é a cena de trabalho de um compositor de Brooklyn, Ellis Ludwig-Leone, ex-assistente de Nico Muhly: sofisticação pop reescrita, em apoteose, como monumento sinfónico.

4 - SILENCE YOURSELF, Savages.


[Canção: HUSBANDS] Londres, outra vez. É um quarteto feminino que abraçou as radiosas angústias do pós-punk e soa como se o mundo tivesse começado ali (ou acabado, tanto faz...). A vocalista, Jehnny Beth, é de facto francesa e chama-se Camille Berthomier. C'est la vie.

5 - PURE HEROINE, Lorde.


[Canção: TENNIS COURT] Ninguém escapou a Royals, o single que fez de Lorde uma espécie de Miley Cyrus em versão alien. É bastante melhor, digo eu. E não vem de Londres: nasceu na Nova Zelândia, tem 17 anos e no seu BI consta o nome Ella Maria Lani Yelich-O'Connor.

6 - AMOK, Atoms for Peace.


[Canção: DEFAULT] Aviso à navegação: é o joker desta selecção. Porque é um primeiríssimo álbum, mas de uma banda de experts reunidos por Thom Yorke, incluindo o produtor Nigel Godrich e Flea, dos Red Hot Chili Peppers. Mas não será que soa um pouco a Radiohead? Não um pouco... Muito!

7 - TORRES, Torres.


[Canção: HONEY] Será que podemos, ou devemos, falar de maturidade aos 22 anos? Torres chama-se, de facto, Mackenzie Scott e vem de Nashville. Em todo o caso, as suas raízes não estão exactamente no country, mas num rock primitivo, feminino, apaixonado e apaixonante.

8 - SING TO THE MOON, Laura Mvula.


[Canção: THAT'S ALRIGHT] Diz-se influenciada pelo som das Eternal. As profundezas da soul e as nuances do R&B ressurgem, cristalinas e sensuais, na voz desta intérprete inglesa, natural de Birmingham. Passou pelo coro de uma igreja, o que, bem entendido, só lhe fez bem.

9 - DAYS ARE GONE, Haim.


[Canção: FALLING] Beach Girls? As três irmãs Haim são da Califórnia (Los Angeles) e praticam uma pop tão visceral quanto versátil, a que tem sido reconhecida a influência dos Fleetwood Mac. Elas preferem evocar as Destiny's Child, o que talvez seja outra maneira de dizer o mesmo.

10 - 180, Palma Violets.


[Canção: LAST OF THE SUMMER WINE] Provavelmente, como num filme dentro de um filme, não saímos do mesmo sítio. Ou seja: ainda de Londres, aí estão os Palma Violets, senhores de um garage rock puro e duro, sem desculpas nem modernices — e quem vier atrás que feche a porta.

segunda-feira, setembro 09, 2013

A força dos London Grammar

Está a chegar o primeiro álbum dos London Grammar, If You Wait. E já passou a fase do pressentimento: depois da revelação de Metal & Dust, depois da recriação de Wicked Game, de Chris Isaak, aí está Strong, em teledisco dirigido por Sam Brown — desta vez, é mesmo provável que os britânicos tenham razões de força para proclamar the next big thing.

domingo, agosto 11, 2013

De Chris Isaak aos London Grammar

Dot Major + Hanna Reid + Dan Rothman = LONDON GRAMMAR
Já conhecíamos o trio London Grammar (de Londres, of course) através do EP Metal & Dust: em tempos de tantas inovações fake, distingue-os um depurado romantismo, avesso a modernizações postiças ou justificações panfletárias.
Ainda antes da chegada, a 9 de Setembro, do seu primeiro álbum, If You Wait, deparamos com uma proposta de revisitação revivalista (que não fará parte do álbum), ilustrando de forma exemplar a sua árvore genealógica: uma admirável versão de Wicked Game, de Chris Isaak, tema do álbum Heart Shaped World (1989) que viria a ser popularizado através da sua integração na banda sonora de Wild at Heart/Um Coração Selvagem (1990), de David Lynch.
Como complemento dos London Grammar, aqui fica também a recordação do original, através do belíssimo teledisco realizado por Herb Ritts, com Chris Isaak e Helena Christensen.



sexta-feira, abril 19, 2013

Lições de gramática pop

My God!. Ou seja: em Roma, sejamos romanos... Aliás, Londres, mas a questão mantém-se: os London Grammar são um trio que pratica um envolvente minimalismo pop — dois rapazes e uma rapariga de voz transparente e indecifrável, Hannah de seu nome, empenhados em criar um novo ciclo de canções de despojado romantismo. O seu primeiro EP aí está: Metal & Dust é o tema que lhe empresta o título; Wasting My Young Years surge numa espécie de teledisco simulado cuja dimensão onírica reforça a tensão interior da própria canção.




>>> Site oficial dos London Grammar.