Mostrar mensagens com a etiqueta Keith Jarrett. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Keith Jarrett. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, março 10, 2026

Keith Jarrett, 1986

© Kishin Shinoyama / ECM

Foi há 40 anos, na Suíça, no Festival de Verão de Lugano: na companhia de Gary Peacock (contrabaixo) e Jack DeJohnette (bateria), Keith Jarrett dava nova vida a I Fall In Love Too Easily, tema clássico de Jule Styne (música) e Sammy Cahn (letra), cantado pela primeira vez em 1945, por Frank Sinatra, no filme Anchors Aweigh/Paixão de Marinheiro, de George Sidney — sublime.

terça-feira, fevereiro 03, 2026

I Fall In Love Too Easily x 3

Composta por Jule Styne (música) e Sammy Cahn (letra), I Fall In Love Too Easily é uma jóia do cancioneiro musical de Hollywood — a canção foi interpretada pela primeira vez por Frank Sinatra no filme Anchors Aweigh/ Paixão de Marinheiro (1945), de George Sidney, sendo conhecida através de múltiplas versões, incluindo as de Chet Baker, Ray Conniff, Shirley Horn, Tony Bennett e Anita O'Day. Eis o original e a sua recriação por Miles Davis e Keith Jarrett.
 
>>> Frank Sinatra (com Gene Kelly) em Anchors Aweigh (1945).
 

>>> Miles Davis — Copenhaga, 1969.
 

>>> Keith Jarrett, com Gary Peacock (baixo) e Jack DeJohnette (bateria) — Festival de Lugano, 1986.
 

domingo, janeiro 11, 2026

10 discos de 2025 [10]

* NEW VIENNA, Keith Jarrett

Porquê New Vienna? Porque já existia um Vienna Concert, gravado em 1991 e editado, também pela ECM, em 1992. Foi gravado em 2016, na Musikverein, e ilustra o génio de um pianista que, partindo das liberdades do improviso jazzístico (lembremos o emblemático Facing You, 1971), foi protagonizando uma trajectória em que a atração do chamado domínio clássico aconteceu, não exactamente como um salto qualitativo, antes como a abertura de uma fronteira em que as formas de comunicação musical vão diluindo as matrizes tradicionais de indexação cultural (ouça-se Carl Philipp Emanuel Bach’s Württemberg Sonatas, gravação de 1994 editada em 2023). O aparecimento de New Vienna corresponde também a uma forma de resistência, já que Jarrett não desistiu de organizar e dar a ouvir os seus registos, apesar dos efeitos dos dois AVC que sofreu em 2018, obrigando-o a caminhar com uma bengala e impossibilitando o uso da mão esquerda. Depois do Bordeaux Concert (2022), também da digressão de 2016, o lançamento de New Vienna serviu para comemorar o 80º aniversário de Jarrett (nascido a 8 de maio de 1945 em Allentown, Pensilvânia), levando-nos a redescobrir a amplitude dos seus dotes e a magia da relação solitária com o piano — se é necessário haver um álbum a que damos a designação de "disco do ano", será este.
 

[ Patti Smith ] [ Taylor Swift ] [ Ryan Adams ] [ Lucy Dacus ] [ Ambrose Akinmusire ] [ Haim ]
[ Jonny Greenwood ] [ Bruce Springsteen ] [ Alice Sara Ott ]

quinta-feira, abril 25, 2024

Rick Beato celebrou 62 anos

Guitarrista, produtor, professor e personalidade do YouTube, o americano Rick Beato fez 62 anos no dia 24 de abril. Decidido a encontrar o tema musical adequado para a celebração do seu aniversário, partilhou a sua pesquisa com a filha... e digamos que as coisas não correram muito bem... Ou melhor, correram tão lindamente que acabaram por configurar uma pequena e preciosa lição sobre a escuta, desembocando em Shostakovich e Keith Jarrett — em jogo está o que escutamos e, sobretudo, como escutamos.
Em baixo, a entrevista de Keith Jarrett a Rick Beato, realizada em fevereiro de 2023.



sexta-feira, janeiro 19, 2024

Keith Jarrett
* 10 discos de 2023 [10]

* KEITH JARRETT
Carl Philipp Emanuel Bach


Depois dos dois ataques cardíacos que sofreu em 2018, Keith Jarrett deixou de tocar, está mesmo impossibilitado de usar a mão esquerda no seu piano. É uma condição que ele vive, paradoxalmente ou não, numa intimidade feliz com a música — a conversa com Rick Beato, reproduzida aqui em baixo, é esclarecedora e emocionalmente contagiante.
Entretanto, a ECM tem promovido o relançamento de alguns títulos emblemáticos da sua discografia, incluindo o registo triplo que reúne os lendários concertos de Bremen e Lausanne, em 1973.  O álbum Carl Philipp Emanuel Bach foi uma novidade absoluta e, no seu misto de precisão e liberdade, merece, neste balanço de 2023, o epíteto de disco do ano.
Trata-se, de facto, de uma gravação que permaneceu inédita, apesar de ter sido realizada há quase três décadas — aconteceu em maio de 1994, no espaço caseiro do próprio Jarrett, Cavelight Studio. As célebres Württemberg Sonatas surgem, assim, como matéria de um verdadeiro renascimento, de uma só vez técnico e sensual, intimista e universal. Ou como ele disse: “Ouvi as sonatas tocadas por cravistas e senti que havia espaço para uma versão de piano" — eis o primeiro movimento, Moderato, da Sonata nº 1.




* * * * *
Lana Del Rey
Nina Simone
Carminho

Piotr Beczala
The Dream Syndicate
Feist
PJ Harvey
Camille Thomas
The Kills

sábado, janeiro 07, 2023

10 DISCOS DE 2022

* Depois da publicação de posts individuais sobre cada um destes discos (o primeiro a 19 de dezembro, o último a 5 de janeiro), aqui fica o respectivo balanço.

01_KEITH JARRETT
Bordeaux Concert

02_THE SMILE
A Light for Attracting Attention

03_MITSUKO UCHIDA
Beethoven Diabelli Variations

04_EZRA FURMAN
All of Us Flames

05_TESS PARKS
And Those Who Were Seen Dancing

06_LEONIDAS KAVAKOS
Bach: Sei Solo

07_JACK WHITE
Entering Heaven Alive

08_SONIC YOUTH
In/Out/In

09_ANNA VON HAUSSWOLFF
Live at Montreux Jazz Festival

10_FADO BICHA
Ocupação

[ instagram ]

quinta-feira, janeiro 05, 2023

10 discos de 2022 [10]

* Bordeaux Concert

Keith Jarrett sofreu dois AVC em 2018, só conseguindo tocar o piano com a mão direita. A sua prodigiosa discografia de improvisos termina, assim, com os registos da digressão europeia de 2016 a que pertence este concerto realizado a 6 de julho, no Auditório da Ópera Nacional de Bordéus — Munich 2016 e Budapest Concert tinham sido editados em 2019 e 2020, respectivamente. Dir-se-ia que as performances a solo de Jarrett definem um longo romance, de que ele é personagem única, em que cada capítulo parece começar onde terminou o improviso anterior, segundo uma lógica cuja angústia primordial se vai dissipando no equilíbrio instável que as formas, milagrosamente, adquirem e representam. É de solidão a música de Jarrett, e também de um universalismo que convoca a humildade da nossa escuta — eis a Part III do aconteceu em Bordéus.


[ Instagram ]

[ Fado Bicha ]  [ Anna von Hausswolff ]  [ Sonic Youth ]  [ Jack White ]  [ Leonidas Kavakos ]

segunda-feira, dezembro 28, 2020

10 álbuns de 2020 [5]

Keith Jarrett

Impossível escutar este registo de uma digressão europeia de 2016 sem sentir a sua cruel simbologia: Keith Jarrett sofreu dois AVC em 2018 (ele próprio o revelou em outubro deste ano, em entrevista a The New York Times); com o lado esquerdo parcialmente paralisado, o seu regresso aos palcos afigura-se altamente improvável. Entre os geniais improvisos e a recriação de standards, o concerto de Budapeste, realizado na Sala Béla Bartók, possui qualquer coisa de cerimónia religiosa tecida de trágica alegria — eis a "Parte VII".



* * * * *

[ 1. Fiona Apple ] [ 2. Víkingur Ólafsson ] [ 3. Bob Dylan ] [ 4. Lianne La Havas ]

terça-feira, setembro 24, 2019

Piano solo [5/10]


[ Herbie Hancock ] [ Miksuko Uchida ] [ Patrick Leonard ] [ Grigory Sokolov ]

Um vício jornalístico faz com que muitas aproximações do universo criativo do americano Keith Jarrett dependam de uma lamentável fulanização. Dito de outro modo: por vezes, gasta-se mais espaço e tempo a especular sobre o "temperamento" do pianista do que a tentar estabelecer alguma ligação com as singularidades do seu génio.
Digamos para simplificar que, sendo Jarrett um maníaco da perfeição de estúdio (inclusive na "transferência" do jazz para os domínios da música clássica), há no seu trajecto um gosto muito particular pela performance ao vivo. É um gosto tanto mais perverso e fascinante quanto ele encara as suas componentes como uma "duplicação" da pureza ambiental do estúdio.
Exemplo extremo e muito pouco conhecido será Last Solo (2002), registo de um concerto em Tóquio, a 25 de Janeiro de 1984, fantástica celebração da solidão do intérprete devotado à resistência do seu piano — este é o encore do concerto, devidamente intitulado Tokyo '84 Encore.

terça-feira, janeiro 08, 2019

10 álbuns de 2018 [8]

* LA FENICE, Keith Jarrett

Digamos, para simplificar, que os tempos de Keith Jarrett não se medem pelo calendário tradicional. Nem confirmam categorias que aprendemos a nomear como "naturais" — num certo sentido, e por mais perturbante que isso possa parecer, ele visa a construção de uma nova Natureza. Assim, este lançamento de 2018, ainda e sempre com chancela da ECM, corresponde, de facto, a um registo de 2006, no Teatro La Fenice, em Veneza. Como ele gosta, sente-se o silêncio radical do lugar, povoado por um misto de ansiedade e deslumbramento. Além do mais, o rótulo de "disco de jazz" não poderia ser mais justo, e também mais insuficiente. Antes de pertencer a um domínio específico (e não podemos esquecer que ele tocou com Miles), Jarrett é, afinal, um artesão do piano, acreditando sempre que a sensualidade da sua relação com as teclas está longe de esgotar os limites de repertório e improviso. Por exemplo: The Sun Whose Rays, da ópera O Mikado (1885), de Gilbert & Sullivan, renasce nas mãos de Jarrett para além do espartilho de qualquer género — isto porque, como escreve Denis de Rougemont (citado por Godard em O Livro de Imagem), "a verdadeira condição do homem é de pensar com as suas mãos".

_____
Spiritualized
boygenius
Shemekia Copeland
Jorja Smith
Danish String Quartet
Neil Young
SOPHIE

sexta-feira, janeiro 22, 2016

A criação segundo Keith Jarrett

FOTO: Rose Anne Colavito / ECM
Há quem considere que o mal estar que, por vezes, acompanha as performances públicas de Keith Jarrett (n. 1945), levando-o a protestar contra os espectadores que não conseguem respeitar o silêncio exigido, ou mesmo a abandonar o palco, justificaria que o pianista tomasse aquela que foi a opção final de Glenn Gould. A saber: desistir dos concertos e investir todas as suas energias no trabalho de gravação no recato do estúdio.
Podemos admitir que tal hipótese já foi considerada pelo próprio. Mas obviamente não assumida. O seu álbum Creation, lançado pela ECM a 8 de Maio de 2015 (data do 70º aniversário de Jarrett), é a demonstração eloquente de um desejo de improvisação que, em última instância, procura a vulnerabilidade inerente à exposição em palco e ao seu singular impulso criativo (é disso que o título fala).
Antologiando nove partes de seis concertos de 2014, realizados em quatro cidades (Tóquio, Toronto, Paris e Roma), Creation é uma colecção de momentos de indizível confessionalismo, de alguma maneira procurando um lugar entre a herança de compositores que já gravou (Bach, sem dúvida, talvez Shostakovich) e a deriva jazzística [em baixo, alguns extractos colocados online pela Universal Music France].
Dir-se-ia que Jarrett não desiste da verdade muito física do toque das teclas, desse modo arriscando viver a sua radical solidão numa partilha relutante com os incautos espectadores — enquanto nos doar discos como este, todos os seus pecados lhe serão perdoados.

domingo, junho 21, 2015

Os arquivos clássicos de Keith Jarrett


O assinalar dos 75 anos de Keith Jarrett foi marcado pela ECM Records com dois lançamentos em simultâneo. Num deles ele mesmo escolheu e sequenciou uma série de improvisações. No outro, recorrendo a material de arquivo, dá-nos mais um registo de uma relação sua com os espaços da música clássica, num disco que junta gravações, feitas nos anos 80, de concertos para piano de Béla Bartók e Samuel Barber, acrescentando ainda, a encerrar o alinhamento, o registo de uma breve improvisação.

Foi na época de que datam estas gravações que Jarrett trabalhou por mais vezes peças de música clássica, datando dos oitentas a histórica colaboração com Gidon Kremer para dar forma a Fratres, de Arvo Pärt. Da sua discografia clássica na ECM destacam-se registos de interpretações de obras de Bach e Shostakovich. Neste novo disco estamos contudo em territórios da música orquestral, representando os registos as gravações existentes (captadas ao vivo) de peças que o pianista se preparava para gravar em estúdio, agenda que um acidente de ski o impediria de concretizar.

Bartók é um nome que habita as memórias mais remotas das vivências musicais de Keith Jarrett, recordando-lhe o professor que então lhe disse que ele era suficientemente talentoso para avançar seriamente pelos espaços da música clássica, mas que tinha de escolher um instrumento apenas para o fazer. Sobre o piano foi o mesmo professor que lhe chamou a atenção para o uso excessivo dos pedais… Na altura, como confessa num texto que inclui no booklet, não gostou de ouvir as palavras do professor. E a ideia de se concentrar num instrumento pareceu-lhe mesmo “estúpida”. E depois observa: “É claro que ele sabia mesmo o que estava a dizer”… Mesmo assim, na altura, escolheu logo o piano.

Anos mais tarde, já em plena década de 80, reencontrou Bartók quando preparou um trio de concertos para apresentar em concerto (havia também um de Baber, que conhecia bem desde os anos 60, e o de Stravinsky para piano e sopros). O disco que agora emerge resulta da reunião de duas gravações desta etapa. O Concerto para Piano op. 38 de Samuel Barber surge numa interpretação pela Runfunk-Sinfonieorchester Saarbrücken, sob direção de Dennis Russel Davies. O Concerto Para Piano Nº 3 Sz.119 de Béla Bartók (que é a mais brilhante das peças deste disco) surge numa gravação feita em Tóquio com a New Japan Philharmonic Orchestra, dirigida por Kazuyoshi Akiyama. Ao escutar as gravações fica claro que o mundo perdeu o que poderia ter sido um grande pianista concertista… Mas é como diz a lei de Lavoisier: tudo se transforma. E no fim até ficámos a ganhar.

Este texto foi originalmente publicado na Máquina de Escrever

segunda-feira, janeiro 05, 2015

30 discos de 2014 (J. L.)

Foi o ano da plena revelação de um dos álbuns mais electrizantes de Miles Davis: Miles at the Fillmore reúne os sons de quatro dias (17/20 Junho 1970) no Fillmore East, Nova Iorque, levando-nos a redescobrir um artista de génio numa encruzilhada fascinante entre o património acumulado e a vertigem da experimentação: é um álbum sem tempo, clássico pela excelência, moderno em qualquer conjuntura — e se é preciso escolher um disco do ano, este será o meu.
Em todo o caso, que o leitor não se iluda com a abundância, porventura deselegante, desta lista. Não são 30 discos porque queira fazer valer a quantidade. O excesso é, aqui, sintoma das próprias limitações que não posso deixar de me reconhecer: acredito que não ouvi com a devida atenção (ou, pura e simplesmente, não ouvi) muitos outros que, por certo, mereciam um destaque neste balanço. Digamos que estes podem condensar um panorama de géneros (e séculos!) cujos contrastes nos levam a experimentar a deslocação criativa das próprias fronteiras musicais — didacticamente, ou talvez não, aqui ficam por ordem alfabética dos respectivos títulos.

* The Art of Conversation, KENNY BARRON & DAVE HOLLAND



* Charlie Haden & Jim Hall, CHARLIE HADEN & JIM HALL

* Familiars, THE ANTLERS


* Gary Clark Jr. Live, GARY CLARK JR.

* Gist Is, ADULT JAZZ

* Gone Girl, TRENT REZNOR & ATTICUS ROSS

* The Great Lakes Suites, WADADA LEO SMITH

* High Hopes, BRUCE SPRINGSTEEN



* Last Dance, KEITH JARRETT / CHARLIE HADEN

* Macroscope, THE NELS CLINE SINGERS

* Manipulator, TY SEGALL

* Meshes of Voice, SUSANNA / JENNY HVAL


* The Rite of Spring, THE BAD PLUS

* Road Shows, Vol. 3, SONNY ROLLINS

* Ryan Adams, RYAN ADAMS

* Singles, FUTURE ISLANDS

* Small Town Heroes, HURRAY FOR THE RIFF RAFF

* Songs, DEPTFORD GOTH

* Spark of Life, MARCIN WASILEWSKI TRIO & JOAKIM MILDER

* Stravinsky: Le Sacre du Printemps & Petrouchka, LES SIÈCLES / FRANÇOIS-XAVIER ROTH


* To Be Kind, SWANS

* Trialogue, WESSELTOFT SCHWARZE BERGLUND

* Ultraviolence, LANA DEL REY

quinta-feira, julho 10, 2014

Os clássicos segundo Jarrett + Haden

Keith Jarrett (piano) e Charlie Haden (contrabaixo), respectivamente com 69 e 76 anos, são velhos aliados de muitas aventuras jazzísticas. E, para além das derivações mais ou menos heterodoxas de tais aventuras, sem nunca vacilarem na metódica veneração dos standards americanos. Recentemente lançado, Last Dance é o prolongamento natural de Jasmine (2010) — ambos os discos nascem, aliás, do mesmo período de gravações para a ECM, em Março de 2007.
Ou como há um classicismo que funciona, não apenas pelo reconhecimento, mas também através da sóbria arte da revelação — aqui ficam dois fragmentos de My Old Flame e 'Round Midnight.



quinta-feira, novembro 24, 2011

Sound + Vision Magazine:
as escolhas de Novembro



Entre livros, discos, DVD e Blu Ray viveu mais uma edição do Sound + Vision Magazine, que ontem decorreu ao fim da tarde na Fnac Chiado. Além das escolhas pessoais de cada um dos autores deste blogue falou-se do álbum 50 Words For Snow de Kate Bush, do novo teledisco dos Duran Duran realizado por Jonas Akerlund, do cinema de Gus Van Sant (a propósito do novo Restless, mas evocando também o magnífico Elephant) e, a fechar, a recente reedição em DVD e Blu Ray de O Rei Leão.

Aqui ficam, para arrumar ideias as, escolhas apresentadas nesta edição do Sound + Vision Magazine:

Discos
JL:
Keith Jarrett “Rio” (ECM/Dargil)
Stacey Kent “Dreamer In Concert”
Miles Davis “Live In Europe 1967 – Bootleg Series Vol 1”

NG:
Heróis do Mar “Heróis do Mar: 1981-1989”
Atlas Sound “Parallax”
Osso Vaidoso “Animal”

DVD/Blu Ray
JL:
“Isto Não é Um Filme”, de Jafar Panahi

NG:
“Tulpan”, de Sergei Dvortsevoy
“George Harrisson: Living In The Material World”, de Martin Scorsese
“Essential Killing”, de Jerzy Skolimowski

Livros
JL:
“Crime e Castigo”, de Fiódor Dostoiévski (duas traduções, uma da Ed. Presença, outra da Relógio d’Água)
“Helmut Newton - Polaroids”, de Helmut Newton

NG:
“D. Pedro V – Um Homem e um Rei”, de Ruben Andresen Leitão
“Liszt – Vida e Obra”, de Malcolm Hayes
“Sérgio Godinho e as 40 Ilustrações”, por vários autores

A próxima edição do Sound + Vision Magazine será um especial de Natal. Em breve anunciaremos aqui a data da sua realização.