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terça-feira, março 21, 2017

Natalie Portman + James Blake

O terceiro álbum de estúdio de James Blake, The Colour in Anything, tem um novo teledisco, protagonizado por Natalie Portman. Poucos dias antes do nascimento do seu segundo filho, Portman foi filmada por Anna Rose Holmer, numa encenação do tema My Willing Heart — ou como a mais genuína intimidade envolve uma delicada arte do corpo e do espírito, nada tendo a ver com o horror quotidiano da reality TV.

quarta-feira, novembro 26, 2014

Para ouvir: novo tema de James Blake



James Blake mantém firme a ideia de lançar alguns temas fora do quadro da obra que tem vindo a apresentar em álbum, expressando aqui desejos em explorar outros caminhos. Há algumas semanas apresentou, no seu programa na BBC, um tema novo. Chamou-lhe 200 Press porque apenas 200 cópias serão prensadas. O single surge a 8 de dezembro através da 1-800 Dinosaur, etiqueta do próprio James Blake. Estará disponível em vinil e em edição para download digital.

Podem ouvir aqui um excerto do tema.

segunda-feira, janeiro 20, 2014

Ouvir: uma nova canção de James Blake

A BBC Radio 1 apresentou recentemente um novo tema de James Blake. Trata-se de 40455, que aqui podem escutar numa gravação direta a partir da emissão da BBC.

terça-feira, dezembro 10, 2013

As canções de 2013:
James Blake, Retrograde



Mais uma das grandes canções de 2013. Esta anunciou logo nas primeiras semanas do ano a chegada de um novo álbum de originais de James Blake. Ao álbum chamou Overgrown e com ele mostrou que não era fenómeno de um disco apenas. Aqui há uma carreira a ganhar expressão.

quinta-feira, outubro 31, 2013

James Blake vence Mercury Prize de 2013


James Blake venceu a edição 2013 do Mercury Prize – o mais conceituado em terras britânicas, nascendo diretamente de escolhas dos profissionais da indústria discográfica – com o seu segundo álbum de originais, Overgrown. Criado em 1992 para distinguir o melhor álbum editado no Reino Unido e Irlanda, o Mercury Prize distinguiu Screamadelica dos Primal Scream na sua primeira edição. Na edição de 2012 os vencedores foram os Alt-J. Nomes como os Suede, M-People, Pulp, Portishead, Antony & The Johnsons, Franz Ferdinand ou Arctic Monkeys já surgiram entre os distinguidos. Até hoje apenas PJ Harvey ganhou mais que uma vez, triunfando em 2001 e 2011, respetivamente com Stories of The City Stories of The Sea e Let England Shake.

terça-feira, outubro 15, 2013

A boleia de James Blake

Um dos mais belos temas do alinhamento do segundo álbum de originais de James Blake acaba de conhecer uma nova versão, contando com uma contribuição vocal de Chance The Rapper. Aqui fica o teledisco que acompanha esta nova leitura de Life Round Here. Já ouvi boleias mais inspiradas...

sexta-feira, outubro 04, 2013

James Blake, num estúdio de televisão

James Blake passou uma vez mais pelos estúdios da BBC, para atuar no programa de Jools Holland. Desta vez apresentou Retrograde, a canção que há alguns meses atrás serviu de cartão de visita ao seu segundo álbum de originais.

 

segunda-feira, abril 15, 2013

Num "filme", com James Blake

Mais um teledisco para mais um tema do belíssimo Overgrown, o novo álbum de James Blake. A escolha desta vez recaiu sobre o tema-título, que abre o alinhamento do disco. Aqui ficam as imagens.

quarta-feira, abril 10, 2013

Novas edições:
James Blake, Overgrown

James Blake 
"Overgrown"
Universal Music
5 / 5

Este texto é um excerto de um artigo originalmente publicado na edição de 8 de abril do DN com o título 'Cantos de Melancolia e Elegância no Segundo Álbum de James Blake'.

Poucos são os músicos que podem inscrever na sua história pessoal a memória de um disco que marca um tempo, abre caminhos e gera descendências. Nos últimos 20 anos, e já depois do visionário Blue Lines (1991) dos Massive Attack que abriu as portas aos anos 90, chegaram a este patamar nomes como os Portishead (Dummy, 1994), Beck (Odelay, 1996), os Daft Punk (Homework, 1997), os Air (Moon Safari, 1998), os Strokes (Is This It , 2001), os Arcade Fire (Funeral, 2004), os LCD Soundsystem (LCD Soundsystem, 2007), os Animal Collective (Merriweather Post Pavilion, 2009) e, mais recentemente, a estreia em álbum de James Blake, em 2011. Dois anos depois, Overgrown confirma que esse não foi um episódio único e que no músico encontrámos já um dos grandes valores do nosso tempo. Editado em fereveiro de 2011, James Blake assinalava um substancial passo em frente, revelando um plácido e admirável novo mundo feito de electrónicas capazes de conviver com a presença próxima das notas de um piano, cedendo depois o protagonismo a uma voz frágil (mas expressiva), sob um claro gosto pela exploração dos limiares do silêncio. O silêncio era, de resto, um dos elementos centrais na escrita de canções de arquitetura minimalista nos recursos, mas de impressionante solidez na composição. Dois anos depois - pelo caminho tendo atuado pelo mundo fora e editado novos EPs, em alguns casos assinalando pontuais reencontros com uma música com outra intensidade rítmica - eis que entra em cena Overgrown. E com este segundo disco chega um alinhamento que sublinha e reforça a constatação do talento de uma "voz" que, depois da revelação, te m aqui a sua confirmação. Diferente do tom mais geométrico e fragmentário que encontrávamos entre as canções de James Blake, nas propostas do novo disco escutamos a mesma voz frágil e a mesma alma melancólica do seu canto entregues a composições onde, em lugar do silêncio, sentimos desta vez uma curiosidade pela exploração das potencialidades dos sons. Há registos eletrónicos, o incontornável piano e um trabalho de produção que escuta ocasionalmente os espaço do eco. Irresistivelmente elegante, Retrograde foi desta vez o single de apresentação, como que a sugerir que se dava um passo em frente sem voltar as costas ao que o álbum de estreia conquistara. O disco conta ainda com duas importantes contribuições que ajudam a alargar mais ainda o espetro sonoro em que as novas canções caminham. A de Brian Eno enquanto co-autor de Ditigal Lion (todos os restantes temas do disco são assinados pelo próprio James Blake, que é também o produtor do álbum). E RZA, um dos nomes do coletivo Wu-Tang Clan, que partilha com Blake o protagonismo de Take A Fall For Me, a mais explícita das abordagens do autor do disco aos universos do hip hop. Mais distante das demais canções é contudo Voyager, que chega mesmo a assimilar elementos do techno. Feitas as contas às novas canções de Overgrown, James Blake apresenta-se assim em 2013 com um disco que reforça o seu estatuto entre os nomes de referência da década que estamos a viver.

segunda-feira, abril 08, 2013

O 'voyeurismo', segundo James Blake

Chega hoje ao mercado Overgrown, o novo álbum de James Blake. Enquanto não falamos aqui sobre o disco (está para breve, fica prometido), vemos o teledisco agora apresentado para Voyeur. Trata-se de uma animação, assinada por Tobias Revell e Ferry Gouw.

segunda-feira, março 11, 2013

Aperitivos para 'Overgrown'

É naturalmente um dos álbuns mais aguardados de 2012, este segundo de James Blake. Depois do cartão de visita ao som de Retrograde e de uma segunda amostra do que nos espera em Digital Lion, eis que surge agora uma pré-apresentação dos restantes temas de Overgrown.

Podem ouvir aqui.

sexta-feira, março 08, 2013

Mais uma canção de James Blake

Continuamos a descobrir, aos poucos, as canções do segundo álbum de James Blake. Com o título Overgrown, tem data de lançamento agendado para 8 de abril. Hoje deixamos aqui o novo Digital Lion.

quarta-feira, fevereiro 20, 2013

Sound + Vision Magazine
hoje às 18.30 na Fnac Chiado


Hoje o Sound + Vision regressa ao espaço da Fnac Chiado para falar dos livros, dos discos e dos filmes que fazem a atualidade. Em mês de entrega de Óscares faremos um foco especial não apenas nas nomeações que aguardam prémios mas entre ligações com a história das estatuetas douradas anualmente atribuídas em Hollywood. Pela edição de hoje passam ainda sons daquele que brevemente será o novo álbum de James Blake e pelo novo disco de Nick Cave, gravado com os Bad Seeds.

segunda-feira, fevereiro 11, 2013

James Blake: agora o teledisco

Foi uma das surpresas da última semana (partilhada com a chegada de um novo disco dos My Bloody Valentine). Retrograde é o single de apresentação do segundo álbum de James Blake, que tem edição agendada para 9 de abril. Na semana passada escutámos a canção. Agora temos o teledisco.

sexta-feira, fevereiro 08, 2013

O novo single de James Blake

É claramente um dos acontecimentos da semana e deixa já água na boca sobre o que nos espera quando, em inícios de abril, chegar o álbum Overgrown aos escaparates das novidades. Retrograde é o novo single de James Blake. Ainda sem teledisco. Mas que podemos ouvir num excerto de uma emissão da BBC onde teve estreia mundial

Pode ouvir aqui a canção (e uma entrevista com o músico).

sexta-feira, setembro 28, 2012

Strike a pose...

Não vos vamos enganar... A expressão pode evocar memórias de outra canção, outra voz e outros tempos. Mas são palavras que escutamos em Confidence Boost, de Timbal que, numa remistura assinada por James Blake, surge como uma das mais surpreendentes e desafiantes propostas em regime eletrónico neste início rentrée. Aqui fica o teledisco.

segunda-feira, janeiro 09, 2012

Novas edições:
James Blake, Love What Happened Here


James Blake 
“Love What Happened Here” 
R&S Records 
4 / 5

Entre um álbum de estreia que marcou a agenda do som do ano passado e uma mão cheia de singles e EPs, James Blake deve ser dos músicos com mais discos editados (e globalmente comentados) entre 2010 e 2011. Para não quebrar o ritmo, lançou o EP Enough Thunder no Outono, aí focando uma lógica de continuidade face ao que nos mostrara no álbum, concedendo ao piano uma voz ainda mais presente em alguns instantes. Em Dezembro chamava-nos contudo a atenção para algo completamente diferente, num EP que, lançado pela R&S Records, reencontrava o contacto com os ritmos e os métodos da dança que recordamos, por exemplo, do belíssimo CMYK (de 2010). Será Love What Happened Here um compasso de espera, com jeito de coisa de descompressão, antes de um segundo álbum, ou o retomar de um caminho que venha a caracterizar a criação do sucessor de James Blake. Acreditando mais na hipótese um que na dois (afinal a edição surge no quadro de um percurso em paralelo numa outra editora), o certo é que o EP mostra que o músico não só não está fechado no mundo minimalista e frágil que explorou no álbum, como mantém o interesse pelas suas raízes R&B e dubstep, assim como um gosto pela exploração e aventura. O tema que dá título ao EP é um herdeiro natural de CMYK, segue caminhos semelhantes e, na verdade, é canção com perto de um ano de vida, tendo merecido exposição na rádio ainda antes do lançamento do álbum, embora acabasse arrumada (para descansar) numa gaveta durante alguns meses. At Birth, na outra face, é ainda mais intenso mergulho na exploração do ritmo, atento contudo a uma vontade em sugerir uma cenografia e um espaço ao seu redor. Curbside, mais próximo de genéticas do hip hop e de uma certa liberdade jazzística, representa a revelação de um novo espaço a explorar, todavia para já mais interessante na vontade de o fazer que na forma como o concretiza. Contra a solidez formal que sustentava o alinhamento do álbum ou de EPs como Klavierwerke ou Enough Thunder, este novo disco talvez seja o menos focado dos títulos mais recentes na obra de James Blake. Mas mostra como o músico não baixou os braços e continua firme na sua vontade em viver a música como uma aventura feita de diálogos entre heranças e descobertas.

terça-feira, janeiro 03, 2012

Joni Mitchell, segundo James Blake


Não parou ao longo do ano. E editou mesmo um novo EP já na recta final de 2011. Mas o novo teledisco de James Blake apresenta uma canção de Enough Thunder, um outro EP lançado há já algumas semanas. Aqui fica A Case of You, versão de um original de Joni Mitchell. O teledisco é assinado por Seb Edwards e conta com o trabalho da actriz Rebecca Hall.

As melhores canções de 2011


Ainda a fechar a época de balanços de 2011 (só começaremos a ouvir discos novos, ou alguns ainda “esquecidos” da recta final do ano passado na próxima semana), deixamos hoje uma lista de dez canções que marcaram o ano.

1 . Brian Eno – Pour It Out 
2 . Panda Bear – Benfica
3 . James Blake – Lindisfarne
4 . Lana del Rey – Video Games
5 . Cat’s Eyes – I’m Not Stupid
6 . Bon Iver – Beth / Rest
7 . Jai Paul – BTSTU
8 . Jamie Woon – Street
9 . S.C.U.M. – Whitechapel
10 . MEN – Credit Card Babie$

terça-feira, dezembro 27, 2011

Os melhores discos de 2011


N.G.:

Pop/rock: Um ano de muitos discos (como tantos outros), mas com uma ideia dominante que ajudará, um dia, a memória a evocar 2011 segundo uma série de títulos, nomes e... um som. Com genética primordial no dubstep, uma relação com a canção, ferramentas electrónicas e um trabalho atento a filigranas de discretos acontecimentos, 2011 teve em nomes como James Blake, Nicholas Jaar, Jamie Woon ou Jai Paul alguns dos seus mais importantes embaixadores. O primeiro, que fora já uma das mais sérias promessas de 2010 confirmou em pleno as expectativas num álbum absolutamente notável que podemos entender como paradigma desta forma de fazer música. Apesar de ter já editado um primeiro disco em 2008, o nova iorquino Son Lux fez de We Are Rising o mais interessante dos momentos menos mediatizados do ano, num álbum criado em apenas 28 dias que serve, de certa forma, para dar continuidade a uma visão que busca caminhos novos além dos horizontes da pop, tal e qual o fez Sufjan Stevens em The Age of Adz. PJ Harvey, sob minimalismo de recursos, mas profundamente expressiva no retrato que traça da Inglaterra de hoje fez de Let England Shake o melhor dos discos de uma das mais impressionantes discografias do nosso tempo. Pela lista surgem ainda as canções de travo retro de John Maus, o regresso eloquente e gourmet de Kate Bush, o paisagismo ambiental de Julianna Barwick, as belíssimas canções de Bon Iver, a pop elegante de Destroyer, o encontro iluminado de Mimi Goese com Ben Neill ou as visões cénica e texturalmente ricas de Nicholas Jaar. O ano destacou ainda discos de uns Sound of Arrows, Cat’s Eyes, Alex Turner, David Lynch, Björk ou John Vanderslice. Mas um top 10 é um top 10...

1 . James Blake, James Blake
2 . Son Lux, We Are Rising
3. PJ Harvey. Let England Shake
4. John Maus, We Must Become The Pityless Consors of Ourselves
5. Kate Bush, 50 Words For Snow
6. Julianna Barwick, The Magic Place
7. Bon Iver, Bon Iver
8. Destroyer, Kaputt
9. Mimi Goese + Ben Neill, Songs for Persephone
10. Nicholas Jaar, Space Is Only Noise


Música portuguesa: Há muito que a música eléctrica portuguesa não escutava um disco assim. Intenso e diferente. E tudo sob um mínimo de recursos. Ana Deus e Alexandre Soares juntaram-se como Osso Vaidoso, a voz tendo por principal companhia uma guitarra eléctrica, as canções mostrando como com pouco se faz muito, às palavras sendo concedido um protagonismo que a tudo dá sentido. O ano teve uma vez mais em B Fachada um dos seus momentos de referencia, desta vez num disco que colocou o piano como principal elemento ao serviço da composição. Destaque-se ainda a confirmação das boas ideias pop de uns Capitães da Areia e a forma como Sérgio Godinho optou por celebrar os 40 anos de carreira com um disco de originais.

1 . Osso Vaidoso, Animal
2 . B Fachada, B Fachada
3 . Capitães da Areia, O Verão Eterno
4 . Sérgio Godinho, Mútuo Consentimento
5. You Can’t Win Charlie Brown, Chromatic
6. The Gift, Explode
7. Tiago Sousa, Walden Pond’s Monk
8. Aquaparque, Pintura Moderna
9. Amália Rodrigues, Amália Canta David
10. Joana Sá, Through This Looking Glass


Clássica: Depois de um 2010 que teve em Mahler um dos compositores mais presentes nos escaparates dos novos lançamentos, 2011 viu numa gravação da Sinfonia Nº 2 do grande sinfonista austríaco o seu melhor momento. A gravação, pela London Philharmonic Orchestra, é dirigida pelo jovem maestro russo Jurowski e revela tanto uma capacidade em explorar toda a melancolia que a música transporta como o sublinhar dos instantes exultantes que vincam a noção de ressurreição que afinal a caracteriza. Destaque maior ainda para um olhar sobre o 11 de Setembro por Steve Reich, numa obra que explora princípios que o compositor lançara há anos em Different Trains. Da multidão de discos lançados a assinalar o ano Liszt vale a pena reter a gravação dos seus dois concertos para piano, com Barenboim (solista) e Bloulez (maestro), acompanhados pela Staatskapelle Berlin. De um ano de muitos lançamentos na área da música clássica referências ainda à continuação de ciclos dedicados a Shostakovich e Sibelius, respectivamente por Petrenko e Inkinen, um Berlioz na voz de Von Otter e à presença da música do século XXI em gravações de obras de Adams, Denehy, Muhly e Bryars.

1. Jurowski / London Phil Orchestra – Mahler, Symphony N. 2
2. Steve Reich / Kronos Quartet – Reich, WTC 9 / 11
3. Baremboim + Boulez / Staatskapelle Berlin – Lizst, The Piano Concertos
4. Petrenko / Liverpool Phil Orchestra – Shostakovich, Symphonies 6 & 12
5. Von Otter + Tamestit, Minkowski / Les Musiciens du Louvre - Berlioz, Les Nuits d’Eté
6. Adams / International Contemporary Ensemble – Adams, Son of Chamber Symphony
7. van Raat + Nederlands Radio Ch. Philharmonic / Tausk – Bryars, The Piano Concerto
8. Upshaw + Lionáird, Pierson / Crash Ensemble - Denehy, Gra Agus Brás
9. Gould + Collon / Aurora Orchestra - Muhly, Seeing is Believing
10. Inkinen / New Zeland Symphony Orch – Sibelius .- Symphonies 6 & 7 + Finlandia


J.L.: 

Insólita paisagem, esta a que a digitalização conduziu a música: tudo coexiste, tudo colide, cada gesto é contaminação de outro, deixou de haver “linha da frente”. É num contexto assim que, creio, pode fazer sentido não esquecer o mais ousado dos mais jovens, de seu nome Miles Davis. Além do mais, temos o fado. Parafraseando os actores do programa de humor da RTP1, Estado de Graça, este é o tempo de uma histeria em que os fadistas brotam das pedras da calçada... Será que vamos perder tudo nas soluções mais fáceis do marketing e na banalização gerada pelo rótulo da “world music”? Fiquemo-nos pelas coisas certas: Cuca Roseta está aí e com ela, através do seu prodigioso álbum de estreia, mantemo-nos ligados à terra.

CUCA ROSETA, Cuca Roseta
LIVE IN EUROPE 1967/THE BOOTLEG SERIES VOL. 1, Miles Davis
BLOOD PRESSURES, The Kills
WE ARE RISING, Son Lux
RIO, Keith Jarrett
THE KING OF LIMBS, Radiohead
WHOKILL, tUnE-YarDs
SUPER HEAVY, Super Heavy
4, Beyoncé
ANNA CALVI, Anna Calvi