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domingo, abril 19, 2026

Madonna, I Feel So Free

Com lançamento agendado para 3 de julho, o novo álbumn de Madonna, Confessions II, já tem um single: I Feel So Free. Neste mundo material, eis que reencontramos a celebração imaterial da dança — passado e futuro enlaçados no presente.
 

quarta-feira, abril 08, 2026

The Strokes: nova canção, novo álbum

Notícia do dia, por certo do mês, talvez do ano: The Strokes têm um novo álbum — Reality Awaits — com lançamento agendado para 26 de junho. Para já, aí está Going Shopping, canção vinda dos confins do rock'n'roll, aí onde amargura e romantismo se cruzam sem complexos.

Like a tiger, they will chase you down
With words instead of claws
They will seduce you till you reach the point
To let yourself get mauled
The worse reality gets, the less you wanna hear about it
Solidarity can be difficult when you've got cool stuff to lose

I wanna be a 7-foot zombie
The pay is low, but I gotta do something
I'm at the mall and the song is bumping
There goes my future wife in the little red jumpsuit

I'm going away to the country
Don't wander off too far
I'm going out my mind
Throwing all my plans out the window
Don't wanna waste my life
I'll see you on the other side

I've been thinking about what I wanna say
But I'm an old man now, at least that's what they tell me anyway
We've been expanding on our greatness
Building future ruins
We're building castles from the bones of dead trees
Molded from the shattered houses of the dead sea

I moved away to the country
I had to change my way
But I kinda miss you now
Stockbrokers flying out the window
I kinda miss that sound
Don't want to wake up Pa

I can't wait, I'm goin' shoppin'
I'm at the mall, and the song is bumpin'
I want to be a 7-foot starfish
Above the law, a political puppet

I'm going back to the city
I'm 'bout to lose my mind
I'm gonna stay alive
I'm climbing out through the window
I miss the shops and malls
I'm gonna meet you there

Still throwing my phone out the window
I'm gonna soothe my soul
Can't wait, I'm going shopping
If you're better than me, you don't have to judge me

domingo, março 29, 2026

Wolf Alice, Leaning Against the Wall

A banda londrina Wolf Alice merece o rótulo clássico de alternativa, ainda que a sua energia resulte também da capacidade de integrar elementos díspares de inspirações tão diversas como o shoegaze ou o grunge. O seu quarto álbum de estúdio, The Clearing, é mais uma ilustração feliz dessa pluralidade, além do mais reforçando o peso decisivo da voz e da pose de Ellie Roswell — foi ela, aliás, que, em 2010, fundou os Wolf Alice com o guitarrista Joff Oddie; dois anos mais tarde chegaram o baixista Theo Ellis e o baterista Joel Amey.
Ei-los, no SNL, interpretando Leaning Against the Wall, um dos temas do novo álbum.
 

sábado, março 28, 2026

Blue Moon,
ou a arte nunca desiste da beleza

Ethan Hawke: celebrando a herança de Lorenz Hart

Richard Linklater é um realizador que gosta de revisitar a história do cinema. Com Blue Moon, propõe-nos uma maravilhosa redescoberta de Lorenz Hart, autor dos versos de centenas de canções lendárias — este texto foi publicado no Diário de Notícias (26 fevereiro).

Lorenzo Hart
Há muito que o género musical deixou de ser uma presença regular nas salas de cinema. Dir-se-ia que os espectadores que aprenderam a “ver” a música através de telediscos e telemóveis não têm disponibilidade para as gloriosas performances de Fred Astaire, Judy Garland ou Gene Kelly. Face ao filme Blue Moon, de Richard Linklater, digamos, para simplificar, que a sua maravilhosa evocação de um dos grandes letristas da história do musical, Lorenz Hart (1895-1943) pode servir para que não continuemos a alienar memórias preciosas.
Convém esclarecer que Blue Moon não é um musical — nem sequer é um filme em que haja qualquer momento coreográfico típico do género. Nada disso: este é um retrato de Hart numa única noite e praticamente num único cenário, o lendário restaurante Sardi’s em Manhattan, Nova Iorque.
Tudo acontece a 31 de março de 1943, quando Hart assiste à estreia do musical Oklahoma! (“com um ponto de exclamação”, como não se cansa de sublinhar), com música de Richard Rodgers e letras de Oscar Hammerstein II. Agastado com o espectáculo, abandona o seu camarote e refugia-se no Sardi’s que, um pouco mais tarde, será palco de uma recepção à dupla de autores. A sua prostração resulta menos do musical e mais do facto de Rodgers — com quem escrevera 28 musicais e mais de 500 canções, incluindo Blue Moon, Manhattan e Little Girl Blue — ter posto fim à sua colaboração, optando por trabalhar com Hammerstein. Na verdade, a vida de Hart, marcada pela solidão e o alcoolismo, estava já no capítulo final. Viria a falecer cerca de oito meses mais tarde, a 22 de novembro — a informação da sua morte constitui mesmo o prólogo do filme de Linklater.
Dito isto, não será fácil adivinhar o misto de alegria, sarcasmo e infinito amor pelo trabalho artístico que contamina todo o filme de Linklater. Claro que a composição de Hart por Ethan Hawke, num registo tão exuberante quanto carregado de subtis emoções, não será estranha à excelência dos resultados — foi, aliás, nomeado para o Oscar de melhor actor (é a sua quinta nomeação, sem esquecer que duas delas, em 2005 e 2014, foram na categoria de argumento adaptado em dois filmes também de Linklater, Antes do Anoitecer e Antes da Meia-Noite). Seja como for, importa não secundarizar o prodigioso argumento original assinado por Robert Kaplow (também nomeado na respectiva categoria), transformando o Sardi’s num palco de muitos contrastes em que Hart vai enunciado, ora em tom dramático, ora através de um humor contagiante, o seu fundamental princípio artístico e, mais do que isso, existencial. A saber: nunca desistir da beleza.
O que é, então, a beleza? A expressão mais visível é a personagem (fictícia) de Elizabeth Weiland, interpretada pela sempre impecável Margaret Qualley. Tal como confessa ao “barman” Eddie (Bobby Canavale), Hart tem por ela uma paixão intensa que, em qualquer caso, transcende a sexualidade — Hart confessa-se também como homossexual. Para ele, na relação com cada ser humano, tal como em cada verso das suas canções, a beleza é essa vibração sem nome que nos liberta das rotinas do quotidiano, da desumanização social e também da hipocrisia das relações humanas.

Welles, Godard & etc.

Como se prova, Linklater é um autor apostado em devolver o cinema à cinefilia, quer dizer, à consciência militante de que os filmes são (ou podem ser) uma arte que não abdica da celebração da beleza das histórias que se contam — e também daqueles que as vivem.
Afinal, com Me and Orson Welles (2008), ele já tinha trabalhado a partir de um romance do seu argumentista, Kaplow, evocando o trabalho de Welles no Mercury Theatre, em 1937 (quatro anos antes de realizar O Mundo a Seus Pés); entretanto, o ano passado, Linklater ofereceu-nos Nouvelle Vague, belíssima evocação da rodagem da primeira longa-metragem de Jean-Luc Godard, em 1959. Como Hart escreveu em Blue Moon, a lua pode “transformar-se em ouro” — não receemos a beleza da metáfora.

sexta-feira, março 20, 2026

Aldous Harding, uma nova canção

A neozelandesa Aldous Harding é uma força da natureza, assombrada por uma intensidade dramática toda ela domesticada em forma de poética contenção. Aí está uma nova canção, One Stop, prenúncio do seu quinto álbum de originais, Train on the Island, agendado para maio.


>>> Tiny Desk Concert, na NPR.

sábado, fevereiro 28, 2026

Charli XCX, O Monte dos Vendavais

Mais uma das canções de Charli XCX para a banda sonora de O Monte dos Vendavais, de Emerald Fennell, a mesma ambiência de um "sinfonismo" pop tecido de nostalgia e experimentação — eis o teledisco de Always Everywhere, dirigido por Mitch Ryan.
 

quinta-feira, fevereiro 26, 2026

Laufey canta Joni Mitchell

Incluída no álbum Clouds (1969), o segundo da discografia de Joni Mitchell, a canção Both Sides Now é um desafio para qualquer intérprete. Aí está a islandesa Laufey a mostrar que é possível revisitá-la sem atitudes banalmente copistas, sabendo preservar o seu espírito poético e também o seu delicado simbolismo — aconteceu no Piano Room da BBC2, com a BBC Concert Orchestra.
 

terça-feira, fevereiro 17, 2026

As ruas de Minneapolis, por Bruce Springsteen

As acções brutais das forças do ICE (Immigration and Customs Enforcement) na cidade de Minneapolis, com o saldo trágico de duas vítimas mortais, Alex Pretti e Renee Good, levaram Bruce Springsteen a escrever Streets of Philadelphia.
Fazendo recordar a energia de outros momentos emblemáticos da obra de Springsteen — de The River (1980) a The Rising (2002) —, momentos em que a consciência social se exprime através de um discurso visceralmente político, eis a canção na chamada radio mix; o teledisco (ou lyric video, se preferirem) tem assinatura de Thom Zimny.
 

quarta-feira, fevereiro 11, 2026

Jessie Buckley canta Sinead O'Connor

Jessie Buckley / ELLE

Jessie Buckley é uma força da natureza — descubram-na em Hamnet, o filme que lhe vai dar um merecido Oscar... O seu talento exprime-se também no canto, como podemos ouvir e ver nesta homenagem a Sinead O'Connor, em 2023, produzida pela RTÉ (Rádio Televisão da Irlanda) — a sua versão de Troy é notável.
 

sábado, fevereiro 07, 2026

Macy Gray na BBC

Saudades de Macy Gray? Ei-la, há dias, no Piano Room da BBC2 — este tema irresistível, I Try, uma peça exemplar de R&B, foi o single de maior impacto do seu álbum de estreia, On How Life Is. Quando? Em 1999!
 

sexta-feira, fevereiro 06, 2026

Somethin' Stupid
— Norah Jones e Joshua Homme

"Norah Jones Is Playing Along" — assim se chama um podcast que Norah Jones iniciou em 2022. Com uma regra central: receber outros artistas que, com ela, interpretam, de modo mais ou menos improvisado, algumas canções. Com o cantor e compositor Joshua Homme recriou Somethin' Stupid, tema que, em 1967, foi um imenso sucesso de Frank e Nancy Sinatra — eis uma performance de serena harmonia.

segunda-feira, janeiro 26, 2026

Celebrando as canções de Neil Diamond

Kate Hudson e Hugh Jackman: admiráveis!

Song Sung Blue faz o retrato de uma dupla que se celebrizou interpretando as canções de Neil Diamond: para a alegria dos resultados, são decisivas as interpretações de Hugh Jackman e Kate Hudson — este texto foi publicado no Diário de Notícias (8 janeiro).

Apesar da distorção industrial que o cinema dos EUA tem vivido nas últimas duas décadas — primeiro, com a invasão dos “blockbusters” da Marvel & afins, depois com a brutal concorrência das plataformas de “streaming” —, Hollywood vai gerando filmes que, melhor ou pior, sabem reencontrar e revalorizar os seus valores tradicionais. Assim acontece com Song Sung Blue, uma realização de Craig Brewer, que consegue a proeza de renovar, com discreta elegância e equilíbrio formal, a tradição da “biografia de um cantor”.
Não se trata de um exemplo linear dessa tradição que, em anos recentes, deu origem a títulos como Rocketman (Dexter Fletcher, 2019), sobre Elton John, ou Elvis (Baz Luhrmann, 2022). Em Song Sung Blue, Mike Sardina, a personagem central, é um “cantor-imitador”. Entenda-se: alguém cuja vida profissional, frágil e errática, é feita de breves performances em bares ou feiras a imitar Don Ho, um cantor pop nascido no Hawai muito popular ao longo da década de 1960.
Não estamos, por isso, em sentido estrito, perante um “musical”. Claro que o filme está recheado de canções, mas a matriz narrativa de Song Sung Blue pertence a um território mitológico visceralmente made in USA, centrando-se numa personagem que se transcende porque nunca desiste do seu sonho (americano, como é óbvio). Na companhia de Claire, uma imitadora de Patsy Cline com quem virá a casar-se, Mike muda o seu “paradigma”, fundando a banda Lightning and Thunder e triunfando numa nova especialização. Ou seja: celebrando o cancioneiro de Neil Diamond — será preciso recordar que Song Sung Blue, do álbum Moods (1972), é um tema lendário de Neil Diamond?
Convém não esquecer que Mike e Claire são personagens verídicas (ele falecido em 2006, contava 55 anos; ela actualmente com 64 anos), sendo o filme de Craig Brewer inspirado num documentário de Greg Kohs sobre o casal, também intitulado Song Sung Blue (2008). O certo é que o novo Song Sung Blue evita jogar a cartada da mera duplicação das figuras retratadas, evitando também, o que seria francamente pior, reduzir-se a uma espécie de “filme-concerto” pontuado pela dramatização de algumas situações.
Para que tudo isso resulte, a composição de Mike e Claire por Hugh Jackman e Kate Hudson é absolutamente decisiva. É com eles, e por eles, que perpassam as emoções da saga dos Lightning and Thunder, numa lógica narrativa cuidadosamente controlada. Dito de outro modo: esta não é uma colagem de canções que evocam determinadas personagens, mas sim uma história de gente viva para quem as canções são matéria nuclear dos valores da sua própria existência.

>>> Cena do filme: Hugh Jackman e Kate Hudson cantam Sweet Caroline.
 

>>> Song Sung Blue, por Neil Diamond.
 

sexta-feira, janeiro 23, 2026

50 anos de Station to Station [3/3]

Experimentador, sempre à frente do seu tempo, David Bowie só foi um visionário porque, paradoxalmente ou não, nunca cortou relações (em boa verdade, intensificou-as) com as referências que o inspiraram, de alguma maneira moldando a sua personalidade artística. Daí o seu reencontro com uma canção como Wild Is the Wind, original de Dimitri Tiomkin/Ned Washington para o filme homónimo de 1957, com Anna Magnani e Anthony Quinn sob a direção de George Cukor; Johnny Mathis era o intérprete, aliás com enorme na sucesso na época, mas talvez não seja exagero dizer que a versão mais lendária da canção pertence a Nina Simone (editada no seu álbum Wild Is the Wind, 1966). Para Bowie, retomar Wild Is the Wind era, antes de tudo o mais, uma homenagem a Nina — o teledisco da canção, produzido alguns anos mais tarde para o lançamento da antologia Changestwobowie (1981), com direção de David Mallet, inclui uma banda fictícia cujos elementos, de facto, não participaram na gravação da canção (Tony Visconti surge no baixo).
Station to Station foi lançado no dia 23 de janeiro de 1976 — faz hoje 50 anos.


>>> Site oficial de David Bowie.

quarta-feira, janeiro 21, 2026

Elles Bailey, Opus 7

Inglesa, natural de Bristol, Elles Bailey é um caso sério de reverente reinvenção de toda uma tradição em que a energia do blues por vezes convive, sem preconceitos, com a rudeza do rock. Assim volta a acontecer no seu sétimo álbum de estúdio, Can't Take My Story Away, uma coleção de onze canções cuja rigorosa produção não exclui uma sensação de espontaneidade, típica de um espaço de intimidade musical e afectiva — faz, por isso, sentido que o teledisco de Better Days tenha o feeling de um concerto privado.

sexta-feira, janeiro 09, 2026

David Bowie, memórias

Ontem, 8 de janeiro, passaram-se 79 anos sobre a data de nascimento de David Bowie. Amanhã, 10 de janeiro, prefazem-se dez anos sobre a sua morte, em 2016 [ver nota sobre sessão SOUND+VISION na FNAC Chiado]. Aqui se propõe uma cerimónia simples, misto de celebração e nostalgia: "Heroes", do álbum de 1977, num concerto em Dublin, em 2003 ['A Reality Tour'].

sábado, janeiro 03, 2026

10 discos de 2025 [6]

* I QUIT, Haim

Elas chamam-se Este (baixo, voz), Danielle (voz principal, guitarra, bateria) e Alana (guitarras, teclas, voz): as irmãs Haim, de Los Angeles, são um pequeno prodígio da pop contemporânea — sobretudo se pensarmos que a marca pop deixou de ser um rótulo dominador, tanto em termos artístcos como comerciais. Se quisermos evocar a bênção do destino, diremos que este seu quarto álbum de estúdio ilustra o estado de plena maturidade, até mesmo pelo tom amargo e doce das emoções e pensamentos que circulam pelas canções. O anti-romantismo de Down to Be Wrong pode servir de exemplo modelar: Down to be wrong, don't need to be right / I left you the keys, I left on the lights / I locked myself out of the house / I'm on the next flight, you can't talk me out of it — aqui numa performance no show de Jummy Kimmel.
 

[ Patti Smith ] [ Taylor Swift ] [ Ryan Adams ] [ Lucy Dacus ] [ Ambrose Akinmusire ]

segunda-feira, dezembro 29, 2025

10 discos de 2025 [4]

* FOREVER IS A FEELING: THE ARCHIVES, Lucy Dacus

Em 2025, celebrou 30 anos e lançou o seu quarto álbum (quatro anos depois do magnífico Home Video). A americana Lucy Dacus pertence a uma galeria de cantoras, também compositoras, em que a precisão dos detalhes afectivos vai a par de uma espécie de apagamento que resiste a qualquer facilidade confessional — por alguma razão, ela formou com Julien Baker e Phoebe Bridgers o grupo Boygenius sem que qualquer delas emergisse como líder (gostam até de escrever o nome da banda com minúscula: boygenius). Lançado em outubro, Forever Is a Feeling: The Archives é a edição "ampliada" de Forever Is a Feeling, surgido em março — uma coleção de discreta sofisticação poética e instrumental de que a canção Best Guess, serena deambulação masculino/feminino, pode ser o símbolo adequado.
 

[ Patti Smith ] [ Taylor Swift ] [ Ryan Adams ]

sexta-feira, dezembro 26, 2025

10 discos de 2025 [3]

* SELF PORTRAIT, Ryan Adams

Os tempos não são simpáticos para os trovadores. Entenda-se: para aqueles que cantam as secretas emoções dos amantes e outros nómadas sociais, sem fingirem que têm alguma terapia mediática para partilhar connosco. Depois de 2024, ano em que lançou cinco álbuns, Ryan Adams cumpriu 2025 "apenas" com a edição comemorativa dos 25 anos de Heartbreaker e este contido e, claro, trovadoresco Self Portrait (ouça-se o emblemático Fool's Game). Definitivamente inclassificável, Ryan Adams não desiste do maravilhoso escândalo que consiste em declarar que a música popular parou no tempo — aliás, o tempo pára com ela.
 

[ Patti Smith ] [ Taylor Swift ]

segunda-feira, dezembro 08, 2025

Mavis Staples, Opus 15

Verdadeira lenda do R&B, Mavis Staples, 86 anos, não editava um álbum desde 2019 (We Get By). Celebremos, por isso, o lançamento de Sad And Beautiful World, nº15 da sua discografia, aqui apresentado no programa de Stephen Colbert com a canção Human Mind.
 

domingo, dezembro 07, 2025

O Natal da família Wainwright

Não apenas Rufus Wainwright, mas também as irmãs Martha e Lucy, e o pai Loudon Wainwright III — The Wainwrights estiveram no programa de Jimmy Kimmel, interpretando If We Make It Through December, um clássico de Natal, da colheita de 1973, composto e interpretado por Merle Haggard and the Strangers.