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sexta-feira, janeiro 22, 2010
Um gato na cidade
quarta-feira, janeiro 20, 2010
Obama... em Barcelona
terça-feira, janeiro 19, 2010
segunda-feira, janeiro 18, 2010
Gaudi a 17 euros e meio
domingo, janeiro 17, 2010
sexta-feira, janeiro 15, 2010
Uma loja de discos em Barcelona
A Wah Wah Records tem site, que opode ser consultado aqui.
quarta-feira, janeiro 13, 2010
Três olhares por Barcelona (3)
terça-feira, janeiro 12, 2010
Quando a Diagonal chega ao mar
segunda-feira, janeiro 11, 2010
Pelas ruas de Barcelona
Um olhar hoje por algumas lojas de referência, já com expressão internacional, que podemos encontrar em Barcelona mas que ainda não chegaram a Portugal.
Uma das mais interessantes lojas de roupa para homem na Londres actual chegou já a Barcelona. A Topman, que tem a sua loja de referência em pleno Oxford Circus, abriu em Barcelona uma loja de dois andares a um quarteirão da Plaça de Catalunya, na esquina do Carrer de Balmes com o Carrer de Bergone.
Site oficial da Topman.
Já um “clássico” de referência na cultura indie com berço nos EUA, a American Apparel tem uma loja em pleno bairro gótico, no número 7 na Carrer d’Avinyó, quase na esquina com a Carrer de Ferran. A entrada parece “magra”, mas a loja é funda e apresenta as várias colecções (e cores) que fizeram fama à marca.
Site oficial da American Apparel.
E começamos pela Muji. A marca japonesa que aplica um conceito de design minimalista a peças que vão das canetas, lápis e blocos de notas a acessórios para a casa e mesmo roupa, tem duas lojas em Barcelona. Uma no centro, no nº 81 da Rambla Catalunya (perto da Fundação Tàpies e da Casa Batlló). A outra no centro comercial L’Illa Diagonal, na Av. Diagonal 545-565.
Site oficial da Muji.
Site oficial da Topman.
Site oficial da American Apparel.
domingo, janeiro 10, 2010
Três olhares por Barcelona (2)
sexta-feira, janeiro 08, 2010
quinta-feira, janeiro 07, 2010
Uma fundação com vista sobre a cidade
O edifício, criado por Josep Lluis Serp, velho amigo de Miró, explora de forma espantosa a relação dos espaços expositivos com o ambiente ao seu redor, proporcionando vários pontos de vista sobre a cidade que se estende em frente.
Acolhendo neste momento exposições temporárias de Frantisek Kupka (pintor checo com obra feita na primeira metade do século XX) e Mario Garcia Torres (no Espai 13, zona essencialmente dedicada a mostras de novos artistas), o edifício mostra ainda uma significativa colecção permanente de obras de Juan Miró, desde pinturas, esculturas e desenhos a tapeçarias e algum material fotográfico.
(1940)
A colecção permanente da fundação inclui neste momento cerca de 14 mil obras do pintor, grande parte delas doadas pelo próprio. Destas 14 mil 217 são pinturas, 178 são esculturas, 9 são tapeçarias, 4 cerâmicas e mais de 8 mil desenhos. Ao longo dos anos, entre os nomes expostos em mostras temporárias nesta fundação contam-se, entre outros, Tàpies, Rothko, Magritte, Warhol, Mappelthorpe, Judd ou Duchamp.
Site oficial da Fundació Juan Miró
quarta-feira, janeiro 06, 2010
Um museu atento ao presente
John Cage: a exposição
É uma exposição para ver e, sobretudo, ouvir, parte significativa dos materiais expostos sendo partituras de composições de várias etapas na obra de Cage, a caga uma estando associado um ponto de escuta, com auscultadores que permitem a transformação em sons das notações expostas. Um piano de cauda “preparado” surge logo na segunda sala, permitindo ao visitante compreender os mecanismos que geraram sons em algumas das mais marcantes obras de Cage. Há ainda documentação fotográfica, artigos publicados na imprensa, entrevistas em vídeo, cartas (algumas assinadas por La Monte Young). Faltam contudo as capas dos discos e mais programas de concertos que representem os momentos de materialização da música que passa por estas salas do museu.
A histórica e marcante reflexão sobre o silêncio que John Cage criou em 1952 sob o título 4’33” (ou seja, quatro minutos e trinta e três segundos) tem um peso determinante no percurso de que se fala. O percurso pelas várias salas revela também como Cage foi criando novas formas de notação, propondo representações gráficas da sua música.
O MACBA apresenta, como complemento a esta exposição, um catálogo de 300 páginas que junta às partituras, fotos e imagens de outras peças expostas, uma série de ensaios sobre o compositor e as suas reflexões sobre música e silêncio.
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