Mostrar mensagens com a etiqueta Mitski. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Mitski. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, março 09, 2022

Son Lux + Mitski + David Byrne

Everything Everywhere All at Once / Tudo em Todo o Lado ao Mesmo Tempo, comédia de ficção científica com assinatura de Dan Kwan e Daniel Scheinert, é um filme americano com estreia marcada para março/abril (7 de abril nas salas portuguesas). Para já, fiquemos com uma canção da banda sonora — intitula-se This Is A Life e resulta da colaboração de um trio de luxo: Son Lux, Mitski e David Byrne.

sábado, outubro 23, 2021

Mitski, "Working for the Knife"

Lembram-se de Bury Me at Make Out Creek (2015)? Ou de Puberty 2 (2016)? Ou ainda do maravilhoso Be the Cowboy (2018)? Pois bem, Mitski, americana de origem japonesa, está de volta com o single Working for the Knife, uma bela aventura de solidão e teatralidade, filmada com verve por Zia Anger.

I cry at the start of every movie
I guess 'cause I wish I was making things too
But I'm working for the knife

I used to think I would tell stories
But nobody cared for the stories I had
About no good guys

I always knew the world moves on
I just didn't know it would go without me
I start the day high and it ends so low
'Cause I'm working for the knife

I used to think I'd be done by twenty
Now at twenty-nine, the road ahead appears the same
Though maybe at thirty I'll see a way to change
That I'm living for the knife

I always thought the choice was mine
And I was right but I just chose wrong
I start the day lying and end with the truth
That I'm dying for the knife

sábado, agosto 18, 2018

Mitski ou como (não) ser simples

Nascida no Japão, em 1990, filha de pai americano e mãe japonesa, a americana Mitski vive, por certo, no cruzamento de muitas influências e inspirações. Apesar disso, ou através disso, o seu trabalho exibe uma desconcertante transparência tecida de fascinantes paradoxos — nas suas canções, o gesto aparentemente mais simples pode ser também o mais experimental.
Depois de dois álbuns auto-produzidos, já nos tinha presenteado com os magníficos Bury Me at Makeout Creek (2014) e Puberty 2 (2016). Agora, com Be the Cowboy, dir-se-ia que Mitski consegue consumar a quadratura do círculo: organizar uma antologia coerente de 14 canções em que, através de um pudico confessionalismo, sentimos que cada tema constitui, em si mesmo, uma experiência singular de risco e consequência. No limite, desafiando o desejo de dizer "eu", como se prova pelo teledisco de Nobody — eis um belo cartão de apresentação para aquele que ficará, por certo, como um dos melhores discos do ano.

sábado, março 14, 2015

O feminismo segundo Mitski

Independente. Original. Sem compromissos. Os rótulos ainda existem, ainda têm de razão de ser. Para mais, com um toque de poético feminismo — assim é a novaiorquina Mitski no seu álbum de estreia, Bury Me at Make Out Creek. Para ver: o magnífico teledisco animado de Townie, realizado por Fay Orlove. Para escutar: as dez canções do disco.