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segunda-feira, novembro 23, 2015
Miss Piggy como... Adele
O mais recentre spot publicitário para o regressado formato televisivo d’Os Marretas usa o mais recente single de Adele como banda sonora e Miss Piggy como protagonista numa clara alusão ao teledisco de Hello.
quarta-feira, setembro 02, 2015
Para ler: uma reflexão
sobre os novos Marretas
Ao que parece a nova namorada de Cocas, o sapo, é mais jovem e mais magra que Miss Piggy... E chama-se Denise. Aqui ficam umas palavras publicadas no Guardian sobre o tema.
Podem ler aqui
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segunda-feira, maio 05, 2014
Quando a sequela é melhor que o filme original
Este texto é uma versão acrescentada de um outro originalmente publicado no DN com o título 'A nova vida dos Marretas na Disney'.
Se durante anos a fio o rato Mickey surgia como um dos mais evidentes ícones representativos do universo Disney, ao longo dos últimos tempos outras figuras entraram em cena, fruto de novas produções ou das sucessivas aquisições da companhia. Assim, ao lado de Mickey, do pequeno leão Simba ou do peixinho Nemo a Disney hoje tem entre a sua “galeria” figuras como Darth Vader (e está prevista para 2015 a estreia do Episódio VII d’A Guerra das Estrelas, o primeiro na companhia) assim como o Sapo Cocas, Miss Piggy o urso Fozi ou o cão Rowlf.
Foi longo o processo de aproximação e aquisição do universo d’Os Marretas pela Disney. Tudo começou ainda nos tempos de Jim Henson (o criador dos Marretas), mas depois da sua morte, em 1990, as negociações foram interrompidas. A Disney assinou contudo a co-produção de filmes como O Conto de Natal dos Marretas e Os Marretas na Ilha do Tesouro, respetivamente de 1992 e 96 (e ambos realizados por Brian Henson, filho de Jim), deixando depois os trabalhos em Os Marretas no Espaço, de 1999, por conta da Columbia Pictures. A Disney acabaria por adquirir definitivamente o universo d’Os Marretas em 2004, de fora do negócio ficando apenas personagens criadas expressamente para a Rua Sésamo e os que descobrimos nos Fraggles.
A vida das figuras criadas por Jim Henson na Disney começou por ganhar expressão em pequenos filmes para a Internet. Em 2008 surgiram notícias de um novo filme, que acabaria por chegar aos ecrãs em 2011. Revelando as presenças de Jason Segel, Amy Adams, Jack Black e Chris Cooper no elenco, cameos de Whoopi Goldberg, Dave Grohl ou Selena Gomez e, além do “estreante” Wade, juntando uma vasta multidão de personagens clássicas d’Os Marretas, o filme representou o maior êxito de bilheteira da história destes bonecos. Pela banda sonora escutava-se ora o clássico Cars de Gary Numan ora uma versão de Smells Like Teen Spirit dos Nirvana, com parte cantada em “mimimi” pelo incontornável Proveta, valendo o filme aos Marretas um Óscar pela melhor canção original com Man or A Muppet.
Três anos depois, Marretas Procuram-se assinala nova produção na “era” Disney. Novamente com realização de James Bobin (realizador britânico que em tempos trabalhou com a figura de Ali G), o filme volta a apostar num cruzamento das personagens criadas por Jim Henson com “estrelas” convidadas (afinal era essa a essência de cada um dos episódios da série “clássica” que esteve em produção entre 1976 e 1981). São desta vez protagonistas Tina Fey, Ricky Gervais e Ty Burell, pelo elenco surgindo ainda os nomes de Celine Dion, Lady Gaga, Sean Combs, Christoph Waltz, Miranda Richardson ou Frank Langella. A música volta a ser uma peça central do filme (ou não estivéssemos entre os Marretas), pela banda sonora surgindo temas originais, velhas canções de outras etapas na vida dos Marretas e versões como Working in the Coalmine (que fez história no filme Heavy Metal e que os Devo também gravaram) ou a Macarena dos Los Del Rio, mas desta vez na voz de Miss Piggy.
A construção de uma trama com tempero policial (Gervais é um “bad guy” que se alia a um sapo que foge de um Gulag e juntos planeiam usar os ingénuos Marretas para o golpe do século) dá a este segundo filme da era Disney um fôlego narrativo mais evidente, construindo assim uma trama que suporta melhor que nunca a passagem dos elementos clássicos dos pequenos episódios da velha série televisiva para a extensão de uma longa-metragem. Há paródias a Bergman ou aos filmes de Blake Edwards com Peter Sellers. E doseia comédia e música sem nunca perder o apuro dos temperos.
Se durante anos a fio o rato Mickey surgia como um dos mais evidentes ícones representativos do universo Disney, ao longo dos últimos tempos outras figuras entraram em cena, fruto de novas produções ou das sucessivas aquisições da companhia. Assim, ao lado de Mickey, do pequeno leão Simba ou do peixinho Nemo a Disney hoje tem entre a sua “galeria” figuras como Darth Vader (e está prevista para 2015 a estreia do Episódio VII d’A Guerra das Estrelas, o primeiro na companhia) assim como o Sapo Cocas, Miss Piggy o urso Fozi ou o cão Rowlf.
Foi longo o processo de aproximação e aquisição do universo d’Os Marretas pela Disney. Tudo começou ainda nos tempos de Jim Henson (o criador dos Marretas), mas depois da sua morte, em 1990, as negociações foram interrompidas. A Disney assinou contudo a co-produção de filmes como O Conto de Natal dos Marretas e Os Marretas na Ilha do Tesouro, respetivamente de 1992 e 96 (e ambos realizados por Brian Henson, filho de Jim), deixando depois os trabalhos em Os Marretas no Espaço, de 1999, por conta da Columbia Pictures. A Disney acabaria por adquirir definitivamente o universo d’Os Marretas em 2004, de fora do negócio ficando apenas personagens criadas expressamente para a Rua Sésamo e os que descobrimos nos Fraggles.
A vida das figuras criadas por Jim Henson na Disney começou por ganhar expressão em pequenos filmes para a Internet. Em 2008 surgiram notícias de um novo filme, que acabaria por chegar aos ecrãs em 2011. Revelando as presenças de Jason Segel, Amy Adams, Jack Black e Chris Cooper no elenco, cameos de Whoopi Goldberg, Dave Grohl ou Selena Gomez e, além do “estreante” Wade, juntando uma vasta multidão de personagens clássicas d’Os Marretas, o filme representou o maior êxito de bilheteira da história destes bonecos. Pela banda sonora escutava-se ora o clássico Cars de Gary Numan ora uma versão de Smells Like Teen Spirit dos Nirvana, com parte cantada em “mimimi” pelo incontornável Proveta, valendo o filme aos Marretas um Óscar pela melhor canção original com Man or A Muppet.
Três anos depois, Marretas Procuram-se assinala nova produção na “era” Disney. Novamente com realização de James Bobin (realizador britânico que em tempos trabalhou com a figura de Ali G), o filme volta a apostar num cruzamento das personagens criadas por Jim Henson com “estrelas” convidadas (afinal era essa a essência de cada um dos episódios da série “clássica” que esteve em produção entre 1976 e 1981). São desta vez protagonistas Tina Fey, Ricky Gervais e Ty Burell, pelo elenco surgindo ainda os nomes de Celine Dion, Lady Gaga, Sean Combs, Christoph Waltz, Miranda Richardson ou Frank Langella. A música volta a ser uma peça central do filme (ou não estivéssemos entre os Marretas), pela banda sonora surgindo temas originais, velhas canções de outras etapas na vida dos Marretas e versões como Working in the Coalmine (que fez história no filme Heavy Metal e que os Devo também gravaram) ou a Macarena dos Los Del Rio, mas desta vez na voz de Miss Piggy.
A construção de uma trama com tempero policial (Gervais é um “bad guy” que se alia a um sapo que foge de um Gulag e juntos planeiam usar os ingénuos Marretas para o golpe do século) dá a este segundo filme da era Disney um fôlego narrativo mais evidente, construindo assim uma trama que suporta melhor que nunca a passagem dos elementos clássicos dos pequenos episódios da velha série televisiva para a extensão de uma longa-metragem. Há paródias a Bergman ou aos filmes de Blake Edwards com Peter Sellers. E doseia comédia e música sem nunca perder o apuro dos temperos.
terça-feira, fevereiro 14, 2012
A inteligência dos Marretas
Como é que a estreia do filme Os Marretas se reflecte no território de onde são originários, isto é, a televisão? A resposta é: não se reflecte. Este texto foi publicado no Diário de Notícias (10 Fevereiro).
A estreia do filme Os Marretas, de James Bobin, com Amy Adams e Jason Segel, suscitou algumas evocações do universo criado, em meados dos anos 50, por Jim Henson (1936-1990). Afinal de contas, os programas gerados pela sua produtora, Jim Henson’s Creature Shop, marcaram de forma indelével a história da televisão, em particular através de séries como The Muppet Show e Rua Sésamo.
Seja como for, não se pode dizer que estejamos a assistir a um qualquer processo revalorização de Os Marretas, para todos os efeitos um clássico da história da televisão. Bem pelo contrário: as formas de evocação dos marcos da história televisiva, além de escassas, estão imbuídas de uma beatitude nostálgica que tem tanto de esquemático como de moralista. Faz-se mesmo passar a ideia de que tudo o que vem de um “passado” mais ou menos distante só pode estar marcado por uma fraqueza estrutural que, na melhor (?) das hipóteses, lhe confere o estatuto de coisa pitoresca e caricata.
Não será por acaso que, desde os concursos aos reality shows, o populismo televisivo tende a favorecer a proliferação de imitações. Não se imita porque se conheça (ou para conhecer) o passado, mas sim em nome de uma arrogância intelectual que, em boa verdade, contaminou todo o espectro televisivo: tudo se passa como se o presente esgotasse o nosso entendimento do que somos, reduzindo a herança do passado a um emblema nostálgico, banalmente decorativo, que esvazia pensamentos e sensibilidades.
É a lógica ideológica do Big Brother a triunfar em toda a linha: ninguém tem história porque, supostamente, a história de cada um só adquire consistência através da exposição que a televisão lhe dá. Pensei nisto, uma vez mais, há dias, depois de ver o mesmo treinador de futebol, numa mesma manhã, em vários canais de televisão, mais de uma dezena de vezes a repetir a mesma diatribe contra um penalty que terá ficado por marcar... Quando o quotidiano televisivo se constrói a partir de efeitos de repetição deste teor, o presente é uma máquina de ressonância e o passado não existe. É bem provável que, para alguns, até mesmo a inteligência herdada de Os Marretas seja suspeita.
segunda-feira, fevereiro 06, 2012
As "estrelas" dos Marretas (2)
Em tempo de regresso dos Marretas ao grande ecrã, mais imagens de outra das grandes figuras popularizadas pela série de TV. Chama-se Rowlf. É um cão. E também um pianista. Rowlf surgiu pela primeira vez em filmes publicitários de comida de cão nos anos 60, passou pelo Jimmy Dean Show, mais tarde pela Rua Sésamo, mas foi nos Marretas que se transformou numa “estrela”. Rowlf toca frequentemente peças de música clássica, mas também apresenta canções apenas acompanhadas pelo piano e há ocasiões em que acompanha a banda residente dos Marretas. Nos sketches do Hospital Veterinário veste a pele do cirurgião Dr Bob...
Imagens dos filmes comerciais onde Rowlf se estreou nos anos 60.
Imagens de uma atuação nos Marretas (reparem no busto de Beethoven...)
Imagens de um episódio de Veterinarians Hospital
sexta-feira, fevereiro 03, 2012
As "estrelas" dos Marretas (1)
Em tempo de regresso dos Marretas aos cinemas, vamos recordar algumas das suas personagens e situações. Começamos por evocar a figura de Marvin Suggs, o tocador do Muppaphone, “instrumento” que não é senão um xilofone feito de bolas fofinhas... Marvin, que Cocas diz ser incomparável porque não se lembra de nada que se possa com ele comparar, surgiu em vários episódios da série e fez até um cameo no recente teledisco dos OK Go para a versão do tema de abertura do Muppet Show. Aqui ficam imagens de uma das suas atuações... Ao som de Witch Doctor.
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